Opinião do leitor: Xbox One: O Anel Vermelho

NOTA: O ARTIGO QUE SE SEGUE É UM ARTIGO DE OPINIÃO DO NOSSO LEITOR/COLABORADOR JOSÉ GALVÃO, REFLETINDO A SUA PERSPECTIVA PESSOAL SOBRE O ASSUNTO EM CAUSA E PUBLICADO NO AMBITO DA NOSSA PARTICIPAÇÃO ABERTA DENOMINADA “OPINIÃO DO LEITOR”.
NOTE-SE QUE O ARTIGO E SEU CONTEÚDO É DA EXCLUSIVA RESPONSABILIDADE DO SEU AUTOR, NÃO REFLETINDO FORÇOSAMENTE QUALQUER OPINIÃO DO AUTOR DESTA PÁGINA..

———————————- Artigo do Leitor José Galvão ———————————–

Muito provavelmente, fui das primeiras pessoas a comprar a Xbox em Portugal, no único ponto de venda na cidade onde vivo, lá estava eu, e mais ninguém, pronto para gastar 496€ na consola de estreia da Microsoft, mais dois jogos, Dead Or Alive 3 e como não podia deixar de ser, o tão falado Halo: Combat Evolved.

Apesar de já ter a PS2 e a Dreamcast, a Xbox parecia-me diferente, era enorme, tinha um comando ‘’gigante’’, não precisava de cartões de memória porque tinha um disco rígido, e acima de tudo, os seus jogos eram visualmente mais apelativos e os géneros de jogos presentes no seu catálogo puxavam muito ao PC, era de facto uma consola com ADN de PC, e a experiência agradou-me imenso.

Quatro anos volvidos e lá estava eu no mesmo ponto de venda, novamente sozinho, desta vez para comprar a Xbox 360, versão Premium com um HDD de 20GB, com dois jogos, Project Gotham Racing 3 e Perfect Dark Zero.

Foi a minha estreia na anterior geração, a era da alta definição, mesmo sem ter uma HDTV, foi também a minha estreia absoluta no mundo do online, lembro-me da minha tremenda felicidade a jogar ao PGR3 contra ingleses, graças ao mês gratuito de Live Gold a que tinha direito por criar uma nova conta, lembro-me igualmente do meu espanto ao verificar não só que já não era preciso comprar revistas para ter demos, pois estavam ali mesmo à mão, como a possibilidade de comprar jogos na loja online, e do mundo de possibilidades que isso permitiria, porque só assim seria possível aceder a jogos como Geometry Wars, na realidade, estava perante uma das maiores inovações desde sempre na industria, pois acabou por mudar para sempre o meio, o que não sabia é que nem tudo seria uma mar de rosas, bem pelo contrário.

Desde cedo a Microsoft começou a impor restrições aos membros Silver. Queres jogar online? Paga.

Mais tarde foram as demos, as de jogos mais aguardados começaram a ser exclusivas dos membros Gold, até o simples navegar na internet era exclusivo Gold, e por incrível que pareça, era necessário ser Gold para aceder a outros serviços que por sua vez eram igualmente pagos como o Netflix, ou seja, aos poucos a Microsoft foi solidificando a cultura de, pagar agora pelo produto, para depois pagar mais para usufruir do produto, pelo qual já se pagou, e durante toda uma geração, o modelo de negócio da Microsoft foi um sucesso, tinha chegado ao fim a era em que o consumidor pagava pelo jogo, e usufruia do mesmo, agora tinha que comprar não só o jogo, mas igualmente a acesso a outras características do jogo, nomeadamente o modo multiplayer online.

Felizmente a Sony e a Nintendo, com as suas PS3 e Wii, decidiram não cobrar o acesso ao online, e se na PS3 ainda se podia jogar decentemente online, na Wii a experiência era algo arcaica, mas por muito que a opção da Sony me tivesse poupado imenso dinheiro no Gold, de facto a experiência Live Gold era melhor, argumento que permitiu à Microsoft lucrar imenso com um serviço que era mais que auto-sustentável, criando a ilusão nas pessoas de que só era possível jogar online com qualidade desde que fosse cobrado.

O modelo de negócio criado pela Microsoft, foi o primeiro passo para tornar o videojogo não num produto, mas num serviço, um serviço cujo potencial seria imenso, e de facto foi, porque não tarda muito, começaram a surgir todas as más práticas que se instalaram na industria, DLC excessivo, DLC no lançamento, DLC trancado no produto final, season pass, microtransações, saturação de géneros, etc.

Apesar da Microsoft não ser a criadora de todas estas más práticas, deu acima de tudo o exemplo, mau exemplo, deu a imagem de que é OK explorar um videojogo como serviço e consequentemente o consumidor, e deixou a porta aberta para mais más praticas, e pior, pratica-as todas, e nada personifica mais essa atitude que a Xbox One (XO), consola que tem dado que falar, ainda antes de sequer estar à venda.

Desde que foi revelada a XO, percebi o quão desesperada está a Microsoft, o mesmo desespero que levou a que tivesse um punho de ferro em relação ao Windows 8, o mesmo desespero nos últimos anos, causado pela paranóia que tem pela Apple e sua relevância, desespero esse que se reflecte igualmente na XO, um sistema criado de raiz para proteger a Microsoft de futuras ameaças imaginárias, quando na realidade só expôs a consola ao falhanço, correndo o risco de se tornar uma relíquia do passado.

A Microsoft conseguiu ir mais além do que eu previa, não lhe chegou tentar ser o centro das atenções na nossa sala de estar, tentou sim, competir com a nossa própria televisão, uma ideia incoerente, tendo em conta que uma XO precisa de um TV para funcionar, e uma TV dispensa por completo uma XO.

A Microsoft já estava a cimentar esta estratégia desde a 360, ao promover TV, desportos, TV, desportos,  TV, desportos e mais TV streaming, mas eis o senão, a minha SmartTV, já faz tudo isso, e fá-lo mais rápido, de forma mais eficiente e melhor que a minha XO.

Estamos numa era em que já não precisamos de ‘’terceiros’’ para aceder ao Twitter, Netflix, TV streaming, web browsing ou música. Mas aparentemente a Microsoft tentou vender-me junto com a consola uma TV sem ecrã! Sim, com algo menos do que já tenho em casa.

Toda a filosofia ‘’One’’, inspirada na ideologia dos Senhores dos Aneis e o seu anel que dominará tudo, estava condenada à partida, um destino, um único centro multimédia, que foi apresentada como uma experiência unificadora, mas quando temos tablets, smartphones, smartTV’s e computadores a fazer o mesmo que a XO faz, a ironia é que em vez de unificar o nosso entretenimento, a Microsoft tenta desfragmentar esse mesmo entretenimento, competindo pela nossa atenção, em vez de complementar o que já temos e fazemos.

É evidente que a Microsoft vê para onde caminha o futuro e quer surfar nessa onda, só que já existem dispositivos melhores e mais especializados a fazer a mesma coisa, e a melhor aposta de uma consola seria o de encontrar formas de o complementar ao invés de tentar fazer o mesmo.

Estar à frente da curva não é o mais sábio para um sistema de videojogos. Temos ao longo dos anos exemplos diversos de consolas que tentaram andar à frente da curva e falharam, mas o mais flagrante é constatar que até hoje, à excepção da PS4, nunca a consola mais avançada tecnologicamente ou com mais serviços e inovações foi a que venceu a geração. E isso tem provado que o que importa é que a consola consiga especializar-se naquilo para que foi criada em vez de tentar ser um canivete suíço.

Com esta postura já de si a estreitar a sua base de consumidores, a Microsoft parecia contente em limitar ainda mais a sua base de utilizadores, correndo o sério risco de tornar a XO num produto apenas para os mais ricos e os mais priveligiados, mais ricos e priveligiados o suficiente para terem os gadgets que já fazem o que a XO queria fazer.

No evento de revelação da XO, a palavra de ordem era, TV, a palavra TV foi repetida uma e outra vez estando a empresa totalmente focada em apresentar a sua próxima consola como um sistema multimédia all-in-One, parte integrante desta estratégia era o kinect, aquela coisa que a Microsoft nos tentou impor na Xbox 360 e que se tornou parte integrante da experiência Xbox One, forçando o seu uso e com a promessa de que seria uma parte integral do sistema.

A Xbox One já tem quase 3 anos de mercado, e tornou-se bastante claro que o que a Microsoft visionava não era aquilo que era capaz de produzir, além disso todas as polémicas desde a sua revelação e lançamento pintam a Xbox One não como uma força de entretenimento all-in-One mas antes uma consola construída de promessas não cumpridas, desinformação e reviravoltas.

O kinect era alegadamente crucial para a Xbox One, a Microsoft fazia questão de mencionar que teria que estar ligado em todas as ocasiões, é claro que quem tem uma Xbox One já sabe que isso é treta, no entanto o peixe vendido desde o primeiro dia era o kinect era tão importante ao ponto da companhia estar suficientemente confiante em cobrar mais 100$/€ que a PS4 o que levou a que muitos estúdios como a Harmonix embarcassem em jogos exclusivos para o periférico, porque toda a gente com Xbox One teria o kinect, já não era um opcional e dispensável periférico…até que a Microsoft decidiu torná-lo num opcional e dispensável periférico…

Depois de atirarem devs como a Harmonix para a lama sem no entanto admitirem que iludiram acerca da realidade dos seus produtos, o tão crucial e indispensável kinect tornou-se de repente, bastante dispensável, passando a Microsoft a alegar que passava a oferecer a opção de escolha,  ”graciosamente” permitindo aos seus novos clientes a opção de comprar uma Xbox One mais barata mas sem o big brother acorrentado.

