Chefe da Crystal Dynamics despede-se ao fim de 10 anos

Darrell Gallagher, responsável pela equipa criadora de Tomb Raider , despediu-se.

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A Square Enix teve uma grande perda, pois Darrel Gallahher deixou de fazer parte da sua equipa. Os reais motivos para a sua saida são desconhecidos, mas certamente a má aceitação de Tomb Raider nas consolas da Microsoft terá sido um fator de decisão: E Darrel Gallagher, responsável pela Crystal Dynamics, demitiu-se do seu cargo.

Este era um executivo sénior com 10 anos de casa e conhecido pelos seus serviços no franchising Tomb Raider.

Recorde-se que Rise of the Tomb Raider vendeu 330 mil cópias no seu lançamento, sendo considerado um flop de vendas. Mas apesar de o jogo ser menos interessante que o anterior, do qual este é uma continuação, a qualidade do mesmo não está em causa, tendo o jogo obtido excelentes análises.

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Readers Comments (5)

  1. TR vai ficar para a historia como o maior desastre da guerra dos exclusivos, e de como a politica de exclusivos da Microsoft está completamente errada.

    • Eu estou neste momento na base do vale térmico. Aquilo tem uma série de side quests que não creio que vá fazer. É uma fuga ao estilo base de TR e um encher de chouriços para um jogo que me está a decepcionar. A história e motivações de Lara são basicamente ridículas, e aqui em vez de Lara matar para sobreviver e ter um crescimento, o que temos está longe de ser a menina do primeiro jogo.

      • Eu não tenho o jogo, mas como fã que sou, claro que já fui ver tudo o que havia a ver. A minha primeira opinião é que o design de certas secções me fez lembrar e muito o título anterior, quase sem diferença nenhuma. A segunda é de que a série precisa de voltar ao que era. O grande problema deste título é mesmo a ausência do charme dos originais. Não é a mesma coisa. Eu lembro-me de andar pelo Peru às voltas sem saber o que fazer a seguir, a percorrer os cenários
        à procura da mais pequena pista, com medo do que iria encontrar. E a morte viria sem aviso. Neste o facilitismo é muito, é demasiado. A ideia original de uma Lara com stress pós-traumático é excelente. A forma como apresentaram o background nem por isso.

        O que é que Jonah está a fazer na história? (Devia ter morrido no primeiro) E a organização contra a qual Lara está a combater? Teria corrido muito melhor sem a presença da espia. Se nem se soubessem quem eram!

        O jogo perde por não conseguir aquela sensação de isolamento, de afastamento, de misticismo. Contaram as vezes em que estiveram entre ruínas? E o tempo que lá passaram? O grande problema é a história.

        • A maior parte das cavernas são opcionais, mas as recompensas em termos de habilidades são boas pelo que compensam. Agora colocar nas áreas abertas a possibilidade de interagir com os locais e fazer missões paralelas é que são o barrete. TR nunca foi isso e não explora isso convenientemente. No fundo é um encher de chouriços para aumentar a durabilidade!
          Aqui tens um vilão mais marcante que o do capitúlo anterior, apesar de a meu ver ele estar até agora, do que joguei, sub aproveitado (quem era mesmo o fanático do outro?), mas a história, as motivações de Lara… Não tem nada a ver! Se no outro Lara luta pela vida e para sair da ilha, aqui a motivação, usando as palavras da review ao jogo do canal de TV Ginx (100% dedicado aos videojogos e presente na Nos), é Blá Blá Blá, porque o meu pai isto, Blá Blá Blá, porque o meu pai aquilo.
          Muito pouco para arriscar a vida e andar a matar gente. Lara não é Drake, não é oriunda de um meio de ladrões e foras da Lei. É uma aristocrata, e se no primeiro jogo aceitei as suas motivações como coerentes, aqui não!

    • Eu penso é que o franchise tem azar com exclusivos. O último foi TR AoD, na PS2, e não correu nada bem. Este pelo menos está completo. E penso que houve em todo o processo todo um conjunto de más decisões. De lançar o jogo quando foi lançado. De fazer um título cross-gen, o que implicou que se tivesse que cortar em muitos efeitos gráficos. Da Square ao fazer a parceria com a Microsoft. E isto porquê? Porque é o segundo título do género que vejo ser um fracasso na Xbox. O anterior foi Alan Wake. Será que o género não tem adeptos entre os utilizadores da Xbox?

      Relativamente às políticas de exclusivos, nesta altura do campeonato não encontro diferenças entre Sony e Microsoft. Ambas estão a apostar em estúdios internos, ambas estão a apostar em publicidade exclusiva, em lançamento exclusivos (durante pouco tempo), e em contratar thirds para fazerem exclusivos e até mesmo tornarem franchises que eram multiplataforma exclusivos. Que é uma péssima política isso é, mas o sucesso da PS4 este Novembro provou que dá frutos.

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