Poderá o Xbox game pass prejudicar o Live Gold?

O Xbox Game pass foi um serviço que elogiamos quando foi anunciado. Mas apesar de reconhecermos as suas vantagens, ele tambem pode apresentar alguns inconvenientes. Aqui analisamos eventuais prejuizos que este serviço pode vir a trazer ao Xbox Live Gold.

Nota: O artigo que se segue não é uma crítica ao Xbox Live Gold (que até se tem revelado melhor que o PSN+), ou ao Xbox Game Pass (cujo valor é inegável), e nem sequer pretende analisar o eventual sucesso deste último, mas apenas levantar questões sobre como dois serviços que requerem adesão conjunta para a sua plena funcionalidade, mas que apostam em situações distintas (a oferta de jogos em um, e o aluguer dos mesmos em outro), podem coexistir sem se prejudicarem.

Xbox Game Pass e Xbox Live Gold são serviços paralelos e que nada tem a ver um com o outro, sendo o primeiro totalmente opcional, mas o segundo indispensável para se tirar total partido da consola. No entanto se alguém pretender desfrutar do online dos jogos do Xbox Game Pass, o que para muitos, especialmente estando agora a Xbox One virada para o multi jogador, obrigará ao pagamento dos dois serviços.

O Xbox game Pass oferece presentemente um total de 100 jogos, de uma livraria mista entre jogos da Xbox One e da Xbox 360, mediante um pagamento mensal de 10 euros (valor arredondado). Já o Xbox Live Gold esse custa 60 euros anos.

No global o Xbox Live Gold é um serviço compensador. Não só oferece grandes descontos na aquisição de jogos, como oferece pelo menos 3 jogos por mês, sendo 2 deles da Xbox One e dois da Xbox 360, o que perfaz 48 jogos por ano, por 60 euros. A qualidade do ofertado é variável, mas o certo é que nos últimos tempos a oferta tem tido alguma qualidade, superando as ofertas que a Sony tem feito no seu serviço equivalente na PSN.

Publicidade

Retomando o nosso artigo

A questão é que a nível de receita um serviço como o Xbox game pass acaba por ser bem mais compensador para o possuidor da plataforma (Microsoft), rendendo uma receita em dobro da paga pelo Xbox Live Gold. E ainda por cima, sendo expectável que a adesão ao Xbox Live Gold se necessite de manter, pelo menos para muitos jogadores, este serviço é, comparativamente, uma mina de ouro.

E aqui é que reside o eventual problema deste serviço. Como sabemos, as empresas existem e são criadas para darem lucros, daí que alguém que olhe para as mesmas como amigas do consumidor, está muito enganado. Se as empresas fornecem ao consumidor aquilo que ele pede, a razão para tal é só uma, o lucro associado ao serviço.

Mas quando uma empresa fornece dois serviços e um deles se revela mais rentável do que o outro, sendo que ambos conflituam em alguns pontos, neste caso o acesso a videojogos, parece perfeitamente claro que o Xbox Live Gold pode eventualmente vir a sofrer na qualidade do ofertado de forma a tornar o Xbox Game Pass mais atractivo. Não será coerente vermos jogos ofertados e na zona de aluguer simultâneamente (ou sequer nas proximidades), o que levará a que, para não se prejudicar o Game Pass o Gold venha a ter ofertas mais secundárias, levando a que no futuro sejam bastante menos comuns as ofertas de grandes jogos no Live Gold como tem acontecido até agora. Quando estes jogos podem ser colocados antes no Xbox Game Pass, tornando assim o serviço mais atractivo, e uma maior fonte de receitas, e sendo o Live Gold obrigatório para o online, não é coerente que se prejudique a receita extra do Game Pass para ofertas no outro serviço.

Essa situação não só arrisca destruir uma das mais valias do Xbox Live Gold, sendo que no entanto continuaria a ser basicamente obrigatório a não ser que se abdicasse totalmente do online, algo que a Microsoft cada vez mais impõem nos seus jogos de forma a forçar ao pagamento do serviço, como forçaria basicamente o cliente a pagar o triplo do que paga atualmente para poder continuar a desfrutar de jogos de qualidade que agora obtém apenas com o pagamento do Live.

