DayZ, um dos jogos mais originais de sempre.

Numa altura onde parece ser quase impossível inovar, eis que surge DayZ, um jogo completamente diferente de tudo o que surgiu até hoje.

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DayZ é um jogo criado pela Bohemia Interactive. É um mundo aberto num universo de Survival Horror que se encontra actualmente em versão alpha.

Mas mesmo em alpha, o jogo está à venda no Steam desde 16 de Dezembro de 2013 e já possui mais de 1 milhão de jogadores inscritos com 200 mil jogadors diários. Foi igualmente o jogo mais vendido durante a época natalícia de 2013.

O motivo de tal sucesso num jogo em fase alpha, e como tal cheio de bugs? A sua absoluta originalidade.



O mundo é Chernarus e possui 225 km2. É um Estado pós-soviético e uma das áreas atingidas infecção desconhecida que tem dizimado a maioria da população do mundo. Neste mundo devastado há que lutar pela vida entre o que sobrou da população nativa nas diversas cidades vilas, aldeias e estruturas espalhadas pelo mundo procurando-se por comida, utensílios e mesmo armas. DayZ é exclusivamente Multiplayer, sendo impossível jogar sozinho.

Mas após esta discrição, o que há aqui que é inovador? O que distingue este jogo dos restantes?

DayZ não é um portento gráfico, e nem sequer é diferente de qualquer jogo de mundo aberto. Onde está a diferença que o distingue?

Quando começa a jogar, o seu personagem nasce em um local aleatório apenas com uma lanterna e pilhas.

A morte no jogo faz com que seu personagem seja reiniciado, fazendo com que ele perca seus itens e nasça em um lugar aleatoriamente diferente de onde ele estava, possibilitando que outros jogadores possam roubar os itens de seu cadáver – Ou seja, você perde tudo.

A questão é que quando um jogador inicia o seu jogo, ele aparece num local aleatório, e possui no seu inventário apenas uma lanterna e pilhas. A questão aqui é que, tal como na vida real, o jogador só possui uma vida. E há que a preservar a todo o custo!

A morte faz com que todo o jogo seja re-iniciado. Todo o progresso e itens é perdido, motivo pelo qual a vida é o elemento mais importante do jogo. E há que a gerir contra a fome e sede, mas acima de tudo ter muito cuidado com o contacto com outros humanos.

E depois, graças a essa característica única, dão-se situações como as que se seguem e que tornam este jogo único. Felizmente para o jogador, o assaltante era um cavalheiro e não só não o roubou, como não o matou.

 

 

 



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