Poderá o Xbox game pass prejudicar o Live Gold?

O Xbox Game pass foi um serviço que elogiamos quando foi anunciado. Mas apesar de reconhecermos as suas vantagens, ele tambem pode apresentar alguns inconvenientes. Aqui analisamos eventuais prejuizos que este serviço pode vir a trazer ao Xbox Live Gold.

Nota: O artigo que se segue não é uma crítica ao Xbox Live Gold (que até se tem revelado melhor que o PSN+), ou ao Xbox Game Pass (cujo valor é inegável), e nem sequer pretende analisar o eventual sucesso deste último, mas apenas levantar questões sobre como dois serviços que requerem adesão conjunta para a sua plena funcionalidade, mas que apostam em situações distintas (a oferta de jogos em um, e o aluguer dos mesmos em outro), podem coexistir sem se prejudicarem.

Xbox Game Pass e Xbox Live Gold são serviços paralelos e que nada tem a ver um com o outro, sendo o primeiro totalmente opcional, mas o segundo indispensável para se tirar total partido da consola. No entanto se alguém pretender desfrutar do online dos jogos do Xbox Game Pass, o que para muitos, especialmente estando agora a Xbox One virada para o multi jogador, obrigará ao pagamento dos dois serviços.

O Xbox game Pass oferece presentemente um total de 100 jogos, de uma livraria mista entre jogos da Xbox One e da Xbox 360, mediante um pagamento mensal de 10 euros (valor arredondado). Já o Xbox Live Gold esse custa 60 euros anos.

No global o Xbox Live Gold é um serviço compensador. Não só oferece grandes descontos na aquisição de jogos, como oferece pelo menos 3 jogos por mês, sendo 2 deles da Xbox One e dois da Xbox 360, o que perfaz 48 jogos por ano, por 60 euros. A qualidade do ofertado é variável, mas o certo é que nos últimos tempos a oferta tem tido alguma qualidade, superando as ofertas que a Sony tem feito no seu serviço equivalente na PSN.



A questão é que a nível de receita um serviço como o Xbox game pass acaba por ser bem mais compensador para o possuidor da plataforma (Microsoft), rendendo uma receita em dobro da paga pelo Xbox Live Gold. E ainda por cima, sendo expectável que a adesão ao Xbox Live Gold se necessite de manter, pelo menos para muitos jogadores, este serviço é, comparativamente, uma mina de ouro.

E aqui é que reside o eventual problema deste serviço. Como sabemos, as empresas existem e são criadas para darem lucros, daí que alguém que olhe para as mesmas como amigas do consumidor, está muito enganado. Se as empresas fornecem ao consumidor aquilo que ele pede, a razão para tal é só uma, o lucro associado ao serviço.

Mas quando uma empresa fornece dois serviços e um deles se revela mais rentável do que o outro, sendo que ambos conflituam em alguns pontos, neste caso o acesso a videojogos, parece perfeitamente claro que o Xbox Live Gold pode eventualmente vir a sofrer na qualidade do ofertado de forma a tornar o Xbox Game Pass mais atractivo. Não será coerente vermos jogos ofertados e na zona de aluguer simultâneamente (ou sequer nas proximidades), o que levará a que, para não se prejudicar o Game Pass o Gold venha a ter ofertas mais secundárias, levando a que no futuro sejam bastante menos comuns as ofertas de grandes jogos no Live Gold como tem acontecido até agora. Quando estes jogos podem ser colocados antes no Xbox Game Pass, tornando assim o serviço mais atractivo, e uma maior fonte de receitas, e sendo o Live Gold obrigatório para o online, não é coerente que se prejudique a receita extra do Game Pass para ofertas no outro serviço.

Essa situação não só arrisca destruir uma das mais valias do Xbox Live Gold, sendo que no entanto continuaria a ser basicamente obrigatório a não ser que se abdicasse totalmente do online, algo que a Microsoft cada vez mais impõem nos seus jogos de forma a forçar ao pagamento do serviço, como forçaria basicamente o cliente a pagar o triplo do que paga atualmente para poder continuar a desfrutar de jogos de qualidade que agora obtém apenas com o pagamento do Live.

Este é um receio real. Não é uma realidade, pois o conflito ainda não aconteceu, mas infelizmente o mercado não sabe separar as coisas, e entrando na loucura da novidade, quando se apercebe do que criou é já tarde demais, ficado depois preso ao que já existe e do qual as empresas não abdicam.

