A Conferencia da E3 da Sony

Era que menos precisava de fazer para ter uma E3 de sucesso… Mas cremos que ninguém esperaria que fizesse… tão pouco!

Bem, se a conferência da Microsoft se revelou decepcionante, a da Sony certamente não lhe ficou atrás…

A Sony limitou-se a apresentar 17 jogos, um valor bastante inferior ao que a Microsoft apresentou. E mais do que isso, desses 17, 6 deles eram para o PSVR, o que quer dizer que não eram jogos disponíveis para a PS4 em geral.

Isto quer dizer que se pensarmos na comunidade global, a Sony apresentou para eles apenas 11 jogos. E para uma E3, especialmente se compararmos com anos anteriores, isto é uma total e completa… miséria!

Mas a miséria atinge ainda níveis mais elevados quando vemos que desses 11 jogos, apenas 4 deles foram novidades que desconhecia… e desses 4 o conteúdo de Horizon Zero Dawn não é exactamente um jogo completo mas sim um DLC (falta saber se standalone como Uncharted: The Lost Legacy).



Ainda desses 4 o restante exclusivo é Shadow of the Colossus. É um remake/remaster (no fundo acaba por ser um misto dos dois pois o jogo a nível de texturas nada tem do original) do jogo original adaptado à PS4, e algo muito interessante se pensarmos na qualidade extrema de Shadow of The Colossus que considero um dos melhores jogos de sempre. Mas mesmo assim, de novidade não tem nada e é um jogo que teve já re-edições e remakes HD na PS3. É o sugar o sumo do jogo até ao tutano!

O restante do mostrado era já conhecido e já se sabia que existiria em breve! E isso torna a conferência da Sony uma decepção.

Eis a lista total de jogos mostrados:

Uncharted: the lost legacy – DLC Standalone exclusivo

Horizon ZD: The Frozen Worlds – DLC para exclusivo (standalone?)

Days Gone – Exclusivo

Monsters Hunter World – Multi plataforma

Shadow of the colossus – Remake/remaster – Exclusivo

Marvel vs Capcom: Infinite – Multi plataforma

Call of Duty WWII – Multi plataforma

God of War – Exclusivo

Detroit: Become Human – Exclusivo

Destiny II – Multi plataforma com conteúdo exclusivo



Spider Man – Exclusivo.

PSVR – Skyrim VR, Star Child, The Inpatient, Monster of the Deep, Bravo Team, Moss

A falta de novidades de peso nesta apresentação foi notória, e a realização da apresentação, que foi péssima, diga-se, com filmagens do palco e público durante a apresentação dos jogos, chegou a mostrar pessoa a bocejar durante a apresentação, mostrando como a mesma foi mesmo desinteressante a nível de novidades. E realmente, esta deve ter sido a pior apresentação da Sony dos últimos anos. Muito, muito má…

No entanto, e apesar de todos os males, a Sony apresentou 14 jogos que apenas podem ser jogados no seu hardware, e é aqui que se faz o contraste para a apresentação da Microsoft. Seja como for, se este fosse um jogo de boxe, dada a ausência de um KO, a decisão sobre o vencedor estaria na decisão do júri pela componente técnica. Eventualmente podemos dizer que o conteúdo exclusivo de qualidade em quantidade, aquilo que no fundo é o que distingue as consolas, dá à Sony uma pequena margem, mas diga-se em bom abono de verdade que, em termos de novidades… ambas foram apresentações miseráveis, daí que a haver um vencedor aqui, ele acaba por ser ser discutível.

O curioso é que a Sony tinha bastantes mais argumentos que poderia usar. Muitos deles já conhecidos! E ao que pareceu a empresa limitou-se a apresentar jogos que espera saiam entre a presente E3 e a próxima. Quase todos os jogos referiam lançamento em 2017 ou early 2018, curiosamente algo que também foi uma constante na apresentação da Microsoft. Estarão estas empresas a guardar armas para a Gamescom? Mas mesmo assim, nem isso explica tudo pois há jogos esperados para esse período, como GT Sport, que não foi referido. Dá, no mínimo o que se pensar!

