Nintendo NX – Nova consola… ou algo mais? E já há dados aparentemente fiáveis sobre ela!

NX2

Os rumores sobre a NX continuam. E no meio de tanta coisa que tem vindo a ser dita, algo parece estar a transparecer ao fundo do túnel.

Reparem bem na imagem que ilustra este artigo e que foi divulgado pela Nintendo quando falou pela primeira vez da NX.

Ali o que é referido é:

Conjuntamente desenvolve e opera um novo serviço para membros que abrange smart devices e sistemas de video jogos dedicados.

Mas o que é a NX? Bem, de acordo com a imagem a NX é muito mais do que apenas uma nova consola. Olhando para a imagem vemos ali um espaço para o Hardware NX, mas igualmente tablets, a 3DS, a WiiU , SmartPhones e mesmo um PC.

Ou seja, a ideia que passa desde o primeiro dia é que a NX é um serviço pago que abrange uma multitude de hardware, para além de um hardware específico.

Mais recentemente surgiu um rumor, baseado numa patente da Nintendo, que dava a entender que a NX poderia ir buscar potência a outros sistemas.

Nessa notícia vemos o esquema da patente 20150343306 da Nintendo onde temos um sistema complementar de processamento ligado a uma consola de video jogos (apenas como exemplo).

Nessa notícia interpretou-se a coisa como uma consola capaz de funcionar num cluster computacional caseiro, mas na realidade poderá haver algo mais. A NX poderá ser, ou não, um sistema completo na forma de uma nova consola, mas igualmente igualmente ser um aparelho suplementar que funciona ligado a outros sistemas já existentes e que transformam o mesmo em parte integrante do ecosistema NX . Em qualquer dos casos, a consola que suporte a NX terá de ser ligada a um aparelho da Nintendo que seria futuramente vendido.

No fundo tudo eram especulações, mas eis um tweet vindo de um jornalista do Wall Street Journal que refere o seguinte.

Resumidamente,este Tweet dá credibilidade ao rumor que refere que o ecossistema da NX funcionará com Smartphones, PCs e mesmo consolas rivais como a PS4. Tal e qual como a imagem de cima deixa transparecer (apesar de ali não serem representadas as consolas rivais, mas apenas a WiiU.


Este tweet foi acompanhado de um artigo sobre a Nintendo que mostramos de seguida:

NX_Rumour

A ser tudo verdade a Nintendo apostaria aqui em algo radicalmente diferente do existente . Não entraria num mercado já existente como concorrente, mas aproveitaria esse mercado para criar algo paralelo que a beneficiaria a si. Uma aposta bem interessante, que obrigaria a um investimento em hardware bem menor, e a um risco de insucesso igualmente reduzido.

Será que a NX será vendida como periférico para poder ser usada em outras consolas? Ou apenas a imaginação deste senhor a ser levada no sentido que como mostramos, os dados que referimos acima nos apontam? Se calhar ir mais por aí ;).

Mas o que já sabemos de aparentemente concreto sobre a NX?

Liam Robertson é um contribuidor da Nintendo Life, e deu a conhecer um inquérito Online que está a decorrer e que refere dados sobre a Nintendo NX. E apesar de poderem ser incorrectos ou falsos, o inquérito é da GFK,uma empresa de estudos de mercado de origem alemã, criada em 1934, com sede em Nuremberga. É a maior empresa do ramo na Alemanha, e a quinta em termos mundiais.

O que ali é revelado dá a conhecer a existência de duas versões da NX, uma portátil e uma de mesa, bem como o que se esperar destas consolas a nível de performances.

Nintendo-NX

Pela lista vemos que existirão duas consolas, uma portátil e uma de mesa. E se a potência da consola é impressionante para uma portátil, para uma consola de mesa, a NX fica atrás da Xbox One a da PS4 ao oferecer jogos a 900p 60 fps.

Ali refere-se igualmente a existência de um sensor o que dá a entender compatibilidade com algum tipo de controlo ao estilo Wiimote.