Até hoje a remoção do Kinect só revelou ser vantajosa para a consola, mas não deixa de ser perturbador que a Microsoft de certa forma admita que nos impingiu algo desnecessário olhos nos olhos, alegando ser obrigatório, enquanto caiu nas boas graças de ter conseguido uma consola mais barata mesmo que baseada em algo que se confirmou não ser exactamente verdade.

Após ter remetido a categoria de videojogos para segundo plano, para fazer crer que a Xbox One era algo supostamente superior, a divisão Xbox acabou por, lentamente, rastejar de volta ás suas origens, reposicionando as suas conferências de imprensa para mostrar somente jogos, prometendo focar as suas energias no que realmente interessa, e alguns aplaudem-nos por isso esquecendo rapidamente quantidade de mentiras e treta que tentou sacar desde o inicio, como aquela tentativa de DRM, que tal como o kinect, uma ligação persistente sempre online era impossível não ter, era crucial para a funcionalidade do sistema e pura e simplesmente não era possível alterar isso, até que a Microsoft o fez, depois de defender o seu DRM, que era necessário, que era o futuro, acabou por tornar possível, o aparentemente impossível.

Sou da opinião que se deve admitir os erros e remediá-los, o que não tolero é a pouca clareza e engano sem um pedido de desculpas. Mas pior, tentar passar tamanha atitude como algo heroico, pois a remoção do kinect pela boca de Phill Spencer deve-se à ”dedicação” da Microsoft em proveito da escolha do consumidor, apesar de que nem por uma única vez se pediu desculpa pela companhia ter iludido os pioneiros que compraram a Xbox One e aos devs que suportaram o kinect. Nunca a Microsoft nos pediu desculpa por tratar os seus fans como cordeiros, pelas suas politicas DRM e afins, e até esse gesto de humildade e reconhecimento um dia acontecer, não me sinto inclinado a sentir-me grato pelos poucos ”favores” que a Microsoft nos tem feito.


Tudo isto leva a uma conclusão que só uma pessoa sã pode ter, a Xbox One é um produto destinado ao fracasso. Pode fazer dinheiro e a consola está a vender bem o que é bom porque muitos estúdios de qualidade estão a fazer jogos para ela e a competição no mercado é sempre algo positivo, mas tendo em conta o que a Xbox One era para ser, as vergonhosas reviravoltas que teve e a consola medíocre em que se tornou, a One é uma manta de retalhos de políticas que se alteram diáriamente.

A conversa do always online, kinect, cloud powered, all-in-One, foi tudo esventrado para se tornar naquela coisa em que jogamos Halo. Alguns podem achar-me injusto porque a Xbox One finalmente se tornoue no tipo de consola que posso apreciar, mas não estou a apreciá-la. Não estou a apreciá-la porque não gosto de me sentir engando, que me mudem a realidade das coisas constantemente ao mesmo tempo que tentam passar a estas medidas que só prejudicam o consumidor como um acto de nobreza e esplendor.

A Xbox One foi construída sobre marketing enganador, falhas que foram sendo corrigidas e terrivelmente prejudicada pelos conceitos iniciais. Não estou a dizer que mancha a qualidade dos seus jogos ou a torna numa consola absolutamente descartável, mas não a vou elogiar por fazer o mínimo expectável. Não depois de destilar marketing enganador meses a fio, e continua a fazê-lo, continua a mudar de filosofias, ideologias, como quem muda de roupa, ontem retirou o kinect e o DRM, hoje unifica a XO com o PC, amanhã acorda e percebe que não só não conseguiu monopolizar o mercado PC ideologia de se parecer como a Apple e o seu modelo de negócio, como ainda matou a marca Xbox. Mas até perceber isso, vai fechar mais estúdios como a Lionhead, cujo único pecado foi o de fazer o mesmo IP até à exaustão, conforme estipulado pela Microsoft, politica que impõe a todos os seus estúdios.

Perante tudo isto, asseguro que, se soubesse o que sei hoje, nunca teria comprado a XO, comprei por impulso, deixei-me levar pelo preço convidativo, o meu amor pelos jogos falou mais alto, ignorei por completo os sinais, não dei ouvidos à razão, aquela voz interior que me dizia que estava a comprar uma consola pelos seus exclusivos, quando de facto, esses exclusivos, à excepção do muito promissor Quantum Break, não passavam de mais do mesmo, as mesmas velhas IP’s com outro número à frente.

Talvez não me tivesse apercebido que já não tenho paciência para mais um Halo, mais um Forza, mais um Gears, da mesma forma que já começo a ficar cansado de Fifa, PES, COD ou Assassin’s Creed, tudo jogos aparentemente planeados para cumprir o caderno de encargos da moda que saem de um qualquer departamento de marketing para satisfazer fantasias de poder adolescentes sobre a conquista de adversários, sem qualquer pingo de nuance ou maturidade, são a essência do mais banal videojogo, e aqui a Microsoft cumpre a sua quota, com Halo e depois Gears a darem-nos toda a violência gratuita e sem senso que poderíamos esperar.

Das três fabricantes de consolas, é a Microsoft a que mais aposta hoje num meio dominado por videojogos populistas e adolescentes. Não questiono o valor destes jogos como peças de entretenimento, mas questiono o seu valor artístico (nulo) por representarem a contribuição da Microsoft para o já curto portfólio iconográfico e temático do meio videolúdico, porque pelo menos uma vez na vida, discutamos videojogos em vez de franquias, orçamentos, tecnologia, acordos de exclusividade e modelos de negócio.

Os videojogos são arte? Uma coisa é certa: os deste lote da Microsoft não são. Mesmo séries reputadíssimas como Halo, Gears ou até mesmo o cancelado Fable, podendo ser vistas como campeãs de uma certa concepção lúdica de videojogo, figuram-se como objectos culturais paupérrimos, fruto de uma Microsoft que parece não ter a capacidade de fazer um jogo com uma história com principio, meio e fim, como alguns dos filmes, livros e videojogos do passado, que prescinde de ser revisitada diversas vezes, dignificando os jogos como arte em vez de olhar para os mesmos como navios enviados para as águas da mediocridade para voltarem carregados de dinheiro, ou como uma petrolífera que encontra óleo e explora até secar, e quando não houver mais formas para estender o IP para além dos seus limites, e a audiência já estiver farta, toca a pegar na ideia mumificada de uma outrora boa IP, e joga-a para a pilha de lixo onde jazem as outras vitimas, porque na ânsia pelo lucro ou por pura cobardia artística, não consegue viver sem uma fonte fiável de receita, não porque artisticamente seja o mais correcto a fazer, mas porque as Microsoft’s desta industria não conseguem viver sem franchises que precisam do infindável poço da aldeia que lhes dá dinheiro continuamente, e se não tiver pelo menos uma fabrica de sequelas, sentir-se-à nua, independentemente do mérito artístico.

Por muito que a possamos acusar a Sony de contribuir igualmente para alguma da ”repetição” que actualmente se vive na industria, ao menos consegue presentear-nos com projectos mais arriscados e consequente variedade, que é a forma saudável de se estar, podemos ter uma mistura de diferentes géneros imaginem só, não esta aproximação cega e amedrontada, perpetuada pela Microsoft, Ubisoft e Activision, a Sony também tem os seus Uncharted’s, os seus Killzone’s, claro, mas também tem a coragem de nos brindar com Heavy Rain e Until Dawn, pois percebe que pode fazer dinheiro de certos franchises e assim financiar outros projectos mais arriscados, pode ser feito, a Sony mostra que pode ser feito, mas no entanto quase ninguém parece querer fazê-lo, porque a atitude é, se é bom uma vez, será duas, três e mais uma dúzia de vezes, e sabem quem é que pensa assim? Crianças! Uma criança diz algo que faz os pais rir, e continua a repetir esperando o mesmo resultado, ás vezes a Microsoft parece que encara os videojogos como as crianças, conta a mesma piada até toda a gente parar de rir, e só então é que tenta material novo.

Em parte, nós, a audiência, também temos culpa, também somos como crianças que queremos ver os mesmos cartoons uma e outra vez, vemos um bom jogo e pensamos logo na sequela, nós os gamers olhamos para um jogo como o Alan Wake ou The Last of Us com uma grande história e que acabou de forma perfeita, e o que é que pedimos? Sequela? Sequela? Quando é que vamos ter a sequela??? Porque não sabemos dizer que já chega, o que acaba por tornar ainda mais difícil, criticar a cobardia artística de quem mina as suas IP’s até à morte, enquanto lhe damos colo.

Não quero com isto dizer que as sequelas são más, não sou contra sequelas, sou fã de Mário e Zelda, como posso ser contra sequelas? O que defendo é uma abordagem saudável na criação de videojogos, não esta atitude de tudo ou nada, sequela ou morte que me faz trepar as paredes, tudo de um, nada do outro, é esse o problema, um perigoso desiquilibrio, e é isso que eu detesto, o preto e branco, a inabilidade extremista de arriscar, uma tremenda falta de ambição, o mesmo extremismo que tornou os videojogos cada vez mais caros de se produzir, tenham os vossos franchises, tenham as vossas sequelas, mas ao menos considerem o mérito artístico de um jogo que simplesmente quer contar uma única história e acabar em alta.