Uma situação notada foi igualmente a ausência do tão referido e esperado corte de preço da PS4 Pro. Mas isso não aconteceu! Mas diga-se que, analisando a coisa com algum realismo, nesta fase isso seria prematuro. A Xbox One X só sai em Novembro, e a Gamescom aparecerá em inícios de Outubro, sendo que a haver corte, ele só necessitará de ser referido aí.

2017… o ano em que as apresentações da E3 das empresas de videojogos com maior representatividade de mercado ficaram marcadas pela falta de novidades…



Posts Relacionados

Readers Comments (36)

  1. Péssima conferência. Se você for de Portugal e decidiu dormir ao invés de assistir a conferência digo-lhe que tiveste uma excelente escolha.

    • Com as fracas apresentações das 2 mais importantes marcas dos games e juntando com as apresentações da EA, Ubisoft e Bethesda, que dizem que também deixaram a desejar(não assisti as 3 últimass) fazem com que a E3 perca a importância.

      Praticamente só falta a Nintendo e esta nem sei se vai ser boa.

      Pelo visto a E3 está perdendo terreno para outros eventos.

      MS provavelmente seguirá o exemplo dos últimos anos e se focará na Gamescom.

      Sony trocou a Gamescom pela Paris Game Week e PSEx.

      • A da ubisoft foi melhor que a da Sony e Microsoft, já da EA e Bethesda foi inferior a dos fabricantes.

  2. Pois é, foi broxante…..

    Posso estar engano, mas será que a sony está mudando seu foco para playstation experience?

    Espero que sim, pq se chegar fim do ano e nao ter nada, eu n faço mais hype!

    • O ruim que já tem 2 anos que digo que não ficarei ansioso pelas conferências da Sony e isso inclui E3, PGW e PSEx.

  3. Eu não tenho uma visão tão negra, concordo que ficou aquém das expectativas, foi uma press curta e sem novidades umas atrás das outras, mas desengane-se quem achava que daqui em diante todas as E3 iam ser iguais ou melhores que a de 2015, mas o que se viu foi bom, curto mas bom.
    A gameplay de Days Gone foi muito boa e reforçou a qualidade do jogo, God of War, palavras para quê, fantástico, o Spider-Man teve uma demo de grande nível, provavelmente o melhor jogo de super-herois de sempre, Detroit ainda tem que me convencer, Uncharted e Horizon, quero mais disso por favor, e claro, a bomba da noite, o remake de um dos melhores videojogos de todos os tempos feito pelo melhor estúdio da especialidade do momento, isto para mim é tudo menos miserável, é a afirmação da qualidade de muitos dos jogos pelos quais mais anseio.

    Os jogos do PSVR penso que seja uma situação do tipo, é preso por ter cão, e preso por não ter, se não mostrasse jogos é porque tinha abandonado o dispositivo, como apresentou foi algo meh…

    De salientar om pormenor muito importante, a Sony fez um pré-show no seu canal que muita gente não viu, onde mostrou jogos novos, desde indies ao novo jogo dos criadores de Until Dawn, o Hidden Agenda, e durou cerca de uma hora com trailers e revelações.

    Também sou da opinião que se a press da Microsoft não tivesse sido tão fraca, se tivesse tido revelações de peso, que a da Sony tinha durado mais e com mais conteúdo, dá a ideia que foi tipo, causa e efeito.

    Ambas as press ficarm aquém do esperado, mas num nível completamente diferente, se a da Microsoft se salvou pelo anúncio do retro da Xbox 1 e uns trio de indies, já a da Sony pautou por mostras de qualidade, em suma e isto é o que define ambas as conferências, na da Microsoft foram mostrados jogos que tu podes jogar na tua Xbox, na da Sony foram mostrados jogos que tu precisas de jogar na tua PS4, e isso de miserável não tem nada.