Este é um receio real. Não é uma realidade, pois o conflito ainda não aconteceu, mas infelizmente o mercado não sabe separar as coisas, e entrando na loucura da novidade, quando se apercebe do que criou é já tarde demais, ficado depois preso ao que já existe e do qual as empresas não abdicam.

Atualmente a Xbox Live Gold oferece um mínimo de 48 jogos anuais, custando 59.99 ano. O EA Access é um serviço adicional de jogos da Electronic Arts que custa 24,99 ano, e o Xbox Game Pass custa 9.99 por mês ou 119.88/ano.

Publicidade

Retomando o nosso artigo

Apesar de nada nos garantir que os jogos ofertados nos diversos serviços pudessem um dia ser ofertados no Live Gold (e basta ver que na consola da Sony isso não tem acontecido), a realidade é que com eles a probabilidade de isso acontecer, mesmo que antes já fosse baixa, agora é mesmo nula. A Microsoft diminuiu assim o leque de possíveis candidatos a ofertas no Live Gold, mas por outro lado oferece um leque de oferta a baixo custo gigante e que mais ninguem oferece. No entanto, a oferta fica fragmentada por três serviços, sendo que a adesão à totalidade destes serviços numa Xbox tem um custo total de 204,86 euros/ano, o que não é exactamente barato. Em compensação torna-se possível ter e manter com larga variedade de escolha uma consola só com estes serviços, desde que se abdique por largos meses das novidades acabadas de lançar, o que até pode ser compensador.

Convêm é não esquecer que deixando de se pagar, os jogos obtidos fora do Live Gold deixam de estar acessíveis, e os do Live Gold ficam sem acesso online. Ou seja, basicamente ao fim de 5 anos, terão sido gastos mais de 1000 euros mas o que fica é uma consola basicamente vazia.

Publicidade

Retomando o nosso artigo

 Eis a lista inicial de jogos disponível no serviço:

  • Blood Bowl 2
  • The Book of Unwritten Tales 2
  • Brothers: A Tale of Two Sons
  • D4: Darks Dreams Don’t Die
  • Defense Grid 2
  • Devil May Cry: Definitive Edition
  • Electronic Super Joy
  • Farming Simulator 15
  • Gears of War: Ultimate Edition
  • The Golf Club
  • Halo 5: Guardians
  • Halo: Spartan Assault
  • IDARB
  • JumpJet Rex
  • Knight Squad
  • Kyub
  • Layers of Fear
  • Lumo
  • Mad Max
  • Massive Chalice
  • Max: The Curse of Brotherhood
  • Mega Coin Squad
  • Mega Man Legacy Collection
  • NBA 2K16
  • OlliOlli
  • Payday 2: Crimewave Edition
  • Pumped BMX+
  • Resident Evil 0
  • Roundabout
  • Saints Row IV: Re-elected
  • ScreamRide
  • Shantae and the Pirate’s Curse
  • Steredenn
  • Strider
  • Sunset Overdrive
  • Super Mega Baseball: Extra Innings
  • Super Time Force
  • The Swapper
  • Terraria
  • WWE 2K16

Xbox 360 (Playable on Xbox One)

  • A Kingdom for Keflings
  • A World of Keflings
  • Age of Booty
  • Alex Kidd & Co. (Sega Vintage Collection)
  • Banjo-Kazooie
  • Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts
  • Banjo-Tooie
  • Bionic Commando: Rearmed 2
  • BioShock
  • BioShock 2
  • BioShock Infinite
  • Borderlands
  • Bound by Flame
  • Braid
  • Capcom Arcade Cabinet
  • CastleStorm
  • Comic Jumper
  • Comix Zone
  • Dark Void
  • De Blob 2
  • Defense Grid
  • Dig Dug
  • Double Dragon Neon
  • Dungeons & Dragons: Chronicles of Mystara
  • Fable III
  • Final Fight: Double Impact
  • Flock
  • Galaga Legions DX
  • Gears of War
  • Gears of War 2
  • Gears of War 3
  • Gears of War: Judgment
  • Golden Axe (Sega Vintage Collection)
  • Grid 2
  • Hexic 2
  • IDARB
  • Iron Brigade
  • Jetpac Refuelled
  • Joe Danger: Special Edition
  • Joe Danger 2: The Movie
  • Joy Ride Turbo
  • Kameo
  • King of Fighters ’98: Ultimate Match
  • Lego Batman: The Video Game
  • The Maw
  • Metal Slug 3
  • Monday Night Combat
  • Ms. Splosion Man
  • MX vs. ATV Reflex
  • N+
  • Neo Geo Battle Coliseum
  • Operation Flashpoint: Dragon Rising
  • Pac-Man CE DX+
  • Pac-Man Museum
  • Perfect Dark Zero
  • Sacred 3
  • Sam & Max: Beyond Time and Space
  • Sam & Max: Save The World
  • Samurai Shodown II
  • SoulCalibur
  • SoulCalibur II HD
  • Spelunky
  • Splosion Man
  • Stacking
  • Streets of Rage (Sega Vintage Collection)
  • Tekken Tag Tournament 2
  • Toy Soldiers
  • Toy Soldiers: Cold War
  • Virtua Fighter 5: Final Showdown
  • Viva Pinata
  • Viva Pinata: Trouble in Paradise
  • XCOM: Enemy Within

