Dez 132011
 

A guerra pelo browser mais rápido é a mais comum, e repetidamente aparecem notícias sobre esse assunto, mostrando que o browser A consegue bater o browser B em uns milésimo de segundos a fazer uma determinada operação. E isso é tudo muito bom, mas desde que, mais importante que tudo, o browser seja seguro.

Ora a nível de performance, o Chrome é desde já à muito tempo considerado o browser com melhores prestações, sendo acompanhado lado a lado pelo Firefox, a um nível tal que entre os dois a escolha é muito difícil, senão mesmo impossível.

O internet explorer 9, esse mostrou grandes promessas, com uma evolução tremenda nas suas performances face à versão 8, mas mesmo assim ficando bastante atrás dos outros dois.

Mas e quanto à segurança? Como se portam estes browsers?

O IE é conhecido pela sua insegurança, o Chrome é considerado seguro, e o Firefox também é considerado como seguro. Mas será que é mesmo assim?

A empresa de segurança Accuvant resolveu tirar isso a limpo e publicou os seus resultados num relatório de 102 páginas.

Como devem imaginar, não vamos colocar aqui 102 páginas, mas no entanto colocamos uma tabela que resume muito bem os resultados encontrados.

Como se pode ver, os esforços da Accuvant relacionaram-se com o acesso remoto ao sistema usando falhas do browser, e os resultados são claros e simultâneamente surpreendentes.

O Chrome é, de longe, o browser mais seguro, mas surpreendentemente o Firefox fica atrás do Internet Explorer, quebrando a imagem geral de que esse browser é bastante mais seguro do que o IE.

No entanto dos 15 tipos de acessos, o Chrome bloqueou efectivamente 13 deles, o IE 2 deles e o Firefox nenhum. O Chrome teve 1 bloqueio parcial, o IE teve 7 (ou melhor 6 e meio porque uma das bolinhas é muito pequena, o que quer dizer que bloqueou apenas um pedaço reduzido), e o Firefox teve 6 (na prática 5 e meio pelo mesmo motivo).

O chrome apresentou uma única brecha, o IE 6 e o Firefox 9.

Apesar dos resultados estarem apresentados e explicados em 102 páginas, este foi um estudo patrocinado pela Google, o que poderá levantar algumas questões relativas a imparcialidade.

Publicidade

Sorry, the comment form is closed at this time.