Eis os jogos PS4 que estarão disponíveis no PS Now

A lista de jogos PS4 que estará disponível no PS Now foi revelada.

A primeira vaga de jogos PS4 que estará disponível no PS Now foi revelada, e tal como seria espectável os jogos anunciados são a primeira remessa de jogos PS4, ou seja, jogos agora com mais de 3 anos.

Eis a lista que estará disponível na Beta fechada que vai existir e onde podemos ver os jogos PS4:

 

  • Killzone Shadowfall
  • Entwined
  • Hohokum
  • Helldivers
  • Escape Plan
  • Knack
  • Counterspy 
  • The Unfinished Swan
  • Resogun
  • Doki Doki Universe
  • Dead Nation: Apocalypse Edition
  • Sound Shapes
  • Super Stardust Ultra
  • Hardware Rivals 

Com excepção de Hardware Rivals, um jogo PS4 de 2016 e que apenas pôde ser obtido por oferta na PSN Plus, os restantes exclusivos PS4 são Resogun, Killzone Shadowfall e Knack, tudo jogos de lançamento da PS4. Os restantes jogos são PS3!

Apesar de esta situação levar os exclusivos PS4 para o PC, parece que os possuidores desta consola não tem muito com que se preocupar, uma vez que, se a política a seguir for a aparentemente aqui demonstrada, somente daqui a 3 anos jogos como Uncharted 4 estarão disponibilizados por este serviço.

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Readers Comments (14)

  1. Previsivel, tão claro que a Sony não iria colocar as perolas de seu console, acredito que a mesma vai enrolar e colocar somente jogos que não foram tão bem em termos de critica e vendas como: The Order, Little Big Planet e Infamous entre outros, quem espera por Uncharted 4, Bloodborne e Horizon digo desde já, esperem sentados.

    • Infamous não foi tão bem recebido em termos de crítica???
      Estás enganado XD
      Neste caso, é preciso pagar só pelo serviço ou o serviço e os jogos em questão?

      • Só o serviço, é verdade Infamous Second Sun foi bem mesmo, mas acho que pela idade logo logo ele entre no vault.

  2. Os mesmo que criticaram a MS por levar jogos para Windows dizendo que o PS4 era única plataforma que somente jogava plataforma fechada, agora se calam.
    A desculpa agora é que só tem jogos antigos, europeus em sua grande maioria são haters da MS isso é evidente.

    Fico abismado como que criticam tanto uma empresa e fecha os olhos para outras, quando Tomb Raider saio para Windows os Anti MS foram a loucura extrema, quando Street fighter saio para Windows se calaram.

    Quando a Sony lançou o PS4 PRO e foi a primeira a quebrar o ciclo elogiaram o PRO por alguns dólares a mais compensava ter o console.
    Xbox Scorpio que vai ter jogos 4k os Haters criticam como que pode lançar um console um ano depois do slim, sendo que o slim não tem nada a vê.

    Se em 2018 a Sony lançar um console vão achar perfeito, e claro os 4k vai ter importância, os gráficos só valem quando favorece a Sony.

    haters gonna hate ever.

    O mais engraçado de tudo são os sites Fanboys que tentam passar a transparência de insentão , mas lambe a Sony e massacra a Microsoft.

    E as pessoas acham que se a Sony tivesse uma plataforma como Windows não iria usar kkkkk

    insentões de internet são comedias.

    • O comentário em cima certamente não me pode deixar de ser comentado por várias razões.
      Primeiro porque certamente falará de muitas coisas mas não da opinião geral deste website ou dos seus leitores mais ativos.
      Tomb Raider é um jogo historicamente PC e Playstation. Todas as versões do jogo neste franchising de 20 anos sairam nestas plataformas! Já na Xbox não!
      Daí que não estou bem a ver o que refere quando fala de Anti Ms, até porque o Windows é Microsoft, e uma plataforma que a Microsoft está até a tentar unificar com a Xbox.
      Se há uma guerra entre consolas os possuidores de PC nada tem a ver com isso, e privar o PC do jogo seria certamente de muito mau gosto.

      Quanto à PS4 Pro ela não foi a primeira a quebrar o ciclo. A primeira foi a New 3DS, e neste website, desde essa altura que este tipo de consola tem sido criticada (e artigos de critica à existência da Pro e à nova 3DS existem neste website). Para nós, e para a maioria das pessoas que nos visitam e exprimem a sua opinião , consolas de meio de geração não deveriam existir. No entanto é inegável que, na compra de uma consola nova, pela mera diferença de 50 euros, a Pro compensa. Já numa troca… não.