E tu o que te parece? Perante as vantagens e desvantagens expostas, achas que o cliente Microsoft fica a ganhar ou a perder? E o cliente apenas do live gold, ganha ou perde? Concordas que que o risco da qualidade da oferta deste serviço pode cair, ou achas que ele não existe?

Publicidade

Posts Relacionados

Readers Comments (26)

  1. Mário, creio que irão coexistir por conta da obrigatoriedade de assinar a Gold para quem quer jogar online, ainda mais em uma plataforma onde a boa parte de seus clientes preferem partidas online, mas creio que esse serviço da MS é uma tendência e como tal, não tardará para a Sony entrar nessa ( sei que já existe o psnow, mas com certeza perde-se muito por exigir uma ótima banda larga), e quem sabe no futuro até a Nintendo poderá entrar nessa. Acho o serviço promissor, penso que há espaço para crescer, mas gostei dos jogos ofertados, ainda mais quando sabe que é só o começo. Se eu tivesse o one, assinaria sem dúvida, mas isso sou eu! Ah! Não esquecendo que a pessoa pode tranquilamente assinar por 1 mês e usufruir de muitos jogos, ainda mais em uma eventual férias, bem compensador ao meu ver!

    • Edson… não está em causa a qualidade do serviço, ou as suas vantagens para alguns!
      A questão é só uma. As ofertas do Gold podem ser prejudicadas por ele ou não? O que achas?

      • Quando falo coexistir, digo que não será afetada!

        • Imagina que a Microsoft poderia oferecer um AAA no Gold, como já aconteceu.
          Mas se o oferece, ele deixa de ter interesse no Game Pass. Dado que o Game pass facilmente dá mais lucro que o Gold, não te parece que se pode optar por não o oferecer, colocando-o antes a aluguer?

          • Mário, não creio! No começo não tinha essa de jogos ofertados, isso começou graças a Sony com a PSN na geração passada, por isso que concorrência é fantástica para o consumidor. Os jogos ” dados” nessa geração sempre ou quase sempre foram ” esmolas”, pois jamais estiveram ao nível das ofertas da geração passada, msm a MS estando dando uns bons jogos em comparação a Sony, está bem abaixo de outrora, pois sabemos que o consumidor paga pelo o online e creio que não diminuirá os inscritos Gold por conta disso. Mas respondendo claramente o que vc me perguntou, creio que esses jogos serão migrados ao game pass, e os que assinam Gold assinarão Gold ainda e até o pass. Creio que pode afetar o EA acess. Numa geração onde aceitam consoles de meio de geração, aceitarão qualquer coisa.rs

          • A SONY utiliza esse critério com a PS NOW, ou seja não oferece na PSN nenhum dos jogos que está no catálogo da PS NOW, acho que a MS não vai ter essa preocupação e vai oferecer os jogos que acha que deve oferecer, independentemente dos mesmos estarem ou não, no Game Pass, não pode é abusar, se forem 3 ou 4 jogos AAA em centenas (100 agora, mas vai aumentar) não vejo problema nisso

          • Certo… eu tambem espero que seja assim, e acho que esta seria a melhor forma de manter o valor em ambos os serviços.

  2. Acredito que possa prejudicar pois se nao oferecer um bom jogo no Gold ai os usuarios ficarão bravos como os da PSN que em sua maioria nao oferece um jogo de qualidade.