Infelizmente não estou a ver o cenário a mudar, bem pelo contrário, a cultura da sequela parece ter vindo para ficar, entrámos num loop interminável de sequelas que se tem agravado geração após geração, provocando desgaste e saturação nos consumidores, não é à toa que Halo e Forza estejam a vender muito abaixo do esperado e que estúdios estejam a fechar. Para agravar ainda mais a situação, temos a praga das microtransações que serve de combustivel ao modelo pay-2-win nos jogos full price, e mais uma vez a Microsoft teve quota parte nisso, pois foi uma das que liderou a ”carga” no inicio desta geração.

Em abono da verdade, o line-up inicial da XO era pura e simplesmente implacável, Ryse: Son of Rome estava carregado de microtransações, bem como Crimson Dragon, Forza 5 teve que reajustar a sua economia após a revolta dos fãs, mas ainda assim, retém dezenas de carros que estão reféns de DLC enquanto sujeita o jogador à guerra psicológica que são as microtransações.

Com a sua line-up inicial, a Microsoft parece ter tentado educar os jogadores para um futuro onde 70€ apenas compra uma casca de um jogo, um mero método de exploração para mais conteúdo pago, e numa consola com a responsabilidade moral da XO, isso é simplesmente imoral, é imoral porque demonstra a gula de uma industria que está constantemente a proclamar pobreza, vejamos Forza 5, um jogo de 70€, com imensas quantidades de DLC, licenciado pela Top Gear, patrocinado pela McDonald’s, requer um serviço pago para jogar online e para uma consola patrocinada pela bebida energética Mountain Dew, esta é a realidade dos jogos AAA dos dias de hoje, uma total decadência financeira, uma indulgência digna de um império romano de que estas companhias gozam actualmente, companhias que se queixam de como os jogos são caros, enquanto sugam dinheiro de todas as fontes possíveis, espremendo mais e mais, até à ultima gota de sangue, ao mesmo tempo que tentam de todas as formas meter a mão nas nossas carteiras sem qualquer pingo de dignidade.

Mas de que vale a dignidade quando se está a fazer dinheiro certo? E quem é que quer saber do amanhã quando se está a fazer dinheiro hoje? É a atitude prevalente da nossa industria, e dos tolos corporativos que defendem estas práticas, porque o pay-2-win como conceito, está a fazer dinheiro agora, portanto ”bora” lá montar essa égua até à morte, que parece ser uma óptima ideia a curto prazo mas que vale zero a longo prazo, algo que estes CEO’s não percebem, porque esta atitude de ‘’vamos fazer dinheiro agora pois estou-me a borrifar para as consequências no futuro’’ é irresponsável, a mesma irresponsabilidade que levou ao crash da industria nos anos 80, e que vai levar à ruína de algumas companhias, como aconteceu com a THQ, (inventores do online pass) um exemplo recente que serve de aviso.

Quero acreditar que estes problemas vão acabar por se corrigir, eventualmente o excesso e inconsciência da industria vai criar uma revolta, porque eventualmente estas companhias serão castigadas pela sua decadência por cometerem as mesmas proezas, uma e outra vez, porque simplesmente não podem cometer os mesmos erros do passado, esperando resultados diferentes e positivos no futuro, mas estão na ilusão de que o mercado de massas é complacente, que compra tudo, o que é verdade, até um certo ponto, e quando deixar de o fazer, será de forma repentina e chocante, conforme a Microsoft está a começar a perceber, dai virar-se para o PC, embora não perceba que está a cometer exactamente o mesmo erro que cometeu com o ‘’Games For Windows Live’’, só que com contornos potencialmente mais gravosos, só quando for tarde demais é que vai perceber que a bolha de domínio em que quer encarcerar o PC, não será mais que uma incontinência que correu mal nas cuecas do avozinho!

———————————- Fim do artigo do Leitor José Galvão ———————————–

NOTA: O ARTIGO QUE ACABARAM DE LER É UM ARTIGO DE OPINIÃO DO NOSSO LEITOR/COLABORADOR JOSÉ GALVÃO, REFLETINDO A SUA PERSPECTIVA PESSOAL SOBRE O ASSUNTO EM CAUSA E PUBLICADO NO AMBITO DA NOSSA PARTICIPAÇÃO ABERTA DENOMINADA “OPINIÃO DO LEITOR”.
NOTE-SE QUE O ARTIGO E SEU CONTEÚDO É DA EXCLUSIVA RESPONSABILIDADE DO SEU AUTOR, NÃO REFLETINDO FORÇOSAMENTE QUALQUER OPINIÃO DO AUTOR DESTA PÁGINA..

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Readers Comments (53)

  1. Meus parabéns José Galvão, ficou muito bom, um verdadeiro manifesto, se dirigiu apenas a um empresa no geral, mas não deixa de o ter muitas verdades.

    Problemas do capitalismo, um exemplo, aqui no Brasil já temos uma das piores internet do mundo, é como comprar um carro e receber apenas as rodas, fora demais problemas, e agora corremos o risco de continuar pagando as mensalidades como já pagamos e termos ainda limites, que se ultrapassarmos teremos que pagar mais, os excedentes de acesso que antes não existiam.

    Ou tomamos limonadas ou somos carneirinhos, esta cada vez mais complicado.

    • Engraçado que tenhas achado um manifesto, é que por acaso o titulo do artigo era mesmo para ser ”Manifesto Xbox”, LOL, mas acabei por mudar devido a ser algo ”forte”.

  2. Achei de mal gosto o texto, toda empresa tem em perspectiva o lucro e a Microsoft trouxe inovações que hoje são importantes ao mundo dos games como a multifuncionalidade do aparelho. Meu X one não só atende minhas expectativas como da minha família, todos se divertem com ele, somando a tudo isso está o fato de que no Brasil o respeito da MS para com o consumidor é muito maior que Sony ou Nintendo… É necessário lembrar que se não fosse a MS talvez não tivéssemos jogos em Português! Compro aparelhos de empresas que m respeitam em quanto consumidor e sou livre para adquiri-los ou não..
    Tenho Master Sistem, Sines,ps2,Ps3, Xbox 360 e o Xone e é incomparável o que a MS me oferece.

  3. Embora eu tenha achado o texto crítico em demasia, foi bem escrito e com bons argumentos. Mas não vejo nada de excepcional ou diferenciado na concorrência a ponto de enxergar o Xbox One como o ‘vilão da geração’, como o texto faz parecer.

    Trocando em miúdos, muito do que foi abordado no texto se estende para a indústria como um todo.

    • De facto tens razão, a Microsoft não é a única vilá desta industria, longe disso, mas aquilo que a distingue das Activision’s e Ubisoft’s desta industria é que a Microsoft é detentora de uma plataforma, tem que dar o exemplo, a partir do momento em que pratica todas as más praticas e mais algumas por iniciativa própria, está a dar carta branca aos ”outros” para fazerem o mesmo e mais qualquer coisa.

      • Diria que ela abriu alguns precedentes. A microsoft fez isso, abriu precedente pra práticas cada vez mais nocivas pra indústria, mas isso foi graças ao aval das grandes Publishers, ninguém decide nada sozinho nesse mercado. E não se engane, Sony nos bastidores certamente faz acordos desse tipo também, com a diferença que ela fica ali, na moita sem se expor tanto.

  4. Gostei do texto, mas concordo com os colegas que foi demasiadamente crítico. essa mesma ” carrasca” Microsoft deu nos a chance de experimentarmos a nova geração mais rápida na geração passada, não somente pelo fato do xbox 360 ter sido lançado 1 ano antes do ps3, mas pelo preço absurdo que a Sony cobrou pelo ps3, tranformando-o em um artigo de luxo principalmente aqui no Brasil. Lembro-me que o console era encontrado em lojas alternativas por 3000 reais, e olha que estou falando de 2006/2007. A verdade é que a realidade do Brasil e de Portugal é bem diferente em relação a essas empresas, sendo que aqui temos e sempre tivemos um grande suporte da MS, enquanto em Portugal é o inverso. José, citastes a obrigatoriedade de termos uma assinatura para pelo menos desfrutarmos de um Netflix, que de fato era um absurdo da parte da MS, algo que não se tem mais, graças A Sony, justiça seja feita, A Sony com o sucesso do ps4 fez com que algumas políticas da MS caísse por terra, mas o fato da Sony começar a cobrar para jogar online mostra claramente que onde se tem um lucro e é aceito pela comunidade, vira regra! Como colegas disseram, o problema está na indústria como um todo, vamos ver se a Nintendo cobrará uma assinatura com seu Nx.Abraço a todos!

