Fanboys – O que são e como se caracterizam?

fanboy

Os Fanboys são um fruto da sociedade de consumo e que se extremam devido ao fenómeno social, existindo associados a todos os produtos e todas as marcas! Como surgem, como agem, porque o fazem, e porque motivo se enganam a si mesmos?

Para começarmos este artigo vamos localizar-nos face ao que vamos falar, os fanboys das consolas que tem vindo a marcar as duas últimas gerações das mesmas, mas que se extremarem na atual, fruto do desenvolvimento das redes sociais e aparelhos móveis).

Para vermos o que existe e tem existido tanto faz pegarmos na atual geração de consolas como na anterior! Ambas as gerações partilharam algo em comum, duas consolas, oponentes, e bastante semelhantes a nível de capacidades, que competiam pelo mesmo mercado (a Wii corria num mercado casual paralelo). No entanto, apesar de semelhantes, a capacidade de processamento ou a facilidade de obtenção de performances é e era diferente em ambas.

De forma simplista, e independentemente de jogos exclusivos, as consolas tanto da anterior, como da atual geração, possuem /possuíam muitas vezes performances diferentes e apresentam/apresentavam resultados diferentes, e isso é/era algo particularmente notório nos jogos multi-plataforma onde fps, resolução, qualidade gráfica e efeitos, foram e/ou são diferentes (note-se que isto não é nem foi, uma realidade sempre presente, e em nada afectou a qualidade individual de cada um dos produtos).

Há porém duas grandes diferenças entre a anterior e a atual geração:

A primeira é que na geração anterior a Xbox quase não tinha nome quando a 360 foi lançada, ao passo que na atual geração ambas as consolas possuíam uma base de utilizadores vinda de trás basicamente idêntica (cerca de 80 milhões cada). Ou seja, na atual geração, a base de fans estava criada para ambos os lados, algo que não existiu de início na anterior.

A segunda diferença é que houve uma inversão total das posições com a marca que possuía a consola menos potente a passar a possuir a mais potente, e a que possuía a mais potente a passar a ter a menos potente. De resto a qualidade de ambas as consolas manteve-se inalterada e ambas continuam a ser excelentes apostas!

Como nasce um fanboy?

Esquecendo marcas ou produtos, um fanboy começa por ser um mero cliente. Um cliente que se vai revelando satisfeito com o produto que comprou! E como satisfeito que é, compra mais produtos, continuando satisfeito, e começa a defender junto de terceiros os produtos que compra de forma acesa e acérrima.

No entanto, não é essa defesa que o torna um fanboy! Aqui ainda estamos apenas perante um mero cliente satisfeito! Para se tornar num fanboy é necessário desenvolver muito mais a forma como se idolatra a marca.

O fanboy surge posteriormente quando o cliente, devido à satisfação anterior, começa a comprar vários produtos de um fabricante, comprando-o apenas pelo facto de este ostentar a marca, e não pelas suas características, especificações e suporte, ignorando basicamente as alternativas do mercado, praticamente recusando-se a experimentar algo de novo, e aceitando à partida que se é da marca que tanto o satisfez no passado, então é porque é bom. No caso de possuir ainda um pouco de abertura ao ponto de experimentar algo diferente, a forma como encara o produto dos outros é com tal cepticismo que mesmo reconhecendo as virtudes do mesmo. os defeitos que lhe aponta, muitas vezes infundados, são em grande número, ao ponto de se convencer que o produto da marca que idolatra é que é o melhor.

O que torna um fanboy uma pessoa indesejável.

Perante o descrito parece que estamos perante uma situação onde quem se revela verdadeiramente prejudicado por não analisar o mercado convenientemente, de não comprar acordo com as suas verdadeiras necessidades, e na melhor relação qualidade/preço, é o próprio fanboy.