      Agora o mais curioso desta parte desse seu comentário é a análise do historial do que escreveu anteriormente. E no comentário que fez anterior a este queria saber qual achávamos que seria o custo da Scorpio pois queria comprar a mesma.
      Daí que neste momento a sua posição sobre as consolas de meio de geração não está clara.
      Critica aqui quem elogiou a PS4 Pro, mas no entanto pretende uma Scorpio? O que justifica esta diferença de postura perante as duas, especialmente quando as diferenças entre a versão base e a melhorada são ainda mais marcantes na Scorpio? A marca?

      Acredite que para nós a Scorpio será encarada como a PS4 Pro. Uma aberração que não deveria existir, sendo que falaremos dela e das vantagens dela, apenas e quando for estritamente necessário no sentido de informar. Mas para nós as plataformas atuais são a PS4 e a Xbox One pelo que comparações entre a Pro e a Scorpio, sem se falar no mesmo artigo de igual comparação com as bases, nos vão passar, ao lado. Esses são produtos elite para os mais endinheirados e não as plataformas base, pelo que tem de ser vistos como um extra e não como a realidade das consolas.

      Quanto a uma consola nova da Sony em 2018, ela seria lançada 5 anos após a PS4, e caso fosse uma PS5 estaria dentro daquilo que é, históricamente, e em média, o ciclo normal de vida de uma consola.
      Mas caso fosse uma PS4 Pro Ultra, seria tão mal vista como as restantes.

      Relativamente aos jogos PS4 no PS Now eles não são desejáveis (assim como achamos que os jogos Xbox no PC não o são). Mas uma coisa as pessoas tem de perceber e isso dizemos aqui até à exaustão, as empresas existem para ganhar dinheiro e não para alimentar egos de fans.
      Quando uma empresa entra por por um determinado caminho, as alternativas que são dadas aos restantes se é que querem manter-se concorrenciais não são muitas, e goste-se ou, há que se viver com as realidades do mercado. Não é que seja algo desejado, mas pelo menos neste caso os possuidores da PS4, nesta fase, ficam com o consolo de que os jogos lançados são já jogos que não vendem consolas, antigos, e que se arranjam já a preços baixissimos.
      Nesse aspecto ainda há alguma diferença face aos exclusivos First Party da Microsoft que são logo lançados para PC, pelo que, pelo que, nesta fase, mesmo que por apenas 3 anos, os exclusivos PS4 ainda existem.

      Termino só com uma nota: Quem tem telhados de vidro não deve atirar pedras. E dadas as realidades de mercado quase únicas do vosso país, com lançamentos onde os preços dos diversos produtos são desnivelados e os níveis de suporte desiguais, críticas daí de que os europeus, pessoas que vivem em países onde nos lançamentos a oferta, preços e suporte não são fatores diferenciadores, podendo escolher livremente, são fanboys (ou haters), não fica bem (E isto não quer dizer que não haja casos assim, apenas que a generalização não tem argumentos sólidos).
      Aliás acusações de que os outros são fanboys nunca ficam bem, seja em que caso for. E nesse aspecto agradeço que se abstenha de entrar nessas considerações.

    • Seu comentário foi super imparcial, parabéns.

      Tipo, façam o que eu digo mas não o que eu faço.

    • Isso que você falou é a mais pura realidade, noto que os bons anúncios feitos pela MS são minimizados ou ignorados, já as pequenas façanhas da Sony são sempre vistas como extraordinárias. A mídia realmente “puxa o saco” da Sony. Lembro que notícias tipo “MS perde seus exclusivos” volta e meia aparecem nos mais variados sites, mas quando algo começa a surgir do outro lado, é sempre bem vista. Uma verdadeira parcialidade de algo que se diz imparcial.

      • Mas são os media que são parciais, ou são as pessoas que, como consequência de uma série de realidades, veem os media como parciais?

        As notícias são o que são. Mas tu para analisares e opinares não o podes fazer sem perceberes o enquadramento da mesma, as políticas, objectivos e ideologias da empresa que está por detrás da coisa.

