A China quer usar a Lua como base para a exploração espacial… E como base de misseis. E tudo até 2050.

Sem qualquer regulamentação ou controlo, a China pretende avançar desde já e transformar a lua numa base de exploração espacial… e de mísseis.

Pode parecer um pesadelo de ficção, mas até 2050 a China pretende colocar misseis na lua, criando assim uma pequena fortaleza lunar que poderá disparar misseis contra a terra.

Claro que todo esse plano vem coberto de uma vertente humanística de exploração espacial, mas a realidade é que, um pouco tal como a Death Star no filme Star Wars, esta seria uma estação espacial capaz de aniquilar planetas.

A situação foi referida pelo Beijing Times que refere que há discussões na China para permitir que o seu exército (o People’s Liberation Army) venha a estabelecer uma base de mísseis na lua.



A ideia passa assim por uma base de testes nuclear na lua, e capaz de desferir ataques contra a terra, mas devidamente “encoberta” pela ideia de construção de uma base que mandaria naves para a exploração do espaço profundo.

Recorde-se que a China mandou recentemente um foguetão com um rover lunar denominado Jade Rabbit, planeando meter o seu primeiro astronauta na lua em 2030. O seu objectivo é ser o primeiro país a aterrar de forma suave uma sonda na lua.

Apesar de tudo, a China está longe de ser o primeiro país a colocar sondas na lua, e a sua exploração espacial está atrasada face a muitos outros países, sendo que o conseguir aterrar esta sonda de forma suave na lua é fulcral para os seus planos futuros.

Actualmente o Jade Rabbit está a caminho da lua tendo sido lançado por um foguetão March-3B do centro de lançamento de satélites Xichang situado na província de Sichuan.

O Presidente Chinês Xi Jinping quer que a China se estabeleça como uma super potência espacial e a missão que actualmente decorre inspira orgulho nas proezas tecnológicas chinesas.

A sonda deverá aterrar em meados de Dezembro, ou seja dentro de alguns dias (não foi dada data), e deverá manter-se activa durante 90 dias (3 dias lunares), cobrindo uma área de 5 km quadrados.

Para esta missão, a China conta com o apoio da Agência Espacial Europeia.

Fonte: Daily Mail



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