Análise: Horizon Zero Dawn

Horizon Zero Dawn é um novo Franchising. Mas entra com uma força tal que pode ser certamente o Franchising mais famoso da Playstation. É fantástico e um dos melhores jogos para a consola nesta geração.

RPGs há muitos, sendo que o mais conhecido e popular nesta geração talvez seja o fabuloso The Witcher. Horizon Zero Dawn (HZD) nesse aspecto é um novato no mercado, sendo que este é o primeiro jogo da série, mas o certo é que soube entrar no mercado. E que entrada meus senhores… e que entrada!

A primeira coisa que ressalta quando arrancamos HZD são os gráficos. A qualidade é suprema e faz muito lembrar Uncharted 4, conhecido como o supra sumo gráfico atualmente no mercado. Torna-se realmente curioso perceber como é que a Guerrilla consegue um grafismo magistral deste nível num mundo aberto e sem cargas, onde tudo se processa por streaming.

Toda a qualidade gráfica que define Uncharted 4 está aqui reproduzida num nível muito próximo, ou até igual: A qualidade das texturas é imperial, e o grafismo, a densidade de vegetação, a qualidade das animações, tudo está a um nível majestoso. Do melhor alguma vez visto, e deixam The Witcher alguns quilómetros para trás!

 

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Retomando o nosso artigo

O jogo soube depois ir buscar elementos a vários jogos: O sistema de diálogos é muito semelhante ao usado em Mass Effect, a recolha de recursos e a arvore de habilidades e a evolução das armas a Far Cry, etc.

A arvore de competências – Far Cry Primal em cima, e Horizon Zero Dawn em baixo.

A nível de história e da forma como o jogo se desenvolve, as inspirações em Skyrim e The Witcher, Tomb Raider e Uncharted são também notórias. Basicamente o jogo tira o melhor de vários jogos e condensa-os aqui numa experiência fantástica.

Aqui temos vegetação, vida animal, robots, bandidos e muita incognita a pairar no ar que necessita de ser explicada. Tudo envolvido num espetáculo visual impressionante.

E quando um jogo nos consegue abrir a boca de espanto pela qualidade dos seus visuais e nos faz sentir tanta empatia por uma personagem pela sua história, estamos certamente perante um grande, corrija-se, um enorme jogo!

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Retomando o nosso artigo

Para quem não tem ideia da história do jogo, esta passa-se cerca de 1000 anos no futuro. Nessa altura houve um evento apocalíptico qualquer onde a civilização se envolveu numa batalha usando tecnologia e máquinas avançadas. O resultado levou a humanidade de volta a um estado tribal onde, apesar de conviverem com tecnologia que a rodeia, esta é encarada como obra dos Deuses e adorada como se assim fosse, não havendo quem a saiba usar. Neste mundo os robots sobreviveram e adaptaram-se a forma animais, dominando o mundo natural.

É neste mundo fascinante que um dia nasce Aloy. Uma miuda com o cabelo cor de chama e que, por motivos que só viremos a perceber mais tarde, é excluída da tribo logo à nascença (o seu nascimento é um dos mistérios do jogo). As tribos possuem regras muito fortes e a violação das mesmas leva a que a pessoa seja excluida, tornando-se assim um Pária. Aloy é então criada por Rost, um desses Párias, e cresce ao lado da sociedade, tentando tudo fazer para voltar a ser aceite e incluída na mesma.

Aloy é uma criança especial, e alguem que consegue dominar parte da tecnologia existente, o que a leva a ter uma evolução superior aos restantes, começando esta a dominar máquinas e a conseguir mesmo tornar algumas suas aliadas.

O mundo é pura e simplesmente enorme, com cenários majestosos, um cenário de fição científica e mistério enorme, e combate único que pela variedade de armas e formas de uso, criam uma componente tactica, de planeamento e de acção, únicas.

Basicamente a história desenvolve-se com Aloy a tentar explicar muitos dos mistérios do mundo em que vive! Um dos melhores jogos de sempre, e um exclusivo Sony para a PS4 que certamente terá muito futuro!