        Repara que ao contrário do que as pessoas por vezes parece que pensam, as consolas não nasceram com a Xbox One e a PS4. Aliás nem nasceram com a PS3 e Xbox 360, ou a PS2 e a XBox, ou a PS1 e a Gamecube. Elas existem à mais de 40 anos e muitos aqui acompanharam a maior parte delas. E o seu conceito e forma de funcionamento é que as tornou no populares que são hoje!

        Durante 40 anos as consolas foram sistemas não genéricos dedicados a jogos, e com custos mais reduzidos que os sistemas genéricos. Eram sistemas com uma média de vida de 5 anos, com suporte dedicado e com exclusivos que faziam as pessoas ponderar a compra. E durante mais de 40 anos elas existiram paralelamente a PCs e outros sistemas informáticos!

        Mas a Microsoft, com a Xbox One, e vendo-se a perder uma batalha que julgava ir ganhar ao prever vender entre 400 milhões e 1 bilião de consolas Xbox One, ficou sem saber o que fazer, e como tal avançou para uma destruição desse conceito.

        Um conceito que, diga-se, ainda hoje se prova não ser problemático. Um conceito que durante mais de 40 anos sempre funcionou em paralelo com os PCs, e que ainda hoje, como a PS4 com o seu tremendo sucesso o prova, pode perfeitamente manter-se a funcionar.

        Mas a Microsoft entra a matar. Apresenta uma consola, mas no lançamento que mostra é um sistema multimédia tudo em um, com foco na TV e que tambem corre jogos. É mais caro e menos potente que o sistema da concorrência devido à tentativa de abranger tudo.
        E é criticada pelos media por destruir as expectativas de quem esperava uma consola de jogos!
        Vendo que o público fica desagradado com o conceito e os DRMs apresentados, rapidamente altera o mesmo, removendo o always online e as limitações aos usados.
        Há um aplauso moderado pois a consola mantêm o conceito e limitações.
        Mas a Microsoft vê que a consola não vende… e altera novamente o conceito. Deita o Kinect pela janela, desce o preço da consola e retira as restrições hardware e software da mesma. Os media aplaudem pois o rumo da Microsoft finalmente está a ser tomado, e a Xbox One segue o caminho que veria ter seguido de início, o de ser uma grande consola de jogos.
        A situação arrasta-se por uns tempos. A Xbox melhora o seu OS, melhora o seu API, e melhora as suas performances. Phil Spencer é claro no que a promessa da Cloud será, e a imagem da Microsoft melhora a cada dia. Os media aplaudem. A Xbox renasce das cinzas e é agora uma consola poderosa e concorrencial.
        Mas quando o rumo parecia traçado. Quando a Xbox estava definida como consola… a Microsoft percebe que os erros do passado tinham já condenado as vendas. Que a consola tinha limitações que nunca superaria, e que as vendas seriam sempre inferiores às da concorrência.
        É aqui que as coisas começam a mudar. A Microsoft começa a trabalhar numa plataforma Universal Windows que pretende unificar a Xbox One com o PC. E a situação avança!
        A Xbox One passa a ser apenas uma máquina naquilo que antes era uma consola e passou a ser uma plataforma. É a base, é optimizada, mas é o sistema mais fraco do ecosistema, especialmente perante o que um grande PC pode fazer.
        Aqui o rumo mudou radicalmente. O conceito vendido inicialmente e ajustado posteriormente da Xbox como consola altera-se. E passa a plataforma. As opiniões dividem-se pela alteração de algo que era a base do sucesso da Xbox, o ser uma consola. E perante uma novidade nunca antes experimentada, com uma alteração tão radical do conceito da plataforma, torna-se dificil saber se há que criticar ou elogiar, especialmente perante o sucesso inesperado e recorde da consola concorrente que continua a seguir a formula original à risca.
        Agora em 2017 a situação piorou mais do que nunca. A Xbox One tem uma lista de exclusivos que, comparativamente à concorrência, é insignificante, e mais ainda, nenhum dos títulos é exactamente esperado como sendo um best seller. E apesar da promessa de lançamento em 2017, até hoje as datas de lançamento de Crackdown 3, Sea of Thieves e State of Decay são ainda desconhecidas). Mas pior ainda, as conversas da Microsoft estão viradas para outro lado. Uma consola elite, de preço ainda desconhecido mas que se prevê alto, a Scorpio.
        A confundir ainda mais as pessoas a Microsoft corta no investimento na E3, e depois de se retirar os exclusivos da consola para irem para o PC, de se anunciar jogos PC na consola, e de tudo o que já foi feito para unificar a plataforma, Phil Spencer vem dizer que vai criar exclusivos que só sairão no PC, e exclusivos que só sairão na consola… E depois de tudo o que foi feito até agora fica-se a pensar… mas que raio…

