Phil Spencer clarifica as suas palavras sobre os upgrades da Xbox One

Nunca é bom quando um responsável de uma empresa não é claro naquilo que diz. No entanto Phil Spencer tem a hombridade de admitir quando diz disparates, e é isso que o distingue de muitos outros.

Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência.

Augusto Cury – médico, psiquiatra, psicoterapeuta, doutor em psicanálise, professor, e escritor brasileiro

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Phil Spencer é o responsável pela Xbox One. Mas acima de tudo é um Gamer e é… um ser humano. E erra!

No entanto Phil reconhece quando erra, e é isso que, mais uma vez o distingue.

Dado que hoje publicamos aqui um artigo sobre as suas declarações relativas ao upgrade da Xbox One, não há timming melhor que o próprio dia para rectificar as mesmas.

Na apresentação de Pirmavera que a Microsoft organizou e da qual falamos na notícia da manhã, Phil Spencer deu a entender a possibilidade de uma inovação no hardware mais rápida para a consola Xbox, e que criou uma certa apatia nos fans da XBox.

Mas agora Spencer veio explicar melhor o que queria dizer, reconhecendo, acima de tudo, que como humano que é, também diz disparates que acabam por ser mal interpretados.

Começamos esta discussão a 15 de Janeiro e estou sempre a receber feedback da comunidade gamer pc. Alguns tem vindo a dizer “mantenham-se fora daqui. Phil és um idiota”. Eu leio os Tweets e à vezes digo coisas que não são as mais inteligentes de se dizerem, mas eu ouço. E posso dizer isto: Somoa a Microsoft: Fizemos o Windows: O sucesso do gaming no Windows é incrivelmente importante para nós.

Phil Refere ainda sobre o Steam

O sucesso do Steam no Windows é incrivelmente importante para nós. Eles são um dos mais importantes criadores de software que temos no Windows. Penso que ter a Microsoft a levar a sério os jogos no PC é um esforço estratégico para nós que é bom para o Windows Gaming.

Quanto à questão dos upgrades, eis as palavras de Phil


Na apresentação queria levantar-me e falar da nossa visão, que é a longo prazo. As pessoas perguntaram-me já: Vão fazer outra consola? E eu respondo que espero que sim. Mas porque digo que espero que sim, e porque não digo apenas SIM? Estou num trabalho onde me baseio em decisões baseadas na realidade de hoje. Nem sempre posso prever o fututo. Mas se pensar na nossa estratégia, então estamos prontos, a estratégia é uma visão a longo prazo que inclui multiplas gerações de hardware tanto na consola como no PC.

O Feedback que recebo… Se eu vou abrir a consola e começar a fazer upgrade a pelas individuais? Esse não é o plano. Há algo de muito especial sobre o que se passa numa consola. É uma espécie de electrodoméstico. Que se liga à TV. Funciona mal se liga. Não é algo que se venda com uma chave de parafusos para abrir.

O que quero dizer +e: As inovações no hardware acontecem, querem que as pessoas as acolham no espaço consola, e torna-las disponíveis, e talvez não ter de esperar sete ou 8 anos para que isso aconteça. Mas agora, obviamente que não estamos a anunciar novo hardware. Estou feliz com a consola que temos, e a plataforma que criamos em cima dessa consola, e a constante inovação e os jogos que existem. Mas como uma afirmação de longo prazo, quero garantir que as pessoas entendem o que estamos a fazer é bom para a consola, para além de ser bom para o PC.

Parece agora claro que a ideia da Microsoft não é lançar novas consolas a curto prazo, mas sim diminuir o espaçamento de tempo entre o lançamento de consolas, sem quebrar o suporte à que já existe.

E essa situação nada tem de polémico.

No entanto Phil Tem de ter cuidado com as palavras. O passado da Microsoft nesse sentido está cheio de más escolhas de palavras, e o mercado reage sempre que novas “asneiras” saem a público.

Seja como for, é por estas situações, e estas posturas que demonstram que Phil é acima de tudo um Gamer como nós, e é pela clarificação de situações e hombridade de admissão de erros, que tenho uma séria admiração por este senhor.

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Readers Comments (47)

  1. Basicamente, é o que discutimos bastante, essa geração da muitas evidências de que não será de 7 ou 8 anos e como a Microsoft está para tras com o Xbox One e tem grana para investir talvez venha antes para uma nova geração. Estamos em 2016, eu acho que 2017 é o último do Xbox One antes de um sucessor. Não é uma má decisão, eles não precisam morrer abraçados no console que receberam de herança do Don Mattrick e Steve Balmer por melhor que tenham feito para melhora-lo. A Sony também terá um PS5 em algum momento e seria inteligente da parte deles se o PSVR for compatível com um novo console.

    • E achas bem que a XO tenha pouco mais que 3 miseros anos de vida?
      Estariam a dar a entender ao consumidor que em relação à concorrência, o produto deles dura cerca de metade.

      • Lançar uma nova consola em 2017… nem sonhar!
        Quando refiro que se aceita uma geração menor não se fala de 3 anos. Consolas novas a cada 3 anos é basicamente mais do que muita gente faz em termos de atualizar o PC. Para mim esse período é inaceitável!
        Mais ainda, se a Microsoft lança daqui e passado ano e meio a Sony lança, ao ritmo da evolução a cada lançamento a consola concorrente está ultrapassada. E teriamos upgrades a cada ano e meio…
        Isso seria de loucos…

    • O que entendi do que o fernando disse, é que em 2017 seria o último ano de suporte como vemos hj ao Xone, neste mesmo ano anunciariam a nova plataforma e a lancariam no ano posterior, sendo lançado em 2018 o novo xbox, o xone já teria 5 anos completos o que acho razoável dado a situação atual dos consoles (fracos em relação ao PC), eu acredito que a sony não deva pensar muito diferente disso ai, pois acredito que em no máximo 2019 já tenha muita info também sobre o novo PS.