Análise: Horizon Zero Dawn
Gráficoswww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.com
Num mundo aberto, este nível gráfico é do melhor que se pode fazer atualmente. Comparável com Uncharted 4 em muitos aspectos, este jogo é um portento gráfico e um modelo a seguir.
Somwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.com
Mais do que a musica é o ambiente sonoro dos locais que se destaca. Os passaros, a água, a vida selvagem, enfim, tudo! No global o jogo tem toda uma ambientação sonora do nível do que de melhor se pode fazer
Jogabilidadewww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.com
Há pouco a dizer. É um RPG super completo, e dos melhores feitos até hoje! Uma entrada de peso da Guerrilla neste tipo de jogos, tendo sabido ir buscar os melhores elementos aos melhores jogos.
Atracçãowww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.com
O mundo é tão grande que se torna difícil não se encontrar vontade em se explorar cada pedaço do mesmo. O jogo demora cerca de 30 horas a terminar, mas tal pode ser expandido para além das 60 com as missões paralelas. É certamente muito mais do que a maior parte dos jogos oferece
Overallwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.comwww.dyerware.com
É certamente um jogo que se coloca num patamar de qualidade muito alta. Se é possível bater-se, que venha esse jogo, mas para já a fasquia fica num patamar bastante elevado de qualidade!

Clique se pretende explicações sobre este simbolo e o nosso sistema de avaliação

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Readers Comments (50)

  1. Ótima análise Mário, realmente quem joga Horizon Zero Dawn fica rapidamente imprecionado com a sua qualidade gráfica e com a sua jogabilidade. Percebemos que é um jogo clássico rapidamente e como tal ele nos prende a atenção e nos desperta aquela vontade de terminar a sua história que é cheia de segredos sobre Aloy e o mundo fantástico mundo que ela vive. A produtora Gerrilla Games e a Sony estão de parabéns por conseguir criar um jogo que com certeza já se tornou mais uma franquia clássica no mundo dos games.

  2. Pelo jeito a sony criou mais uma nova franquia bem sucedida 🙂
    E ainda vejo pessoas falando que não faz sentido as empresas apostarem em novas franquias porque alguns são floop e podem não gerar lucros para elas.

    Algumas curiosidades

    O que vc está achando da história Mário?
    As missões secundárias são chatas?

    Estou esperando o meu chegar 🙁

    Obs: Infelizmente algumas pessoas deixarão de jogar esse jogo pois o mesmo não possui mult =/

    • O único defeito que o jogo pode vir a ter é alguma saturação. No fundo o jogo é sempre igual, apesar que vais cada vez tendo mais habilidades e irás combater com inimigos mais poderosos cujas táticas a aplicar são diferentes.
      Mas como qualquer jogo com 30,40 ou mais horas de jogo, algumas pessoas podem saturar.
      Pessoalmente acho que isso não acontecerá, mas não posso falar pelos outros, até porque não só há diversidade de inimigos e taticas, como as missões paralelas tendem a ser algo diferentes e diversificadas.

  3. Olá Mário. Viajei mais de 200 km ( ida e volta) para comprá-lo tamanha minha expectativa e falta de paciência para comprá-lo via ps store.. No Brasil, por melhor que seja a conexão, demora muito pra baixar os jogos!
    Expectativas atendidas! O jogo é muito bom, é fantástico! Ao meu ver Mário, o grande mérito d Hzn é tornar um rpg acessível ao grande público, não desmerecendo outros jogos que tem a mesma proposta mas, Hzn,alcançou excelência nisso. Acho que merecia um melhor refinamento na transição do gameplay para as cinemáticas. Grande jogo e um grande abraço.

    • Ennio Rafael Costa Lima 5 de Março de 2017 @ 15:01

      O jogo é fantástico, mas tecendo algumas críticas:
      – com relação ao combate não entendo o porquê de você não poder travar a mira em um inimigo, algo tão normal em vários jogos, não entendi essa decisão da Guerrilha;
      – As missões secundárias estão a “quilômetros” da qualidade das encontradas em The Witcher 3, mas é o primeiro jogo da empresa nessa área, então esta perdoado;
      – realmente a transição entre as cenas e o gameplayer tem umas quebras estranhas.

      Carlos Araújo não entendi o ponto positivo mencionado por você de “o grande mérito de Hzn é tornar um rpg acessível ao grande público”, se tem jogos tranquilos de se jogar são rpg, no máximo pedem paciência, antigamente tinha a barreira da língua atrapalhava, mas hoje, simplesmente não entendi, não vejo mérito nenhum, a não ser o hype e markenting gigantes feito.

