Não é o carro que conta… é o condutor…

Uma realidade é esta: Até hoje, nunca a consola mais potente foi a mais vendida. E apesar que tal poderá alterar-se, serão sempre os jogos a fazer a diferença.

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Jason Rubin foi co-fundador da Naughty Dog, e foi presidente da THQ até esta entrar em falência no início do presente ano.

E quando questionado sobre qual das consolas seria para si a melhor, a resposta foi interessante:

Rubin fez um comparativo com automóveis e como um condutor experimentado poderia fazer melhores tempos com um mau carro do que um condutor sem experiência usando um carro bem melhor.

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Retomando o nosso artigo

Ou seja, onde Rubin quis chegar foi que não é o carro que conta, mas sim o condutor e aquilo que ele consegue tirar dele. No presente caso, apesar da superioridade da PS4, a Xbox One possui potência suficiente para ter igualmente bons jogos, motivo pelo qual, caso seja bem explorada, poderá apresentar argumentos suficientes para, no mínimo, competir de forma aguerrida.

Não se quer dizer com isso que a PS4 não mostre a sua superioridade, particularmente nos jogos multiplataforma, mas apenas que a Xbox One possui argumentos para possuir igualmente bons jogos exclusivos e cativar com eles o mercado. E olhando para o exemplo da Wii, percebemos o que Rubin quer dizer.

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