      • Em 2013 tivemos Beyond Two Souls, The Last of Us, Tomb Raider, na consolas da geração passada. E essas consolas continuam a receber títulos ainda este ano, quando estão prestes a completar 10 anos.

        Se a Xbox ONE perder suporte em 2017, é péssimo.

        Acho que a Sony, pelo menos nas palavras da divisão do UK teve uma linha de pensamento semelhante, embora não tão radical.

        Mas acho que ambas estão erradas.

        O que levou a que a geração passada fosse um fracasso para ambas as companhias?

        (É que, à excepção da Wii, que não podemos analisar nos mesmos moldes das outras duas consolas, nenhuma conseguiu atingir o legado da PS2.)

        Preço, lançamentos conturbados, podem tudo ter sido fatores… mas este ano deparamo-nos com uma informação interessante… Muitas consolas foram vendidas a pessoas que saltaram à frente a geração passada!

        E só a título de curiosidade, a PS2 deixou de ser produzida em 2013! O que significa que ainda vendia até esse ano!

        Aposto o que quiserem que a PS3/Xbox 360 não terá tanta sorte.

        E isto porquê? Porque a geração passada foi lançada muito conturbadamente sem nada que fizesse as pessoas dar o salto.

        Mas esta geração foi lançada quando os próprios clientes estavam a querer novas plataformas e mais dispostos a aceitar novas plataformas.

        Se essas duas companhias ainda não perceberam que é necessário criar vontade no mercado para dar o salto, então estão a cometer um grande erro.

        • Mas para qual tipo de consumidor se vendia o PS2 em 2013? Certamente para um mercado pequeno ou daqueles que a Sony não considera essencial como o brasileiro onde ela lançou o PS3 oficial quasse 5 anos depois. Hoje em dia, após as empresas se tocarem que tem que lançar o produto em todos os lugares a coisa é um pouco diferente.
          Tem outra coisa, o PS2 teve alguns dos melhores jogos já feitos assim como Xbox 360 e PS3 também.
          Eu ainda estou tentando saber qual é o clássico dessa nossa geracao atual, de verdade.
          As pessoas falam muito de Bloodborne que eu acho um ótimo jogo mas de verdade eu penso que tentam fabricar um clássico com o nome desse jogo pela carência. A Sony é conhecida pelo trabalho de seus estúdios e grandes exclusivos e passou 3 anos e até agora os seus estúdios não mostraram o por que da fama.
          Não que não existam jogos bacanas nessa geração, mas sinceramente, ta faltando aquele game que repita a sensação de Gears Of War, Uncharted 2, Mass Effect.
          Seria irônico se esses games fosse Uncharted 4, Gears Of War 4 e Mass Effect Andrômeda.

          • @Fernando

            Não sabia que a suposta falta de exclusivos da PS4 criava a ilusão de que o Bloodborne é um clássico, essa é nova…
            Uma coisa é certa, goste-se ou não do Bloodborne, a opinião é unânime, é um clássico absoluto, agora que tu não gostes ou não reconheças é uma coisa, certo mesmo é que a XO com todo aquele line-up explosivo, o melhor da sua história, ainda não produziu um único clássico sequer.

            Para que percebas a razão pelo que os estúdios da Sony ainda não entregaram ”nada”, tem um motivo muito simples, e prende-se com o facto de que a Microsoft foi a primeira a abandonar a sua anterior consola, a 360 que praticamente deu o ultimo sinal de vida, em termos de exclusivos relevantes, no inicio de 2013 com o Gears of War Judgement, já a Sony?
            Bem a PS3 ainda teve direito a mais um God of War, Gran Turismo e um marco da geração passada, The Last of Us.

            Ou seja…é normal que a Microsoft tendo sido a que mais cedo abandonou a sua consola, seja a que mais cedo entrega jogos na geração seguinte, e mais fácil se torna quando se compra metade dos exclusivos a terceiros e a outra metade é reciclada.

            Se não percebes porque é que o maior e mais talentoso grupo de estúdios do mundo ainda não entregou e ainda não fez juz à sua fama, então não sei o que te diga, e além do mais, na Sony faz-se aquela coisa desconhecida para os lados da Microsoft, IP’s novos, coisas novas, não mais do mesmo que já está mais que mastigado, e isso, demora tempo, mas eu pelo menos (e penso não estar sozinho) aplaudo tal forma de estar, algo novo, variado, adulto, não algo novo que sabe a velho derivado sempre dos mesmos géneros e para um público teen.

            Em relação ás tuas contas, 5 anos?
            Segundo tu próprio seria benéfico para eles lançar em 2017, e na matemática do meu planeta são 3 anos não 5, a XO saiu no final de 2013, praticamente não conta, saiu no final de Novembro e só para alguns paises escolhidos tal o elitismo, depois tens 2014 (1), 2015 (2) e 2016 (3), se a nova sair em 2017 podes contar com 4 anos, mas dado o historial da Microsoft, já estaria totalmente voltada para outras paragens a fazer mais do mesmo.

          • Do tipo que paga que é o que importa.É preciso saber mais? O que sei é que eu passado 3 míseros anos após o lançamento da PS2 teria sorte se encontrasse um jogo para a PS1 à venda num retalhista. Hoje, ainda encontro muitos jogos PS2 à venda entre novos e usados (mas não PS1). A consola ainda tem alguma relevância e a Sony está a ser inteligente ao tentar capitalizar esse público.

            Eu diria que o lançamento da PS4 mostrou bem a capacidade da Sony nesse departamento. Afinal o lançamento foi um sucesso e em muitos mercados.