      • Marketing e Hype são injustificáveis no caso de HZD? percebi um certo encomodo na sua msg, sobre o que o colega disse eu concordo com ele, vamos por exemplo pegar The Wichter 3 o qual até hj não o domino a 100% tamanha a complexidade que o jogo oferece, sei também que a Profect RED casualizou um pouco este jogo e não podemos compara-lo neste sentido a The Wichter 1 e 2, mas mesmo assim o jogo entrega um conteudo que no minimo vai demandar muita dedicação pra sua total compreensão.

      • Olá Ennio, tudo bem? Tenho Final Fantasy XV,Deus Ex e The Whitcher 3 e todos são rpgs de ação que trazem a proposta de serem acessíveis seja por serem dublados ou menos complexos na história e evolução dos personagens porém, Hzn, vai além.. O gameplay é mais simples, a evolução de Aloy requer menos esforço, os menus são mais didáticos, a história tem uma complexidade que atrai mais pessoas que não conhecem rpgs.. Eu jogo com minha esposa e ela não é hardcore e está viciada no jogo, tomo esse fato como parâmetro. A Guerilla está de parabéns por ter entregue um produto de excelência.

        • Ennio Rafael Costa Lima 5 de Março de 2017 @ 18:44

          Oi, tudo blz e com o senhor? Então entendi o parâmetro, fiquei pensando quantos jogos de rpg com tanta repercussão foram lançados da geração passada para cá. Como você citou temos ff, Deus Ex, The Witches, Mass Efect, são todos nomes muito conhecidos, com mundos e mecânicas já estabelecidos que foram aprimoradas e /ou facilitadas no decorrer do tempo. Neste caso Hzd pelo tamanho do marketing e hype gerado realmente tem condições de atrair novos públicos, por ser tanto uma Ip nova, como ter ausência de certas mecânicas.

          No caso de Aloy a ausência de magias e habilidades simplifica mais ainda o gameplayer, que por um lado é uma vantagem, para o “novo público, ou público ‘não hardcore’ ” por outro ponto de vista pode ser um demérito.

          “Percebi um certo incomodo em sua msg”, em questão se o hype do jogo é justificado ou não, o jogo é excelente, fantástico, isso eu já tinha deixado claro. O tempo passa, mas certas “coisas” não mudam, acho que é voltar ao anonimato mesmo.

  4. Diego Castellani 5 de Março de 2017 @ 15:25

    A draw distance de todos os solos é horrível em Horizon. Feio de se ver lindas montanhas ao contraste de solos com texturas em extrema baixa resolução.

    Nem Fallout 4 tem isso.

  5. Diferenças entre versão PT e Pt-BT:
    Pária = Exilados
    Rust = Rost

    RPG não é um estilo de jogo que goste e sempre evitava estes tipos de jogos. A minha aversão ao estilo foi porque ao ver os antigos Final Fantasy(ou jogos similares) na qual você atacava e o seu personagem ficava estático a espera do contra-ataque. Eu queria mais ação nesse estilo de jogo que no qual era atacar e o oponente revidasse, mas que eu tivesse a liberdade por andar no cenário com o objetivo de esquiva. Sei que novos tipos de jogos RPG surgiram da era SNES até hj, mas só em saber que o jogo era RPG eu mantinha distância.

    Não gosto de jogos com elementos futuristas, com elementos que nem existem, armas de plasma e blá blá blá. Quando HZD foi divulgado pela 1ª vez a proposta do jogo chamou a atenção e embora não goste de jogos com elementos futuristas decidi que iria comprá-lo. Pensava que o jogo misturaria um estilo de Uncharted/Tomb Raider com algum elemento FPS ou TPS, mas quando soube que o estilo principal seria o RPG a minha expectativa não diminuiu e pensei “Vou ter que enfrentar”.

    Recebi o jogo na quarta, mas devido as avaliações (que continuam nessa semana) tive somente 2 madrugadas por jogar, um total de 8 horas. Estou gostando do jogo e o futurista que envolve as máquinas traz tecnologias que estão presentes atualmente (Exceto o modo Foco quando pressiona o R3). Quem saiba após zerar HZD eu jogue The Witcher.

