3.2 milhões de apps maliciosas detectadas para Android

A quantidade de aplicações que violam as leis em vigor, obtendo dados, ou fazendo mais do que o anunciado, é gigantesca. E mostra bem a necessidade de leis que apliquem elevadas coimas a quem produzir aplicações deste género.

É certo que o Android é o sistema operativo mais usado em todo o mundo, e isto pelos tremendo milhões de smartphones em que ele corre (quase 8 em cada 10 pessoas que usam smartphone ou tablet possuem um Android), e isso tem como consequência ser dos mais visados por quem cria aplicações maliciosas.

E tal torna-se visivel quando consultamos um relatório recente da G-DATA e que refere que até ao final do terceiro trimestre de 2018 tinham sido detectadas cerca de 3,2 milhões de aplicações consideradas como maliciosas para este sistema operativo. Trata-se de um aumento de 40% face ao registado no ano passado no mesmo período.

Os números apresentados agora pela empresa de segurança G-DATA falam por si. Até ao final do terceiro trimestre de 2018, já foram detetadas 3,2 milhões de apps maliciosas para Android o que significa um aumento de 40% face ao período homólogo e uma média diária de 11700 novas amostras de malware.

De referir como dado muito relevante que não é o facto de estas aplicações existirem que serve como dado para se referir que o sistema operativa não é seguro. Estas aplicações são por norma detectadas e removidas, e a segurança dos smartphones, desde que atualizada, impede as mesmas de atuar. O grande problema é a instalação de aplicações de fontes não seguras, fornecendo-lhe autorizações excessivas, um problema que se está a espalhar, e para o qual a promoção de jogos como Fortnite, distribuído fora da Google Play, tem contribuído!



 



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