Denuvo foi crackado, recebeu patch que anula o crack, mas novo crack está a caminho!

O Denuvo foi derrotado. Mas levantou-se e acabou com a falha. Mas uma nova falha foi descoberta e novo crack está a caminho!

Lembram-se que publicitamos que o grupo chines 3DM veio referir que em 2018 seria impossível crackar jogos? A afirmação partiu baseada nos avanços feitos pelo Denuvo, o DRM atualmente mais difícil de crackar, e que está até ao momento por derrotar.

O Denuvo é difícil de crackar pois uma uma tecnologia que detecta alterações no código. E para um crack funcionar ainda tem de passar a encriptação por ele criada, o que não é fácil graças às atualizações constantes.

Mas recentemente o Denuvo foi derrotado. Um Búlgaro de 19 anos decidiu experimentar algo diferente. Se não o pode crackar… vai à volta dele!

Basicamente o crack… não cracka nada! Basicamente ele contorna o DRM!

Quando se instala um jogo com o Denuvo, ele cria uma chave baseada no hardware onde o jogo é instalado. Dessa forma essa cópia não pode ser corrida em outra máquina.

Então o que foi feito foi com a Demo do DOOM foi criada uma cópia legítima, que criou uma chave. Depois essa chave foi associada à versão final do jogo… E para o Denuvo, tudo estava legal!

Mas ao fim de 3 dias a Denuvo fechou a possibilidade explorada. Numa altura onde 65 mil cópias piratas se registaram no site da Denuvo. Um patch veio matar o primeiro crack ao DRM!

Mas o Búlgaro em questão refere que já descobriu outra vulnerabilidade… e que a vai explorar. Pelo que novo crack está a caminho!

Publicidade

Posts Relacionados

Readers Comments (5)

  1. Eu sei que não devia… mas até estou contente com esta notícia.

    Vai acabar-lhes com o vício do dinheiro fácil e não terão outra escolha a não ser aguentar os cavalos e tornar a virar-se para as consolas para ter lucro.

    O PC como plataforma lucrativa torna a ser uma miragem e agora dependem do Steam para o fazer… e das consolas.

    Assim as EAs e outras com mentalidade semelhante e que estão a salivar perante um futuro em que o PC é a plataforma de jogos de eleição levam um enorme baque!

    • Não entendi Senhor Bruno, poderia desenvolver melhor o raciocínio do problema do PC ser a plataforma de eleição? Ou a felicidade com jogos crackeados? Só por causa da programação dedicada ou exclusivos, é isso?

      • Claro, passo a explicar.

        Toda esta situação de upgrades a meio da atual geração de consolas tem 3 razões que já descobrimos.

        Uma é o VR, algo que eu suspeito fortemente estar por trás da decisão da Sony em lançar a Neo, e que a própria Microsoft acabou por admitir há dias como uma razão para o lançamento da Scorpio.

        A segunda é o facto de que atualmente, o hardware PC é muito mais poderoso que o das consolas, e os hardcore gamers acabam sempre por fugir das consolas para PCs onde têm desempenho e resolução q.b. para as suas necessidades.

        A terceira e que ninguém ainda referiu mas que se subentende a quem tem acompanhado a geração desde o inicio e observado as declarações dos responsáveis da Sony, MIcrosoft e third parties como a EA, a Epic ou a Ubisoft, é que a pressão das thirds que fazem grandes sucessos como Call of Duty, Battlefield etc, que vendem aos milhares e ajudam a vender consolas, também teve um fator determinante.

        Se pesarmos estes 3 motivos a conclusão a que chegamos é a seguinte: o VR foi a força principal, os Hardcore gamers do PC a conveniencia (sobretudo porque não será por muito tempo), mas a pressão das grandes thrids poderá ditar no futuro o fim mais precoce da geração sendo a força motivadora para que tal aconteça.

        E porquê?

        Porque com o Denuvo, o Steam e as compras desenfreadas online (em que se vê que muita gente compra mais que o que joga, acabando por gastar a mais), o PC torna-se lucrativo.
        Ainda mais se pesarmos casos como o da EA e da Ubisoft que já têm lojas e serviços próprios de acesso aos seus jogos pagos.

        O PC enquanto plataforma lucrativa, torna-se a plataforma de eleição onde estas companhias desenvolvem jogos a baixo custo (sem gastos nas optimizações) e os trancam atrás de serviços de subscrição.

        Problema disto: se hoje se queixam do pagamento da PS Plus, no futuro terão que enfrentar o pagamento do EA Access, Ubisoft Access e muitos outros por aí. E hoje em dia, sabemos que as pessoas vão atrás.

        Pior, dada a variedade de hardware, o jogo pode ser publicitado sem corresponder ao estado de qualidade final necessário, o que pode fomentar ainda mais a necessidade de upgrades ao longo do tempo, para se atingir o que foi visto em trailers (e a nVidia agradece).

        E as consolas, onde ficam?

        Para trás obviamente. Recebem as piores versões, como já começou a acontecer no inicio desta geração em que o código é portado do PC para as consolas, sem as optimizações necessárias para o jogo correr em condições. A necessidade de melhorias ocorre de forma mais precoce, e no fim acabam por desaparecer, porque deixa de fazer sentido comprar consolas.

        É esse o problema do PC ser a plataforma de eleição. Algo que a pirataria resolve, porque torna a platafroma menos lucrativa e as thirds têm que se submeter às consolas para lucros.

        • Entendi, obrigado pela explicação. Não posso dizer que concordo em todo, mas tem seus fundamentos o que você escreveu.

          Sobre isso, hoje sou convicto que o Pc para games é a melhor escolha, relação custo / benefício, apesar de não ter um Pc gamer torço por eles, essa geração me matou completamente a predileção por consoles.

          • Percebo perfeitamente.

            O que quero salientar é que isso que sentes pode não ter sido acidental, mas propositado e há muitos interesses neste momento neste sentido: em fazer as pessoas desistirem das consolas e avançarem com o PC.

            Eu não tenho nada contra o PC enquanto plataforma de jogos, apenas não gosto do trabalho todo de ter que montar um , os drivers, virus, atualizações, e sem falar que não me dou com rato e teclado.

            Mas sei reconhecer os valores: jogos mais baratos, uma extensa livraria com excelentes títulos,online grátis, bom desempenho nas máquinas superiores, sem falar que é o paraíso dos indies. No PC é muito mais fácil um pequeno developer começar e lançar os jogos que nas consolas atualmente, e há que reconhecer isso sobretudo porque já se começa a refletir os efeitos benéficos que as ideias desses pequenos developers tiveram sobre uma industria que se estava a esganar em FPS e shooters.

            Reacendeu a creatividade e a capacidade de pensar fora da caixa, o charme da geração PS1 que se perdeu na transição PS2-PS3.

            Mas as consolas trazem muitas vantagens incluindo para os jogadores no PC – são os avanços no desenvolvimento de tecnologias de programação para elas que ajudaram à evolução dos jogos (ex: multinúcleo) e, com esta geração, ajudariam a tornar a necessidade de upgrades constantes ao Hardware PC menor.

            Em suma, se o desenvolvimento mentivesse o foco nas consolas, os jogadores de PC acabariam por ganhar e muito, porque perderiam a necessidade de upgrades com tanta frequencia, entre outros benefícios nas mecânicas e formas de fazer jogos.

Os comentarios estao fechados.