  5. Um texto escrito pelo José Galvão sobre esse tema não poderia ser diferente.
    Existem algumas coisas que eu aprendi na vida profissional, uma delas é: desconfie de tudo que for gratuito.
    A PSN grátis era ótima, qualquer um com um PS3 poderia jogar online mas, a Live era melhor por um preço anual relativamente baixo. Em 8 anos de Live, não teve um único dia em que eu quis jogar online e não tive o serviço. Porém, já vi a PSN ficar mais de 24 horas indisponível nesses anos.
    Desconfie de tudo que for gratuito…
    Outra coisa, o mercado indie, a maior desculpa de sonysta na época em que o PlayStation carece de exclusivos, foi inventado pela Microsoft no Xbox 360, e graças a Deus a Microsoft não repetiu a mesma política no Xbox One e apóia quem ela vê que pode cumprir com requisitos mínimos para um jogo de qualidade, isso nos salva de várias porcarias e permite coisas como Ori e Cuphead.
    Mas é claro que a exigência do Gold para serviços que não dependem da Microsoft é algo completamente inexplicável de forma convincente e uma atitude muito mercenária da qual não existem argumentos a favor. Porém a existência do Gold, permitiu à Microsoft criar uma infraestrutura e gerar receita adicional em uma indústria que estava corroida pela pirataria e hardware vendido por menos do custo de fabricação.
    O texto fala de medidas populistas ao falar dos jogos, mas dar brinde e serviços gratuitos é outra atitude populista e pior, que remete à inconsequência do comunismo. A Sony é uma empresa sangrando a vários anos que mesmo em situação delicada se apoiou em práticas não sustentáveis. Os caras que veneram essas práticas populistas são os mesmos que chorarao muito se a empresa deixar de existir. A filosofia capitalista da Microsoft é o que tornou a empresa saudável ao longo dos anos, e como tudo que existe no capitalismo, ninguém é obrigado a comprar, ainda mais um produto de entretenimento.
    Ainda falando sobre populismo, a questão dos jogos… É referido que a Sony é quem arrisca e não nos enche com as mesmas franquias uma atrás da outra. Em uma parte é verdade, a Sony arrisca mais, mas eu não acho que é por que estão cheios das boas intenções para não saturar o consumidor. Não, acredito mesmo que é por que muitos jogos da empresa simplesmente não emplacam nas vendas.
    A Sony nos empurra Gran Turismo desde 1997. Fez um favor de lançar um jogo inteiro chamado de gan Turismo pologue para adiar Gran Turismo 5 e ainda teve o 6 no mesmo console. No PS3, a franquia teve o mesmo número de jogos que Forza Motorsport no Xbox 360. Aí dizem, mas existiu o Forza Horizon. Bem, quem jogou sabe que não tem nada a ver com a série Motorsport. É um jogo a parte, até feito por outro estúdio com um foco diferente, algo mais ao estilo Need for Speed pós anos 90 e não cabe a comparação. Tivesse o jogo apenas o nome de Horizon e ninguém citaria os dois na mesma frase.
    O motivo pelo qual não empurraram outro GT ainda provavelmente é por que o 6 teve vendas decepcionantes perante ao resto da franquia, o que nos remete a outra situação, Project Cars teve vendas baixas, Driveclub teve vendas baixas em nível global. O problema não são essas séries, e sim o gênero de corridas, está cansado e as pessoas não se sentem atraídas por mais jogos.
    Da mesma forma, a empresa emplacou Uncharted na geração passada, o jogo está indo para a quarta interação e se contar o Golden Abyss, é o quinto jogo. 4 games da mesma franquia, semelhante a Gears of war. E assim que acabar Uncharted, o que a Naughty Dog fará? Muito certamente The Last por us 2, e por que o jogo fez dinheiro, tanto dinheiro que a Sony lançou um remaster 1 ano depois do lançamento.
    A Sony que se arrisca colocou os pés no chão e seleciona a dedo onde investir, por que se assim não fizer, provavelmente amanhã não estará mais no mercado para competir e para todos os jogadores ela precisa existir, assim como a Microsoft também, ou algum outro console que faça concorrência para o mesmo público.
    No meio desse assunto, existe Halo 5 que é o jogo com maior retenção de jogadores desde Halo 3, o game exclusivo com maiores vendas da história da loja do Xbox e que todos os conteúdos pós lançamento são gratuitos. Existem micro transações? Sim existem, são obrigatórias? Não, não são. Você não consegue jogar sem pagar? Consegue. Uma forma de ganhar dinheiro e investir em outros projetos.
    Existem pessoas cansadas de Halo? Certamente existe, eu mesmo não me cansei mas acho que não precisa existir outro no ano que vem, nos deixem aproveitar mais o online do 5.
    O que essas pessoas que não querem Halo mas gostam de FPS puderam jogar no mesmo periodo na concorrência e que não existe no Xbox One? Nada. O exclusivo FPS do PS4 foi o contrato para Call Of Duty.
    Se ter Halo fosse algo ruim, a Sony não teria tentado ter o seu Halo, Killzone. Se ter Gran Turismo fosse ruim, a Microsoft não teria criado Forza e nessa de ter uma resposta para o concorrente a Microsoft se deu melhor, pois se Killzone nunca fez alguma ameaça a Halo, Forza se tornou uma das referências do gênero capaz de competir com Gran Turismo e a cada lançamento uma franquia se sobressai à outra. Tanto é que o argumento de comparação de quem é pró Gran Turismo hoje em dia é chuva no meio da corrida, quantidade de carros, gráficos…
    Ter o ganha pão é crucial nessa industria, pois quando um console se sobressai em vendas sobre o outro, o que resta é o público conseguido pelos exclusivos, que não são muitos mas são o suficiente. O público que não abre mão de jogar Halo ou Gears Of War que é igual o público que não abriria mão de jogar Uncharted.
    Mas a grande insatisfação acredito que seja com a empresa que promete e não cumpre, as pessoas de má fé. Sinto dizer então que você está cercado de opções vindo de gente de má fé querendo lucrar com o seu dinheiro.
    Primeiro caso, a PSN. Se tornou paga igual a Live.
    A não exigência do online.
    Perceba a hipocrisia por trás de tudo isso:
    Ao ligar o console a primeira coisa que ele faz é pedir uma conexão de internet para baixar um patch que ativa servições essenciais, assim como o Xbox One.
    Me explica como alguém que mora no cu do mundo onde não existe internet pode ter um PS4…
    Segundo ponto desconexo:
    O primeiro contrato de exclusividade do PS4 foi com Destiny, o jogo 100% online onde você não passa nem do menu se estiver offline… A Sony que era contra a exigência do online divulgou esse jogo como seu fosse seu exclusivo exatamente no mesmo evento onde fala que ninguém precisa ter internet pra aproveitar o PS4. Se houvesse algum empatia pela vida do cliente que seria afetada pelas imposições da malvada Microsoft, eles nunca apoiariam um jogo desses por ferir os princípios da empresa.
    No final das contas, era só aquele marketing para ganhar os clientes.
    Outro ponto, o poder da Cloud que não existe.
    Essa pode ser respondida com outra pergunta:
    Cadê o GPGPU que manteria console evoluindo ao longo dos anos?
    Não ouço muito a respeito, mas ouço rumores de um tal PS4K, que não faria sentido afinal o GPGPU não era o molho especial do PS4…?
    De concreto, existe um jogo chamado Dreams que explorará essas capacidades, assim como existe um jogo chamado Crackdown que explorará o que a nuvem pode fazer, mas enquanto ele não existe, é fácil dizer que a Microsoft mentiu.
    Sobre estúdios.
    A Microsoft vai fechar a Lionhead onde segundo o autor do artigo, o único erro foi apostar em demasia em apenas uma franquia. Da mesma forma a Sony acaba de fechar a Evolution onde o único erro foi ter lançado um jogo com problemas no online mas com uma história de muito mais acertos nos últimos anos do que a Lionhead que moralmente já acabou desde 2008.
    Se a intenção for discutir que as práticas da indústria estão levando à um caminho de pouca inovação e muitas fichas apostadas nos mesmos cavalos, estou do mesmo lado, mas se tudo for para externar uma revolta seletiva contra uma empresa e deixar de criticar a outra que já teve várias bolas fora e que se confirmar o último rumor, dará o maior golpe que essa indústria já sofreu, como sempre estarei contra até por que como o Jairo disse ali em cima, não exista nada em uma empresa que pareça muito melhor que na outra e no fundo, são farinha do mesmo saco, o de empresas querendo ganhar dinheiro.
    É o que essa geração precisa é de menos choradeira e mais de jogatina.

    • Parabéns, Fernando! A indústria está podre para todos os lados, essa msm Sony que muitos defendem é a mesma que já trocará em vários momentos os pés pelas mãos, ou seja, não há Santos, e sim, empresas querendo lucros. Não duvidaria se a MS vingasse com o drm, a Sony não o faria tb, e vice e versa, e quem sai um pouco da curva é a Nintendo, a mesma que é taxada de conservadora por muitos pois não aderiu ainda a estas políticas extra lucrativas.

    • E uma reposta tua Fernando, não podia ser igualmente diferente certo?
      Em relação aos jogos indie que tu afirmas que a Microsoft inventou, estás redondamente enganado, desde a PS1 que a Sony promove os jogos de autor (indie), o movimento indie só arrancou de facto quando o mercado digital arrancou, e ai sim, o Live teve um papel fulcral, não o inventaram, impulsionaram.

      A Sony também tem sequelas que enfia pela goela abaixo das pessoas?
      Claramente ignoraste a parte do texto em que disse que de facto a Sony também tem os seus Killzone’s, Uncharted’s e GT’s, mas tem mais, muito mais que isso, já a Microsoft tem mais o quê?
      Tem sequelas atrás de sequelas, o resto? É por encomenda.
      O próprio Spencer admite isso mesmo, que precisa de produzir mais jogos internos e com mais variedade, ele o presidente da Xbox é mais transparente e lucido que pelos vistos, os fãs da marca.

      Quanto ao Live, ser pago, sim este era melhor, mas era pago.
      A PSN volta e meia ia abaixo sim mas jogava bem online, jogava bem o suficiente para não se justificar o preço cobrado, ao longo da geração passada, o dinheiro que teria gasto pelo Live, seria mais que suficiente para comprar uma PS4 por exemplo, dá que pensar…

      Dizem que quando a esmola é muita o pobre desconfia, e nesse aspecto, segundo a tua perspectiva, devemos aplaudir o capitalismo das empresas como a Microsoft só porque isso é saudável para ela, então e nós?
      Mais uma vez te cai a mascara Fernando, pôr corporações à frente das pessoas?
      É por isso que as coisas estão como estão, um autêntico capitalismo desenfreado a nível do software que prepara o assalto ao hardware, e que tu apoias porque segundo a tua lógica, devemos desconfiar do que é gratuito, pois bem, nunca ouvi o pessoal do PC se queixar por causa do serviço ser gratuito, ou também não presta por ser gratuito?