            A mim bastou-me Killzone SF, Sunsett ou Infamous SS para dar aquela sensação que Uncharted me deu. Drivcelub então foi aquele momento WOW (quando o jogo finalmente ficou inteiro).
            E aos milhões de pessoas que têm levado a consola da prateleira das lojas… acho que não sou o único.

            Não sei. talvez seja por nunca ter jogado num PC na vida, que consiga ver a melhoria notória que houve entre esta geração e a anterior. E sobretudo do quão cedo essa melhoria se implementou. Não foi assim com a PS3. Sim a melhoria estava lá, mas a vontade de dar o salto não foi tanta como nesta. Isso só mudou quando pus as mãos em Uncharted pela primeira vez.

            Nesta geração já nem sei em que mão contar os jogos que já me venderam a geração: Fallout 4, Batman Arkham Knight, Infamous SS, AC Unity, Star Wars Battlefront, etc…

            Não se pode dizer que estes jogos não representam um salto face ao anterior (ainda por cima eu que antes do trailer do fallout 4 andei às voltas no terceiro, consegues imaginar a diferença?)

            Por isso fico parvo quando me dizem que as consolas são fracas. Sim, o PC faz melhor, mas pelo preço que custam as consolas servem-me bem.

          • Tocas num ponto curioso. É que realmente só pode apontar defeitos às consolas quem tem a noção do que os PCs podem (teoricamente) fazer.
            A ignorância nesse ponto acaba por ser uma tremenda benesse.

          • Concordo contigo Fernando,compartilho do mesmo pensamento,pois a Naughtydog sabe que Uncharted 3 foi um Fail para a serie,so nao encherga quem nao quer.Pode ser um bom jogo mas ficou devendo em muito em comparacao ao U2.Santa Monica so tem God of War que para mim joguei somente o 3 e achei o jogo muito linear e um massacre de botoes uma evolucao e copia discarada de Devil May Cry do PS2.sempre tive consoles Sony e Nintendo e desta vez fui de Microsoft e Nintendo e estou curtindo muito meu Xbox,achei que nao ia gostar mas o console tem jogos que me agradam bastante acho eu que o Jose Galvao e o Bruno deveriam jogar um pouco no console e pararem de falar coisas sem nexo

          • Muito bom novas IPS mas olha lá, The Order 1886, nova IP mas não é dos estúdios mais talentosos do mundo. Bloodborne, nao saiu dos estudios mais talentosos do mundo. Killzone Shadow Fall, continuação, saiu do estudio mais talentoso do mundo e é fraco. Infamous SS, continuação, saiu dos estúdios mais talentosos do mundo e é mediano. Uncharted 4, continuação. Driveclub, jogo de carros mediano no consenso, fraco na minha opinião, recebeu uma chuva por DLC e virou o jogo de corrida da geração, claro só na cabeça dos fanáticos.
            Fora a Naughty Dog, me cita algum outro estúdio da Sony que seja unanimidade.
            Pela minha opinião pessoal Sunset Overdrive está no top 10 da geração, mas isso já é um gosto meu.
            Eu, por exemplo, acho que Metal Gear Solid V não é um jogo de 95 no metacritic.

          • Sinceramente Fernando. Tu continuas a avaliar os jogos pelo que tu achas deles. E se até aí nada de mal, tens de perceber que o que achas não se traduz na realidade da aceitação dos jogos pelo mercado mas sim e apenas da tua opinião pessoal sobre eles.
            Estes jogos são parte do sucesso da PS4, pelo que avaliarmos por aí são melhor sucedidos do que quaisquer outros.
            O que ainda me choca é que continuas a dar no Driveclub que jogaste no lançamento. Sabias que o jogo agora possui um modo hardcore que traz uma condução mais realista e que está em constante atualização e evolução?

          • Interessante que o metacritic desses jogos concorda bastante com a minha opinião. Será que eu e os analistas somos todos de mau gosto e na verdade são jogos espetaculares?
            Mediano não é ser ruim. O Driveclub acho fraco, mas como disse é considerado mediano. Contudo é interessante estarem melhorando o jogo, isso é de reconhecer, e aliás o jogo teve suas notas revistas e tem um 71 de média. Provavelmente o que ele realmente merece.
            Eu tenho a sensação de que vocês julgam os gráficos como a parte mais importante de um jogo, por que sinceramente existem jogos de corrida bem melhores do que Driveclub mas neles não chove do mesmo jeito e tambem nao fica de noite no meio da corrida.
            Da mesma forma, existem shooters a vontade bem melhores do que Killzone Shadow fall.
            Mas eu acho interessante você me criticar por dar minha opinião pessoal sobre esses jogos, apesar de apoiada por muitas analises pois o Bruno estava dando a opinião pessoal dele ao dizer que esses jogos são os que fizeram ele sentir a nova geração e não vi ninguém ir lá falar que ele ta julgando esses jogos pelo gosto pessoal.
            A opinião pessoal de alguém é ruim quando ela não está de acordo com a sua?

          • Ninguem está a criticar a tua opinião. É a tua e é tão boa como qualquer outra e nenhuma é melhor que outra!

            Mas tens de reconhecer que há várias coisas onde a bota não bate com a perdigota.

            Metal Gear Solid foi dos melhores jogos de 2015. Ficou em segundo na nossa votação e vendeu largos milhões de cópias, tendo sido nomeado para jogo do ano em quase todos os prémios e votações que existiram. De forma que alegares que este jogo não é jogo para a nota que teve não me soa bem!!

            Killzone Shadowfall é um shooter que nunca pretendeu ser o melhor. Mas que é muito, muito bom. Há no entanto quem não goste, e isso aceita-se. Mas isso não tira a qualidade do jogo! Não é por Battlefield ser melhor que COD ou vice versa, que o outro é mau. E é esse conceito que me parece que aplicas.