Atualmente a Xbox Live Gold oferece um mínimo de 48 jogos anuais, custando 59.99 ano. O EA Access é um serviço adicional de jogos da Electronic Arts que custa 24,99 ano, e o Xbox Game Pass custa 9.99 por mês ou 119.88/ano.



Apesar de nada nos garantir que os jogos ofertados nos diversos serviços pudessem um dia ser ofertados no Live Gold (e basta ver que na consola da Sony isso não tem acontecido), a realidade é que com eles a probabilidade de isso acontecer, mesmo que antes já fosse baixa, agora é mesmo nula. A Microsoft diminuiu assim o leque de possíveis candidatos a ofertas no Live Gold, mas por outro lado oferece um leque de oferta a baixo custo gigante e que mais ninguem oferece. No entanto, a oferta fica fragmentada por três serviços, sendo que a adesão à totalidade destes serviços numa Xbox tem um custo total de 204,86 euros/ano, o que não é exactamente barato. Em compensação torna-se possível ter e manter com larga variedade de escolha uma consola só com estes serviços, desde que se abdique por largos meses das novidades acabadas de lançar, o que até pode ser compensador.

Convêm é não esquecer que deixando de se pagar, os jogos obtidos fora do Live Gold deixam de estar acessíveis, e os do Live Gold ficam sem acesso online. Ou seja, basicamente ao fim de 5 anos, terão sido gastos mais de 1000 euros mas o que fica é uma consola basicamente vazia.

 Eis a lista inicial de jogos disponível no serviço:



  • Blood Bowl 2
  • The Book of Unwritten Tales 2
  • Brothers: A Tale of Two Sons
  • D4: Darks Dreams Don’t Die
  • Defense Grid 2
  • Devil May Cry: Definitive Edition
  • Electronic Super Joy
  • Farming Simulator 15
  • Gears of War: Ultimate Edition
  • The Golf Club
  • Halo 5: Guardians
  • Halo: Spartan Assault
  • IDARB
  • JumpJet Rex
  • Knight Squad
  • Kyub
  • Layers of Fear
  • Lumo
  • Mad Max
  • Massive Chalice
  • Max: The Curse of Brotherhood
  • Mega Coin Squad
  • Mega Man Legacy Collection
  • NBA 2K16
  • OlliOlli
  • Payday 2: Crimewave Edition
  • Pumped BMX+
  • Resident Evil 0
  • Roundabout
  • Saints Row IV: Re-elected
  • ScreamRide
  • Shantae and the Pirate’s Curse
  • Steredenn
  • Strider
  • Sunset Overdrive
  • Super Mega Baseball: Extra Innings
  • Super Time Force
  • The Swapper
  • Terraria
  • WWE 2K16

Xbox 360 (Playable on Xbox One)

  • A Kingdom for Keflings
  • A World of Keflings
  • Age of Booty
  • Alex Kidd & Co. (Sega Vintage Collection)
  • Banjo-Kazooie
  • Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts
  • Banjo-Tooie
  • Bionic Commando: Rearmed 2
  • BioShock
  • BioShock 2
  • BioShock Infinite
  • Borderlands
  • Bound by Flame
  • Braid
  • Capcom Arcade Cabinet
  • CastleStorm
  • Comic Jumper
  • Comix Zone
  • Dark Void
  • De Blob 2
  • Defense Grid
  • Dig Dug
  • Double Dragon Neon
  • Dungeons & Dragons: Chronicles of Mystara
  • Fable III
  • Final Fight: Double Impact
  • Flock
  • Galaga Legions DX
  • Gears of War
  • Gears of War 2
  • Gears of War 3
  • Gears of War: Judgment
  • Golden Axe (Sega Vintage Collection)
  • Grid 2
  • Hexic 2
  • IDARB
  • Iron Brigade
  • Jetpac Refuelled
  • Joe Danger: Special Edition
  • Joe Danger 2: The Movie
  • Joy Ride Turbo
  • Kameo
  • King of Fighters ’98: Ultimate Match
  • Lego Batman: The Video Game
  • The Maw
  • Metal Slug 3
  • Monday Night Combat
  • Ms. Splosion Man
  • MX vs. ATV Reflex
  • N+
  • Neo Geo Battle Coliseum
  • Operation Flashpoint: Dragon Rising
  • Pac-Man CE DX+
  • Pac-Man Museum
  • Perfect Dark Zero
  • Sacred 3
  • Sam & Max: Beyond Time and Space
  • Sam & Max: Save The World
  • Samurai Shodown II
  • SoulCalibur
  • SoulCalibur II HD
  • Spelunky
  • Splosion Man
  • Stacking
  • Streets of Rage (Sega Vintage Collection)
  • Tekken Tag Tournament 2
  • Toy Soldiers
  • Toy Soldiers: Cold War
  • Virtua Fighter 5: Final Showdown
  • Viva Pinata
  • Viva Pinata: Trouble in Paradise
  • XCOM: Enemy Within