A consola será já compativel com o sistema de Streaming a 4k 60 fps que as atuais versões da PS4 e Xbox One não suportam.

 

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Readers Comments (18)

  1. Não sei o que aí vem… Mas poderá dar barraco essa história do emprestar poder de processamento de outros dispositivos, se realmente a NX se tratar de um dispositivo.

    Por outro lado, poderemos estar a falar unicamente num serviço tal como a Sony tem o PSNOw ou o Netflix (parece-me o mais provável). E provavelmente com box dedicada, como o Netflix tem, para clientes que a queiram.

    E sinceramente se for isso, é uma boa tentativa, mas uma tentativa que a mim me vai passar ao lado. Perfiro o mercado actual, mas claro, apenas por opção pessoal.

    Off-topic – Mario, há algum problema com o captcha. Acho que tem um limite de tempo que se esgota, e sempre que acabo de escrever, dá erro.

  2. O mercado que a Nintendo lidera de braçadas é o de portáteis. Logo, acredito que esse é o foco principal da empresa com o novo console. Talvez o console de mesa seja apenas para não ficar muito atrás de Xbox One e PS4, sendo assim, o console poderia receber conversões dos games multiplataforma, mesmo que esses rodem pior que os outros.
    Se a saída de vídeo para games máxima for 900p, não é verdadeiramente um problema, mas indica que é mais um console de fraca potência.
    A nível tecnológico eu acho péssimo na atual geração haver pudor em reduzir a resolução até 720p afim de conseguir um verdadeiro salto gráfico e os desenvolvedores e grande parte dos jogadores terem dado maior importância para a resolução.
    Não que maior resolução não seja bom, é ótimo, mas se colocar na balança, é preferível ter melhor qualidade nos pixels do que maior quantidade. Certamente Star Wars Battlefront é um bom exemplo.
    Como disse um ex desenvolvedor da Ubisoft esses dias, o principal motivo para não alcançarmos o foto-realismo nessa geração é a qualidade dos pixels. Um filme de animação em baixa resolução ainda é mais bonito do que um jogo em 1080p.

    • Concordo, mas só queria acrescentar uma coisa.

      Exceptuando os jogos da própria Ubisoft (que tem o hábito de anunciar mais que o que pode realmente fazer), não tenho queixas no que ao aspecto dos jogos diz respeito. Incluindo títulos que foram lançados a 1080p, e que estão estrondosos a nível gráfico.

      Há um vício nesta geração de fazer uma comparação direta com o PC. Quando na verdade o PC não é padrão de absolutamente nada a não ser desperdício de potencia.

      As pessoas parecem não ter noção que até agora o que vimos no PC (com mais ou menos uns efeitos gráficos extra), estava limitado pelo que as consolas da anterior geração conseguiam fazer. As texturas eram apenas versões mais ou menos apetrechadas de texturas que tinham que caber nos 500 MB de RAM da anterior geração, bem como os modelos.

      Nesta geração os programadores têm muita mais RAM para explorar, novos GPUs com tecnologia que obrigará a um redefenir de métodos de programação e modelagem.

      Acho apenas que devemos relaxar e desfrutar da viagem, porque ela promete.

      • Eu não me lembro de nenhum jogo com gráficos estrondosos em 1080p.

        The order 1886 – 1920x800p, muito próximo em quantidade de pixels que 900p. Corredores fechados, 3 personagens na tela por cena, iluminação estática.

        Ryse Son of Rome – 900p

        Star Wars Battlefront 900p(PS4) 720p(Xbox One)

        Todos os outros jogos já lançados dessa geração, não representam nenhum salto gráfico de 6 a 8x sobre os melhores jogos da geração passada e nenhum dos próximos jogos parecem melhores do que os visuais de Star Wars Battlefront, nem Uncharted 4.