    E a brincar a brincar, é a Nintendo que ainda leva a taça para casa, e só com meia-hora

    • Faço de suas minhas palavras, tive esta mesma percepção na conferencia da Sony.

      Daria um 8/10

      Gostei demais de Days Gone
      God of War
      Shadow of the Colossus Remake
      As DLCs de Uncharted e Horizon
      Spiderman

      • Pá… se falam em notas… vão-me desculpar, mas daria nota negativa!

        A E3 desde à muitos anos, e isso até já deu direito a artigos, tornou-se uma fábrica de sonhos. Uma local onde se apresentam novidades que são desconhecidas, e que irão aparecer futuramente.

        Este ano… não houve nada disso. Nesse aspecto a E3 foi completamente atípica.

        Mas o certo é que 2013 ou 2014, ou 2015, a Sony nunca na vida apresentou tão pouco!
        De 2013 a 2016 a Sony apresentou nas E3 274 jogos… E Isso dá uma média de 68 jogos por conferência.
        Ora com essa média, apresentar este ano 17 não tem desculpa. É uma descida brutal e que não tem desculpa…
        A Conferência deste ano da Sony foi de um nível demasiadamente baixo para o que nos habituou.
        A da Microsoft foi tambem má, mas se considerares que a Microsoft de 2013 a 2016 apresentou 130 jogos, isso dá uma média de 32,5 jogos por ano. Este ano apresentou 42, o que quer dizer que a empresa até melhorou a sua E3, e neste caso apenas a podemos acusar de não ter apresentado aquilo que se esperava: Os Exclusivos!

        • Não é que não tenhas razão, só não partilho da tua visão, no sentido negativo, todas as press até agora foram aquém do esperado, com excepção da Ubisoft e da Devolver Digital, de resto foi sim algo decepcionante, nunca miserável.

          Os números por si só não dizem tudo, prefiro de olhos fechados os 17 da Sony que os 42 da Microsoft.

          • Entre os 42 da Microsoft existem pérolas como Cuphead e Ori.
            Se prefere qualquer um dos jogos de merda de VR que foram mostrados ontem do que esses dois, sua suposta imparcialidade não passa de uma máscara.

          • Tu falas da merda do VR… mas já o usaste?
            Joga um jogo VR e depois falamos sobre merda…
            Joga o Star Trek bridge Crew.

          • Fernando… a elogiar Indies?
            Nada contra, são dois jogos que pretendo adquirir, mas não é comum ver-te a fazer elogios aos indies.

          • Não está isso em causa… porque dos 17 14 são exclusivos, e dos 42 apenas 9… Mas o decréscimo de quantidade é inegável! Nesse sentido isto foi uma decepção! A E3 é para se conhecer novos jogos, nâo para ber trailers dos conhecidos.
            E elogiar uma quebra destas não faz sentido.

          • Fernando… porquê tanto nervosismo?
            Nem costuma dizer asneiras…

            O teu problema é que és tendencioso, e um tendencioso opta sempre por comparar o melhor com o pior, é claro que prefiro Cuphead e Ori a jogos do VR, pelo menos os presentes, agora preferi-los a um God of War?
            Kratos mete ambos no bolso detrás, Days Gone por exemplo envergonha State of Decay 2 que é o mesmo género.

            Compara alhos com alhos, não compares alhos com bogalhos, e relaxa dude.

          • Curiosamente não prefiro Ori ou Cuphead a um jogo VR, e nem deixo de preferir.
            São coisas tão diferentes que tenho até dificuldade em comparar. São acima de tudo experiências radicalmente diferentes.

        • A Microsoft já teve uma E3 com muitos jogos antes. E jogos AAA, ou que assim seriam.

          Mas este ano o foco foram indies, uma secção que era passada a correr em anos anteriores com especial destaque para um ou dois. E isto em ambas as empresas.