E tu o que te parece? Perante as vantagens e desvantagens expostas, achas que o cliente Microsoft fica a ganhar ou a perder? E o cliente apenas do live gold, ganha ou perde? Concordas que que o risco da qualidade da oferta deste serviço pode cair, ou achas que ele não existe?



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bruno
Visitante
bruno

Eu sinceramente… estamos a falar de um serviço que se for para a frente altera todo o panorama da industria e tira direitos ao consumidor.

E os mais sensíveis vêm transformar isto numa guerra de plataformas…

Se o Francisco quiser fazer queimadas na floresta onde vive o João… podes ter certeza que o que vale para o João vale para o Francisco também!

Como disse em cima, um remaster, é um relançamento de um jogo com maior resolução e fps. Basicamente a empresa recapitaliza no jogo, mas não pode continuar a relança-los a toda a hora, porque a qualquer o altura o público farta-se e termina aí a história. Ou seja, a longo prazo, isso não impede a empresa de lançar novos jogos, não afetando quem já antes comprou o jogo.

Pode afetar sim é a retrocompatibilidade, a aí é mau. No entanto o PC oferece retrocomptabilidade e a concorrência também, pelo que mais cedo ou mais tarde acabará por chegar (isto se a concorrêmncia construir sobre a retrocompatibilidade, e não destruir o que infelizmente é o caso).

Mas de longe isto se compara a trancar o acesso a jogos por trás de uma subscrição – se de um lado não tens acesso à biblioteca antiga de forma gratuita (algo que não durará muito tempo, com a concorrência do PC a fazer pressão quanto mais não seja), do outro tens um trancar do acesso aos jogos por trás de uma subscrição, algo que se for em frente, altera toda a forma de fazer comércio e retira liberdade ao utilizador.

É muito, mas muito, pior.

bruno
Visitante
bruno

Tocas no ponto, Mário. Esse é o melhor exemplo e espero que as pessoas pelo menos agora percebam os riscos.

Claro que agora é muito vantajoso. Sobretudo se olharmos sempre para os lançamentos mais recentes. Mas é um presente envenenado. Quando o sistema assim estiver (o futuro de que eles tanto falam e que tanto querem), não haverá limites a concertação de preços e o acesso aos teus títulos dependerá daquilo que a empresa decidir fazer. Deixas de pagar, perdes acesso á biblioteca. Deixas de pagar, perdes o teu progresso. Deixas de pagar, ficas sem nada.

Agora pagas uma vez, e ficas com o que tens para sempre ou até te fartares. Não só, quando te fartares podes sempre recapitalizar o que tens, e trocar por outros que não tenhas e jogar novos títulos.

Fernando… num primeiro à parte, a recapitalização por lançamento de remasterizações pagas, como por exemplo Halo MCC ou GoW Ultimate, incomoda-te e isto não? Quer dizer, na ótica do serviço de subscrição é muito bom para a empresa mesmo que o consumidor tenha que sofrer, mas o relançamento de títulos de duas gerações atrás sobre pagamento é mau?

Eu sinceramente acho que são os dois maus!
Fui o primeiro a criticar a Sony pelo que fez com os jogos PS2 na PS4 – aliás podes ler o artigo que escrevi sobre o assunto aqui na PC Manias. E também critiquei isso, no meu artigo em que analisei a incapacidade da Sony em tornar a Vita mais atrativa. O que não entendo é o porquê deste assunto aqui, mas pronto…

Voltando ao tema, isso é a treta que eles atiram á parede a ver se cola. A visão apocalítica que querem vender para ver se levam o rebanho para o sítio que querem.

Os estúdios e editoras são empresas. E as empresas têm acima de tudo que planear muito bem os próximos passos de forma a dar lucro. Se um jogo numa primeira vez vendeu 5 milhões, não vão planear e gastar dinheiro na sequela a considerar maiores vendas, ou seja, não terão um orçamento correspondente a umas vendas de 5 milhões! Isso é mau planeamento!