        Em 2011 a Epic mostrou a demo Samaritan que segundo a propria empresa, para correr em 1080p 30fps, precisava de 2,5Tflops e para 720p, 1,1tflops. Eles ainda mostraram as formulas de calculo para chegar aos números de potência necessários para rodar o jogo em determinada resolução.
        Não existe jogo de console até o momento que atingiu aquela qualidade gráfica, de efeitos, anti-aliasing e texturas. Pela fórmula de calculo da Epic, o PS4 conseguiria rodar aquela demo em no máximo 900p 30fps, e o Xbox One em 792p 30fps. Curiosamente, as resoluções de Final Fantasy XV e praticamente as mesmas resoluções de Star Wars Battlefront.
        Mesmo que as novas APIs e a arquitetura GCN tenha melhorado para conseguir melhores resultados, acho que todos ficariam muito satisfeitos se essas melhorias fossem utilizadas para melhorar ainda mais o que vemos do que a quantidade de pixels na tela. Um jogo sem Aliasing visíveis, sem quedas de frame, sem texturas borradas, sem ausência de AF, sem limitação de Draw Distance e visuais de ponta seriam muito mais satisfatórios visualmente.
        Pense você no que um PS4 faria se houvesse um jogo que explorasse todo seu potencial em 720p 30fps. Pense em como os pixels a menos poderiam ser compensados em efeitos visuais que tocassem a barreira do foto-realismo.

        Eu digo isso, pois nossa tendencia é passar a geração inteira olhando gameplays fantásticos na revelação de um jogo e downgrade no dia do lançamento. Cade aquel The Witcher 3 que parecia a coisa mais bonita alguma vez já feita?
        Cade aquele The Division espetacular?
        Será que eles não poderiam existir sem a obrigação de um 1080p?
        Sony e principalmente a microsoft já fizeram a bobagem de lançar máquinas de fraca potência, não tem por que viver na ilusão de otimizações milagrosas.

        • Cara o The Division, tá com um downgrade a lá watch dogs fortíssimo hoje eu estava vendo um video novo de gameplay no YouTube, tudo bem que a uma forte compressão das imagens, mas é nítida a perda de qualidade no jogo. Eu adiantei a compra do PS4, por conta de THE DIVISION e Uncharted 4 que ambos sairiam em março, diante do cenário financeiro aqui no BRASIL poderia ter esperado mais.

        • The Order 1887 foi eleito por grande maioria no Beyond 3d como o jogo mais impressionantes graficamente. Eu também votei nele apesar de ter ficado indeciso com o Star Wars BF que faz o que faz a 60 FPS.

          • Eu vi pelo forum que um pessoal de forte conhecimento técnico votou no Star Wars apesar de boas menções ao The Order.
            The Order tem muitos sacrifícios para atingir esse resultado. É o shooter mais controlado que já foi feito. O que a Dice fez em um grande ambiente como o de Star Wars não deve nem competir com o The Order.
            Como diz um post no Beyond, pelo tanto de compromissos com gameplay, cenarios, iluminação e quantidade NPCs e vendo Star Wars Batlefront, The Order deveria ser 60fps.

            Obs: Saiu uma letra a mais no nome por acidente.

        • Curiosamente a Epic fez mal as contas!
          Porque as contas que ela fez foram:
          1920×1080 x 30FPS x 40,000 Operations per pixel = 2.5FLOPS
          Estas contas pecam por dois motivos:
          Primeiro porque não contabilizam o uso do GPGPU que não se encontrava em uso nessa demo.
          Segundo porque não contabilizam o uso de APIs de baixo nível.
          Terceiro porque nestes anos apareceram técnicas capazes de fazer aqueles efeitos usando menos operações por pixel.
          Quero que vejas isto:
          Samaritan demo – PC 1080p 30 FPS – 2,5 Tflops
          https://www.youtube.com/watch?v=RSXyztq_0uM
          Xxxxxxxx – Xbox One 1080p 30 FPS – DX 11 – 1.31 Tflops – https://www.youtube.com/watch?v=bLGCrgpJmOw
          Yyyyyyyy – PS4 1080p 30 fps – GNMX – 1.81 Tflops – https://www.youtube.com/watch?v=Pelrr__9qx8
          Poderemos discutir que há efeitos X ou Y a mais em um sítio ou em outro. Mas recordo que a Samaritan é uma demo controlada e os outros dois são motores reais de jogos, sendo que um deles até é um mundo aberto.

