Fortnite é motivo de “Bullying”

Apesar de ser um jogo free to play, onde não há qualquer necessidade de se gastar dinheiro, os mais jovens podem-se ver obrigados a faze-lo para não serem alvo de “bullying” online.

Um estudo da Comissão das Crianças, uma organização Britânica não governamental vem revelar algo que muitos pais mais atentos provavelmente já se aperceberam. Que as crianças sentem necessidade de investir em extras, mesmo sendo estes apenas meramente visuais, em jogos como fortnite, sob o receio de poderem ser alvo de “bullying”

Basicamente, apesar de as micro transações de jogos como Fortnite serem meramente estáticas, elas são encaradas pelos mais jovens como um símbolo de status. E da mesma forma que as crianças pedem roupas de marca e bons smartphones, aqui a ausência de um fato pago leva a que as pessoas possam ser alvo de piadas, gozados e encaradas como pobres, podendo mesmo am alguns casos serem ostracizadas com recusas de jogarem com eles.

E este tipo de situação leva as crianças a pedirem aos pais a aquisição de itens que são meramente estéticos.

Convêm esclarecer que o estudo da Comissão das Crianças não se centrou em Fortnite, mas sim na globalidade dos casos onde isto acontece. No entanto, sendo Fortnite um dos jogos mais populares do momento, com mais de 250 milhões de jogadores, os focos caem sobre si, ao ser dos jogos que mais casos regista.



Daí que fica o alerta aos pais. Se os vossos filhos vos solicitarem a compra de algo para Fortnite devem questionar aos mesmos o porquê que pretendem essa compra. Afinal não lhe trazendo esta nada de vantagem, a criança pode estar a sofrer de “Bullying” dos amigos.

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Felipe Leite
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Felipe Leite

Essas notícias me deixam mesmo incomodado e triste! O caminho que a indústria dos videojogos está tomando as vezes me assusta.
Sou jogador desde 1989, aos 6 anos tive o meu NES, e nessa época, a minha alegria era juntar todos os meus amigos para jogar Super mario 3.
Hoje com os serviços de stream, Internet obrigatória e essas micro-transações “quase obrigatórias”, sinto que muito da magia se perdeu.
Quando chega ao ponto de termos medo das crianças sofrerem bullying por causa de um videojogo, é hora de pensar o que raios está a se passar.
Sinto falta da inocência do início da indústria, onde a diversão era o primordial e juntar os amigos era a melhor coisa do mundo!

Carlos Zidane
Visitante
Carlos Zidane

Felipe, esse detalhe que fala eu sinto também muita falta, antigamente reuniamos ora nas locadoras de jogos que eram muito populares, ou íamos a casa de algum amigo que tinha os aparelhos e reuniamos nossas turminhas e jogávamos por horas e horas, depois jogávamos um futebol, rolê de bike e por aí fora.
Mas agora, colegas virtuais de jogos, tenho as centenas e não tem nem uma fração da graça de se estar em contato com as pessoas de fato, e os jogos cada vez mais entupidos de porcaria.

Realmente não sei se terá muito futuro pra mim nessa paixão prlos jogos pelo que se está desenhando. E o pior é que eu já estou ficando até indiferente.

Único avanço que vi foi a namorada gostar de jogar com a gente. Antigamente além de não ter namorada elas ainda não eram muito chegadas, (pelo menos não onde cresci) não sei se por fator cultural ou o que, mas hoje, elas estão com tudo. Minha atual gosta especialmente de FPS e é tão boa ou talvez melhor que eu kkk.

Carlos Zidane
Visitante
Carlos Zidane

Pessoal é mole demais hoje em dia. O cara tá sofrendo com ataques psicológicos online no personagem virtual…
Na época que eu era jovem o bullying era juntar um monte de cara pra enfiar a porrada na gente na escola, na saída, na locadora de jogos, e retribuir enfiando a porrada neles também, e depois ir jogar bola junto.

Lembro de certa vez, tinha acabado de sair da escola, um dos caras que me batia de vez em quando e fazia todo bullying possível com todos possíveis, estava lá parado esperando algo na porta da escola… como meus amigos tinham ido embora (e não existia nem o conceito de celular) resolvi sem pensar o chamar pra irmos na locadora jogar Super Nintendo pois eu estava no vício, ele prontamente aceitou e fomos lá jogar.
Daí pra adiante, ele parou de me amolar e mais tarde fizemos serviço militar juntos, hoje somos amigos (sem tanto contato pela vida corrida) só por rede social mesmo, e temos saudade desse tempo de escola.

Invés de tentar suicídio, se cortar ou tomar Rivotril, íamos pra escola e encaravamos o que quer que fosse e rindo. Mas hoje, é de um lado psicopatas que batem nos professores e maricas que tem medo da própria sombra (que são a maioria).

Não será surpresa se dentro de alguns anos os meninos sairem vestidos de loli/Sailor Moon pra ir pra escola.

Jefferson
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Jefferson

Tu não tem ideias do que é bullying, provavelmente sou mais velho que tu e te digo que nada disso ai é bullying, não é problema entre adolescentes, não é briga entre turma de adolescente, nem nada parecido. O perpetradores de bullying não querem conversa, eles se aproveitam que tu é mais novo ou menor, mais fraco e em menor numero para te infernizar todo dia, e pior ainda é se ele ou eles forem considerado os caras legais, por que quase ninguém fica do teu lado. Engraçado é que tu criticas justamente quando a pessoa se revolta tanto ao ponto de pegar uma cano de chumbo e resolver a situação da forma mais violenta possível,

Carlos Zidane
Visitante
Carlos Zidane

Jefferson, você afirma que não tenho idéia do que é bullying. Venho aqui compartilhar uma coisa e diz que não sei do que falo.

Provavelmente não conheces quem estás ao teu lado. Certamente não conhece a mim.
Diante disso, como poderá dizer o que sei?
Poderá me acusar de me expressar mal. No máximo.

Sim, sempre houveram os que tinham prazer em me reduzir a cinzas, moral e psicologicamente, inclusive na minha família. Não conseguiram.
Mas tudo bem, a história tá aí, leia quem quiser e ache o que quiser.

Jefferson
Visitante
Jefferson

Um homem e uma mulher conseguir ter “forças” pra enfrentar dificuldades é uma coisa, uma criança de 11, 12 anos é outra coisa completamente diferente.

AlexandreR
Visitante
AlexandreR

Off topic:
Mario, vai fazer uma review de Death Stranding? 🙂
Na Black Friday o jogo não me escapa!

bruno
Visitante
bruno

Aproveitando o off-topic, outro da minha parte: qual era o nome da tecnologia que permite colocar chips HBM sobre o processador?

Quero ler um pouco mais sobre isso.