          Sim a MS apresentou mais jogos, mas sinceramente? Somente porque a Sony nem colocou a secção dos indies na conferência, por algum motivo que também não entendi. Mas dos 42 jogos 1 era um AAA exclusivo. A Sony em contrapartida tem 14.

          Nao me entendam mal, os jogos apresentados na conferência da Microsoft têm qualidade e não lhes tiram mérito nenhum. Mas de nada justifica encher a conferência da E3 com estes jogos sobretudo quando se está a tentar vender uma nova máquina da família pela potencia.

          A Sony fez asneira definitivamente, mas mesmo assim entregou uma conferência sólida. A MS espalhou-se ao cumprido no seu objetivo, e tudo por causa do desinvestimento na divisão a que temos vindo a assistir nos últimos anos, e que se refletem nos cancelamentos surpresa e fecho/partida de estúdios. A Scorpio é o reiniciar da geração para eles e quem não entende isto, que olhe para o discurso a rodear a Scorpio, todo assente em hardware e suas propriedades – precisamente o mesmo tipo de conversa que se tinha no inicio da geração. Esta é a resposta da Microsoft a um dos campos em que estava a perder no início, o do hardware. Quem não se lembra das discussões que se fizeram sobre isso na altura?

          E o que acho mais engraçado, são as pessoas que tentam deturpar este falhanço da MS com a ONE X, como o facto de a companhia ter dado ouvido às vozes críticas (que pediam mais diversidade de exclusivos) e não aos clientes fieis. Quando na realidade reflete apenas a visão dos clientes fieis, muitos dos quais comentam neste mesmo site, e que durante anos diziam que exclusivos não vendem consolas e que não fazem falta nenhuma. Este é o reflexo das vossas palavras.

          E o mais engraçado de tudo, é que ainda por cima deturpam o que sempre se tem dito: que a Microsoft precisa de aumentar a aposta em AAA (ou AA) e na variedade de estilos, em a Microsoft precisa de aumentar a aposta em Indies. Pelo menos antes de chamarem hipócritas aos outros sejam sérios.

          Caramba, a MS podia ter facilmente fechado acordo com uma third para uma exclusividade temporária. Olha o caso de Darksiders III ou a Crytek, ou a Dontnod com Vampyr. Tudo títulos que compunham o catálogo da ONE, venderiam a ONE X, e seriam belos porta estandarte.

          • Bruno… apesar de a maior parte das pessoas não gostar de ouvir, e até nos criticarem aqui na PCManias, chamando-nos de fanboys, o que tens aqui é consequência daquilo que se tem vindo a alertar à muito tempo. A Microsoft tem falta de direcção, e muda como o vento.
            O problema com a Scorpio já vem de trás, e não surgiu agora com a E3.
            Desde o final de 2016 que a Microsoft não tem um exclusivo AAA capaz de vender consolas. E continuará sem eles até quase outubro, altura onde lançará alguma coisa (pouca). Isto é um problema que já vem de trás… de falta de direcção e de planeamento. Basicamente de saber o que quer fazer da sua consola!
            Era um centro multimédia tudo em um que extraia a potência da Cloud e onde o Kinect era imprescindível. Depois o Kinect sai e ninguem houve falar dele e fica-se o multimédia e a Cloud. Depois sai o multimédia, e fica uma consola hardcore com Cloud, mas depois a Cloud acaba por se revelar apenas servidores dedicados. Mas a coisa não fica por aqui e depois passa os exclusivos para o PC e a Xbox passa a ser uma plataforma, mas depois já se fala que o PC terá exclusivos. Depois surge a Scorpio que será uma consola de meio de geração, mas lançam-na com capacidades que se destacam tanto da One que só é meio de geração no paleio. Mas garantem que os únicos exclusivos que terá são VR, e agora já veem com a história que a consola afinal não terá VR.
            A Microsoft anda à moscas! Não só tinha poucos exclusivos como dois que estavam em desenvolvimento, o Fable Legends e o Scalebound foram cancelados… a meros meses do lançamento, e depois de ter lá enterrado milhões!
            Não sei o que diga! Um acordo com uma Third para um exclusivo de peso era o mínimo. Mas nem os mínimos se quis cumprir.