            Driveclub tem 71 de média… mas já viste as datas das votações? Esses valores refletem uma realidade que não é a atual. Aliás uma realidade que já não é realidade desde à muito, muito tempo. As notas revistas apenas refletiram o facto de online ter passado a funcionar, mas não as tremendas alterações que o jogo foi tendo ao longo dos tempos. Driveclub não é um produto estático… o que há hoje nada tem a ver com o lançamento. É um serviço e está em constante evolução e atualização.

            Gostam gostam… não gostam… são livres de o fazer. Mas para avaliares Driveclub tal como ele está necessitas de o jogar e ver… Não é dizer que o jogaste no lançamento na PS4 do teu irmão.

          • Olha opinião todos temos e devemos respeitar as alheias. Vou dar minha opinião sobre os jogos que o fernando opinou (talvez mesmo não tendo jogado o suficiente):
            1 – Killzone SF: Um dos primeiros jogos que joguei na Nova Geração, gráficos insanos, jogabilidade excelente, multiplayer excelente, o que ficou devendo um pouco mas nem considero defeito foi a forma que contam a estória do jogo, daria nota 8,5 fácil pra este jogo.
            2 – Infamous SS: Whoooo, best gráfics até hj, um dos melhores jogos da plataforma na minha opinião, novamente tem uma jogabilidade impecavel, tem uma história legal e fator replay já que é mundo aberto e a estória pode ser conduzida de duas formas, nota 9.
            3 – Driveclub: What a fuck, aqui realmente vimos a cg jogável, gráficos sem comparação (a não ser para os istas), comprei logo após o lançamento (já tinham resolvido o problema do online) não tinha chuva, mas cara, jogão, dos jogos de carro que joguei até hj (forza 5, project cars, need fort speed rivals) está ao lado de forza com os melhores, jogabilidade excelente também, sensação de velocidade insana, o som dos carros são simplesmente os melhores do mercado, inclusive melhores que os do forza, já falei dos gráficos,kkkk, contéudo muito bom pra época que o jogo foi lançado, hj falar que este jogo é só mediano e atestar que vc não jogou e esta julgando pela nota do metacritic quando lançou o jogo, nota 9,5.
            4 – The Order 1886: Aqui deixo meus pesames por quem o comprou, o jogo não me conquistou, libertade de ação quase zero, mecanica de shooter mau implementada, barras, enfim. Pra mim só os gráficos que se salvam, de resto, nota 5 (ao lado de ryse, os piores jogos que joguei nesta geração).
            5 – Bloodborne: Masterpiece, até agora o único jogo essencial nos consoles desta geração, impecável, gráficos condizentes com a geração, liberdade de combate excelente, som top, estória muito bem amarrada, dificuldade hardcore, enfim, esse jogo é 10 em todos os sentidos.
            Ta vendo fernando como a opinião diverde quando analisamos os jogos sem colocar nisso nossa predileção a plataforma x ou y.

            Obs: Dos (ex)clusivos do Xone, já joguei vários também, destaque positivo para:
            Deadryse 3 – 8,5
            Halo MCC (ainda exclusivo)8,5
            Sunset Overdrive – 9
            Forza 5 – 9
            Forza Horizon 2 – 9
            Maxx – 8,5
            Gears Ultimate – 8
            Rise of the Tomb Raider – 8

            Destaque negativo: Ryse – 4,5

            Killer?: jogo muito bom de luta, acima da média, já tenho até a segunda temporada, porem so muito ruim neste jogo.kkk

          • Tocas aqui num ponto que gostava de alongar.
            É que os exclusivos Xbox One são bons… muito bons. E muitos deles são, a meu ver, melhores que muitos da PS4.
            Nunca neguei ou pretendo negar isso. Mas a questão é que para reconhecer os méritos desses jogos não tenho de calcar os méritos de outros. Por exemplo, Halo 5 é melhor que Killzone… é sem dúvida (sou fan de Halo e nem sou um fan acérrimo de Killzone), mas Killzone é um excelente jogo. E não lhe tiro o mérito por gostar mais de Halo.

            O unico jogo onde não consigo encontrar paralelo na Xbox One é o Driveclub. Eu sempre gostei de jogos de carros, mas curiosamente gosto mais do estilo de Horizon do que de Motorsport. A parte arcada dá uma liberdade ao jogo que eu aprecio. Não há aquele realismo estúpido e elevado que nos dificulta o ganhar 1 segundo numa pista que nos leva ao desespero.
            Driveclub é a meu ver o Forza/Gran Turismo de quem não aprecia o realismo extremo e quer obter algo perto da simulação mas com um toque mais arcada. Acho-o perfeito, e com as modificações atmosféricas, as alterações gráficas, os carros e pistas gratuitos/as lançados, a física de pneus, os lobbies, os novos desafios, e o novo modelo de condução mais realista, o jogo tem agora um nível de qualidade incomparável com o que existia na altura do seu lançamento.

          • Bloodborne é um grande game, sua beleza artística é linda e muito detalhada a construção dos cenários pesada, sombria muito fiel ao período que o jogo retrata, para mim esse é o ponto forte dos jogos japoneses o designer artístico e grande parte dos games perderam essa característica. Para mim os gráficos são medianos a jogabilidade é boa, apesar de punitiva para os iniciantes, trilha sonora muito bem orquestrada e passa emoção ao momentos tensos e fortes do jogo, ainda destaco a parte do jogo chamada SONHO DE MENSIS, um cenário árido,inóspito, frio onde se vê uma luz de sol morna e sombras que dão ao ambiente o ar de ser um lugar de punição e castigo.

      • Exato, lançamento em 2018, exatos 5 anos de vida. Mais uns 2, anos com jogos compartilhados entre os dois consoles e pronto. Não precisa ter um console sozinho no mercado por 7 anos.

