Microsoft adquiriu Franchising Gears of War. E aparentemente comprou-o como deve de ser.

Ter os direitos sobre um Franchising não é garantia que os futuros jogos continuem com a qualidade desejada. Mas a Microsoft ao adquirir Gears of War tomou medidas para tentar garantir que isso não acontecerá.

Numa jogada que, segundo Michael Patcher, deverá ter custado perto de 100 milhões de dólares à Microsoft, a empresa adquiriu à Epic os direitos sobre o franchising Gears of War.

O jogo deixará assim de ser desenvolvido por esta empresa, e será entregue à recém formada equipa Black Tusk studios.

Naturalmente este tipo de passagem é sempre arriscada. Uma nova equipa num franchising antigo de sucesso não é garantia de sucesso, e pode mesmo arruinar o título. Um bom exemplo é a série Tomb Raider que quando saiu das mãos da Eidos entrou em descalabro, apenas tendo recuperado o seu brilho com o retorno às origens.

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Mas para garantir que o risco seria o menor possível, e que o jogo manteria o espírito, ideologia, fulgor e mistica da série original, a Microsoft contratou o produtor da série Rod Fergusson.

Tratou-se assim de uma passagem bem pensada. Garantias de sucesso não haverá, mas o certo é que desta forma a probabilidade de a série sair dos trilhos das suas ideologias originais torna-se bem mais reduzida.

100 milhões é aparentemente um valor bastante elevado, mas se considerarmos que a série em toda a sua história já arrecadou mais de mil milhões de dólares (valor obtido nas vendas, e não necessariamente lucro), o negócio parece aparentemente bom.

O maior problema é que a Black Tusk foi acabada de criar e possuía já um outro título em mãos, mas que agora se afirma que era apenas uma demonstração tecnológica. A questão é que sendo o estúdio acabado de criar, Michael Patcher não acredita que o primeiro jogo Gears of Wars criado por esta empresa saia antes de 2017 (3 anos), o que poderá tornar o investimento da Microsoft menos rentável.

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