Futuro da biotecnologia poderá permitir que prisioneiros cumpram sentenças de 1000 anos em cerca de 8 horas

Os avanços da Biotecnologia podem permitir que a mente de um prisioneiro possa pensar que cumpriu uma pena de 1000 anos quando se passaram apenas uma horas.

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Alguns cientistas acreditam que os avanços futuros na biotecnologia poderão permitir a distorção dos sentidos de uma pessoa, levando-a a  sentir que se passaram longos períodos de tempo em apenas minutos.

Rebecca Roache é uma filosofa que pertence a uma equipa de académicos que se está a focar no estudo de como as tecnologias futuras  podem vir a alterar os castigos. E a Drª Roache refere que eventualmente as penas podem vir a ser agravadas cumprindo-se penas que não seriam possíveis de ser cumpridas em vida.

Na sua entrevista à revista Aeon, a Drª Roache refere que poderão ser desenvolvidas drogas que distorcerão a mente dos prisioneiros fazendo-os pensar que o tempo está a passar mais devagar. E com essas drogas psicoactivas que distorcem o sentido da realidade uma pastilha ou bebida poderia ser criada que levaria uma pessoa a pensar que acabou de cumprir uma sentença de mil anos durante a duração do efeito da droga.

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Retomando o nosso artigo

Um segundo cenário seria a conexão do cérebro humano a um computador para aumentar a cadência a que o cérebro funciona, refere a doutora no seu blog.

Faltará certamente saber a consequência real de tal situação, até porque caso as penas fossem cumpridas assim elas teriam de ser efectivamente muito maiores e custosa uma vez que haveria a consciência do criminoso que apenas iria perder 8 horas da sua vida. E apesar de humanamente ser uma realidade que este tipo de pena é realmente menos penalizador em uma vida, o certo é que há muitos criminosos que não merecem ser tratados dessa forma.

 

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