Bateria do iWatch durará em média 19h com uso misto

A má duração das baterias continua a ser notícia no que toca aos smartwatches. E iWatch bate recordes pela negativa.

iWatch

Bem, como se já não bastasse a notícia de que a Apple planeia, desenvolveu e distribuiu um software de desenvolvimento para o seu iWatch onde a publicidade é uma realidade, saber-se agora que o smartwatch da Apple apenas se aguentará 19 horas não abona igualmente nada a seu favor.

Os principais causadores deste baixo tempo de autonomia são o CPU e o ecrã!

Sabe-se que o processador será relativamente potente e correrá uma versão reduzido do iOS com o nome de código SkiHill. Trata-se do S1, um processador com uma performance que quase atinge a do A5 que equipa o iPhone 4S. O ecrã será capaz de um refrescamento a 60 hz.



A ideia inicial da Apple era para um relógio que se aguentasse um dia com um uso misto. E isto inclui utilização pontual, visualização das horas, e a maior parte do tempo com o ecrã desligado. Mas a partir de 2014, vendo que esses objectivos não seriam atingidos, a Apple apontou para um uso de 2,5 h a 3h, dependendo do tipo de utilização ser mais ou menos intensivo, com uma durabilidade em uso misto de 19 horas. Em stand-by (ou seja, sem uso) aguentar-se-à 3 a 4 dias.

São valores certamente decepcionantes e até inferiores ao que o já decepcionante a nível de bateria Moto 360 apresenta, e que se aguenta em média cerca de 22 horas.

Curiosamente 24 horas é o que a média dos smartphones se aguentam. Uma das excepções dentro dos modelos mais completos é o Samsung Gear 2 que aguenta 3 a 4 dias em uso misto.

Parece assim que o iWatch será decepcionante no que toca à autonomia. Mas quanto se aposta que mesmo assim será um sucesso de vendas?.

 



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