Análise: Horizon Zero Dawn

Horizon Zero Dawn é um novo Franchising. Mas entra com uma força tal que pode ser certamente o Franchising mais famoso da Playstation. É fantástico e um dos melhores jogos para a consola nesta geração.

RPGs há muitos, sendo que o mais conhecido e popular nesta geração talvez seja o fabuloso The Witcher. Horizon Zero Dawn (HZD) nesse aspecto é um novato no mercado, sendo que este é o primeiro jogo da série, mas o certo é que soube entrar no mercado. E que entrada meus senhores… e que entrada!

A primeira coisa que ressalta quando arrancamos HZD são os gráficos. A qualidade é suprema e faz muito lembrar Uncharted 4, conhecido como o supra sumo gráfico atualmente no mercado. Torna-se realmente curioso perceber como é que a Guerrilla consegue um grafismo magistral deste nível num mundo aberto e sem cargas, onde tudo se processa por streaming.

Toda a qualidade gráfica que define Uncharted 4 está aqui reproduzida num nível muito próximo, ou até igual: A qualidade das texturas é imperial, e o grafismo, a densidade de vegetação, a qualidade das animações, tudo está a um nível majestoso. Do melhor alguma vez visto, e deixam The Witcher alguns quilómetros para trás!

 



O jogo soube depois ir buscar elementos a vários jogos: O sistema de diálogos é muito semelhante ao usado em Mass Effect, a recolha de recursos e a arvore de habilidades e a evolução das armas a Far Cry, etc.

A arvore de competências – Far Cry Primal em cima, e Horizon Zero Dawn em baixo.

A nível de história e da forma como o jogo se desenvolve, as inspirações em Skyrim e The Witcher, Tomb Raider e Uncharted são também notórias. Basicamente o jogo tira o melhor de vários jogos e condensa-os aqui numa experiência fantástica.

Aqui temos vegetação, vida animal, robots, bandidos e muita incognita a pairar no ar que necessita de ser explicada. Tudo envolvido num espetáculo visual impressionante.

E quando um jogo nos consegue abrir a boca de espanto pela qualidade dos seus visuais e nos faz sentir tanta empatia por uma personagem pela sua história, estamos certamente perante um grande, corrija-se, um enorme jogo!



Para quem não tem ideia da história do jogo, esta passa-se cerca de 1000 anos no futuro. Nessa altura houve um evento apocalíptico qualquer onde a civilização se envolveu numa batalha usando tecnologia e máquinas avançadas. O resultado levou a humanidade de volta a um estado tribal onde, apesar de conviverem com tecnologia que a rodeia, esta é encarada como obra dos Deuses e adorada como se assim fosse, não havendo quem a saiba usar. Neste mundo os robots sobreviveram e adaptaram-se a forma animais, dominando o mundo natural.

É neste mundo fascinante que um dia nasce Aloy. Uma miuda com o cabelo cor de chama e que, por motivos que só viremos a perceber mais tarde, é excluída da tribo logo à nascença (o seu nascimento é um dos mistérios do jogo). As tribos possuem regras muito fortes e a violação das mesmas leva a que a pessoa seja excluida, tornando-se assim um Pária. Aloy é então criada por Rost, um desses Párias, e cresce ao lado da sociedade, tentando tudo fazer para voltar a ser aceite e incluída na mesma.

Aloy é uma criança especial, e alguem que consegue dominar parte da tecnologia existente, o que a leva a ter uma evolução superior aos restantes, começando esta a dominar máquinas e a conseguir mesmo tornar algumas suas aliadas.

O mundo é pura e simplesmente enorme, com cenários majestosos, um cenário de fição científica e mistério enorme, e combate único que pela variedade de armas e formas de uso, criam uma componente tactica, de planeamento e de acção, únicas.

Basicamente a história desenvolve-se com Aloy a tentar explicar muitos dos mistérios do mundo em que vive! Um dos melhores jogos de sempre, e um exclusivo Sony para a PS4 que certamente terá muito futuro!

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Num mundo aberto, este nível gráfico é do melhor que se pode fazer atualmente. Comparável com Uncharted 4 em muitos aspectos, este jogo é um portento gráfico e um modelo a seguir.
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Mais do que a musica é o ambiente sonoro dos locais que se destaca. Os passaros, a água, a vida selvagem, enfim, tudo! No global o jogo tem toda uma ambientação sonora do nível do que de melhor se pode fazer
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Há pouco a dizer. É um RPG super completo, e dos melhores feitos até hoje! Uma entrada de peso da Guerrilla neste tipo de jogos, tendo sabido ir buscar os melhores elementos aos melhores jogos.
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O mundo é tão grande que se torna difícil não se encontrar vontade em se explorar cada pedaço do mesmo. O jogo demora cerca de 30 horas a terminar, mas tal pode ser expandido para além das 60 com as missões paralelas. É certamente muito mais do que a maior parte dos jogos oferece
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É certamente um jogo que se coloca num patamar de qualidade muito alta. Se é possível bater-se, que venha esse jogo, mas para já a fasquia fica num patamar bastante elevado de qualidade!

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