          • A demo Samaritan, segundo a Epic era totalmente jogável e os gráficos são mais bonitos que o do Batman.
            Mas sim, novas técnicas surgiram e surgirão permitindo fazer mais efeitos com menos operações por ciclo, inclusive era uma apresentação da unreal engine 3.5, e com a Unreal 4 pode-se fazer mais coisas. Mas, GPGPU e utilização de APIs verdadeiramente coladas no Metal é algo que não está ocorrendo nessa geração. Em principal, o GPGPU, como dizem mitos dos desenvolvedores ainda vai demorar mais, principalmente por que precisam alterar toda a estrutura de renderização dos motores de jogos atuais para mudarem à um padrão totalmente voltado à técnica, e isso custa tempo e dinheiro.
            Tanto Sony quanto Micorosft sabiam que os desenvolvedores iriam priorizar o tempo de desenvolvimento ao invés da programação dedicada, tanto que para isso criaram duas APIs de alto nível com extensões de baixo nível.
            Não temos acesso à bastidores, mas verdadeiramente quantos estúdios possuem pessoal dedicado para trabalhar apenas com baixo nível nos consoles? Talvez, só first party.

          • Não de acordo com vários reviewers, que quando o jogo saiu consideraram que os gráficos estavam ao mesmo nível, sim senhor.

            Não sei como podes dizer que não está a ocorrer quando a própria Ubisoft fez testes com a tecnologia, já desde o tempo de AC Unity, tendo saído um artigo sobre isso aqui na PC Manias.

            Sim a programação de (algumas) thirds não está a ser dedicada. Isso não significa que não o possam fazer, significa apenas que não o querem fazer. Para já. Mas o mercado está a reagir: AC Syndicate sofreu nas vendas e Mortal Kombat no PC foi um flop.

            As consolas estão a conquistar uma tão grande fatia de mercado que não falta muito para que as thirds passem a querer tecnologia dedicada.

            Mas esta discussão é ridícula.

            Independentemente do Hardware que equipasse as consolas o problema ia sempre ser o mesmo.

            Ainda por cima este ano, em que as novidades apontam para mais um enorme salto em termos de performance.

            Terá sempre que haver um esforço sério por parte dos produtores, independentemente seja lá do que for.

            Eu não entendo esta discussão, isto não é nada de novo… já a geração passada sofreu do mesmo problema e as coisas aconteceram.

          • Bruno, o que estão utilizando é computação assíncrona, o que melhora a performance e é algo muito interessante dessa geração. O futuro passa por engines em que todo o pipeline gráfico é desenhado para GPGPU, onde ROPs não importam mais, o que basicamente significa redesenhar toda uma engine. Os desenvolvedores que participam do Beyond 3d explicaram que existem certos empecilhos para a adoção dessas soluções pois isso implica em alterar radicalmente o padrão o que é mais difícil de acontecer com estúdios que lutam contra prazos apertados e não podem brincar de tentativa e erro, ou que precisam desenvolver para a diversidade de hardware do PC. Por isso esperam que as vantagens do GPGPU apareçam em jogos de pequenos desenvolvedores ou projetos mais dedicados como o Dreams do PS4.
            O que a Ubisoft fez, foi publicar um estudo sobre algo que os próprios não aplicaram em seu jogo feito com base no DirectX 11.
            Sobre o Batman, ele pode ter chegado perto, eu o considero um jogo muito bonito, ainda mais sabendo que rodou na unreal engine 3, mas não igualou ao nível de refinamento da Demo Samaritan assim como a demo Elemental teve vários cortes para rodar no PS4.