        Perante estas realidades diga-se que eventualmente os media poderão ter mais dificuldades em ser claros nos elogios à Xbox do que à Playstation. Porque se a última tem um rumo bem traçado, definido e que segue à risca desde o início da geração, a outra já deu tantas voltas que não se percebe bem que rumo vai tomar. Aliás, se dissessem aos compradores iniciais da Xbox One que os seus jogos estariam todos no PC 3 anos depois, seria interessante ver o volume de vendas do produto.

        É minha clara opinião, especialmente como entidade geradora de conteúdo noticioso que os media não são parciais. O que acontece é que os media analisam o mercado como um todo, e não tem memória curta. Os media não dizem às pessoas “comprem uma consola A ou B porque está lá o Halo ou o Uncharted”. Isso são as pessoas que sabem o que querem, e tomar esse partido seria parcialidade. Mas os media informam as pessoas das realidades existentes de forma a que estas possam de forma consciente pensarem e decidirem o que querem analisando o passado e prevendo o que poderá ser o futuro do produto. E no caso da Xbox ele é bem menos claro pois o verdadeiro rumo da Microsoft está muito agitado.
        Daí que sim, os media podem ser menos explícitos no que toca a dar valor ao que chamas de “feitos”. Mas isso não impede que ele seja dado! Ele está lá!
        A questão é que depois as pessoas de memória curta queriam mais… mas a confiança dos media não se obtem assim. Ela obtêm-se ao longo dos anos pois é baseado em todo os historial que eles analisam o mercado e comentam. E o historial recente da Microsoft, a nível de demonstrar o rumo que quer tomar, é demasiadamente confuso.

      • Rony é simples.
        Isso se meu comentário entrar, porque as pessoas se ofendem com a verdade, e sempre leva para o lado pessoal.

        Mário entende muito de PC coisas técnicas nesse quesito você pode perguntar qualquer coisa que ele vai saber.
        Mas se você quer uma opinião de uma pessoa que prefere mais o PS4 e não gosta da MS ele boa escolha.
        Não preciso dar indiretas é só perguntar.
        Mário você gosta da Microsoft, ele vai responder que não.
        Mário você prefere PS4 ou Xbox One, ele vai falar PS4.
        Mário, jogou Forza Horizon 3, Halo 5, Dead Rising, Recore, ele vai falar que não.
        Mário a MS dá suporte em Portugal ele vai falar que não.
        Então ele não gosta da MS e não joga Xbox, ai você tira suas dúvidas se a opinião dele vale alguma coisa em relação ao Xbox.
        Se fosse sobre artigos ai tudo bem, mas coisas pessoal é muito claro..

        Más vamos lembrar o Mário que não existe data certa para ter ciclos o Xbox primeiro durou muito pouco antes de lançar o Xbox 360.
        Como ele também se esqueceu que a Sony que a Sony tem PS4, PS4 slim, PS4 pro, sendo que esse saio antes do Scorpio, um console que é lançado antes não quebrou o ciclo, porque é da Sony, mas o Scorpio vai quebrar porque é da MS, e em 2018 a Sony lança o PS5 pra ele é normal porque tem o número 5, o PS4 pro não contou, porque não teve número.

        Em relação a gráficos, é assim se a Sony tiver o melhor console, gráficos é tudo, Se a Microsoft tiver o melhor console o que importa é a diversão.

        Cloud do Xbox foi piada pra eles, GDDR o grande molho secreto do PS4 cade?

        E sempre aquele mesmo ditado quem tem o console não está criticando procurando pelo em ovo, quem não tem ou tem mas não joga, são os que ficam falando que o console precisa melhorar, repara que vai ver isso.
        Eles não jogam nem os exclusivos que tem, e querem mais, querem mais pra que, pra não jogar lol.

        • Caro amigo, antes do mais creio que terá percebido que os comentários são para se falar sobre os artigos, e não para conversas pessoais, e muito menos delírios sobre opiniões de alguem que não só não me conhece, como claramente nem lê regularmente o website participando das conversas.
          No entanto, como permito que muitas vezes se desviem dos artigos, seria de ma fé impedir este comentário só porque ele se refere à minha pessoa. Mas vamos lá a ver.

