Google admite que não consegue filtrar as 300 horas de video que são enviados por minuto.

A Google admitiu que não consegue filtrar a totalidade do conteúdo que é enviada regularmente para o Youtube. Ele chega mais rápido do que é possível ver-se!

youtube

Antigamente o youtube era completamente filtrado. Mas agora… isso acabou!

Apesar das insistências na exigência que a Google filtre o conteúdo enviado para o Youtube, quer no que toca a questões de direitos de autor, quer no que toca a outros conteúdos ofensivos para faixas etárias, religiosas, ou mesmo outras, a Google vem agora admitir que não consegue acompanhar o ritmo a que os vídeos chegam.

A situação foi dada a conhecer pela Google ao parlamento Europeu numa reunião contra-terrorismo! Basicamente a Google refere que o que se recebe por hora demora a uma pessoa 2 anos a visualizar-se.

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Retomando o nosso artigo

E se a Google não consegue… então ninguém consegue!

Curiosamente a reunião desta vez não correu com acusações à Google e ameaças de sanções caso não conseguisse filtrar os seus conteúdos, e acusando-os de querem mais negócio do que aquele que são capazes de lidar. Muito pelo contrário a reunião foi bem mais produtiva, com os países a questionarem a Google em como podem ajudar nesse sentido. Agências de segurança, ISPs foram referidas como possíveis ajudas à Google nesse sentido. Caso algum destes serviços possua algum tipo de informação que possa fornecer à Google no sentido de ajudar, ele passará a faze-lo.

Actualmente o grande problema do Youtube nem é o sexo, as linguagens obscenas ou as violações de direitos de autor. Mas sim o seu uso por grupos terroristas para recrutamentos e colocação de filmagens de actos de decapitação ou outros. E algumas vozes em países como os que constituem o Reino Unido referem já que estão dispostas a acabar com eles seja como for, nem que isso implique a penalização do utilizador pelo simples facto de visionar esses vídeos

A questão é que a implementação de medidas radicais como estas poderá abrir precedentes que depois se espalham a outras situações. E depois definir limites aceitáveis pode ser um problema, especialmente no que toca a questões de liberdade religiosa.

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