    • Posso dizer-te que tenho LIVE GOLD desde que comprei a minha xbox360 no Dia 1 á meia-noite na FNAC, e nunca me arrependi de pagar pelo serviço, antes pelo contrário, quando a MS oferece o GOLD grátis durante algumas promoções que faz, eu nesses dias evito jogar online, nota-se perfeitamente quando o serviço está gratuito pelo número de talibans que te aparecem e pela quantidade de jogadores que afirmam que já tiveram contactos sexuais com a tua mãe ou outros membros da tua família…

      • Nem quero pensar na festa que farás quando fores assaltado na rua… Ainda declaras o dia como feriado nacional, em comemoração pelos alivia carteiras que andam de faca ou pistola na mão, sempre disposto a ajudar as pessoas a não carregarem peso extra!

    • Um texto escrito por fernando não poderia ser diferente.

      Vc deveria escrever sua visão de forma parcial, não da forma que fez, citou muitos dos problemas da plataforma playstation e esqueceu de muitos beneficios ao consumidor que vieram com as politicas da sony, a concorrencia é importante pra todos, veja o Xone é o maior exemplo disso pois hj o console não é nada mais que um PS4 com hardware um pouco inferior (e não o projeto inicial do qual a microsoft vinha a apostar com politicas anti-consumidor), deve-se atentar os pros e contras e não se levar pro preferencias.

    • esse fernando tem umas ideias bem estranhas, falar que a psplus e um serviço comunista, você não faz ideia do comunismo para falar isso, não confundas as coisas se não sabe do esta falando, uma coisa nada tem haver com a outra. Pela sua logica uma empresa que abusa de seus consumidores e capitalista e as que dão fazem algo bom e comunista. Apesar de achar que o Jose deu umas criticas desnecessárias( e mostrar uma clara preferencia) o único que vejo como cego por uma empresa aqui e você .

    • Fernando, já desconfiei muitas vezes que trabalhasses para a Microsoft, embora nunca tivesse dito nada, e esta resposta é daquelas que me leva a desconfiar, mais uma vez, dessa possibilidade… Porque tens uma capacidade de transformar todos os erros e atropelos dessa companhia, todos os jogos que até podem nem ser grande coisa em certos casos, em obras primas e benefícios incontestáveis. Mas uma coisa é o que dizes outra é a realidade.

      Diz-me, quando o DRM da Microsoft foi apresentado, também o consideraste uma mais valia? Também eras daquelas vozes que diziam que era o futuro e que todo o resto do mundo era retrógado por recusar tal maravilha?

      “… mas dar brinde e serviços gratuitos é outra atitude populista e pior, que remete à incosequencia do comunismo.”

      Perante tamanha pérola, nem sei por onde começar. Porque revela que estás tão formatado com este modelo, que o contrário te é estranho. Em primeiro lugar, não há tal coisa como online grátis. Porque tens que pagar os jogos, alguns dos quais só são mesmo jogáveis com ligação à internet, como o caso de Destiny. E pagas por esses jogos, não pagas? E diz-me lá, faz sentido pagar pelo jogo e pelo possibilidade de aceder ao jogo? Tu já pagas a ligação à internet, pagas o jogo, pagas o comando e pagas a consola e agora pagas para poder jogar o jogo… E ainda vens dizer que isto é o mais acertado? Que querer o acesso à internet, que em todas as outras plataformas (PC, Smarthpones, TVs) sempre foram grátis, é comunismo perigoso? Sinceramente, isto é tal disparate, que chega a ser ridículo! E o Galvão tem razão. O que a Microsoft fez não é correto. A tua 360, que pagaste, tinha cesso à internet, e a M$ trancou por trás de uma subcrição, o acesso a outros serviços de subscrição! Isto faz algum sentido? Claro, sobre a ótica de que a empresa se recebeu imenso dinheiro, faz… que pelos vistos é a ótica que te interessa.

      Quanto à tua opção é uma opção. A mim, que não considero o multijogador a única coisa que interessa num jogo, mas que jogo multijogador, uso o serviço na minha PS3 e estou satisfeito, porque consigo aceder em zonas onde até o meu smartphone tem dificuldade.

      Perço 24 horas por dia? Muito raramente. Mas dado que possuo imensos jogos Singleplayer para passar não me faz mossa, dado que o serviço é grátis.

      “A Sony é uma empresa sangrando à vários anos que mesmo em situação delicada se apoiou em práticas não sustentáveis.”

      A Playstation é a divisão mais lucrativa da Sony, e que tem permitido à empresa manter-se enquanto todas as outras têm tido dificuldades. Vir com essa sabendo dessa realidade, não faz sentido. Relativamente às chamadas práticas não sustentáveis… o Steam segue uma filosofia ainda pior no que diz respeito a indies e não me parece que tenha sido desastroso. Aliás, são os tais indies que desprezas que têm conseguido compor o catálogo da ps vita e com muitos títulos interessantes, tanto que não a costumo largar: Limbo, Unfinished Swan, Spelunky etc. Sob a suposta falta de qualidade, fica a saber que a Sony tem estúdios internos, como a Santa Monica, a fornecer apoio nessa frente para garantir o mínimo de qualidade. O que a Microsoft faz não é qualidade, o que a Microsoft faz é fechar o acesso criando condições hostis. O que dizes é tentar tapar o sol com a peneira.

      “É referido que a Sony é quem arrisca mais (…), mas eu (…) acredito que é mesmo porque muitos jogos da empresa simplesmente não emplacam nas vendas”

      Diz a pessoa que dizia que fora Uncharted tudo o resto no catálogo da Sony era “meia-boca”, mas que quando finalmente experimentou um título (Sunset Overdrive) que herdava muito do que havia no resto do catálogo da Sony, ficou fã… As pessoas que avaliam os jogos jogando e não olhando para números de vendas, respondem-te que isso não é bem assim. Tanto que muitas séries de sucesso, e com inúmeros fãs tiveram principio, meio e fim, nesta plataforma que está quase a fazer duas décadas – basta olhar para o catálogo da Naughty Dog e para o facto do próximo Uncharted ser o último, para perceber isso. Tens Syphon Filter, Crash Bandicoot, Medievil e muitas outras cujas vendas justificariam continuações e que não continuaram. Se venderam 12 milhões? Não. Mas venderam o suficiente para dar lucro. A Sony contudo, não tinha nada que financiar títulos como Little Big Planet, Heavy Rain, The Last Guardian, entre outros. Ficava-se por Uncharted e God of War que já vendiam relativamente bem… No entanto continuou a apostar em mais estúdios internos e mais experiências inovadoras mesmo quando não o tinha que fazer. Tu vês isto como má administração, eu vejo isto como um serviço aos jogadores e 40 milhões de utilizadores viram nisso algo que quiseram seguir.

      “A Sony nos empurra GT desde 1997”
      Não tem comparação. GT nasceu em 1997, se no ínicio as entregas eram anuais, mais recentemente demoram até 3 ou mais anos. Basta ver que já tivemos 2 Forza Motorsport e nenhum Gran Turismo na PS4 até agora. Em compensação contudo, a Sony não se limitou a explorar a árvore até secar… plantou mais. E para além de Gran Turismo tiveste outros do género no catálogo exclusivo: WRC, MotorStorm, Driveclub. Esta é a diferença – a Sony explora, reiventa tudo a pensar em novas experiências, mesmo não sendo lucrativas. E não se pode dizer que GT não tenha tido sucesso.

      “A Sony que se arrisca colocou os pés no chão e escolhe a dedo onde investir…”

      Nota-se. The Order 1886, Detroit, The Last Guardian, Driveclub, Horizon Zero Dawn e mais as dezenas de títulos do VR… Realmente, não se parece em nada com a Sony de outros tempos. Eu não faria previsões sobre o que a ND fará a seguir. Sim, poderá ser TLoU mas a verdade é que eles estão cheios de planos e alguns envolvem novos IPs. Se há coisa que se devia saber é que da Sony se deve esperar o inesperado. Afinal, quase regularmente, as suas E3 são surpreendentes.

      “Mas a grande insatisfação acredito que seja com a empresa que promete e não cumpre…”

      Tipo as voltas de 180º da Microsoft? Esse tipo de promete e não cumpre? A Sony nunca prometeu online grátis, fornecia e fornece-o atualmente na PS3 e PS Vita e uma das primeiras coisas que anunciou ainda antes da PS4 sair é que na consola o mesmo iria ser pago. Ou seja, não há nenhuma promessa que não foi cumprida. Engraçado que o erro brutal e o atentado tremendo que a Microsoft fez aos jogadores para ti continua a ser apenas algo que a Sony ia fazer e só não fez porque duas horas antes decidiu não fazer (apesar de a própria M$ demorar meses a perceber que as pessoas não queriam isso). E agora porque a Sony têm um contrato de exclusividade com um MMO, é prova mais que definitiva que o plano era esse? Mas estás a gozar?! Tu, que foste dos que criticavam os exclusivos Sony como Infamous SS por não ter multijogador (uma falha enorme, dizias) vens com essa agora? Nem vou comentar mais porque.. enfim acho que já disse tudo.

      “GPGPU mão era o molho especial do PS4…?”