Mas não! Porque uma das características do fanboy é a defesa acérrima daquilo que tanto adora. Daí que o fanboy se torna uma pessoa indesejável de se ter em conversas pois este, ou massacra todos aqueles que não optaram pelo seu produto, no caso de este ser o melhor ou, no caso contrário, de forma inconsciente até se apercebe que aquilo que comprou não é efetivamente o produto que mais satisfação cria no mercado, e que este até é constantemente batido em diversos fatores por outros da concorrência, mas conscientemente nega-se a aceitar isso, continuando a sua cruzada e defendendo a sua dama e desvirtuando as diferenças.

É essa obsessão pela marca e pelo produto em si que acaba por estar na origem de todas as atitudes que definem um fanboy.

E este ou ataca de forma humilhatória quem possui outros produtos que concorrem com o seu quando está na mó de cima, ou  quando este percebe que, comparativamente ao que há no mercado, e independentemente de o seu produto favorito continuar a ter qualidade ou não,  a sua escolha não é a que o mercado consensualmente aceita como sendo a melhor… não o consegue aceitar como um facto desmerecendo, desvirtuando e criticando tudo o que é dito que possa afectar a forma como encara o seu produto.

Os fanboys da actual geração

Voltando às marcas, no caso dos fanboys das consolas de actual geração a situação atingiu extremos como nunca antes vistos. Apesar de já ser normal pela parte que está na mó de baixo, a procura incessante pelo chamado “molho secreto”, algo que está escondido e que se vai revelar um trunfo para bater o oponente, tal como aconteceu com os possuidores da PS3 e o desejo de performances extraordinárias do Cell que nunca chegaram a ser obtidas (Pela dificuldade de programação extrema na obtenção de performances, que infelizmente se aliava a uma placa gráfica menos potente que a da consola rival) e, mais recentemente, e em casos mais extremos, com as histórias relativas à Xbox One e os seus GPUs secretos, memórias ultra-rápidas e ultra secretas, larguras de banda imaginárias, e mais recentemente com o DirectX 12 e com o PODER DA CLOUD!

Mas o que separa estas atitudes e desejos das existentes na geração anterior? Neste caso, e acima de tudo, um tal de MisterXmedia que durante mais de um ano após o lançamento das consolas alimentou os desejos mais ansiados destes fanboys com o lançamento de documentação adulterada e falsa que até hoje cria dúvidas a muitas pessoas sobre aquilo que a consola menos potente efectivamente é, ou pode vir a ser! E este senhor, curiosamente, ainda recentemente mostrou estar bem ativo ao lançar para o ar um boato relacionado com a arquitectura Polaris da próxima geração da AMD estar ou vir a estar presente na Xbox One, tudo devido a que um programa de streaming video que atribui nomes de estrelas às diversas versões do seu software, ter optado por chamar Polaris à versão da Xbox One.

E este alimentar do desejo do fanboy tem levado a situações de algum extremismo até hoje nunca antes vividas, e que chegam mesmo a ser caricatas!

Na realidade nada do que é conhecido ou anunciado até hoje como tecnologias de “molho secreto” (como o DX 12 e a Cloud) alguma vez fará a diferença nas performances do que existe face à concorrência. O hardware das consolas é fixo e conhecido, e tudo o resto que se fala a nível de software ou de tecnologias externas, pode ser implementado em qualquer sistema informático da mesma forma, não havendo qualquer tipo de exclusividade ou hardware que facilite a sua implementação! Resumidamente, como já deveria ser lógico mais de dois anos após o lançamento das presentes consolas, o molho secreto que trará a vantagem sobre a concorrência… não existe!

Naturalmente os verdadeiros Gamers já perceberam isso! Mas para esses que optaram pela Xbox One, a sua escolha de consola, no caso de apenas possuírem uma, não foi feita por questões de fanboyismo, mas sim por questões de escolha pessoal que revelaram que essa seria a consola mais adequada a si ao possuir os jogos que mais apreciam. A ambas as consolas são efetivamente interessantes e com um grande número de títulos de qualidade, com bom suporte e exclusivos que justificam a sua compra! O ser mais ou menos potente acaba por ser pouco relevante na definição da sua qualidade e neste caso na escolha pois a realidade é que ambas as consolas são excelentes e possuem grandes títulos que fazem inveja à consola concorrente.