          Isso se meu comentário entrar, porque as pessoas se ofendem com a verdade, e sempre leva para o lado pessoal.

          Aqui nem sequer é uma questão de ficar ofendido pois não há ofensa aqui nenhuma. É uma questão de no fundo estar aqui a fazer julgamentos que nem sequer seriam feitos se lesse o website todos os dias.

          Mas se você quer uma opinião de uma pessoa que prefere mais o PS4 e não gosta da MS ele boa escolha.
          Não preciso dar indiretas é só perguntar.
          Mário você gosta da Microsoft, ele vai responder que não.

          Os artigos da PCManias são técnicos, e como tal não refletem a minha opinião pessoal. Mas no entanto os comentários são algo bem diferente. E caso os lesse como refiro em cima, visitando o website todos os dias e participando do mesmo, saberia.

          A resposta sobre se gosto da Microsoft é:
          Gostar… gosto de carros, de jogos, de francesinhas (a sande)… De marcas não gosto. Quanto muito tenho uma opinião sobre elas. Sobre a Microsoft acho-a uma grande empresa, e criadora do sistema operativo mais popular do mundo. Pessoalmente tenho 5 PCs em casa, dois de mesa, um de jogos e um antigo de trabalho, um portátil, um netbook e um media center (quase sem uso devido ao aparecimento das SmartTvs), e quatro deles estão equipados com o sistema operativo da Microsoft. Apenas o Netbook, já velhinho demais, está neste momento com o lubunto para se poder mexer.
          De resto, tenho e sempre tive as consolas da Microsoft, o que mostra que acompanho a empresa e adopto os seus produtos.

          Mário você prefere PS4 ou Xbox One, ele vai falar PS4.

          Sobre preferências eu digo-te o que prefiro. Prefiro a consola onde estão os jogos que gosto. E isso quer dizer que as minhas preferências podem mudar regularmente.
          A 19 de Outubro de 2016 fiz um artigo especial aqui na PCManias. Um artigo único! Um artigo onde falei como a pessoa dos comentários. Como uma pessoa que não tem o dever de ser isento, mas que se guia pelos seus gostos e preferências pessoais para dar uma opinião.
          Basicamente… desci ao nível de muitos outros websites, e em vez de informar de forma isenta, referi uma opinião.
          O artigo é este:
          http://www.pcmanias.com/artigo-especial-qual-a-melhor-consola-desta-geracao/
          E nele revelo que em Outubro de 2016 a minha consola preferida era a Xbox One. Nem imaginando nessa altura o bom tempo que iria perder ainda nela com o Gears of war 4!
          Mas desde essa altura, e já o referi nos comentários, as coisas mudaram!
          A Xbox One neste momento está quase parada por falta de jogos. E desde Dezembro, tendo adquirido um VR e tendo a Sony carregado nos exclusivos, não sei se agora conseguiria dizer o mesmo. Uma consola vale por aquilo que é a cada momento. E eu não fixo uma marca, mas sim o que ela me oferece. No global, fazendo um peso e medida para toda a geração, seria dificil dizer qual das consolas me deu mais gosto possuir, e a coisa teria de ser bem medida. Mas no momento posso falar. E atualmente a PS4 está efectivamnte a ser a consola que mais uso (bem, na realidade, atualmente, atualmente nem tenho usado quase nenhuma, pois desde que saiu o Horizon Zero Dawn quase fiquei sem tempo para jogar).

          Mário, jogou Forza Horizon 3, Halo 5, Dead Rising, Recore, ele vai falar que não.

          Há uma diferença entre jogar e comprar. Porque jogar joguei Forza Horizon 3. Comprar só o fiz em Halo 5.
          Não comprei Forza Horizon 3 porque tenho o 2 e, como habitual comigo nos jogos de carros, acabei por não o acabar por não ter pachorra, e sabendo que Horizon 3 seria mais do mesmo e tão próximo, não o comprei. Assim como não comprei o Forza 6 pelo mesmo motivo, o ter o 5. Quem sabe um Horizon 4 ou um Forza 7.
          Dead Rising e Recore… Nem os vi. Assim como não vi Nioh, Gravity Rush 2, Yakuza 0, etc.
          Eu não compro os jogos todos e nem sequer me sinto nessa obrigação. Compro apenas os jogos que gosto e alimento de forma regular três plataformas, PC, PS4 e Xbox, variando o máximo que posso entre as três, e dando preferência nos multi à ordem PC>PS4>Xbox, apenas fugindo à regra nos jogos multijogador online, onde elimino o PC da lista devido aos cheaters.