Ah e tal, o custo de desenvolvimento está muito elevado!

Então que não andem por ai a pedir mais potencia e mais gráficos – limitem-se a trabalhar com o hardware que conhecem bem, valorizem as ferramentas e planeiem melhor os custos. Simples. Não foi à toa que empresas como a Epic, a Crytec e a Unity surgiram – basicamente criam um motor de jogo que pode ser licenciado dividindo os custos de forma a ser mais lucrativo. Os estúdios conseguem excelentes gráficos mais facilmente, e as ferramentas já aparecem desenvolvidas!

Se as empresas vão continuar sempre a apostar no mesmo… Irão fazer isso, até que o mercado assim o decida. O consumidor tem todo o poder. Basta um estúdio qualquer apostar em algo novo, que se tiver qualidade, o Mercado vai atrás. Olha Amnesia! Olha os Indies! Bastou estes jogos surgirem que até as grandes decidiram voltar às raízes!

Isto faz-me lembrar a história da SEnix e o facto de 5.3 milhões de cópias de TR (2013) não terem sido suficientes – quando o franchise bateu recordes de vendas!

Era só treta para ver se os patinhos caíam!

RoTR vendeu pior que o primeiro e olha! Já deu lucro, já foi uma mais valia, e o terceiro já está a caminho.

Esse teu cenário apocalíptico que pintas, de os estúdios deixarem de inovar, de se deixar de criar, só acontece se a série ainda tiver clamor do público. basta o Mercado reagir, e o Mercado acaba sempre por reagir, que eles inovam. A concorrência a isso obriga.

E mais uma vez, segues à letra o que a MS vem dizer (olho o que escreveste é o conjunto de tretas que o Phil Spencer andou a dizer na entrevista: têm que pagar uma renda se quiserem jogos singleplayer completos). Enquanto isso a Sony à 4 gerações que anda a financiar esse tipo de jogos,a gastar dinheiro nesse tipo de jogos e a suportar isso, mesmo nem todos dando lucro. E sabes porquê, porque investe em novos conceitos e inova. Porque sabe que foi assim que conseguiu um nome e uma imagem no mercado e agora colhe os frutos.

Curiosamente, precisamente a mesma coisa que a própria Microsoft está a fazer, dado que, de acordo com os rumors, tanto a 343 como a Coalition estão a desenvolver novos IPs…

Mas vem a público dizer que é necessário pagar uma renda. Logo a companhia cheia de dinheiro e à qual não falta nada.

Vitor Calado
Visitante
Vitor Calado

A SONY lançou o PS NOW que em que pagas uma mensalidade e tens á tua disposição um catálogo de jogos da consola antigos, já está a funcionar á pelo menos 2 anos, agora a MS lança um serviço em que apesar de funcionar de maneira diferente para o consumidor é exactamente igual, pagas uma mensalidade e jogas todos os jogos disponíveis no catalogo, e está errada? a SONY está certa, é inovadora e defende o consumidor? eu tive o EA ACcess e gostei bastante, pois além do preço bastante convidativo, acabei por gostar de jogar jogos que nunca iria jogar se os fosse comprar, eu aceito que haja pessoas que gostem de comprar os jogos fisicamente, aceito que haja pessoas que gostem de comprar os jogos day one, aceito que haja pessoas que gostam até de fazer pré reserva para ganhar uns bonus, cada um gasta o dinheiro como quer, portanto se os serviços de aluguer de jogos antigos se divulgar pelas outras produtoras ONDE É QUE ESTÀ O PROBLEMA??? eu joguei no PS NOW em Inglaterra em 2016, e fiquei impressionado, muito bom e um serviço que só peca por ainda não ter títulos da PS4 disponíveis, tive o EA Access e adorei, até os jogos de futebol americano e de luta joguei…vive a tua vida como queres e deixa os outros viver a deles, eu não te digo para não comprares os teus jogos fisicamente ou em pré reserva, deixa que outros possam ter acesso a quantidades de jogos que tu nunca terás a não ser que sejas rico.

bruno
Visitante
bruno

Vais-me, por favor, indicar o momento onde digo que o PS Now é uma vantagem ao consumidor. Aliás, onde digo sequer que o Now é melhor que o GamePass, ou até mesmo, que a Sony inovou muito ao criar o Now e a MS errou muito ao criar o GamePass. Pelo menos lê o que está escrito antes de andar a atirar acusações.