        • Ou seja, em Novembro de 2018.
          E aí nada a dizer… 5 anos é um período que considero aceitável dados os condicionalismos da atual geração! Torna-se necessário este periodo para fomentar a optimização do hardware e o desenvolvimento de técnicas para o futuro. A anterior geração durou 8 anos, e os resultados de tal estão à vista, basta ver Ryse of The Tomb Raider na 360 para pasmar com o que um hardware atualmente com 10 anos é capaz de fazer.

          • Na prática são 4 anos Mário, não 5, e 4 anos é péssimo, pelo menos para mim, 5 anos é o minimo dos minimos aceitável para a duração de uma geração, e falo em termos activos, com jogos relevantes a sair, não dos anos em que se mistura com uma nova geração e só recebe Fifas e afins.

          • Não estou a perceber. as consolas foram lançadas em Novembro de 2013
            Logo:
            Novembro de 2014 – 1
            Novembro de 2015 – 2
            Novembro de 2016 – 3
            Novembro de 2017 – 4
            Novembro de 2018 – 5
            Nessa altura as consolas terão 5 anos e iriam entrar no sexto.
            Nâo estou a perceber os cálculos que estás a fazer.

          • Na pratica são sempre 4 Mário, se de facto sair uma nova Xbox em 2018, achas mesmo que em 2018 ainda sai algo de relevante para a actual?
            É que se o historial da Microsoft é indicativo disso, imagino com as novas filosofias recentes, percebes onde quero chegar?
            A geração da PS2 durou 7 anos até sair a PS3, mas na pratica foi 6 porque a partir do God of War 2, a consola não recebeu mais nada de muito relevante, e friso este ponto, relevante.

          • A tecnologia x86 permite dar suporte a uma consola nova e uma antiga em simultâneo. Pode não ser possível para todos os jogos, mas muitos podem continuar a fazê-lo. Nesse sentido, suportar uma consola antiga é sempre mais fácil com esta arquitectura.

        • @Ewertom

          De facto o Uncharted 2 foi o melhor da série, mas isso não quer dizer que o 3 é mau, o 3 é de facto um jogo fantástico, e se aquilo é um fail, então coitados de todos os outros jogos de acção da geração passada, porque o Uncharted 3 ”fail” é mais jogo que muito jogo mas enfim.

          Essa do God of War é que não percebi muito bem, cópia descarada do Devil May Cry?
          Em que aspecto?
          Detalha lá isso que eu como fã das duas séries e tendo jogado todos os seus jogos, nunca vi tal coisa.

          Também não percebi essa critica ao estudio Santa Monica, o estudio que só cria GOW, e não percebo isso especialmente porque desta vez foste de Xbox, que é precisamente o lar dos estudios que só faz aquilo e mais nada, o lar da Turn 10 que só faz Forza, o lar da Lionhead que só fez Fable, o lar da 343 que só fez e só fará Halo, a sério que não percebi, aliás, de todo o teu comentário sem nexo, a única coisa que consegui apanhar foi mesmo uma tremenda ironia.

          Ah e outra coisa, eu tenho uma Xbox One, infelizmente…

          • De boa cara,se voce olhar na parte Tecnica(evolucao grafica do U2 pro 3 nao tem alteracoes)agora o enredo e direcao de enredo ficou muito ruim.Me desculpe cara pessoas apegadas em series demais nao enchergam erros.Agora voce questinar que onde se encaixa a copia de God of War com Devil My Cry,voce jogou o jogo no PS2?Pois voce sabia que esta serie foi a mais copiada daquela geracao.Olhe,observe e olhe de novo,Somente colocaram um cara em um ambiente diferente com um perfume grafico muito bom na epoca.Evoluiram sim mas a essencia foi usado pegando o embalo de Devil My Cry.Me desculpe se isto te machuca mas falta um pouco de visao gamer amigo.Mas como o Mario falou neste artigo acho eu que um bom gamer sabe quando um jogo e bom e um console tambem e bom e sabe apreciar de maneira racional as suas falhas,os da concorrencia tambem sao assim.Hoje vejo que poderia sem medo ter adquirido o 360.mas sem criticar a Sony.pois sabemos que esta e uma empresa de hardware e que em um momento pode errar.Para aprender com seus erros amigo e preciso admitir que errou e nao omitir o obvio.Ate mais.

          • God of war é tão cópia de Devil may Cry como Battlefield ou outro fps qualquer são cópias entre si. Partilhar um estilo não os torna cópias.
            E sim, uncharted 3 não é o melhor jogo da série. Mas não deixa de ser um colosso de jogo.

          • Desculpa de novo cara,voce jogou o Forza Horizon 2?caramba que jogo louco e nao comprei meu Xbox por causa dos exclusivos,tenho meu Wiiu aqui e este sim tem exclusivos bastantes interessantes que curto muito,e como ti falei desapega amigo parece-me que tu anda meio magoado com a Microsoft,nao colocando as qualidades deste console que voce queira quer nao tem qualidade,qualquer pessoa que entende de consoles sabe que o PS4 nao e uma maquina de sonhos e um console de jogos e que tem seus pormenores tambem.Tem falhas tambem e entao amigo nao idolatre….CURTA….Faz igual eu,vou adquiri-lo no dia de lancamento do U4.Nao fico metendo pau ou quando um posta algo que voce nao goste,critique mas critique como gamer,veja os doi lados da moeda amigo.Pois ela tem dois lados diferentes

          • Acho engraçado quando um fanboy acusa os outros de ismo, sem embasamento algum seus comentário @ewertom, parece que vc anda frequentando muito a página do face chamada Xbox mil grau, pois é de lá que sempre vem opiniões como a sua.
            Lá em cima o @fernando usou o metacritic pra dizer que os jogos do playstation não são bons, já aqui vc não usa nada, apenas fala que foi um fail, sendo que este mesmo jogo além de ter uma média 92+- no meta ainda disputou com skyrim como jogo do ano, se ta de brincadeira quando vc fala que um jogão deste foi um fail, porque se formos pensar pela sua lógica o que seria do forza horizon 2 que vc citou? Pra mim ele é jogão também, mas pensando como vc o jogo é uma bosta.