Por exemplo, a PS3, que andou atrás na geração passada, destacou-se por uma liderança na área dos exclusivos, e a Xbox One, que anda atrás na actual geração, até agora seguiu-lhe as passadas (apesar que há duvidas se isso continuará exatamente da mesma forma em 2016), acrescentando ainda um suporte dedicado e inúmeras funcionalidades de interesse (como a retro compatibilidade). Diga-se que nesta geração, talvez mais do que nunca, é nossa clara opinião que há dois excelentes produtos e duas grandes alternativas. Nenhuma é verdadeiramente superior à outra a nível de qualidade ou suporte, apesar das diferenças de performance que as distinguem em alguns jogos multi plataforma.


No entanto não podemos deixar de constatar, e consequentemente, alertar que a realidade Portuguesa não é totalmente imparcial (e não falamos da PCManias, mas do mercado de retalho)! O nosso país é claramente Sony, e tal é  notório nas lojas, onde as secções e ofertas para a Xbox One são muito mais reduzidas, ou mesmo nulas! Como Gamer puro e duro, a situação entristece-me por condicionar tremendamente o comprador nacional que não escolhe assim de forma completamente livre.

Mas aí a culpa é acima de tudo da Microsoft que não investe no nosso país, apesar de ele estar em 33º no Ranking mundial de países que mais receitas geram em videojogos, com um  gasto per capita acima do da China que lidera o top mundial de receitas. Já a Sony, essa trata-nos como o “melhor mercado do mundo”, e isto nas palavras dos seus representantes!

Conclusões

Infelizmente, e ao contrário de um verdadeiro Gamer que vai atrás dos jogos, e não da marca da máquina que os corre, o Fanboy nunca admite que a o seu produto possa ter pontos inferiores aos da concorrência, recusando-se a aceitar a realidade! Tal seria admitir que o produto que tanto idolatra não é o melhor do mundo, ou que, pelo menos, há alternativas igualmente boas ou até melhores.

E como tal optam por entrar por outros caminhos: No caso da atual geração começamos mesmo a ver pessoas que dizem que a concorrência não tem jogos (apesar de os números mostrarem o contrário), que não se importam com as resoluções, ou com os fotogramas por segundo, achando que eles não verdadeiramente significativos (Mas curiosamente, apesar de não notarem os 1080p, falam dos 4k. E não encontrando diferenças nos fps, falam dos jogos a 60 fps… verdadeiras curiosidades fascinantes). Mas nada disto é inédito, aconteceu na geração passada com os Fanboys PS3 (que passaram agora para a PS4), e acontece agora com os Fanboys Xbox One. Sim, neste último caso estamos a falar dos mesmos fanboys que na geração passada faziam um alarido enorme sempre que detectavam qualquer diferença, por muito mínima que fosse, entre as versões, e que agora, subitamente, possuem uma grande dificuldade de percepcionar as diferenças.

Mas o pior de um fanboy é que o mesmo assume uma sensibilidade tal que, qualquer notícia que não aborde de forma clara e positivamente o seu produto e a empresa que o fabrica, é encarada como sendo originária de alguém parcial, e um ataque quase pessoal. Nesse sentido aparecem insultos ou, em pessoas mais moderadas, criticas a conversas sobre tópicos que não lhes interessam, acusando os outros de parcialidade por falarem nesses assuntos por não possuírem verdadeira formação para tal (porque o fanboy, começa a ter a sensibilidade para avaliar os temas que os outros devem ou não devem abordar).

Aliás recentemente estes fanboys, na ânsia e desejo que os caracteriza mostraram recentemente grande entusiasmo por uma possibilidade de uma nova versão da Xbox mais potente (a tal versão presente no rumor do MisterXmedia e baseada na tecnologia Polaris). Mesmo que isso implicasse deitar fora todo um investimento existente para a compra de uma nova consola, o desejo de passar novamente para a mó de cima suplantava tudo isso.