    Sobre o artigo só ficarei triste por uma coisa, alguns irão utilizá-lo para desmerecer o jogo, dizendo ser um “retalho de outros jogos”. Na arte nada se cria tudo se copia. Alguns já diziam que o jogo era um Far Cry Primal e para outros perguntei: “Me diga qual jogo na atualidade não copia elementos de outros jogos e até filmes/seriados? Seja o enredo, as opções, as mecânicas do jogo, sempre há uma coṕia ou referência a algo que já existe”.

    Enfim é um jogo muito bom e que mostra o que o PS4 base ainda tem a oferecer, com certeza deve usar e muito a GPGPU. Um jogo de mundo aberto, com alteração climática dinâmica, com várias máquinas distribuídas e cada uma com suas próprias reações além da presença de alguns animais e correntezas de água. Até agora não presenciei um engasgo do meu PS4 cujo modelo é de 1ª versão(a mesma do lançamento)

    PS: Acho que seria uma correção. Aloy aprendeu a dominar a tecnologia. Da maneira que o texto está a pessoa que ainda não jogou HZD pensará que ela já nasceu com este “dom”. Corrija-me se no andamento da narrativa é diferente, ainda estou nos quase 8% do jogo, possa ser que na frente afirma que ela tem um dom mesmo.

    • Em PT os exilados são chamados de Pária:

      Pária – Indivíduo que a sociedade repele ou exclui.
      “pária”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/p%C3%A1ria [consultado em 05-03-2017].

      Quanto ao Rust, ele é Rost… Estive a ver onde foste buscar o Rust, e vi que no artigo estava Rust… Mas foi um lapso (já corrigi), é Rost!

  6. Outro fator interessante é a presença de um estúdio brasileiro na produção do jogo
    http://br.ign.com/m/gdc-2017/46127/feature/gdc-2017-nunca-gostamos-de-pensar-pequeno-diz-brasileiro-que

    Brasileiro ou português, tivemos nossa língua mater, nossos valores.. Bem representados.

  7. Mario, ja foi menos simplório nas análises.
    Gráficos, Som, Jogabilidade e Atração?

    Dá a impressão de que está tão apaixonado pelo jogo que fez uma análise para ele levar a nota máxima e parecer um dos melhores jogos de todos os tempos.
    O game se torna repetitivo em certo ponto, as missões secundárias como o amigoa acima falou estão a quilômetros de distância de The Wicher 3 e a história apesar de bem ambientada não é a perfeição toda. Meu irmão, um dos atuais maiores fanboys de Playstation que eu conheço ficou entediado com o game.
    Me desculpe, mas esse não é um game 10/10. É um grande trabalho da Guerrilla, eles devem se focar em games desse gênero mais do que em Killzone com certeza, mas não, eles não melhoraram a roda, não criaram nada que rompe as barreiras da qualidade e esse game não está sendo ofuscado por Zelda a toa.

    • HAHAHAHA.

      Qualquer jogo que fosse lançando perto do zelda seria ofuscado.
      Se Halo, Gears ou uncharted tivessem sido lançados na mesma época seriam ofuscado do mesmo jeito, isso pq já são franquias consagradas…. Não importa qual! Até eu que não sou nintendista entrei no hype do jogo.

      • Hj em dia não é preciso muito pra ofuscar Halo, Gears e Forza veja que eles foram lançados a menos de 1 trimestre e nem ouvimos falar mais dos mesmos, zobre Zelda 98 não há o que dizer nete ano e nos próximos todos estarão abaixo do mesmo seja eles da propria nintendo, sony e microsoft, o jogo sem duvidas é um dos melhores de todos os tempos, mas diminuir essa nova ip da Sony somente por que é exclusivo do PS4 é incomodo de amantes de outras plataformas, eu ainda não entendo isso, não seria melhor ter o PS4 e aproveitar o jogo do que ficar tentando denegrir o mesmo?

    • Um pouco menos sobre o ofuscamento né Fernando.

      Aí é comparar um game com tradição e seus 31 anos de franquia( com lançamentos bem distribuídos e com média de 2 versões por console, em alguns 3 versões) com um jogo que surgiu agora.

