Diz quem jogou: Multiplayer the the Last of Us é… bastante diferente.

Definir o multi-jogador de The Last of Us como… diferente não é necessariamente um elogio. No entanto, e apesar de, como em tudo, ir haver quem goste e quem não goste, o certo é que estamos perante algo que efectivamente parece ser… diferente. E isso só por si já é bom!

The Last of Us está envolto em muito secretismo, mas o jogo promete revolucionar o Multi-Jogador. E o certo é que quem já o jogou, estando impedido de revelar o que viu e experimentou, revela apenas que é certamente… diferente.

Ora numa altura onde a originalidade parece faltar, este é um termo certamente excitante. Algo de diferente num mar de clones parece ser exactamente aquilo que se procura, mais ainda quando a mesma é definida como uma experiência muito única.

Existem já algumas situações conhecidas sobre o multi-jogador, mas no fundo são apenas variações ao que já existe. A grande diferença parece assentar no facto que o jogo não é um call of duty ou battlefield, mas sim um jogo onde o essencial é passar despercebido e tentar descobrir onde os outros estão.



Para tal existe um modo que pode ser activado por breves segundos necessitando depois de um tempo de refrescamento que permite escutar a envolvente por barulhos que denunciem a presença de outros.

Sinceramente, por ser um jogo diferente, gostava de o testar antes de comprar, mas no entanto será à partida um jogo que estará presente na minha lista de compras, quanto mais não seja pelas notas máximas de 10 em 10 que tem vindo a arrecadar.



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