Esta reação completamente anormal é típica de um estado avançado de fanboyismo pois nesta situação, qualquer consumidor normal ficaria revoltado com a simples ideia de o produto que possui e que deveria durar vários anos (é uma consola e como tal possui uma expectativa de vida mínima de 5 a 6 anos), ser ultrapassado com apenas dois anos. Mas aqui não! A ânsia de inverter a situação com um produto da marca que se gosta, ultrapassa tudo.

Mas nem sonhar em se dizer isto diretamente a um fanboy! Porque algo que caracteriza o mesmo é que este passa a ver fanboys em todos os que não defendem a sua posição e que abordam este assunto. Aliás mesmo este artigo será encarado como produto de um fanboy por todos aqueles que se sintam visados! É já um caso extremo e limite desta falta de coerência intelectual que roça os limites da demência, a nosso ver digna de estudo como patologia social, e de tratamento médico!

A actual geração de consolas e os problemas do jornalismo com os fanboys.

Naturalmente é o fanboyismo ligado às consolas que nos interessa mais. É com ele que lidamos mais diretamente, e é por isso que o abordamos aqui.

Como já referido, um dos problemas da atual geração é que ela trouxe um inverter da realidade da geração passada. Isso associado à cada vez maior liberdade de expressão trazida pelas redes sociais e fóruns, bem como os dispositivos móveis e a integração destes softwares nos mesmos, que eram inexistentes ou muito menos usados à 8 anos atrás, levou a que os Fanboys da PS3, agora detentores da PS4, armados em verdadeiros mete nojo, caiam em cima dos Fanboys da Xbox One, anteriormente Fanboys da 360. E esses, agora na mó de baixo, respondem atacando tudo o que possa ser eventualmente visto como nocivo para a sua consola.

E é nesta inversão de papeis onde surge um fogo cerrado entre os lados, no qual aqueles que se limitam a noticiar e a revelar a realidade das gerações, e dos seus hardwares, são apanhados e catalogados como sendo parte de um dos lados!

Como consequência, qualquer website que não se deixando contagiar, tente dar a conhecer a realidade das coisas, ou apenas transmita notícias… dependendo do que publica e como/quando publica (e aqui dadas as sensibilidades, esta parte do como/quando torna-se muito sensível), é definido como parcial! Isto porque os ânimos estão ao rubro, e aqueles que durante anos estiveram na mó de cima, estando agora na mó de baixo, preferem refugiar-se no seu mundo de fantasia, do que aceitar ler conversas, números e/ou valores que não lhes agradam. Já os fanboys que estão na mó de cima regozijam-se com o ler a realidade das coisas, recalcando as diferenças nos comentários.

Mas os que estão agora na mó de cima, esses deveriam era recordar o velho provérbio: “Há mais marés do que marinheiros“. E deveriam ter a consciência que já estiveram por baixo e não gostaram. Mas em vez disso, preferem desfrutar da atual posição, mesmo que um dia ela se inverta e as posições se troquem novamente, dando origem a retaliações cada vez mais e mais fortes, a ódios e acima de tudo, a uma descrença em geral no jornalismo isento que tenta apenas informar, e que acaba apanhado no meio.

Resumidamente. Um fanboy, esteja ele por cima, ou por baixo, é… um triste! Não é um verdadeiro Gamer, apesar que ele auto intitula-se assim, mas sim um fanático algo demente, sem verdadeiros conhecimentos técnicos ou outros, mas que se acha conhecedor da realidade e dono da razão! Ele não se preocupa com os jogos e de ir atrás dos mesmos onde eles estiverem, mas mantêm uma crença na tecnologia salvadora e centra-se de forma cega na marca da sua escolha, esperando que os bons jogos vão ter com ele, e caso não o façam ou não cheguem nas melhores das condições, desdenham o produto dizendo que não interessam ou que as diferenças para o que a concorrência produz melhor, não são relevantes e que nem se vêem!