        • @Fernando

          Quando se fala daquilo que não se sabe, mais vale não falar, porque pelos visto confundes o estudio Sony Santa Monica que faz o God of War, com o que faz o The Order 1886, que é o seu primeiro jogo criado de raiz, estão longe de ser um dos melhores estúdios do mundo, mas diria que começaram bem, desde que corrijam o que esteve mal no jogo.

          A From Software que faz o magistral Bloodborne, só é um dos mais conceituados estúdios da actualidade, isto para a maioria das pessoas com o minimo de coerência, para os fanáticos não passa de um clássico fabricado…

          A Guerrilla que fez o Killzone, é um dos estudios da Sony que aborda a mais recente estratégia iniciada na Naughty Dog, que é o de ter 2 equipas ou equipa e meia, o que lhe permite fazer projectos mais ”imediatos” como o Shadow Fall enquanto produz colossos como o Horizon.

          A Sucker Punch já vem dos tempos da PS2, e têm produzido jogos de qualidade, a Evolution a mesma coisa, e se existe algo que distingue todos estes estúdios dos da Microsoft, é que produzem coisas novas, umas melhores que outras mas aprendem com os erros e com isso criam jogos melhores, não fazem como é habito em Redmond que vomitam sempre a mesma coisa, geração após geração, e acho piada estares a falar em fraco, mediano, que é isso em que se têm tornado os IP’s da Microsoft, que nesta geração estão a atingir o ponto de saturação, o fraco o mediano, o Forza 6 que é o que o 5 devia ter sido, e o Halo com uma campanha sofrivel que descobriu que queria ser estrela de esports, olha este ano para variar é mais Gears para a veia, Forza é mais um, mas este é Horizon, Fable também era mais um mas foi pelo cano abaixo precisamente pelo que acabei de apontar, a saturação…

          A Sony também tem os seus Killzone’s, Uncharted’s e GT’s, claro, mas também tem a coragem de nos dar jogos como Heavy Rain, e outros que tais experimentais, dá a liberdade aos seus estúdios de experimentar, de fazer algo novo, algo fresco, não esta visão monocromática, perpétua da Microsoft que não passa do conceito fast food, para um público populista e adolescente, carente de fantasia overpowered cujo valor artisco e adulto é nulo, ZERO, e não é com essa peneira a que chamas de metacritic que vais impedir o Sol de entrar.

  2. PS: Primeiro comentário em mais de um ano acompanhando seu trabalho.PS2: Mais um leitor brasileiro !
    Mário, vejo isso como forma da MS se defender da concorrência. Sim também concordo com você na parte de que 3 anos é muito pouco tempo para uma mudança de geração. Mas não acreditas que pelo menos com quatro anos de vida, um possível “xbox one slim” não deveria ter pelo menos um breve melhoria de CPU/GPU/RAM pra pelo menos acompanhar melhor os concorrentes ?

    • Bem vindo Yuri. Espero ver-te por aqui mais vezes.
      Não, não concordo com qualquer melhoria. O hardware das consolas deve ser imutável a nível de performances, e qualquer alteração ao hardware deve ser apenas na perspectiva de redução de custos, mas nunca em situações que fracionem o mercado.
      Alterar o hardware só numa nova geração.

  3. Eu não vejo nada de bom nisto. Mas compreendo que a Microsoft o veja…

    Se ainda há pouco tempo aconselharia a Xbox ONE por causa dos títulos que está prestes a receber e da retrocompatibilidade, agora é que nem pensar!Sinceramente, a Microsoft nesta geração… só faz é confirmar-me o porquê de nunca ter comprado uma consola deles. Se eu tivesse comprado uma Xbox ONE à pouco tempo e perante esta perspectiva sentir-me-ia defraudado!

    Isto obviamente caminha para um estilo de negócio muito semelhante ao da Apple com o Iphone e Macs. O que é péssimo.

    As consolas precisam estabelecer-se para conseguir ter o peso necessário que justifique a programação dedicada. Basicamente o que está a acontecer é que as consolas saírão com maior frequencia havendo lugar a menos programação dedicada.

    E será um inferno para o cliente, que em vez de saber que consola tem que arcar com uma gama de produtos, das mais variadas potencias, quando antes teria só um!

    No fim? Consolas mais caras, ciclos mais curtos, menos suporte, digam o que disserem.

    Basicamente? O PC, mas ao estilo Apple, com hardware fechado, mas com necessidades frequentes de upgrades.

    Alguém que veja nisto algo de bom, não é jogador de consola. Não entende o que são consolas nem entende o porquê de as pessoas comprarem as consolas.

    Tendo em conta história, apostos as minhas fichas em como isto será um fracasso. Pode encontrar adeptos… no PC. Mas nas consolas? Sinceramente, a Microsoft não podia ter arranjado uma bandeja de prata mais bonita com que entregar a geração à Sony.

    Se o Fernando estiver correto, e em 2017 for anunciada uma nova versão da Xbox ONE mais poderosa, aposto que nos primeiros tempos terá algum sucesso. Mas irá morrer cedo como a Xbox Orignal morreu, com 24 milhões de unidades vendidas.

    Cada vez tenho menos dúvidas que a PS4 irá conseguir tornar-se na próxima PS2 – é que está tudo a repetir-se!