          Mário a MS dá suporte em Portugal ele vai falar que não.

          O suporte da Microsoft em Portugal é idêntico ao de todas as restantes empresas que operam em Portugal, e consequentemente igual ao da Sony. Ele existe e como tal está obrigado às mesmas situações legais, sendo cumprido na integra. No entanto o que se passa é que a Sony tem uma consideração pelo mercado Português acima do normal, com promoções, campanhas, publicidade e mesmo localização de jogos que a Microsoft nem sequer quer saber, mas que a isso não é tambem obrigada.

          Então ele não gosta da MS e não joga Xbox, ai você tira suas dúvidas se a opinião dele vale alguma coisa em relação ao Xbox.

          Curiosamente o pouquissimo tempo que tenho tido para jogar nas últimas semanas tenho-o feito no PC, no tablet e na Xbox 360 (não é por retro compatibilidade, é na consola mesmo) onde estou a jogar Return to Monkey Island, um clássico que já joguei à anos e que foi ofertado no gold à pouco tempo.
          Quanto ao jogar Xbox, certamente não jogarei nem tanto como alguem que só tem uma plataforma, nem jogarei tanto como alguem que tem mais tempo para jogar do que eu. Mas quanto ao tempo percentualmente lá perdido face às outras, nem acredito que haja grandes diferenças pois em termos gerais, corro as consolas todas

          Se fosse sobre artigos ai tudo bem, mas coisas pessoal é muito claro..

          Nas palavras de Paulo Ferreira e Roberth Aires, cantores brasileiros, e que dizem “É tão claro e tão escuro, Ando tranquilo e tão inseguro.”, corrigiria para “É tão claro e tão escuro, atiro para o ar a ver se acerto no muro”. E isto porque estás a atirar para o ar a ver se acertas em alguma coisa.

          Más vamos lembrar o Mário que não existe data certa para ter ciclos o Xbox primeiro durou muito pouco antes de lançar o Xbox 360.

          Muito obrigada pela informação… mas se queres trocar o hardware a ciclos curtos, recomendo que invistas no PC.
          A realidade é que apesar de não haver um período fixo para uma geração há o que se chama a expectativa do cliente. Quando alguém compra algo, espera que o produto o sirva por um determinado período, e caso tal não aconteça, sente-se defraudado. E esse período baseia-se nos historico passado.
          Nos telemóveis, quando compras um topo de gama esperas um ano. Se sair outro após 2 meses, certamente não gostarias. Daí que nem percebo a tua frase, mas enfim…
          Nas consolas, a primeira geração esteve sozinha no mercado 4 anos (72 a 76), a segunda esteve 7 anos (76 a 83), a terceira 4 anos (83 a 87) e a quarta 6 anos (87 a 93), a quinta 5 anos (93 a 98), a sexta 7 anos (98 a 2005), e a sétima 8 anos (2005 a 2013).
          Aqui vemos que as gerações oscilam entre os 4 e os 8 anos, com a média nos 5.8, sendo que atualmente as pessoas aceitarão bem 5 anos dada a descida do custo das consolas nesta geração. Mas 4, dados os atuais custos acrescidos com Live e PSN+, será curto.

          Como ele também se esqueceu que a Sony que a Sony tem PS4, PS4 slim, PS4 pro, sendo que esse saio antes do Scorpio, um console que é lançado antes não quebrou o ciclo, porque é da Sony, mas o Scorpio vai quebrar porque é da MS, e em 2018 a Sony lança o PS5 pra ele é normal porque tem o número 5, o PS4 pro não contou, porque não teve número.

          As frases de cima são da tua boca e não da minha… E agradeço que não mas coloques como minhas.
          A PS4 Pro não quebrou qualquer ciclo, e bastam dois neurónios para se perceber isso. É uma consola restringida, com as mesmas limitações da PS4, mas com maior capacidade gráfica para atingir resoluções 4K. Mas que a nível de CPU e larguras de banda apenas possui o mínimo suficiente para essa passagem. Basicamente é uma PS4 4K, e que a 1080p apenas pode apresentar ligeiras melhorias. É claramente um produto que, preferindo não existisse, não é mais do que uma consola de meia geração.

