Playstation experience foi… decepcionante

psx2015

Para quem estava à espera de revelações de jogos First Party ou novos exclusivos AAA, o que viu foi basicamente indies… e mais indies!

Apesar de todos sabermos que os jogos não nascem nas árvores e que não aparecem de um dia para o outro, sendo que as grandes revelações devem ser guardadas para as alturas onde há confrontação directa com a concorrência, o certo é que a Playstation Experience deste ano foi… decepcionante. Diga-se aliás que, na nossa modesta perspectiva, este tipo de conteúdos nesta altura de natal poderá até ter prejudicado a imagem da consola.

No Keynote efectuado poucos foram os jogos de peso mostrados e mesmo os jogos First Party foram pouco abordados. Basicamente as grandes novidades foram Ni No Kuni, Ace Combat 7 e Paragon! O resto… Indies e mais Indies… alguns com grande qualidade, outros… mais standard.

Decepcionante foi ver a Sony Santa Mónica a apresentar Modern Zombie. Tudo bem que é um jogo VR, mas a qualidade visual… está longe do que seria de se esperar de um jogo First Party. E questionamos se para aqueles resultados tão banais justificava dedicar recursos internos!

Mas deixo-vos com os trailers ali apresentados por ordem cronológica:

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Readers Comments (21)

  1. Concordo plenamente!
    Mas….
    Será que a sony mudou a forma de apresentação de jogos????
    Poderá ser o caso….
    E ser for é um golpe de gênio!
    Pode n ser a melhor maneira de fazer marketing, mas apresenta mais serviços!
    E3 para a apresentação dos “grande jogos” e alguns índies; Gamescom/Paris week e Playstation experience para a
    apresentação de Indies e novas esperiencias!(VR)
    Para os Indies, apresentar um jogo numa grande conferência, é uma variável muito importante!
    É fundamental no processo, e sendo numa conferência ainda melhor!
    Se for o caso, temos um golpe de genio, para roubar e obter mais Indies do que as consolas opostas!
    É só uma ideia que tenho….
    Mas fiquei desapontado como é lógico!

    • Mas nem só de indies vive um console, a exemplo do Vita. A PSEx dos anos anteriores apresentou mais jogos first party.

      Nesse ano a aposta era muito alta pois o natal do PS4(jogos) foi fraco. Por qual motivo lançar outro video do God of War (a da estatueta em edição limitada) e no final colocar o simbolo do jogo 4 vezes na tela? Por qual motivo aparecer com uma camisa no início da apresentação com um desenho do Crash?

      Só Uncharted 4 (o único com data definida) não salvam o ano de um videogame. Agora há sim sinais de que a Sony está acomodada com a liderança e as boas vendas no black friday podem ter feito a Sony modificar a apresentação e jogar os “possíveis” anúncios para a E3.

      Mais 6 meses de espera.

      • Também não é assim. A Sony apresentou 3 conferências para além desta e com anúncios de peso nas 3. Na Paris Games Week, tivemos Detroit Becoming Human, na TGS tivemos Nioh, só como exemplo. E mesmo nesta tivemos Paragon.

        Não sei se trata de conforto na liderança sobretudo poque jogos anunciados não faltam: Uncharted 4, Ratchet e Clanck, Horizon, Detroit Becoming Human, The Last Guardian. Claro que o sucesso nesta quadra pode levar a que os jogos começem a rarear, mas disso as pessoas têm que tratar.

      • Caramba depois de todas as conferencias, vc acha que só uncharted vai lançar em 2016?

    • Não tem a ver com os índies. Os jogos não nascem e demoram a ser feitos. Mas a ausência de novas imagens de alguns dos exclusivos 2016 foi uma grande lacuna. E o que foi mostrado do VR foi decepcionante.

  2. Eu acho que não é um bom negócio para a Sony se mudarem o foco e dedicarem estúdios internos como a Santa Monica ao PSVR. É uma aposta ainda arriscada pois não sabem a aceitação do produto no mercado que nem preço definido possui. Se os dispositivos de VR e AR como o Hololens, Oculus e o PSVR forem caros, como aparentemente serão, isso vai virar mercado de nicho.
    Hololens não é focado em jogos, tem aplicações em diversas áreas como engenharia e medicina, por exemplo, e traz mais possibilidades de um retorno a Microsoft. Já a Sony depende do desempenho do VR nos games e é um pouco preocupante pois diversos estúdios ainda não manifestaram interesse nesse mercado e a própria Naughty Dog disse não ter interesse em explorar a tecnologia por achar que não combina com seus jogos.
    Esse é o ponto onde vejo semelhança com o Kinect, o Gears por War que usaria o dispositivo nunca foi lançado, a Turn 10 nunca explorou o dispositivo, 343i também não, Milo da Lionhead nunca foi lancado e Ryse que seria o AAA do Kinect, foi totalmente reconstruído de modo que utilizou o periférico apenas para comandos de voz… Então é bom não cometerem o mesmo erro.
    Sobre os jogos, acho que ainda não há motivos para preocupação na empresa, as vendas são e continuarão altas, mas eu me pergunto: até quando o mercado permitirá essa tranquilidade?
    Um 2015 de pouco trabalho dos estúdios internos, uma e3 baseada em hype e emoção com o exclusivo mais próximo em 2016.
    Onde estão o The Last Guardian e o Shenmue, estrelas da e3? Quando lançam?
    Também é bom saber que o Final Fantasy 7 remake não é exclusivo.
    De certa forma, eu devo agradecer a Sony nesse momento por ainda não me fazer gastar dinheiro com eles, pois o console dela é caro aqui no Brasil e eu ainda preciso comprar alguns jogos de Xbox One.