No entanto, continuam a comprar TV de alta definição, Blu-Rays, a ir aos cinemas iMax, a comprar a melhor placa gráfica pelo dinheiro para o seu PC, a ir ao supermercado comprarem os produtos que melhor relação qualidade preço oferece, a pensar nos 60 fps e nos 4K etc. Mas quando se fala das diferenças face à concorrência do produto do qual que são fanboys… não só não notam nada como tomam a coisa como um ataque, e pior do que isso como se lhes atacassem um familiar.

E assim vai o mundo… E nós… no meio dele!

Finalizo com a definição de Fanboy pelo dicionário urbano:

1. Pessoa completamente leal a um jogo ou empresa, independentemente de ela ser a melhor ou não.
2. Um insulto patético usado pelos próprios fanboys aos outros de forma a tentar fazer calar ou deitar para baixo argumentos de pessoas que não estão a falar daquilo que eles gostam da forma como gostariam que se falasse.

NOTA: Apesar de se ter tentado criar um equilíbrio com este artigo torna-se impossível ignorar a realidade atual. Nesse sentido eventualmente este artigo centra-se um pouco mais na mesma e em particular nos fanboys Xbox One dado que na atual geração é mais com estes que temos apanhado, pois são estes que nos atacam mais pelo simples facto de nos limitarmos a dar a conhecer a realidade das coisas e as notícias do dia a dia.


Publicidade

Posts Relacionados

Readers Comments (3)

  1. Só por curiosidade… O fanboy que comentou como 5 pessoas diferentes para apoiar os seus argumentos (Carlos Mendes, Ted, Luan, Lucas Alves e Thiago Es) foi o primeiro a comentar esta notícia. 😉

    Naturalmente o comentário não entrou… E curiosamente eu esperava que ele fosse um dos que não enfiava o barrete de tão fanboy que já provou ser!

  2. @Mario!
    No Artigo da politica da Microsoft levar os jogos para PC eu não comentei porque a primeira resposta do Fernando é a mesma que a minha!!
    Mas eu mostrei seu artigo para alguns amigos em um grupo, o que eles achavam de ter jogos do Xbox One no PC, e ninguém se importa, nós sempre fomos jogador de console, e console sempre foi inferior ao PC, não importa se lá vai ser melhor!
    Mas enfim alguns amigos conheciam seu site, e você leva um rotulo bem forte de fanboy, se fosse uma pessoa isolada tudo bem, mas são algumas pessoas que acham isso, então algum problema deve ter!!
    Um amigo disse uma coisa que eu concordo bastante, você é muito conhecedor técnico dos assuntos.
    Porem em seus artigos, você publica os dois lados, escreve as coisas boas e ruins dos dois lados, tipo igual fez com a politica da MS de levar os jogos para PC.
    Mas depois você escolhe um lado que acha certo, e usa todos os argumentos que você acha que tem razão para justificar seu ponto de vista.
    Uma outra coisa que ele citou e eu concordo, tudo você compara com o PS4, tipo o Xbox One faz isso o PS4 não, o PS4 tem isso o Xone não, em quase todos os argumentos você compara com o PS4, como se a MS fosse obrigada oferecer e fazer as mesmas coisas que a PS4 faz, porque se não por qual motivo alguém escolheria uma Xbox One!!
    Nesse artigo você citou aqui que as pessoas com conhecimento técnico, se acham o dono da verdade, e isso você mesmo faz, infelizmente você não percebe que faz isso, e depois acaba levando o rotulo bem forte de fanboy, se você não liga ai já outros 500, mas como eu disse não é uma pessoa que acha isso, são algumas.
    Na minha opinião, fanboy você não é, sinceramente acho que sua plataforma é o PC já que gosta tanto de tecnologia, eu acho você anti Microsoft e não fanboy!!

Os comentarios estao fechados.