          Já a Scorpio… não sei o que é. O Phil Spencer vem dizer que a consola é uma Xbox Elite. Vem dizer que a consola não terá exclusivos (excepção aos jogos VR que a One não suportará), e isso aponta no sentido de a Scorpio ser igualmente uma Xbox de meio de geração.
          Mas a verdade é que quando alguem fala muito, acaba sempre por entrar em contradições, e apesar de agora a Microsoft vir com esta lenga lenga de que a Xbox Scorpio não substituirá a Xbox (o que diga-se, caso acontecesse agora, perante este quarto ano de vida da One que está longe de ser um pico de suporte como esperado, seria super decepcionante), após a Microsoft Developers Build Conference em 2016, Phil Spencer veio dar a conhecer que não era grande fã da Xbox Um e meio.
          http://www.gameinformer.com/b/news/archive/2016/04/01/i-m-not-a-big-fan-of-xbox-one-and-a-half-says-xbox-boss-phil-spencer.aspx
          Daí que, como sempre, sobre a Microsoft as coisas não são claras, pois as contradições são sempre aos pontapés!

          Já agora informo que os primeiros rumores sobre a existência de algo chamado projecto Scorpio surgiram em Outubro de 2015. E os primeiros rumores sobre uma Playstation Neo surgiram em Março de 2016. Daí que lançar primeiro se torna irrelevante pois pelo que se percebe a Microsoft pensou ou até antes ou pelo menos ao mesmo tempo que a Sony nessa consola, e se não lançou antes ou ao mesmo tempo foi porque queria ter o hardware superior.

          Em relação a gráficos, é assim se a Sony tiver o melhor console, gráficos é tudo, Se a Microsoft tiver o melhor console o que importa é a diversão.

          Mais uma vez palavras tuas. Certamente umas com que 99% das pessoas aqui discordam, mas como referido, são palavras tuas e só tuas.

          Cloud do Xbox foi piada pra eles, GDDR o grande molho secreto do PS4 cade?

          A Cloud não foi apenas piada, mas continua a ser piada. Porque o prometido foi uma consola várias vezes mais potente. Eu sei que a memória é curta (felizmente a minha não é), mas o prometido com a Cloud não era jogos multi jogador e nem sequer cloud saves. Eram jogos radicalmente superiores!
          E não era um, como acontecerá com Crackdown 3. A Cloud com essas supostas capacidades foi apresentada como uma característica da consola! Algo que a definiria ao longo da geração. Algo que seria comum na mesma.
          Estamos em 2017 e do prometido super poder da Cloud, ainda não vimos nada… Poderemos vir a ver algo num único jogo com crackdown, mas a que custo? De se ter online, de se ficar dependente de servidores que depois não podem ser replicados a nível particular por uma comunidade que deseje manter o jogo activo quando estes encerrarem?

          Quanto à GDDR5, o termo molho secreto veio da tua boca. Aqui neste website nem sequer alguma vez se usou esse termo com a GDDR5.
          Mas a GDDR5 é a memória standard gráfica. É de uma facilidade de uso extremo, e a suas diferença na facilidade do uso esteve na origem das diferenças dos jogos 720p na One e 1080p na PS4.
          Mas claro, como a memória é, mais uma vez, curta… já esqueceste isso!
          Aliás a GDDR nem sequer vale a pena. basta ver como a Scorpio nem sequer a vai usar, apostando novamente no sistema da One (not!).

          E sempre aquele mesmo ditado quem tem o console não está criticando procurando pelo em ovo, quem não tem ou tem mas não joga, são os que ficam falando que o console precisa melhorar, repara que vai ver isso.