    • Isso tem sido uma realidade… a oferta do Gold tem sido melhor.
      O Gold tem tido boas ofertas (incluindo AAA) ao passo que a PSN+, salvo algumas excepções só tem ofertado jogos menores.
      Eventualmente esta dupla oferta da Microsoft poderá tornar o Live em algo semelhante.

  3. Olha acredito que quem escreveu a materia tenha se confundido ou talvez não tenha a live Gold mas a Live Golda dão 2 jogos de Xbox ONE e 2 de Xbox 360 que sempre estão na retro ou seja podemos jogar os 4 jogos no Xbox ONE.

    Já a respeito do Xbox Game Pass acredito que especular neste momento é tolice haja vista não tem nenhuma evidência do qual sistema terá os melhore e qual terá o piores mas atualmente eu tenho o EA Access que é um serviço excelente acabei de finalizar o primeiro e segundo Mass Effect E comecei o terceiro , sei que foi triste ter deixado passar esses jogos no 360 mas simplesmente não pude joga-los e o preço que paguei no EA Access já seria uma pechincha se tivesse apenas esses jogos mas ainda jogei outros como mirros edge catalist e aquele game do bonequinho de linha todos completos este ano tem sido muito bom para o access para me atrair o Game Pass tem que ter um nível semelhante.

    • Tens razão Ziel… apesar que só aparece 1 jogo de 360, ele troca a meio do mês… vou corrigir o artigo.

      De resto sim, o artigo é especulativo. Tem razões para haver as questões, mas não há certezas! Agora que as questões que se levantam são pertinentes, isso são!

      E o Game pass é, a meu ver, um excelente serviço! Pessoalmente não acho que seja para mim que gosto dos jogos no lançamento, mas mesmo assim, reconheço-lhe o valor!
      Só espero é que devido a ele, aqueles que não aderirem, não sejam prejudicados nas ofertas do Gold, e daí o artigo.

  4. E com isto chega a terceira subscrição paga. E quem quiser tudo, paga a módica quantia de 200 dólares anuais.

    Acho que a pergunta mais permente é até como vai ficar o EA access no meio disto tudo. O que irá acontecer quando SEnix, ou a Capcom ou a Activision ou a Ubisoft decidiram lançar os seus próprios serviços? Será que essas companhias deixam de apoiar a Xbox? Será que o Game Pass ficará reduzido a exclusivos? Será que as ofertas do Gold deixarão de existir ou pior, será que o Gold passará a ser o próprio GamePass? Basicamente é o jogar com subscrição mensal. Compras a consolas e pagas todos os meses para poderes jogar na consola

    Isto pode parecer muito bom agora, mas a longo prazo só torna o panorama mais tóxico para o consumidor.

    Por mim, prefiro o físico.

    • Bruno entendo suas palavras, mas é muito fácil atirar pedra na MS é moleza é moda.
      Assina quem quer, ninguém é obrigado, e sem teorias que quem não assina vai ser prejudicado porque oferta tal vai ser pior e bla bla bla..
      Alguém reclamou da Sony ter lançado The Last Of us remasterizado um ano depois?
      Claro que não porque sempre acham pontos positivos para o que a Sony faz e sempre acham pontos negativos para o que a MS faz principalmente a mídia da Europa isso é um fato pura realidade.

      • Sabes os DLC e as microtransacções?

        Também só aderia quem queria…

        O pior é que todos acabaram a arcar com aquilo.

        The Last of US Remaster não te inviabilizou jogos novos, não te trancou atrás de subscrições.

        Isto sim.

        • O que vale para João não vale para Francisco…
          Lançar um jogo recem saido do formo e cobrar preço cheio é normal não tem Subscrições, só precisaram pagar $60 a mais de novo mas compra quem quer, isso não é ser Cancer é para o bem de todos.

          Com 60 reais, menos da metade de 60 euros eu assino EA Acess mas ai é ruim não compensa.

          Nota da moderação: o resto do comentário foi editado e removido por violar as regras de conduta na participação dos comentários.

          • Eu sinceramente… estamos a falar de um serviço que se for para a frente altera todo o panorama da industria e tira direitos ao consumidor.

            E os mais sensíveis vêm transformar isto numa guerra de plataformas…

            Se o Francisco quiser fazer queimadas na floresta onde vive o João… podes ter certeza que o que vale para o João vale para o Francisco também!

