Elite: Dangerous traz de novo à baila a questão dos servidores.

O jogo Elite original tem agora 30 anos. E ainda possui jogadores activos! Elite: Dangerous foi uma re-edição que obteve fundos no Kickstarter. Agora o jogo requer a ligação permanente a servidores e os patrocinadores querem o dinheiro de volta!

Elite_Dangerous

Os fans de Elite estavam à espera de um novo jogo desde 1995. altura em que o criador do jogo original, lançado em 1984, David Braben, pôs a possibilidade de um novo jogo.

Infelizmente a falta de empresas interessadas em publicar o jogo foi um entrave, e Braben resolveu recorrer ao Kickstarter para juntar 2,46 milhões que foram obtidos de 25,681 apoiantes. E nasceu Elite: Dangerous.

O projecto viu-se financiado a 5 de Janeiro de 2013, e desde então o jogo teve 60 actualizações e versões de Pre-release para os apoiantes.



O jogo introduz uma componente MMO, mas muito importante, como prometido e à semelhança do original, mantêm a componente de jogador único offline.

Mas agora a componente offline foi removidaElite: Dangerous requer agora uma conexão constante à internet pois de acordo com a equipa tal tornou-se fundamental para todo o processo e não se coaduna com a direcção que o jogo tomou.

Mas se tal pode ter alguma lógica para a equipa, não a tem para quem apoiou o jogo. Estes não vêem a lógica de ter sido o facto de ainda poderem jogar um jogo agora com 30 anos que levou a um novo jogo, e que este novo jogo pura e simplesmente desapareça no dia em que os servidores forem desligados.

Entre os descontentes está Liqua, um utilizador que sozinho deu 7800 dólares para o jogo e que agora quer o dinheiro de volta por quebra das condições iniciais.

E não há como negar. David Braben prometeu como se vê na imagem de baixo.

elitedangerous_brokenpromise

Naturalmente a questão é pertinente. O jogo original é, passados 30 anos, algo que os fans ainda jogam, mas e o novo? Com servidores ao barulho daqui a alguns anos estes deixam de ser viáveis… e o jogo morre!

Daí que servidores… sim. Mas dependência deles… Não!



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