Mas aproveitando o ponto, também te deixo isto para pensares: tens visto notícias sobre o PS Now recentemente?

É que o serviço tem vindo, a pouco e pouco a morrer. Aliás desde o inicio que o público se tem queixado que o serviço não é atrativo, que o seu suporte tem sido limitado e o preço pouco apelativo. Não só, mas a Sony tem estado silenciosa e calada desde o nascimento do mesmo. A grande estrela de todo o seu discurso é a PS4. O Now nunca teve grande foco nas grandes feiras.

Uma atitude muito diferente da Microsoft. Consegues perceber porquê? Eu dou mais uma ajuda: ao contrário do GamePass que serve a Xbox e é tão relevante quanto o Gold, ou a própria store, o PS Now foi relegado, pela própria Sony, para segundo plano.

Ele existe e está lá, mas é secundário e mesmo a sua disponibilidade está circunscrita a certas plataformas e mercados (e deixou de estar presente nas smart tvs de outras marcas).

Neste aspeto e agora sim, acho a atitude da Sony muito melhor, face à da Microsoft. Porque investe na sua consola, investe no mercado que criou e não se põe a impingir aos clientes serviços nem vem com conversas de que é necessário pagar rendas para ter jogos.

Ela podia muito bem obrigar toda a gente ao Now, alegando que não consegue mais financiar a consola com exclusivos, não podia? Mas não o fez.

Ainda bem que gostaste do EA access. Sabes do que eu gosto? Demos. São grátis, permitem-me fazer exatamente a mesma coisa, isto é, experimentar jogos que nunca joguei e que provavelmente nunca consideraria, e depois comprá-los. E digo-te já que foram vários os casos em que uma demo me levou a comprar um título. E o melhor é que não tive que pagar nenhuma renda. Comprei o título quando precisei de comprá-lo, não tive que dar nada mensalmente ou submeter-me a mais de 100 euros anuais para o fazer.

Onde é que está o problema dos serviços de aluger de jogos, quando as outras produtoras deicidrem fazer o mesmo? Pensa assim, num mundo em que não podes comprar jogos a não ser que subscrevas esses serviços, multiplica o preço do EA Access por 5 e adiciona a Gold e o GamePass. Tens aí o problema. (algo que também já foi escrito em cima, e por duas pessoas diferentes: mais uma vez lê, e se não entenderes, pede explicações).

“vive a tua vida como queres e deixa os outros viver a deles, eu não te digo para não comprares os jogos fisicamente ou em pré-reserva, deixa que os outros possam ter acesso a quantidades de jogos que tu nunca teras a não ser que sejas rico”

Vítor… lê o que está escrito em cima. Eu vou dar-me ao trabalho de sublinhar uma parte importante no meu primeiro comentário:

“Por mim, prefiro o físico.”

Percebes? Por mim, isto é, no meu caso em particular, prefiro o físico.

Só me limitei a justificar a minha escolha e a alertar as pessoas para os riscos da adopção destes serviços (o que é a resposta à tua pergunta de “ONDE ESTÁ O PROBLEMA?”).Eu não obriguei ninguém a nada, mas tendo em conta a tua resposta devo ter dito umas verdades muito incómodas.

Agora, isto é um espaço de discussão. Se queres andar a vir aqui dizer ás pessoas para não falar, nem para exprimir a sua opinião, estás no local errado.

Último ponto: é preciso ser-se muito mais rico para andar a suportar esses serviços “vantajosos” que comprar o físico. O que eu não entendo é a lógica da batata de comparar o preço de um serviço que oferece jogos com alguns anos, com o custo de comprar de jogos recentes no mercado a 70€ ou bónus de pré reserva(mais uma vez, algo que já foi discutido em cima antes do teu comentário).

Ruan
Visitante
Ruan

Bruno não vou perder tempo de responder, porque como o site não é imparcial se não falar bem da Sony o comentário fica banido.
Midia anti MS é moda.

Vitor Calado
Visitante
Vitor Calado

A SONY utiliza esse critério com a PS NOW, ou seja não oferece na PSN nenhum dos jogos que está no catálogo da PS NOW, acho que a MS não vai ter essa preocupação e vai oferecer os jogos que acha que deve oferecer, independentemente dos mesmos estarem ou não, no Game Pass, não pode é abusar, se forem 3 ou 4 jogos AAA em centenas (100 agora, mas vai aumentar) não vejo problema nisso