    • Concordo a 100%.

      Não foi a melhor conferência do historial da Sony de acordo, e perde em largos pontos com o ano anterior, pela falta de novidades. Mas tendo em consideração a quantidade de bombas que a Sony tinha já anunciadas, o que todos estavam à espera era de mais sobre o que já tem anunciado que propriamente surpresas. De longe foi “fraca” ou um desastre.

      Tudo o que foi mostrado foi de elevada qualidade: grafismo irrepreensível associado a uma excelente gameplay em vários títulos que ilustram o compromisso da companhia com a PS4. E que títulos.

      Quem tem uma PS4, só tem que ficar em pulgas pelo futuro.

      O grande defeito que aponto à conferência da Sony é o facto de não terem sido estabelecidas quaisquer datas de lançamentos para os títulos em destaque (excepto as expansões). Parece-me a mim que 2018 será um ano sobrecarregado em títulos como o início de 2016 foi. Detroit Becoming Human, pelo menos, devia ter sido lançado em Dezembro.
      E tanto Days Gone como God of War não podem ser mostrados outra vez, é necessário uma data de lançamento.

      • Não me parece que tenhas percebido onde quero chegar.
        Não nego nada do que dizes… mas imagina só este cenário:
        A Sony…nem fazia E3.
        O que alterava isso no panorama no que já conhecias para o futuro da consola?
        Nada….
        E é nesse aspecto que a E3 foi fraca. Porque ela é a feira dos sonhos. Onde se apresenta as novidades desconhecidas que por aí veem.
        E nesse campo o que a Sony ali fez e nada foi o mesmo. Tudo que apresentou era conhecido.
        A Microsoft só apresentou um exclusivo AAA, mas ao menos foi novidade. Nunca ninguem tinha visto imagems dele. Na Sony já os conhecias e tinhas visto videos de todos. Aqui quando muito viste um pouco mais.
        Não está em causa o apresentado ou a sua qualidade, mas a E3 em si.

  4. A conferência da Sony conseguiu fazer com que a conferência da Microsoft não pareça tão ruim como pareceu no Domingo.
    Isso diz tudo.

    Devemos estar em alguma espécie de fase de transição da qual os fabricantes não falam muito, por que pra mim ficou claro que os estúdios first party das duas empresas não estão com conteúdo pronto. Os jogos da Sony já apresentados certamente foram feitos de maneira muito antecipada nos eventos passados apenas para passar número. Se God of War e Days Gone não estão nem perto de sair, Death Stranding ainda deve ser um conceito de papel e algumas CGs e The last of Us não deve fugir muito.

    Questiono se tanto Microsoft quanto Sony por trás das conversas de mesma geração, familia de produtos e etc, não estão escondendo a verdadeira intenção de passar a atual geração para debaixo do tapete de forma invisível aos usuários.
    Sabe como é, todas as filmagens da E3 eram PS4 Pro, a Microsoft mostrou tudo em 4K…

    • Concordo com a primeira frase, mas não concordo com a segunda. E isto porque como sabes bem a Sony tem muito mais conteúdo, que até já foi conhecido, e muito dele até vai sair este ano, que não foi apresentado. Não sei o que a levou a fazer a E3 que fez!
      Mas que foi fraca… foi!

      Quanto ao último parágrafo, posso apenas dizer que God of War corria numa PS4 standard, o que foi anunciado pela Santa Mónica. Os restantes não sei!