      Da Xbox ONE também, ou não sabias que o tem usado e ainda mais que a Sony, por necessidade? Mas estou curioso… Com o mesmo APU da ONE consegues rodar Halo 5 num PC? Pelo que li, não. E se Halo 5 não roda não quero nem pensar no que é que Uncharted 4 precisaria para rodar no PC. Aí já tens um bocadinho do molho secreto em acção. Mas nem é preciso ir tão lonje: estiveste na BGS, viste Horizon ao vivo. Viste as pradarias luxuriantes e as plantas a reagirem realisticamente à presença dos personagens. Também viste, no tanto que esmiuçaste para denegrir o jogo no que conseguias encontrar, a física tremenda de Uncharted com dezenas de objetos a reagirem realisticamente… Aí tens o uso do molho secreto. Não é só Dreams, e se não tens estado atento.., procura estar.

      “Da mesma forma a Sony acaba de encerrar a Evolution…”

      Só digo isto: num caso, os funcionários ficaram tremendamente revoltados… No outro, o cabeça do estúdio agradeceu à Sony o apoio dado. Tirem as conclusões que quiserem.

  6. Eu comprei a minha consola no Dia 1 e estou muito satisfeito com ela, a industria dos videogames sempre abusou da publicidade, desde que me lembro que os jogos eram publicitados com desenhos tipo cartoon e o jogo em si eram meia dúzia de pixeis que a nossa imaginação transformava em carros, motas, soldados, monstros, etc…a quando da apresentação da ONE só uma pessoa muito ingénua é que iria acreditar que em Portugal aquelas funcionalidades de tv iriam sequer funcionar, comprei a consola para jogar e não me senti enganado, o GOLD funciona bem como sempre funcionou, aderi ao EA access e por cerca de 12 euros (3 meses) joguei mais de uma dezena de bons jogos mais os jogos oferecidos do Gold mais os jogos oferecidos do gold da 360 não posso dizer que esteja arrependido, antes pelo contrário com tanto jogo barato ou de borla, a minha PS4 está parada á mais de 6 meses e dois jogos que comprei para ela em promoção ainda nem saíram para fora do celofane, se se verificar o rumor de que este ano vai sair uma PS4 vitaminada a PS4 vai tornar-se na única consola que eu me arrependi de comprar…

    • E adoras o kinect não adoras? É tão útil para impedir aqueles papeis de voarem pela janela fora! E só 100€, uma pechincha!

  7. Depois desta perola de Texto so nos resta rir sem parar.
    Queria entender o que leva esta “Doença” por marca que leva uma pessoa a escrever um texto quase todo a massacrar a concorrência por não ser igual a sua escolha preferida.
    Realmente estou com “vergonha Alheia” de ter lido tamanha declaração de fanbolysmo e raiva de algo que não é obrigado a comprar.
    Claro que não poderia esperar nada de duas pessoas que precisam muito se reavaliar , e ainda atacar o Fernando que trouxe uma resposta que cala a boca dos dois gênios que aqui estão a proteger e acusar o Fernando.
    @Netto e Jose Galvao por favor antes que a situação fique mais a beira do ridículo acho que deveriam ler mais e analisar o mercado e suas praticas, pois não sei em que mundo vivem ai em Portugal ou qual vinho andas tomando.
    Apaga isso pois esta feio kkkkk

    • kkkk, sua opinião é digna do Xb0x M1l Gr4u, frequentas esta página janaina? Onde estou a atacar o user fernando?, simplesmente disse que todas as corporações tem seus pros e contras e na analise dele só tem coisas ruins, cade as coisas boas, oras o playstation já liderou 3 gerações (incluindo esta) o que podemos dizer que apesar de ter defeitos ele sempre entregou excelentes produtos, assim como a xbox.
      De uns tempos pra cá não tem como não notar que quando argumentamos algo que vai contra a plataforma playstation e comparamos a xbox, vc vem toda ofendida como se vc fosse acionista da mic, o mercado de consoles já esta tão definido que nem precisamos analisar nada basta acompanhar as coisas que aconteceram e acontecem.
      Pra terminar acho que vc precisa de ajuda pois vc julgou eu e o josé galvão de fanboys (kkk), quando na verdade vc que precisa parar de defender uma plataforma que sequer vc tem (eu tenho, e gosto), saiba que sempre havera prós e contras nestas plataformas sejam elas de quem forem (mic,sony,bign) enfim, vc não ganha nada defendendo as políticas anti-consumidor que a mic tinha em mente quando apresentou o Xone e se não fosse a pressão tanto da midia em geral quanto da comunidade gamer, hj talvez o xone fosse a ultima plataforma da mic.
      Termino dizendo que vc não raciocina de forma normal, e que as vezes é dificil pra mim debater com alguem infantil.Bjsss

      • Repeito meninos… Respeitem as opiniões e não se ataquem. E acabem com as acusações infantis de fanboys só porque alguem tem uma opinião diferente, especialmente quando ele consegue argumentar coerentemente o porque das coisas que acha.
        Se alguem tiver argumentos do género a falar da Sony tambem pode escrever, mas demonstre pelo menos o interesse nisso até final do mês (mesmo que o artigo venha um pouco mais tarde). Daí para a frente terão de aguardar por outra iniciativa.

        • Concordo opinioes é algo afirmacoes sao outras. Pode ficar tranquilo so irei me manifestar quando ver tais afirmacoes sem coerencia.

      • Mestre Yoda é vc?

    • Também eu, também eu. Online Pago vantajoso, acesso a serviços de subscrição trancados atrás de mais serviços de subscrição e eu mortinho por ir assinar por baixo, microtransacções em jogos de 60€, e os doentinhos ainda a dizerem que não preferem outra coisa! E depois os outros é que são cegos face a esta maravilha!

      Se algum dia se perceber esta doença… há realmente muitas pessoas que se precisam de reavaliar.

    • Caro Janaina.
      Se tens argumentos apresenta-os. Mas nem penses em entrar por este caminho.
      A argumentação dá direito a discussão e troca de ideias. Acusação sem argumentos contraditórios é a arma dos fracos e este tipo de comentários não são bem vindos aqui.
      Há até ao fim do mês uma aceitação de artigos de opinião dos leitores, e todas as opiniões, desde que fundamentadas são válidas. Há que se respeitar a opinião dos outros e quando muito argumentar com dados, caso se pretenda contrariar algo.
      É um artigo que fala da opinião do leitor face á situação da Xbox, e se gostavas de um igual com a perspectiva do outro lado, relembro que até ao fim do mês podem indicar a pretensão de enviar algo para eu analisar e, eventualmente, publicar.
      Desde que baseado em factos és livre de participar.

      Obrigado, e vamos manter o diálogo saudável nos comentários.

      • Mario

        Não estou a discorda do que esta dizer , só peço que observe bem minha resposta.
        Da entender que quando alguém discorda de alguns pontos de algumas pessoas vem a dar uma resposta ríspida.(Já é a segunda vez com minha pessoa)
        Discordar e argumentar são totalmente diferente não concordo com o tom que foi posto o artigo mais não disse que de todo esta errado, chamei o mesmo de Fanboy simplesmente por histórico da e minha avaliação sobre vários post do mesmo.
        Enfim não vou me prolongar e nem tomar este caminho que esta a dizer só acho que observar a rispidez e acidez não só da minha parte é legal para o fluxo, não acho que é algo pessoal mais apenas observe também a postura destas pessoas e não apenas se dirija a uma como se fosse errada, espero não estar sendo um tipo de exemplo pois falo sobre base e se eles acham que estão com razão dentro do assunto por que não posso estar correto sobre a minha opinião ?
        Enfim não quero mais falar sobre isso e espero sempre manter o dialogo claro e vou continuar a pontuar caso veja postura de preferencia e ataques uma empresa por parte de alguns usuários .
        Obrigada e boa semana

        • Janaina… eu vejo os comentários no painel de controlo da PCManias. Não vejo a sequência de diálogos, mas apenas a ordem de entrada das mensagens.
          Isso tem vantagens e desvantagens!
          Posso ter a desvantagem de chamar a atenção a alguem que não começou, mas tem a vantagem de perceber quantas conversas começam a sair do tópico. E quando acho que já há demais chamo a atenção!

          De resto fica ao aviso que estou a cortar mensagens. Se a mensagem não trouxer algo de útil à conversa, com argumentos novos, mas apenas algum tipo de piada ou insulto a outro utilizador, estou a cortar a mesma.
          E estou a trabalhar em ver se da mesma forma que há um sistema de contagem de pontos para retirar a moderação, arranjo um que trabalhe em sentido contrário e a tire quando há mensagens eliminadas de um utilizador.

          • Otimo so apenas o avisei pois como disse foi a segunda vez que me chama atencao, e deu aparecer que estava errado, e alguns ultilizadores usam de termos pesados e ofensivos e nao vejo a mesma postura, espero que sirva para ambos os lados pois como disse opinioes e argumentacoes é diferente de ofensas isso tem que ser bem claro na sua iterpretacao para nao cometer injustica com nehum utlizador. VLw

  8. Janaina, concordo que em alguns pontos o José tenha exagerado, mas há coisas válidas escritas por ele, porém devo concordar contigo que o mesmo defende com afinco a Sony, que faz com que seu artigo fique um pouco em xeque.

    • Edson um artigo totalmente escrito a por o console da concorrencia em xeque, se estou a falar dele e o @netto por historico passados, e posso lhe afirmar que este artigo nao foi feito para mostrar a situacao do mercado em si, masi sim para denegrir a imagem da consola. lamentavel ver que pontos chegamos, Nao tenho o console da MS mais sou justo em relacao a sua importancia no mercado. Infelizmente esta doenca contaminou esta geracao.

      abracos

      • Menina vc precisa parar de ficar me citando nesses seus delirios de razão, o josé fez uma analise parcial, sim, mas o fernando também agiu da mesma forma dai vc veio e defendeu um dos lados, o que escrevi foi que todos (sony e microsoft) tem erros e acertos, na minha opinião a visão dos dois são parciais assim como as suas janaina, a partir de hj eu não mais perco o meu tempo com vc, pois vc esta dando claros indicios de fanboy da mic, o mais engraçado de tudo é que vc tem PS4, comprou pra falar mau da plataforma?