          • @Fernando

            Sabes que há muito do que é dito no Beyond que são perspectivas, e das quais discordo. No entanto nunca entro em confronto com eles pois dado que o Inglês não é a minha lingua nativa há sempre interpretações paralelas às quais não consigo fugir.

            Ora sobre essa questão dos estúdios eu discordo. Eu não creio que haja qualquer tipo de dificuldades em implementar isso. O que há isso sim são interesses económicos nos grandes estúdios Third Party em mugir a teta da vaca dos franchisings que tem. E tendo de criar novas versões de jogos todos os anos, não resta nem tempo nem recursos para implementar e testar as novas tecnologias de forma conveniente de forma rápida. E ainda por cima, suportando o PC, as consolas levam a versão com detalhe reduzido… e está feito!

            A única pessoa do Beyond3D que concorda abertamente comigo nesse aspecto e que até acho que exagera pois leva a coisa à exaustão é o “iroboto” que passa a vida a usar o termo “lazy devs”.

            Mas não deixo de concordar que há dificuldades, e o sebbbi já as referiu. No entanto o que o sebbbi fala é da implementação total, completa e perfeita da computação assincrona, e eu nesta fase já nem pedia isso, apenas que se usasse a mesma parcialmente em algumas coisas. E isso são poucos os jogos que fazem!

            Mas olha para Infamous Second Son, Forza 6/Horizon 2 por exemplo… e diz que não compensou! No primeiro jogo nas particulas, nos outros no uso do rendering Forward+

          • Eu acho que o Batman está muito perto, se for o caso de não estar a 100%. Sim, de acordo, nem todos os efeitos que estão num estão noutro. Mas considerando que é um jogo de mundo aberto em comparação com uma cena controlada… não tenho queixas. E sim, esse jogo deixou-me de queixo caído.

            Relativamente ao GPGPU, isso já era esperado, embora não ache que tenha que ser obrigatoriamente assim (não precisam de o implementar a 100% e não precisam de usar o GPGPU puramente para todo o processamento gráfico, como o Mário diz). Já sabíamos que ele era pouco usado, e que iria ser necessário um rever de tudo para o aproveitar verdadeiramente, mas desde que se limitem a usar para evitar downgrades como os que temos visto… fico contente.

            Mas mais uma vez, isto não é novo. Aconteceu o mesmo com a PS2, aconteceu o mesmo com o CELL e está a ocorrer agora com o GPGPU. A diferença é que o PC cresceu enquanto plataforma de jogos, oferecendo uma alternativa mais fácil aos produtores de capitalizar a tecnologia e fazerem os jogos sem um tão grande esforço. Todas estas queixas já foram apresentadas na geração passada.E quando Killzone 2 saíu, a PS3 deu uma desmonstração de poder gráfico que calou muita gente. E a ND continuou o bom trabalho, brinlhando na PS3.

            E só para dar um exemplo, compara Assassins Creed nas consolas da anterior geração ao longo do tempo… O original com o Black Flag na PS3, por exemplo. Basta dizer que o primeiro tinha enormíssimas quedas na framerate na consola da Sony e no final da geração apresentou um mundo muito maior, mais detalhado, a 720p nativos e framerate mais consistente.

            E diz-me, achas que fizeram isso sem recorrer ao CELL? Que não houve o desenvolvimento de novas técnicas de programação que lhes permitiram ir mais longe?

            Eu pessoalmente acho que estamos perante uma geração que tem tudo para ser a melhor de todos os tempos. O que ela já entregou, mesmo em APIs genéricas e desactualizados, diz muito sobre o potencial destas máquinas.

            Não se trata tanto de terem um molho secreto que o PC não tem, trata-se mais de terem um molho que o PC tem à anos, e nunca usou.

  3. Mário, já que foi citado star Wars battlefront vc tem idéia de como a DICE conseguiu tal feito nos consoles digo a nível de programação. Qual mágica que e eles fizeram?

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