          Há uma diferença entre quem gosta de jogos e quem gosta de marcas. Quem gosta de uma marca come o que lhe dão e cala-se. Quem gosta de jogos pede que os produtores das consolas lhes deem os melhores jogos possíveis.
          E quando isso não acontece, falam!
          Agora a forma como falas demonstra uma certa (e desculpa o termo), ignorância. Pois a crítica não é necessáriamente algo mau! A crítica pode ser construtiva ou destrutiva, e a que aqui fazemos é sempre no sentido construtivo.
          Quando a tua mãe, esposa ou alguem te diz “Ui que camisola tão parola, troca isso!”, achas que ela te está a chamar parolo? achas que está a dizer que te vestes mal? Com que intuito achas que ela te diz isso? Com o intuito de melhorares, de trocares a camisola que não fica bem com o resto da roupa e de ires mais apresentavel e charmoso.
          Isso é uma crítica construtiva, feita com o intuito de se melhorar.
          Uma destrutiva seria “És um parolo, nem te sabes vestir”. Aqui diz-se mal, mas não se aponta o erro, não se dá a pista de como se poderia melhorar. É uma crítica destrutiva.
          Ao contrário dos fanboys que comem o que lhes dão e acham tudo bem, um bom cliente compara o que se está a passar como resto do mercado, e critica.
          É isso que faço com a Xbox e faço com a Playstation. Por exemplo, quando digo que o PSN+ é tremendamente mau a nível dos jogos que oferece mensalmente quando comparado com o Live Gold, ou quando digo que a Xbox One este ano possui poucos exclusivos e não apresenta exclusivos que se prevejam ser best sellers.
          Em ambos os casos constato realidades, não as invento! É efectivamente uma crítica, mas não só não é inventada, como é feita com o intuito de se melhorar a coisa. Até fiz uma carta aberta ao Phil Spencer. O artigo não precisava de se chamar carta aberta a Phil Spencer, não precisava de ser dirigido a ele se o intuito fosse apenas dizer mal. Mas a ideia era demonstrar o desagrado, solicitando as alterações para que a situação mude para melhor.
          Como é que alguem vê algo de mal nisso… é preciso ser muito fanboy!

          Eles não jogam nem os exclusivos que tem, e querem mais, querem mais pra que, pra não jogar lol.

          É a velha questão. Os fanboys comem o que lhes dão. Os outros não!
          Eu não compro jogos só por existirem. Eu não jogo jogos só por serem exclusivos. Eu jogo os melhores jogos, os melhores exclusivos. A vantagem de se ter multiplos sistemas (algo que infelizmente nem todos podem ter) é essa mesma, o de se poder deixar o menos bom de lado, jogando sempre apenas jogos de elevada qualidade.
          É isso que vocês não parecem entender!

          Nota final. Esta conversa termina aqui… O assunto em discussão é o artigo!

  3. Hennan Santos Carvalho 25 de Março de 2017 @ 16:38

    Não vejo problema em levar jogos exclusivos dos consoles para o PC. Muito pelo contrário, se a empresa for bem sucedida nesse aspecto, pode investir ainda mais na produção de melhores e novos games. O que vai beneficiar a todos. Um mundo onde tivéssemos a opção de escolher apenas uma plataforma e nela ter acesso a todos os games disponíveis, seria o sonho para qualquer consumidor. Quem não gostaria de jogar o novo Zelda, no seu pc ou ps4. Horizon no one, etc. Deixaria o mercado muito mais acessível, principalmente para quem tem recursos restritos. Só não sei se seria bom para as empresas envolvidas.
    Agora me admira as pessoas serem contra algo que as beneficiam, só para se vangloriarem de uma exclusividade que nada vai acrescentar em suas vidas.

    • Os exclusivos são ainda relevantes. Basta ver as conversas atuais dos websites onde parece que só existem duas consolas no mercado. E elas são as que lançaram recentemente grandes exclusivos.
      Mas se os exclusivos são relevantes para vender as consolas, o manterem-se exclusivos para toda a vida não é relevante. A função deles estando cumprida, não vejo porque privar os gamers dos jogos.
      E nesse aspecto, nesta situação, concordo contigo.

  4. A SONY conseguiu estragar completamente um serviço tão promissor como o PSNOW, o ano passado joguei alguns jogos em inglaterra numa TV Samsung e funcionavam muito bem, agora a lista de jogos da PS4 sã0 uma miséria e a mais valia de jogar apenas com um comando ligado á TV tambem já era, assim fica dificil

    • hehehe… concordo contigo.
      Aliás, sinceramente, nunca vi que os jogos por streaming tenham futuro… pelo menos não num futuro a curto prazo. Nesse aspecto acho o serviço da Microsoft com mais futuro!
      Mas olha que se os jogos antigos da PS4 cativarem, eles podem ser uma boa promoção à venda de consola.

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