Metal Gear Rising Revengeance na Nvidia Shield compete com as consolas de anterior geração

Os chipsets para android da Nvidia são potentes… E passam mesmo o que a anterior geração fazia. Eis um exemplo!

Apesar de os dispositivos móveis ainda estarem atrás do que as consolas de anterior geração ofereciam a nível de larguras de banda e de armazenamento, a nível de quantidade de memória e de poder de processamento, estas já foram ultrapassadas.

A Nvidia é uma das empresas que possui os chipsets mais potentes do mercado, e exibe-o muito bem na sua consola Nvidia Shield, com o novo Metal Gear Rising Revengeance.

Longe da qualidade de uma PS4 ou Xbox One, mas mesmo assim impressionante e certamente ao nível do que vemos atualmente na anterior geração.

Apesar de tudo, a conversão não é toda ela fantástica. Devido a limitações dos dispositivos móveis a nível de armazenamento, o jogo está todo metido em apenas 4 GB, penalizando acima de tudo as sequências video que se revelam muito mais comprimidas e como tal de pior qualidade.

No entanto, nas impressões gerais do jogo, a qualidade está claramente ao nível da XBox 360 ao nível das características gráficas suportadas e resolução, onde o Tegra X1 se revela mais poderoso que a Xenos.

No entanto, as limitações de largura de banda dos dispositivos móveis surgem igualmente aqui, e as performances são penalizadas.

Se o jogo na PS3 e Xbox 360 corre a 60 fp (apesar de quebras), aqui o jogo, apesar de desbloqueado para atingir os 60 fps, o que acontece nos missões de tutorial, no jogo raramente passa dos 30 fps.

Aqui o ponto fraco do jogo nem sequer são os 30 fps, mas a permissão do mesmo poder atingir os 60, o que causa variações de performance grandes e que matam o jogo. Note-se que o jogo aqui visualizado está a correr no X1, a versão mais recente e mais potente do Tegra a apenas presente na Shield TV e não no K1 que equipa tablets como o Nexus 9 e o tablet Nvidia Shield.

Será de questionar aqui o que um API como o Vulcan poderá fazer neste chipset, certamente melhorando as performances. Mas enquanto os limites de espaço e largura de banda não forem menores, as consolas de anterior geração apenas conseguem ser superadas parcialmente por estes chipsets moveis. Mas isso, eventualmente, poderá acontecer já este ano com as memórias HBM e suportes de armazenamento de 256 GB.

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Readers Comments (3)

  1. Acho que o Consumo de energia ainda é um problema para esses dispositivos. O Que ajudará são as novas GPUs com arquiteturas de 14nm, essas que eu imagino que serão as responsáveis pela menor duração da geração atual de consoles.

  2. Que o novo processo Finfet de 14 nm irá ajudar a que os próximos processadores apresentem mais potencia com menor gasto energético, isso é um facto…

    … que isso irá levar a uma redução do ciclo de vida das actuais consolas.. não creio.

    Não é nada de novo. Quando as consolas da anterior geração foram lançadas, o processo de fabrico estava nos 65 nm. Desde então diminuiu passando pelos 45 nm, 32 nm, até aos mais recentes 22 nm.

    E foi a geração mais duradoura de sempre.

  3. (off) já que o assunto e programação e game, não vejo problema em minha explanação. Bom acabei de adquirir um PS4 e junto o game THE EVIL WITHIN, um jogo que idealizei bastante, haja vista que diante de analises e videos, optei em esperar e pega-lo na nova geração. Uma vez que antiga não apresentava uma experiência satisfatória. Eis que me engano o game na nova geração possui diversos erros de renderização e fps prejudicando altamente a imersão do jogo. Eu nunca joguei um game tão bugado como esse, Shinji MIKAMI erro feio na parte técnica e otimização mesmo para os consoles novos onde tem a disposição muito mais recurso de hardware, a unica coisa que para mim tem salvo o jogo é o designer artístico e história que por sinal está muito bem feito e macabro. Para se ter uma ideia games da geração antiga como THE LAST OF US e GTA5 são extremamente superiores tecnicamente a THE EVIL within.

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