      • Em termos de novidades foi uma desilusão!
        Mas uma coisa é certa, o futuro da consola da sony, continua a ser risonho 🙂
        E estou cada vez mais empolgado com os jogos que não foram anunciados!!
        Pois para alguns estudios, já estão numa fase avançada!
        Os próximos grandes lançamentos da sony, depois dos apresentados, serão(fora o que não é conhecido):

        -Projeto da Sucker Punch – já lá vão 3 anos, logo deve ser um novo ip de alto investimento.
        Por isso, quase de certeza será o primeiro desta lista (se não for adiado devido a problemas ou cancelado )

        – Projeto da From software – já la vai um tempo desde o lançamento de bloodborne e espera se algo vindo deles…

        – The last of us 2 – Como todos sabemos, a Naughty Dog tem 2 equipas , logo poderemos afirmar que já está num desenvolvimento avançado!

    • Depende da perspetiva.

      A Sony fez mais para vender uma consola quase com 4 anos, e mesmo repetindo anúncios do ano passado, que a Microsoft fez para vender uma consola que será lançado este ano e em que o mote para a venda é potência. E com isto refiro-me a jogos com um grafismo excelente que justifiquem as palavras chave “HDR” e “4k”.

      Estando nós no pico da atual geração em termos de suporte, onde o que se esperam são jogos e mais jogos, se achas que isto não é deixar a Microsoft ficar mal, cravando um punhal precisamente onde ela falha mais, então não sei o que é deixar ficar mal.

      • Creio que o que queres dizer é que a Sony conseguiu fazer mais, não que fez mais. Porque na realidade a Sony nesta E3 limitou-se a fazer “replay” com extras de algo que já se conhecia.
        Porque fazer fazer, a Microsoft fez mais. Não fez o suficiente pois falhou nos exclusivos, mas o certo é que a Microsoft teve a sua E3 com mais quantidade de sempre, ao passo que a da Sony foi das mais “esvaziadas” de sempre!
        No global, eu concordo que mesmo sem fazer nada a Sony conseguiu provavelmente mais. Aqui o que conta são os elementos diferenciadores das duas consolas, ou seja, os exclusivos, e aí a Sony levou a melhor. Mas esta não foi uma boa E3. Basta ver que se a Microsoft tivesse apresentado mais exclusivos a Sony tinha levado uma banhada.

        Nota que não estou a discordar do fatual do que referes, apenas a ver de uma perspectiva diferente da tua!

  5. Fiquei imaginando como ficou a cara do dono de PSVR ao ver aquele Final Fantasy de pescar, aquele jogo do rato e aquele skyrim do xbox 360. Eles deveriam ter vergonha na cara de mostrar algo daquele nivel.

    Nao sei mas oque falar. disparada a pior E3 dos ultimos anos….

    • Lembras-te da Wii? Vendeu mais de 100 milhões porque os seus jogos permitiam às pessoas sentir que estavam a jogar o jogo. E os gráficos não definiram as suas vendas.
      Testa um jogo PSVR… vive o que é estar dentro do jogo. O que é fazeres parte do mundo do jogo.
      E nessa altura garanto-te que a palavra que vai sair da tua boca vai ser… wow! E nunca mais te preocupas com os gráficos.
      Mas há jogos e jogos VR. Alguns com um grafismo bem bom.

  6. Mario
    Esta no site da eurogamer que Destiny 2 ira correr 30Fps , sera que é pelo fato do acordo de Marketing coma sony?
    Não gostaria que fosse verdade que a mesma pediu para capar o Onex , alguns blogs levantaram estas suspeitas.