        • @ Netto quanto mais nega mais fica claro a evidencia referente a voçe e o Jose galvao com este artigo, aconselho a fazer um curso de texto. Nao precisa me responder mais estarei aqui expondo a opiniao conforme ” O texto tao claro citado acima. Ja te falei nao leva para o lado pessoal e ja te disse tambem inveja sobre a resposta de alguns aqui fica feio. Fica sossegado que so irei responder quando ver que estao a falar asneiras. Passar bem meu caro.

          Por favor nao caia em contradicao fica mais feio ainda para vc chamar alguem de Fanboys estar a ter teto de vidro caro amigo.

  9. Parabéns Mario por abrir espaço para leitores escrever artigo!
    Igualmente José Galvão pelo artigo, em alguns momentos não concordo com algumas coisas mas no geral concordo com muitas!

    Eu não sei porque estão atacando o Jose Galvão, em nenhum momento ele falou mal do xbox, Xbox 360, e bateu forte no Xbox One e Microsoft mas tudo muito bem explicado e argumentado, isso não é ser fanboy.

    Eu estou sem notbook, e a parte que você disse que Xone era para ser console e não multimídia tem totalmente razão, esse artigo eu li pelo meu Xone, youtube estou vendo pelo Xone.
    Posso dizer sem duvidas que é muito ruim fazer essas coisas pelo console, nem perto da praticidade de um pc.
    Consoles precisa ser feito para jogos, e não para qualquer outra coisa, concordo muito com isso.

    O que a MS iria fazer no começo do Xone era contra princípios morais dos consumidores, eles mudaram porque o mercado reagiu e ainda reage pois o xone apesar de vender bem não vende como o esperado.
    Algumas pessoas esquecem o que a MS queria fazer, outras não como o José Galvão.

    Kinect obrigatário, sendo que seria de suma importância para o Xone empresas produzindo jogos para o mesmo, e simplesmente do nada mudam isso, falta de respeito com produtoras, e com quem foi obrigado a comprar esse elefante branco.

    Eu nunca me arrependi de assinar a live, porém ele tem razão que foi uma abertura para começar a cobrar tudo tudo dentro de um jogo, e cada vez mais piorando, Season Pass de Fallout 4, está 195 reais, o jogo encontra nos grandes varejos por 150 reais, olha o ponto que chegou!!
    E tudo começou com a live paga, porem é indiscutível a qualidade da mesma.
    E nos jogos de graça próximo mês entra Sunset Overdrive, está dando um banho na concorrência nesse sentido de oferecer melhores jogos.

    Quanto a jogos concordo 50% Halo e Forza está sendo explorado demais, porem a MS tem outros jogos, Ori, Sunset Overdrive, Quantum Break, Viva Pinata, Gears, Allan wake, etc..
    E está saindo todos esses para o Xone, do mesmo jeito que foca muito em Halo e Forza outros jogos também estão saindo.

    Outra parte que concordo quase todos os consoles que ganharam a geração não era o mais potente, tinha outros atrativos, o Ps4 lidera por ser um bom console e por não ter errado quando fez um console para jogos.
    Já sua dona Sony, essa é do mesmo saco que a MS, é só ver a surra que eles estão levando em jogos de graça e não se importa, e outras coisas.

    Agora uma ultima coisa e isso minha opinião, no Brasil a MS oferece uma assistência melhor, e entre Xone e PS4 eu prefiro quase tudo no Xone.
    Controle, conquistas, live e os jogos, principalmente meus amigos da live, não trocaria meu Xone por um PS4 de forma alguma.
    Mas com certeza gostaria de ter um PS4!

    Parabens pelo artigo concordo com muita coisa!

  10. @Janaina
    Não sou de atacar ninguém ou simplesmente chamar de fanboy alguém que não concorda com minha opinião!
    O texto do José Galvão muitas coisas eu concordo outras não.
    Você simplesmente chamou de fanboy então se puder responde as coisas que você não concorda com o que ele disse, usa algum argumento para defender as pautas que ele colocou, e não simplesmente o chamar de fanboy, faça as pautas e responde o porque você não concorda e responde.

    O Fernando fez isso argumentou e muitas coisas concordo com ele, outras não, por mais que nessa geração ele prefere o xone e o José Galvão o PS4 os dois argumentaram, o Fernando pautou os principais pontos e respondeu da sua forma, e não simplesmente chamou Jose de fanboy como você esta a fazer.

    Não vou dizer as coisas que concordo com o Fernando pois seria repetir as mesmas coisas que ele já disse, mas eu concordo sim com uma boa parte!!

    Mas dizer que tudo é de graça não presta eu discordo totalmente, infelizmente no Brasil para ter uma educação, saúde, proteção etc..
    Precisa ser pago de graça n~~ao se tem isso, no Brasil é assim que funciona…

    Ele disse que a live dele nunca ficou fora do ar, a minha já ficou algumas vezes, aquele ataque nos servidores no Natal, o mês passado muitos ficaram o dia todo sem poder jogar pois os jogos que compramos na live não estava abrindo…..

    Tudo que é mais caro é melhor? tudo que é pago é melhor?
    Quanto mais pagamos mais eles exploram já dei o exemplo da Fallout 4 que o Season Pass esta mais caro que o jogo, isso não é normal.

    Tomb Raider eu ainda não tinha comprado e semana passada consegui uma promoção no site submarino por 74 reais já com o frete, vou dizer que ele é pior do que o Season Pass de Fallout 4 porque esta muito mais barato o jogo completo do que algumas dlc?

    José disse que MS só foca em Halo e Forza, 50% tem razaão pois todo ano tem um Forza e um Halo, mas esqueceu dos outros jogos…
    O Fernando disse que Forza Horizon não pode ser comparado com Forza Motosport, como não se leva o nome da série, para fazer propaganda pode, Forza Horizon, é Forza se não fosse teria outro nome simples…

    Não nesse artigo mas o Jose fala que a MS matou o Xone, pelo contrario, na minha opinião o Xone nunca esteve tão bem, Jogos excelentes, jogos de graça com qualidade todo mês, um suporte muito bom da MS no Brasil.

    E sou risada também quando alguém me diz que o PS4 é melhor que o Xone, porque pra mim o Xone é o melhor, hardware é apenas mais um item dentre muitos que levo em consideração, ele perde em hardware, e no resto ganha em tudo isso pra mim!!

    Sony e MS são farinhas do mesmo saco, porem no Brasil a MS oferece melhor suprte.
    Se sair um Ps4k vai ser mais um tapa na cara entre muitos que a Sony já deu na cara de seus consumidores!!

    Meu amigo isso vale pra ambas, em casa de ferreiro, espeto de pau!

    • Karneiro, só uma observação… Concordo que há Halos e Forzas demais, e gostaria de ver a equipes first-party da Microsoft fazendo coisas diferentes, mas dizer que Forza Horizon e Forza Motorsport são o mesmo jogo só por conta da palavra “Forza” não é correto…

      Pelo seu raciocínio,Mario kart, Mario Golf, Mario Tennis é tudo o mesmo jogo, afinal carregam o nome “Mario”

      Não é o nome que importa, e sim como é o jogo que você vê na sua tela… Forza Horizon e Forza Motorsport são jogos de corrida, mas com diferentes propostas, como acontece com Driveclub e Gran Turismo. Ambos carregam a marca Forza, e tem a mesma engine, mas um jogo é um arcade em mundo aberto, com historinha, festivais de música,etc e o outro se concentra na simulação. Além disso são feitos por equipe diferentes(Turn 10 e Playground Games)…Simplesmente não consigo vê-los como o mesmo jogo só por conta de uma palavra.

      • Também acho que não são. Isso nem se discute.

      • O que eu quis dizer é que o nome Forza esta sendo levado a exaustão!
        Não importa se um é simulador ou se outro corre no meio do mato, o jogo chama Forza e é de corrida, sua comparação com Mario, golf, Mario Tennis não tem nada vê…

        Eu concordo que Horizon é diferente do Motorsport, mas ambos são Forza, ambos são de corridas.
        E todo ano saindo um Forza começa ficar enjoativo como já esta!!

        Forza é Forza não importa se um corre no mato e outro em circuito fechado!!

        Acho isso, são propostas de jogos diferentes, mas são jogos de corrida e tem o nome Forza!!

        Assassins Creed se passa em lugares diferentes mas as pessoas se cansam de ver esse nome todo ano, é isso que eu quis dizer!

        PS: Mario talvez seja o maior ícone dos games, Mario Kart e Mario Golf diferente um do outro!!

        Seria a mesma coisa dizer que os jogos que levam o nome tom clancy são iguais, tom clancy The division é igual tom clancy rainbow six siege, bom acho que não!!

        Forza no meu ponto de vista sim, porque é jogo de carros não importa se é no mato ou circuito, as pessoas cansam de ver o mesmo nome todo ano!!

        • Dizes e dizes bem. Os jogos são tão diferentes como um Halo Wars é de Halo (bem, talvez não tanto), mas o que está em causa é que ambos os jogos estão associados ao franchising Forza. São variantes distintas, mas não deixam de explorar o mesmo universo.