      Assim lembra ano passado quando comparei o “ofuscamento” entre Quantum Break e Uncharted 4 e você me deu a mesma resposta, “um é uma nova ip o outro já é franquia consolidada.”

      Creio que o defeito que muitos estão falando é sobre o jogo ser mais bem aceito para aqueles que nunca jogaram esse estilo, eu por exemplo, do que aqueles que já estão acostumados com Final Fantasy, The Witcher entre outros.

      Jogo mundo aberto é assim, desde GTA 4(tb tenho o 5) que não consigo ter ânimo para o jogo porque para mim são missões parecidas com seus antecessores.

      • E que queriam que uma nova IP fosse melhor que o já consagrado The Witcher 3?

        Bem jogo foi lançado, tá sendo bem falado e procurado (só ligar meu PS4 que vejo amigos que estão jogando).

        Pelos comentários que vi HZD trouxe um novo foco, trazer aqueles que não jogavam RPG. Quem saiba não era este um dos objetivos?

        Para a Guerrilha tá sendo um sucesso e uma prova que uma possível continuação será bem vinda, quem saiba uma continuação possa estar aos pés dos outros RPGs já consolidados, pois feedback sobre HZD ela já tem.

    • Caramba a Fernando!vc não está só de recalque vc está realmente desesperado!Tudo bem vc não ter o PS4 e sentir inveja de quem tem mas dizer que o jogo é mediano é desespero extremo,Se o jogo é repetitivo posso dizer que todos os zeldas são pelo menos 80%iguais um dos outros é sempre o mesmo esquema:consiga item x pra entrar no templo(detalhe q são sempre os mesmos templos água,fogo etc)consiga todas as chaves pra chegar num item q mata o chefão,salve a Zelda do ganondorf, fim.Todo Zelda tem esse mesmo esquema.

    • Aqui a nota não é 10 em 10. É 5 em 5!
      Em 10 há mais como diferenciar. Em 100 ainda mais!
      Para além do mais e pudesses ver o texto da página vias que nenhum dos elementos levou 5, mas sim 4.x.
      Mas o programa que coloca as estrelas trabalha no mínimo com meias unidades (estrelas), e acima de 4.5 arredonda para cima!
      O jogo deve ter tido algo como 4.8!
      Por esse mesmo motivo, Uncharted 4 levou os 5, Gears of War 4 levou os 5 e este levou os 5.
      Mas nunca dei 5 em 5 a nenhum. Isso seria um jogo perfeito!
      Dada a tua queixa, e teres sido o primeiro a referir isso, num problema que sei existir, sou capaz de retirar as notas aos jogos. Elas são problemáticas já por si, e aqui, pelos motivos de cima, ainda mais.

      Seja como for, o facto de o teu irmão ser fanboy PS4 e de se ter saturado do jogo, não lhe dá ou tira qualquer mérito ou qualidade. Isso é um problema do teu irmão e não do jogo.

      Quanto a Zelda ele não só é de outra consola, e melhor ou pior tambem não interfere na qualidade deste.

    • Só umas notas extras:

      Desde 2010 que Gráficos, Som, Jogabilidade de Atração esses são os parâmetros analisados nos jogos.
      http://www.pcmanias.com/o-nosso-sistema-de-avaliacao-explicado/

      Andas é desatento!

  8. Ennio Rafael Costa Lima 5 de Março de 2017 @ 23:18

    Esse é o grande detalhe o jogo é muito bom, graficamente estou o achando soberbo, mas é fato que ele não reinventou a roda, longe disso como rpg não o colocaria ao lado de um The Witcher 3 nunca, bem atrás. O que pode ser visto como um mérito, de trazer novos jogadores pela simplificação, pode ser visto como um demérito facilmente, de entediar jogadores mais acostumados a rpgs.

    Que a Guerrilha na sua primeira empreitada nesse estilo esta de parabéns isto é notório, o caminho é por ai. Killzone shadow fall consegui jogar umas 3 horas e só, para nunca mais, nem de graça, já o Hzd estou vidrado até o momento.

    Com relação ao Zelda já é uma outra história que vai ser muito difícil para um certo público, fans incondicionais de uma certa empresa, digerir neste momento, quando colocado ao lado do Hzd.