    • Gabriela… a XoX tem um CPU scorpio. O CPU tem de coordenar com o GPU todos os fotogramas. Nada nos garante que a XoX seja capaz de mais. Para além do mais os jogos multi são muito exigentes em CPU e o CPU da Scorpio em velocidade pura é só 31% mais rápido que o da One. Não falamos aqui de ganhos no uso do CPU devido ao API, mas sim de uso do CPU em fisica geral e fisica e trajetoria de balas onde esses ganhos não existem.
      Se acreditares nessa de que os jogos One poderão ser 4K 60 fps… esquece. vais ter uma decepção (a optimização da XoX vai melhorar com o tempo, mas mesmo assim duplicar frames não é garantido). Gears 4 será 4K 30 fps no single (mesmos fps da One), apesar de o motor suportar mais de 100 fps (PC) e o código ser comum (Jogos UWP), e o multi será 4K 60 fps (mesmos fps da One), mas com resolução dinâmica.
      Seja como for, recordo que o primeiro Destiny tinha um acordo igual e que a Bungie tambem optou para paridade gráfica em ambas as consolas, numa altura em que os jogos da One saiam a 720 ou 900p, cortando no detalhe gráfico global que a PS4 poderia na altura oferecer a mais, para se igualar as consolas, e daí que essa teoria do capar a pedido da Sony seja uma valente treta.

  7. Pra mim foi uma decepção tanto microsoft como a sony, ainda tinha esperança de aparecer bloodborne 2 e quem sabe resistance, e que microsoft tivesse alan wake 2 e a remedy estava a negar só para despistes, até agora o que valeu a pena foi evil whitin 2, wolfeinstein new collosus e metro exodus.

    • Mais uma vez entra aqui a estatistica… e o Ars já se pronunciou sobre isso!
      Para o estudo ser inválido a Microsoft terá de referir muito mais do que isso, pois os dados serem incompletos, desde que o erro na recolha seja igual para todos os factores, o estudo continua completamente válido.
      Seja como for, faz a contas tu mesma…
      508 milhões de horas por ano (o número mais recente)… 30 milhões de consolas dá 16,93 horas ano por jogador. Divide isto por 52.177457 o número médio de semanas por ano e tens 0.324 horas por semana em BC, ou seja 19 minutos.
      Agora depende do número de horas que se joga por semana. E aqui ou achas que os jogadores Xbox não jogam na sua consola, ou aceitas que jogam tanto ou mais que a PS4. E se for tanto, são 7.4 horas por semana. Isto dá uma utilização de retro compatibilidade de 4,3% (pelos novos valores oficiais da Microsoft).

      • Mais pelo texto segundo meu entendimento a MS nem esta tentando invalidar analise tanto que a mesma solicita dados mais precisos da Ms, seja como for faltou a mS fornecer dados mais abrangentes e uma falta de comunicacao entre a empresa. Acredito que importante reessaltar que nem tudo que se publica devemos por 100% de certeza antes de saber como foi aplicado tais analises, achei importante pois nem tudo é o que parece.

  8. Olá Mário. Assisti as duas conferências e concordo com seus textos, ambas ficaram devendo. Um texto disponível na Eurogamer com uma entrevista com Phil Spencer é elucidativa sobre a posição da MS:

    “Foi dito também que mais anúncios estão por vir.

    A Microsoft teve uma conferência sólida na E3 este ano. Eles anunciaram o Xbox One X, mostraram excelentes jogos de terceiros, como Metro: Exodus e Anthem, e mostraram algumas novidades de jogos First Party como Crackdown 3, Sea of Thieves e State of Decay 2. Isso é ótimo, porém alguns ficaram desapontados com a falta de títulos exclusivos First Party AAA da Microsoft.

    Sim, estaremos recebendo o Forza que é anual, mas, além disso, não houve nenhum novo e importante anúncio exclusivo para o Xbox. Sem Halo, Gears of War, ou uma nova IP. Os fãs poderão desfrutar de dois novos exclusivos Triple-A no Xbox One quando o Xbox One X for lançado em novembro: Forza Motorsport 7 e Crackdown 3.

    Falando com a Eurogamer, Phil Spencer abordou o porquê nós não vimos novidades exclusivas triple-A no Xbox na E3 este ano.

