Compradores de Assassins Creed Unity vão exigir uma IA de nova geração.

Se Assassins Creed Unity está limitado pelo CPU devido à IA aplicada aos NPCs, então os jogadores querem ver uma real evolução nessa IA, uma vez que o conseguido em Black Flag era já muito bom e o jogo não tinha essas limitações.

ACunity

Bem, a Ubisoft não anda nas boas graças dos possuidores de consolas desde que anunciou AC: Unity a 900p 30 fps na Xbox One e PS4.

Como já vários websites abordaram depois de nós, a resolução é algo que pouca ou nada traz de impacto no CPU, o elemento que a Ubisoft afirma estar a limitar os frames por segundo. Ainda por cima a Ubisoft afirma que o motor está a ser preparado à quatro anos, tendo o jogo sido pensado com as novas consolas em mente. Isso quer dizer que descompressão de texturas, texturamentos virtuais e outra situações que poderiam ter um pouco de peso no CPU com o aumento de resolução, podem ser passados para o GPU que é bem capaz de realizar essa situação. Onde há uma carga efectiva adicional é no disco rígido para streaming das texturas. Mas esse ponto nunca foi abordado pela Ubisoft.

A única condição é, claro, que a profundidade do campo visual não aumente e que o nível de detalhe das personagens mais distantes também não se altere por esta ter mais pixels no ecrã.

Publicidade

Retomando o nosso artigo

Ora com estas realidades, e se realmente o “bottleneck” é o CPU como a Ubsifot afirma, nada impede o jogo de, particularmente na PS4, subir para os 1080p. Sendo essa situação inteiramente dependendo do GPU, e este não estando limitado, 30 fps são 30 fps a 720, a 900p ou a 1080p. Desde que o GPU tenha a performance para o cálculo dos pixels extra, isso nada afecta o CPU.

Publicidade

Retomando o nosso artigo

Ora isto leva a que a Ubisoft esteja entre a espada e a parede. Se o problema é a IA, então há que se ver essa IA. E situações onde há rixas de rua, invasões de casas, e pessoas não ligam ou se limitam a parar e olhar, sem defender a sua propriedade ou os seus interesses não chegam. Da mesma forma inimigos que entram nas nuvens de fumo e morrem sufocados, em vez de as evitarem, também terão de acabar.

E soldados que não vêem os colegas a tombar, apesar de eles estarem a ser mortos ao seu lado, especialmente quando há um diálogo entre os dois, também terão de acabar. Isso serão melhorias na IA, uma IA de nova geração, e justificará o uso excessivo do CPU. Mas se a qualidade da IA se mantêm face a Black Flag, apenas para se ter mais bonecos no ecrã, então porque não usar “hardware instancing” para copiar personagens de um lado para o outro e que inseridos no meio de tantos outros passa despercebido que são repetidos, libertando o CPU? Ryse: Son of Rome faz isso em quantidade!

A verdade é que a promessa está no ar. Os jogadores dizem que vão escrutinar a IA de AC: Unity ao máximo de forma a que, caso a mesma não seja de nova geração, possam envergonhar a Ubisoft por terem sido incompetentes e tomado decisões erradas e que claramente vão contra aquilo que o consumidor quer. O curioso é que os exemplos que citei em cima sobre o que poderiam ser melhorias na IA, são situações que já foram detectadas como não corrigidas nos vídeos até agora mostrados de Unity. O que leva a questionar onde está a IA de nova geração que de forma alguma parece superar a de um GTA.

Publicidade

Posts Relacionados