  3. Mário,estou com medo que o PlayStation VR seja muito casual,que só tenha jogos bobos e casuais como o kinect,estou certo de ter esse medo?

    • Não sei… Mas era exactamente essa questão que deveria ter sido respondida neste keynote. E ele só serviu para deixar no ar essa ideia. Por isso acho que a Sony deu um grande passo atrás com o VR e que o poderá ter morto.
      Rez em VR? Só se for para tentar perceber como fica a cabeça de um drogado depois de uma dose!

      • LOL… mas sim. Para mim o Play VR está condenado. Assim como o Oculus Rift.

        É como o kinect. Uma tecnologia muito gira – mas longe de se tornar uma coisa para massas. Longe de ser algo para termos em casa.

        O Hololens tem mais futuro, as suas aplicações na indústria podem garantir-lhe mais vida. Mas está neste momento como os outros. Afinal tanto o PS VR como o Oculus podem ser adapatados.

        Eu não me vejo a aderir ao conceito.

        O que me preocupa é ver a Sony a apostar tanto na coisa. A Vita abandonada, a PS4 a receber indies, e todas as fichas no VR que eu acredito vai ser um desastre. Mais valia porem todo aquele dinheiro a desenvolver baterias mais duradouras.

  4. Mas teve algo que se salvou como day of tentacle remasterizado que é um dos melhores pont ‘click de todos os tempos e Ratch and Clanck por ser plataforma 3D e eu adoro esse estilo.acho que a SONY deveria ter dado mais detalhes de the last guardian e mostrado jogos melhores pro VR pra mostrar que é um add on q vale a pena

    • Day of The tentacle é algo acessível a qualquer um. O Scummvm existe para quase todas as plataformas móveis e o jogo arranja-se de graça. O mesmo acontece com o Full Throttle. Os remasters são bem vindos, mas não são assim uma notícia tão interessante como isso.

  5. Também me decepcionei um pouco,mas depois pensando melhor não tem porque mostrar os medalhões guardados agora..

    A E3 ainda é o maior evento do ano para os grandes jogos.Mostrar God Of War IV,o novo survival Horror da Sony Bend,a nova IP da Sucher Punch,Detroid da Quantic Drean,mais de The last Guardian,e mais outras Bombas podem garantir uma vitória tranquila da Sony nesse evento.Então para que gastar munição a toa?

    Deixaram a Playstation Experience para mostrar jogos menores já que tem compromisso com essas pequenas produtoras também…

    Mesmo assim Ninokuni 2 foi uma grata surpresa.

    • O problema em deixar os anuncios grandes para a E3 2016 serão:

      1- A espera de mais de 6 meses;
      2- E anunciando jogo na E3 o lançamento será no natal de 2016 ou somente em 2017.

      Na conferência da PSEx a Sony deveria ter mostrado pelo menos um teaser do God of War 4 ou um outro vídeo do Gran Turismo Sport ou algum gameplay de The Last Guardian. Algum outro gameplay de Horizon.

      Pelo que lembro os exclusivos Sony(First Party) para 2016 são:
      1- Uncharted 4 (março de 2016);
      2- The Last Guardian (sem data definida)
      3- Horizon (sem data definida)
      4- Gran Turismo Sport (sem data definida)

      E os não confirmados, mas que aparentemente serão:
      1- God of War 4
      2 Gran Turismo 7

      Uma dúvida: O que vocês acham daquela camisa com o desenho do Crash Bandicoot? Será que a Sony comprou os direitos?

  6. A Sony corre sério risco de dar com os burros n´água nessa aposta no VR, mas a Sony é conhecida em torrar dinheiro em coisas sem tanta demanda…

    • Infelizmente é verdade.

      É também algo que não compreendo. Claramente o VR é um produto de nicho. O Equipamento já teve muitos títulos anunciados e muito bons. Mas não estou a ver uma massificação da coisa. A tecnologia está lá, está óptima, e pronto. Porquê continuar a gastar recursos e recursos nesta coisa?

      Seria preferível, por exemplo, reconverter jogos existentes do que continuar com esta brincadeira. Aquele spin off do Until Dawn é um bom exemplo. Reaproveitar Killzone Shadowfall, também.

      A Sony claramente está à procura do próximo grande hit que a safe – tal como o walkmann a ajudou. Mas acho que se deve concentrar em por as suas diversas divisões a serem produtivas. Em pensar os produtos com cabeça.

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