    • Não cheguei a jogar Witcher 3 mas vi um pouco meu irmão jogando e da pra dizer q é o melhor RPG dos últimos tempos eu quero jogar witcher mas o problema é que tenho muito jogo pra jogar e The witcher vai me tomar todo o tempo

  9. Eu achei q esse jogo acabaria sendo uma decepção,seria mais um The Order mas joguei o jogo e ele é incrível!Fizeram uma pre história futurista,os humanos em tribos lidando com dinossauros robôs,a história parece ser muito boa os gráficos estão incríveis(aquém de uncharted 4 mas lembrando que esse é um mundo aberto gigante)as sidequests são bem variadas.Achei o jogo bem parecido com um far cry primal em terceira pessoa,a física dos cabelos dos personagens eh bem interessante.A guerrilla mostrou que é um studio de talento e que não entende apenas de fps,criaram um mundo riquíssimo

    • Ennio Rafael Costa Lima 6 de Março de 2017 @ 10:31

      O jogo é muito bom mesmo, principalmente graficamente. Agora se você gostou das sidequests de Hzd, pois as achei apenas OK, então se prepare para The Witcher 3, pois tem missões tão boas quanto a história principal.

      • Mas The Wichter é referencia e Excessão, portanto fica dificil comparar, precisamos comparar com os demais, mas por estarmos comparando com o melhor isso segnifica algo bom pelo menos.

      • Joguei pouco o jogo Ennio,o jogo não tem side quests a nível de um skyrim,e de um witcher 3 muito menos mas são superiores a de um far cry 3

    • E Zelda não o está ofuscando, pelo menos não na 1ª semana.

      Mas aí agora as notas são utilizadas e refletem a atualidade!

      Mas já imagino qual a possível resposta…

  10. Comprei o Killzone day one e não odiei mas tb não foi um dos melhores da minha vida, acredito que eles estavam no género errado e ainda bem que mudaram, vou comprar o Horizon zero e provavelmente será o melhor jogo que irei jogar na PS4 até ao momento…(nota: não comprei nem joguei o bloodborne pq não faz o meu género)

    • Espera aí… a PS4 não estava na caixa? Como jogaste o Killzone?
      E ainda bem que vais comprar o Zero Dawn… Certamente vai-te saber bem jogar um jogo de nova geração após tanto jogo 360!

    • Bloodborne comecei a jogar semana passada sendo q já o tinha desde 2015,estava a fim de uma campanha bem difícil,esperar pra comprar Nioh depois,tbm escolhi o bloodborne pois gosto mto do design dos inimigos

      • Chefe pensa no jogo desta geração, na minha humilde opinião, esse jogo me deixou muitas noites em claro, melhor jogo desta geração brincando.

        No geral eu admito que é o The Witcher 3, mas Bloodborne é uma questão bem pessoal mesmo, temática, história, combate, level designe, dificuldade, ambientação, do meu ponto de vista são só elogios kkk.

        • The witcher é melhor que Zero Dawn. Pelo menos na minha opinião. Mas atualmente lado a lado ele peca graficamente. Zero dawn coloca a fasquia gráfica muito alta!
          Isto é quase como dizer-se que GTA IV é melhor a nível de sidequests que o V (estou a falar teoricamente), apesar de ambos serem excelentes, mas quando vemos que o 5 dá uma abada gráfica ao IV, mesmo sendo ligeiramente pior.
          Torna-se por isso dificil dizer com este tipo de avaliação qual é o melhor!
          Foi por isso que a nota neste jogo foi um erro e ela não devia ter existido.
          Aqui a jogabilidade teria pior nota que The Witcher, mas o grafismo maior! Infelizmente como a nota mínima é meia estrela fica tudo igual em passos de 0.5 unidades.

  11. Meu medo nesse jogo é os motivos dos animais-robos existirem serem pífios.

  12. [OFF-Relacionado] Firmware 4.5 do PS4 estará disponível a partir de amanhã.

    Dizem ser rumor, mas acredito que não pois tb sairão os jogos da Plus de março

  13. (Off topic) Mário, acabo de ler na eurogamer de Portugal quem o PS now está para ter games do ps4. Será que é o indício do que será o ps5? Será serviços? Uma coisa é certa, a turma que tem pc e ótima net terá o prazer de jogar os games do ps4 e o console deixará de ter games exclusivos.

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