  11. Na boa, nesse momento deve haver pessoas na Microsoft dando pulos de alegria sobre os boatos do PS4K e já pensando em qual a estrategia para denegrir a imagem da Sony se o rumor é verdadeiro, como cada vez mais parece, afinal rumor que surge simultaneamente em vários sites e depois de quase uma semana não é desmentido tem alguma verdade.
    Se eu fosse alguém na Microsoft, resistiria à tentação de lançar o novo hardware, reforçaria o compromisso com os clientes do Xbox One e os jogos em desenvolvimento, reduziria mais um pouco o preço do console atual e seguraria até o fim de 2018 para lançar um produto bem melhor. Provavelmente seria a maior entregada de jogo da história dos video-games.
    Digo isso, pois acredito que a aceitação desse novo console será mínima e muita gente se sentirá feito de palhaço, ainda mais o pessoal que está esgotando as unidades do PS-VR nas pré-encomendas e o pessoal que comprará agora no lançamento de Uncharted 4, que provavelmente roda melhor no novo console.
    De boazinha defensora dos oprimidos à velha e gananciosa Sony dos anos 90 e 2000. O sucesso sempre sobe à cabeça.

    • Denegrir?
      A primeira a falar de upgrades foi a Microsoft. Vão denegrir os outros só porque se adiantaram?
      Quem vai denegrir a Sony são muitos dos utilizadores da própria marca, a Microsoft essa vai é arranjar maneira de fazer o mesmo, mas numa consola ainda mais potente.

      • Sim denegrir, como a Sony fez na época pre lançamento. A indústria é um jogo de oportunismo. A Microsoft soltou no ar uma possibilidade para o futuro, não disse que faria. A Sony não se manifestou, mas os rumores que se intensificam todo dia dão conta de que já tomaram sua atitude.
        É um jogo de oportunismo, se o mercado reagir mal, eles tem a chance de desconstruir a imagem da rival e não seria difícil.
        Eles podem muito bem alegar que o foco é o Xbox One e para quem quer os mesmos jogos com gráficos em 4K nativos, eles apóiam o PC com os exclusivos.

        • Parei de ler seu comentário quando vc disse “rumores”.

        • Uma possibilidade???
          A Microsoft já suporta o PC com os exclusivos Xbox… Para todos os efeitos o upgrade já existe lá! E bem maior que o da Sony! Só não criticável da mesma forma porque não há um lançamento de uma nova consola e quem já possui um PC não precisa de comprar mais nada!
          Mas o certo é que quem tem telhados de vidro não pode atirar pedras! E a Microsoft foi a primeira a coloca-los!

    • @Fernando

      Ainda estou a digerir aquela tua pérola de que a filosofia capitalista da Microsoft é uma coisa boa, mesmo que seja prejudicial para nós consumidores, o importante é que esta faça dinheiro de qualquer forma, e porquê?
      Porque as companhias existem para fazer dinheiro certo?

      Acho que as companhias de hoje cobram-nos mais dinheiro por menos conteúdo que nunca, o que acho revoltante, mas nem toda a gente pensa assim, pessoas como tu estão ok com isso porque acham que estas companhias estão no seu direito reter conteúdo para vender como dlc, cobrar microtransações num jogo de 70€ e outros esquemas para gerar receita fácil e porquê?

      Porque as companhias existem para fazer dinheiro.

      Aparentemente o argumento de que as companhias existem para fazer dinheiro é uma desculpa esfarrapada para tudo de mau que uma companhia faz, como se isso fosse algo de nobre que temos que respeitar em vez de gritar treta quando a vimos, mas pelos vistos esse argumento que exibes de forma confiante, e com a convicção de que valida tudo… mas não valida.
      É um argumento vazio, fútil, usado por pessoas incapazes de pensamento independente, basicamente é o mesmo que dizer que os meios justificam os fins, como se fosse por uma boa causa, mas quando essa boa causa usa métodos questionáveis, deixa de ser uma boa causa…
      A Microsoft a fazer dinheiro não é uma boa causa, uma demanda pelo bem, não estão a curar doenças, a acabar com as guerras ou a fazer algo de útil com os seus objectivos, porquê então, é que o caminho para fazerem dinheiro seja ok?
      Mesmo que seja verdade, que as companhias existam para fazer dinheiro, isso não os torna isentos de critica, as drogas existem para fazer dinheiro, tráfico humano existe para fazer dinheiro, desde quando é que fazer dinheiro se tornou num ideal tão glorioso que lhes dá carta branca para tudo e mais alguma coisa?
      E desde quando é que ter um propósito se qualifica como uma boa defesa?
      Os virus existem para se auto-replicarem, mas dirias a um médico para não curar a tua doença porque ele existe para te debilitar?
      A resposta a um ataque terrorista deve ser a de total complacência porque os terroristas existem para nos fazer pensar como eles?

      Não existe mal nenhum em querer fazer dinheiro, a Valve é uma companhia, a Valve gosta de fazer dinheiro, e eu não fico chateado com isso porque fazem-no respeitando a comunidade e de forma transparente sem os jogadores gritarem falta.
      É possível fazer dinheiro sem ser um cretino desprezivel, que é o que me irrita quando pessoas como tu tiram da cartola o argumento de que estas companhias existem para fazer dinheiro, sim, existem para fazer isso mesmo, mas não de uma forma que não castigue os consumidores com drm, microtransações, dlc excessivo.

      Esse tipo de coisas pode não te incomodar, podes ser feliz em comprar DLC que já devia vir com o jogo e outras práticas capitalistas para o bem da empresa (não para o teu), tudo bem , estás no teu direito, sê o consumidor que quiseres ser, não tenho qualquer problema com isso, mas ao menos percebe que só porque tu estás de bem com isso, não significa que os outros estejam, nem esperes que todos marchem ao som do teu tambor na parada dos fãs leais porque estas companhias só estão a fazer o seu trabalho, mas existem formas de fazer esse mesmo trabalho respeitando o consumidor, tratando-os com a mesma lealdade com que são tratados.

      As companhias existem para fazer dinheiro, não têm é que roçar os seus ”tomates” na nossa cara enquanto o fazem.

      • Essa é a graça do capitalismo, competição. Se não está satisfeito com um produto tem o concorrente para te agradar e onde uma falha a outra faz melhor e vice versa. Ninguém é obrigado a aceitar nada, mas cada ação tem uma consequência. Cobrar a live fez a MS lucrar ebter dinheiro para comprar exclusividades, fazer novos IPs e oferecer melhores experiencias online.
        Ninguém precisa concordar com tudo, mas de acordo com o ponto de vista existem benefícios em várias atitudes consideradas ruim.
        E eu ainda acho que 59 dólares anuais na live é melhor que 400 dólares a cada 3 anos emm console novo.

        • Tipico argumento de quem não tem argumentos:

          ”Ninguém é obrigado a comprar, só compra quem quer”

          Até lá a podridão acentua-se…

        • “E eu ainda acho que 59 dolares anuais na live é melhor que 400$ a cada 3 anos
          em console novo”
          Fernando, devias ter mais cautela pois não passam de rumores sobre o PS4K, vc já afirma que isto vai acontecer, e se não vier acontecer? Nada muda exato, mas é sempre melhor ter cautela, lembro dos rumores sobre os lançamentos dos novos consoles nos quais os rumores apontavam um Xbox720 com duas GPU’s, uma inclusive dedicada a Ray Tracing, lembras, quando lançou não era nada daquilo.
          É sempre melhor comentar em cima de algo concreto

          • Lemambro muito bem sestes rumores. Se falava ate numa PS4 com o CELL bemm parrudo com 14 SPeS só que infelizmente esse incrível processador morreu com a PS3 🙁 https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cell_(microprocessador)

          • Chips de raytracing, PS4 com CELL 2.0 e outros chips doentios, me lembro desse rumor e sabe de onde veio?
            Do misterxmedia.
            Estamos falando aqui de uma notícia adiantada por 3 fontes que possuem contatos e provas de notícias anteriores confirmadas.
            Não comento boatos do misterxmedia como verdade, mas do Wall Street?
            E a Digital Foundry que consegue entrevistas com arquitetos de console e outros engenheiros de software da indústria que afirma já saber que o console existe eliminando a palavra rumor?
            Ou por acaso a Digital Foundry só é confiável quando diz que um jogo tem resolução menor no Xbox One?

          • A Digital Foundry e o Wall Street serão confiáveis quando souberem do que falam.
            Ambos referem que a PS4.5 existirá… e aí ninguém tem dúvidas.
            Mas nem um nem outro sabem dizer o que a consola é. Aliás o Digital Foundry/Eurogamer fez um artigo sobre a consola onde define 3 hipoteses sobre a mesma.
            Ora aqui na PCManias tambem ninguém nega a existência desta consola, apenas se acha que a única hipotese plausível para ela é a explicitada nos nossos artigos. Ou seja, a terceira hipótese da Digital Foundry.

          • O que disse e que enquanto não houver uma divulgação oficial da Sony fica difícil argumentar assuntos com base em rumores, se é verdade isso ou não logo saberemos, enquanto isso seus argumentos são inválidos pelo menos pra mim.

  12. Rumor,hipoteses, boatos podem definir o que acharem melhor, se a mesma for lançar uma versao um pouco melhorada ela ira fazer sem alguns querendo ou nao.
    Ao contrario de muitos fans de marca a mesma visa lucro esta pouco se importando com o seu publico que ja adquiriu o ps4 tradicional.
    Pelo lado comercial acho que esta certa precisa lucrar mais, mais vamos epserar a mesma se pronunciar , acredito que na E3 deste ano teremos novidade.

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