Mar 162012
 

Kim Schmitz, o fundador do portal Megaupload revelou que diversos funcionários da administração norte-americana utilizavam o portal para downloads, e não necessariamente da forma mais legal.

Pode parecer estranho que Kim Schmitz venha agora admitir que o seu serviço era usado para actividades ilegais, mas isso é um facto que na realidade nunca foi negado. O megaupload apenas referia que cada um era responsável pelo que lá colocava, sendo que não era fisicamente possível verificar o conteúdo todo que lá era colocado, até porque a abertura de ficheiros em RAR ou ZIP poderia violar as leis de privacidade que protegiam os seus clientes. Por outras palavras o Megaupload era obrigado por lei a verificar tudo o que lá estava, mas a mesma lei impedia-o de invadir a privacidade dos ficheiros dos seus clientes.

Seja como for, o Megaupload está a tentar permitir que os seus utilizadores possam aceder aos seus ficheiros de forma a que quem usava o serviço de forma legal possa recuperar o que lá tinha. E nesta medida apercebeu-se que diversos dos perfis de cliente ali existentes pertencem a funcionários de entidades governamentais dos EUA, que utilizavam o serviço para partilha de ficheiros protegidos por direitos de autor.

 Citando  Kim Schmitz “«Descobrimos um grande números de contas no Megaupload que pertencem a funcionários do Governo norte-americano, incluído do Departamento de Justiça e do Senado».
Agora os advogados do serviço de partiha de ficheiros estão em negociações com o Departamento de Justiça dos EUA, de forma a discutir a forma como esses utilizadores poderão ter acesso aos seus ficheiros e às suas contas pessoais, uma vez que a maioria do conteúdo lá existente é ilegal.

 

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