    • Tens de compreender que a Tecnologia chegou a um ponto algo extraordinário.
      Não só o custo dos sistemas mais potentes é impossível de se acompanhar, como a própria lei de Moore deixou de ser válida.
      Acima de tudo as consolas nunca mais vão conseguir acompanhar os sistemas topo de gama a não ser que tenham preços proibitivos.
      Isso que dizer que o paradigma tem de mudar. As consolas necessitam acima de tudo de se manterem compatitivas como acontece com a atual geração, mas é lógico assumir-se que partindo logo em desvantagem, a geração possa durar menos. E este é um problema que se vai repetir nas futuras gerações de consolas e que só vai desaparecer com o Cloud Gaming.
      Tal como tu, isto não me agrada, mas percebo que isso tenha de acontecer, com uma geração mais curta. Agora espero que, para bem do consumidor, ela dure pelo menos 5 anos.

      • Hoje fui ler um pouco sobre como esta a correr o Far Cry Primal nos PCs, uma amostra da potencia desta geração de consoles, nada de novo um I3 com a famigerada GTX 750 TI esta dando conta do recado tranquilamente.

        Ai é que reside a questão, por quanto tempo essa configuração de PC vai conseguir esta em paralelo com os multiplataformas do consoles? Se a resposta for até final de 2017, concordo com a ideia de uma nova geração mais cedo. Se for para ver melhorias só em 3 jogos gatos pingados por ano da Sony, também concordo com uma nova geração adiantada.

        Se for para esperar 2 ou 3 jogos com o uso do GPGPU, adianta também a nova geração, pois um bom telefone mobile em 2018 vai correr jogos com qualidade dos consoles.

        Não estou feliz com essas ideais da Microsoft, me sento enganado com o X-Box One, mas que essa geração esta no nível de um Pc de entrada, isso ainda não fui convencido do contrário.

        • Há um ponto que tocas indirectamente.
          O DX 11 não era grande espingarda com o GPGPU, mas há algo que as pessoas parecem esquecer. Ele suportava-o.
          Como sabes as placas AMD já suportavam o GPGPU faz anos, mas nem por isso vimos experiências nesse campo. E isso porque?
          Onde temos hardware sempre novo a aparecer não interessa optimizar o que há, porque o novo vai fazer isso e mais sem optimização nenhuna.
          Sem uma geração de consolas com uma duração digna desse nome arriscamos a cair no mesmo de sempre. Naquilo que sempre houve no PC.
          Sub aproveitamento até quase 60% e em vez de as melhorias virem de novas tecnicas e optimizações, surgem do esvaziar da carteira dos clientes a comprar novo hardware.

          • Concordo, mas então até quando uma simples 750 TI vai ser suficiência? Quando a optimização nas consoles irá subir, para uma exemplo uma gtx 960? Estou quase acreditando que essa geração de consoles nos multiplataformas não vai alcançar uma 960. Quando alcançar não consigo nem imaginar quantos teraflops uma placa de topo esta alcançando nos PCs. Sei que muito se perde, mas…

            Você escreveu algo muito interessante em cima, que a própria lei de Moore deixou de ser válida, então até que ponto esse hardware dos consoles tem custo benefício melhor que um pc de entrada? Só o custo dos jogos no Pc é bem inferior, no Brasil em específico.

          • Mário tocas no ponto! E essa é a grande perda para todos nós se as consolas desaparecerem.

            O DX12 já trás muitas coisas, mas não trás outras, outras que só as consolas só irão trazer. É preciso que não se esquecam de isso.

        • Mário, tudo o que dizes está certo…

          A grande questão é: essa potência é realmente necessária? Estarão as pessoas ávidas por novo hardware?

          É que uma coisa é tecnologia, outra bem diferente a necessidade que as pessoas têm em consumi-la.

          Por algumas reações a este anuncio, podemos ver que os fanáticos e os mais acérrimos fãs da Xbox olham para isto com bons olhos.

          Mas pela reação da comunidade em geral, não me parece…

          Já por isso dei o exemplo da PS2. Essa consola foi a segunda iteração da Sony no mercado. A PS1 já tinha feito muito, mas a ps2, essa sim, criou o legado, criou o nome que muitos aqui reconhecem que a companhia tem.

          Mas o ponto principal é: essa consola degladiou-se com duas outras plataformas com mais capacidade de processamento (com muita gente a dizer que parecia uma geração à frente)- e que surgiram mais tarde no ciclo de vida: a GameCube e a Xbox. E estas duas apresentaram no seu catálogo ofertas mais que muitas para destronar a Sony. No entanto a PS2 tornou-se no que se tornou, e esmagou a concorrência. E não conheço ninguém que olhe para trás e se arrependa de ter adquirido a consola. Eu não me arrependi!

          É que está tudo tão centrado nestas conversas de hardware que parecem esquecer-se: nunca a consola mais potente ganhou. Eu sempre afirmei que o que determina o sucesso de uma consola são os jogos e doa a quem doer, a Sony a geração passada criou um nome para si própria ao ter entregue clássico atrás de clássico. Na geração passada a ND tornou-se no que é hoje, mas sobretudo na geração passada os Sony Worldwide Studios mostraram o seu valor e mesmo com uma geração que parecia perdida, conseguiu empatar com a rival mais direta, apesar do ano que levava de desvantagem.

          Por isso, que importa que haja hardware mais avançado? Isso sempre houve! Que importa que hajam consolas que consigam atingir efeitos mais avançados – isso também não é novo!

          Quando as pessoas compram uma consola, compram-na para vários anos. Acabar agora com o suporte é matar a consola para sempre.

          • Não importa nada. As atuais consolas possuem potência suficiente para nos dar grandes jogos. Eles já sairam e podem continuar a sair.
            Correr atrás de mais hardware não é uma obrigação, desde que o jogos sejam bons.
            Ouvir o contrário a isto choca-me. Isso não é a de alguem que aprecia jogos, é de alguem que aprecia gráficos.
            Um bom jogo é um bom jogo, e eu tanto jogo jogos com aspecto cartoonesco como com aspecto foto realista. Não quer dizer que não aprecie mais dos últimos, mas não é isso que define a qualidade do jogo.

