Estudante de Oxford cria a primeira retina sintética.

Com esta tecnologia os invisuais podem ter agora novas oportunidades de verem.

 

Até ao momento a investigação em retinas sintéticas focou-se quase exclusivamente em materiais rígidos e duros. Mas Vaneessa Resptrepo-Schild, uma estudante de 25 anos dodepartamento de química da universidade de  Oxford foi a primeira pessoa a criar uma retina artificial usando material sintético e biológico em ambiente de laboratório.

O desenvolvimento é um grande passo e pode mesmo revolucionar a industria dos implantes biónicos facilitando o desenvolvimento de implantes menos invasivos e que mais se assemelham aos orgãos reais. E isto seria revolucionário no que toca a tratar problemas degenerativos da vista.

A nossa retina fica na parte de trás do olho e possui células que convertem a luz em sinais eléctricos para o cérebro. Esses impulsos electricos permitem ao nosso cérebro criar ua imagem que nos permite compreender a nossa envolvente.

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Retomando o nosso artigo

Esta retina sintética replica esse processo natural o mais possível. A retina artificial é constituida por gotas de água e membranas de células proteicas que funcionam como uma câmara com as células a funcionarem como pixels que detectam e reagem à luz para criar uma imagem em tons de cinza.

A tecnologia é bastante superior à alternativa de implantar um aparelho mecânico directamente no olho que pode levar a inflamações e outras complicações. A retina sintética é suave e baseada em água o que a torna muito mais amiga do olho e confortável para o paciente.

A Dra Restrepo-Schild espera que a tecnologia possa ser usada para replicar funções dos tecidos humanos sem o uso de células vivas. O principio do seu estudo é o replicar de funções do cporpo vitais como a audição, o toque e a visão e replicar os mesmos em laboratório.

A retina aqui criada está em protótipo muito inicial e só foi testada em laboratório. A Universidade de Oxford espera expandir o trabalho para testes em animais e mais tarde e testes clínicos em humanos.

 

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