    “O foco que eu tive neste show foram os jogos que você vai conseguir jogar no próximo ano. Estamos nos concentrando no Xbox One S e no Xbox One X e nos jogos que você vai jogar. Nós mostramos o Crackdown, que parece fantástico. Vai estar lá no dia do lançamento do Xbox One X, que será uma ótima vitrine para o Xbox. Obviamente, Sea of Thieves. Acho que o State of Decay está muito bom. Algumas pessoas jogaram o State of Decay 1, mas muitas pessoas não. Agora estamos dando tempo ao jogo para realmente bater com o que queremos que o State of Decay faça, porque essa será uma franquia importante para nós. Nós mostramos o Forza…”.

    Francamente, adorei o fato de não termos ter que trazer Gears e Halo. As pessoas sabem que temos o Gears e Halo em nosso portfólio e estamos trabalhando em outras coisas que não estão nesta lista … ”

    Aparentemente ele não quer cometer o erro de anunciar jogos muito cedo e fazer as pessoas esperar anos e anos que levam a uma situação em que pode até ser cancelada como foi Scalebound.

    Ele continuou a falar sobre aprender com os erros não só da Xbox, mas também de outras empresas (presumivelmente com a Nintendo com Breath of the Wild e a Sony com jogos como The Last Guardian).

    “Nós não estamos sozinhos em colocar os jogos no palco cedo, que então, vai na E3 pela segunda vez, pela terceira vez antes que o jogo realmente saia. Isso é uma coisa da indústria. E eu direi que, como um administrador de plataforma, há tensão porque, se eu tivesse mostrado o Master Chief rodando em 4K na tela, o lugar ficaria louco. Você sabe disso. Eu sei disso. Mas eu também sei, enquanto estamos trabalhando, o processo criativo de dar ao time a oportunidade de entregar um ótimo jogo que queremos que eles ofereçam, seja com Halo ou algo novo, o tempo necessário para se preparar para mostrar na tela em tempo real. E então você define algum tipo de gameplay, porque as pessoas vão ter a expectativa de que provavelmente tem muito pouco para se fazer no jogo, ou talvez não tenha nada a ver com o que você realmente esperava “.

    Então, eu adoro o alinhamento de jogos que tivemos no palco. Penso que temos uma excelente formação de jogos. Tem mais coisas por vir. As pessoas vão ouvir sobre isso de nós. E eu vou estar consciente de colocar as coisas no palco quando eu sei que posso comprometer meus fãs e clientes que eles vão conseguir jogar esses jogos “.

    Phil está apenas tentando garantir que vejamos jogos que realmente serão lançados em tempo hábil. Todos nós somos queimados por jogos que são anunciados muito cedo e nunca saem ou quando eles saem, você gostaria que eles tivessem sido cancelados em vez disso.”
    Vlw Mário

    • Muito, muito rápido porque não tenho tempo (desculpa se soar a seco).

      Os jogos multi podem ser jogados na consola concorrente, pelo que apresentar na conferência da Microsoft ou na da Sony é a mesma coisa. Não vejo grande diferença!

      O Phil dizer que mais títulos virão aí… teria de dizer. tambem não vejo novidade!

      A resposta de Phil sobre os AAA é um desviar de atenções. A pergunta foi sobre os AAA e a resposta foi que o foco são os jogos que podem jogar no próximo ano. Mas a resposta real é que não há AAA para o próximo ano…

      repara que Shuhei Yoshida refere que “a Sony se refreou naquilo que mostrou”. E aqui, ao contrário do que Phil diz, sabemos que é verdade. Afinal há tanto AAA, incluindo first Party que já se sabe que existe e que nem sequer foi mostrado.

      Quanto ao último parágrafo, o Phil pode estar a querer isso, mas por outro lado tambem está a vender uma nova consola, algo que sem jogos não pode fazer. Daí que essa frase soa a mera desculpa para tapar um buraco que existe mas que não convêm falar!

      E mais uma vez desculpa as frases curtas e directas que podem soar a algo diferente… mas tenho mesmo pouco tempo.

Os comentarios estao fechados.