  4. Mário, concordo com tudo o que você falou até agora sobre essa situação, apesar de ter somente o ps4 me preocupa bastante essa posição da microsoft.

    Esses dias atrás eu estava conversando com alguns amigos Pcistas (sim eles são fanáticos pelo pc) sobre essa posição da micro e a reação deles foi até que engraçada porque parecia um gravador e a opinião deles foi a seguinte:

    – A microsoft é doida? Ela quer matar o xbox de vez? Por qual motivo eu vou comprar um xbox? (esse último tinha vontade de ter um xbox por cause dos exclusivos)

    Teve um que até falou uma coisa que é bastante válida: -Tipo, isso para o pc é ótimo já que os jogos são mais baratos, mas para o xbox é muito ruim e não tem como a microsoft tentar acompanhar a steam, honestamente a micro não sabe para onde atira, é como se ela disparasse para todos os lados e onde pegar é lucro.

    E eu tenho medo que isso dê certo justamente pelo motivo que o Brunno falou adeus optimização dos jogos para console, o que na minha opinião pode marcar o fim dos consoles.

    • Eu penso o mesmo. Talvez pelas minhas raizes serem pc.
      Mas isto não tem nada de vom para o Pc.
      A ideia é não só os jogos Pc subirem para os preços da consolas, mas igualmente limitar os mesmos de forma a poder haver compatibilidades, controlo anti “tampering” (mexidas no jogo para cheats e outras), e manter as diferenças aceitáveis.
      A Valve queixou-se disso e apesar de a Microsoft os ter assegurado que não será assim, os seus receios são fundamentados.
      O PC tambem não vai ganhar com isto, especialmente se levarem os pagamentos do live para lá.

  5. Por um lado nunca houve um avanço tão rápido quanto a tecnologia, por isso a MS está disposta a retalhar o mercado, por outro, abandonar o formato de sempre do console ser uma caixa imutável pode ser bem arriscado na visão mercadológica. Se a MS fizer isto ela não dá tanta atenção a consoles como eu pensava. AH! e concordo contigo, Mário! Penso que só com Cloud que diminuirá este gargalo físico de hardwares, porém faço uma pergunta a ti e aos colegas: Quantos anos faltam para o Cloud ser uma realidade viável nos preços e na estrutura em aspecto global? Um abraço a todos!!!

    • Infelizmente muitos. A performance do hardware não acompanha a infra estrutura de internet. Ainda hoje acordei sem net… e sem ela fico sem nada. No quarto e na sala não tinha netflix… na sala de jogos as consolas não tinham funções online e os jogos digitais não corriam e o PC não me permitia navegar. Estava igualmente sem telefone fixo.
      Não quero e nem preciso de mais serviços dependentes da Net enquanto a mesma não for mais estável. E a minha realidade é melhor que a de muitos. Tenho 120 MB. Há quem tenha 4, 6 ou 8. E há quem tenha limites de tráfego. A realidade que o Cloud Gaming precisa não é ainda universal, mesmo que exista pontualmente.

  6. Para mim o que ele disse é ‘geração mais curta, com total retrocompatibilidade’.

    possivelmente o xbox one 2 seja uma APU AMD bem mais potente e melhorada, sem quebrar a arquitetura do xone, garantindo retro total.

    jogos vão sair igualmente em ambas a plataforma, devido a similaridade de arquitetura.

    algo como 720p 30fps no xone no low, e 1080p 60fps no “high” no xbox one 2.

    • Caro leitor.
      Dado que um dos nossos membros mais assíduos assina os seus comentários com o nome de Bruno, irei solicitar, no sentido de preservar a percepção das conversas, que passe a identificar-se como BrunoAB, uma vez que aqui na PCManias o utilizador Bruno está reservado.
      Obrigado!

      Quanto ao comentário em si, concordo que essa seja a perspectiva. No entanto continuo a afirmar a viva voz que uma geração nunca deve ter menos do que 5 anos, sob pena de não haver tempo para se optimizar plenamente para o hardware perdendo-se assim o avanço das técnicas de programação e caindo-se naquilo que é o universo PC, um universo onde a potência domina e as máquinas se tornam obsoletas sem nunca terem sido exploradas ao máximo.

  7. Bom, 5 anos de ciclo é o ideal pra um console até a chega do sucessor. Mas isso não necessariamente deve significar a ‘morte’ imediata do console mais antigo.

    Em outras épocas o mercado de consoles nunca passou mais de 3 anos sem algum hardware novo no mercado, sempre com alguma empresa lançando mais cedo do que o previsto (foi assim com a chegada do mega drive, do playstation, do Dreamcast, enfim), sendo assim a geração ps3/xbox 360/wii grande exceção (foram 6 anos de espera até a chega do wii, e 7 até a chegada de ps4/xone), pois Nintendo/Microsoft/Sony polarizaram a geração começando o ciclo praticamente juntas.

    Pelas palavras da Microsoft, a ideia é ter um espaço de tempo mais curto até a chegada do sucessor, mas mantendo o suporte ao console mais antigo por bem mais tempo, oferecendo um jogo com specs variáveis e otimizados de acordo com o hardware em questão. Do ponto de vista comercial, é mais rentável para a produtora, pois contempla o público menos entusiasta com hardwares ao passo que agrada o público mais ávido por novidades nesse setor.

    Nesse cenário, mudaria o conceito de base instalada, sendo o hardware antigo e novo reconhecidos como uma base consumidora única.

  8. É por esse motivo que sou contra a venda de consoles com diferenças em hardware: http://www.eurogamer.pt/articles/2016-03-10-porque-e-que-os-jogos-da-snes-correm-apenas-na-new-3ds

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