            Como disse em cima, um remaster, é um relançamento de um jogo com maior resolução e fps. Basicamente a empresa recapitaliza no jogo, mas não pode continuar a relança-los a toda a hora, porque a qualquer o altura o público farta-se e termina aí a história. Ou seja, a longo prazo, isso não impede a empresa de lançar novos jogos, não afetando quem já antes comprou o jogo.

            Pode afetar sim é a retrocompatibilidade, a aí é mau. No entanto o PC oferece retrocomptabilidade e a concorrência também, pelo que mais cedo ou mais tarde acabará por chegar (isto se a concorrêmncia construir sobre a retrocompatibilidade, e não destruir o que infelizmente é o caso).

            Mas de longe isto se compara a trancar o acesso a jogos por trás de uma subscrição – se de um lado não tens acesso à biblioteca antiga de forma gratuita (algo que não durará muito tempo, com a concorrência do PC a fazer pressão quanto mais não seja), do outro tens um trancar do acesso aos jogos por trás de uma subscrição, algo que se for em frente, altera toda a forma de fazer comércio e retira liberdade ao utilizador.

            É muito, mas muito, pior.

          • Bruno não vou perder tempo de responder, porque como o site não é imparcial se não falar bem da Sony o comentário fica banido.
            Midia anti MS é moda.

          • Caro Ruan… você insiste nessa história, e está no seu direito de achar o que bem entender.
            Agora o que lhe tenho para dizer é que se não gosta… mude-se, mas não faça acusações gratuitas.
            Ninguem aqui tem culpa de a Microsoft estar mal. Ninguem aqui tem culpa de estarmos no quarto ano de vida da Xbox e de nesta altura onde se esperaria um pico de suporte exclusivo a consola estar praticamente a seco e de se ter passado meio ano onde tudo de que a Microsoft falava era de outra consola e nada de jogos. Ninguem aqui tem culpa se a Microsoft ter levado os exclusivos para o PC, ninguem aqui tem culpa de a Microsoft ter cancelado dois dos seus exclusivos mais esperados, ninguem tem culpa de a Scorpio estar à porta, mas, perante os dados que existem à mais de meio ano e que a Microsoft nunca se preocupou em alterar, nem que fosse pela imagem, ir ser lançada com menos exclusivos previstos que a Switch.
            Agora se esperava que o website, perante isto tudo batesse palmas e aplaudisse este estado de coisas, está enganado.
            Isto não se chama parcialidade, chama-se realismo e informação.
            E lamento que não veja isso, porque assim sendo deve estar a ficar sem websites para visitar. É que em vez de se aperceber desta realidade prefere dizer que falar mal da Microsoft é a moda! Porque no que toca à Microsoft certamente está tudo bem!
            De resto, como deveria saber, este website não permite nas suas regras ataques a pessoas ou instituições, o que, claro, nos inclui. E esses comentários de parcialidade só servem para inflamar os ánimos.

    • 200 euros por ano dá para algo como 3 jogos.
      O certo é que o conjunto dos serviços até é vantajoso…
      Agora há duas questões…

      1 – Só levas jogos mais antigos
      2 – Jogas mais, mas depois ficas com… nada

      Mas a favor:

      1 – Tens uma livraria de mais de uma centena de jogos, para além de ofertas de 40 jogos ano, para jogar à escolha, não sendo preciso mais nada para se manter a consola activa.
      2 – Tudo pelo preço de 3 jogos.

      Creio que neste campo é uma questão de escolha. Agora não podemos tirar o mérito aos serviços, pois ele têm-no, e é vantajoso para muitos.

      • Na realidade, e para os jogos da lista… Dá para muito mais.

        Quer dizer nenhum deles é o mais recente pois não?

        Seja como for, não te esqueças que físico dá sempre para revenda, digital não…

        Eu não nego a vantagem imediata do serviço, o que me preocupa são as implicações futuras.

        É nisso que ninguém pensa.

    • Sabe por quê tantas subscrições estão surgindo, por que o game AAA mais barato que eu ouvi falar custa 50 milhões de dólares para ser produzido e tem que vender 1 milhão de unidades no primeiro mês para começar a dar lucro e ao menos 2 milhões para o estúdio fazer caixa e garantir o dinheiro da sequência ou de um próximo projeto AAA. Em dois meses mais ou menos, o jogo ja começa a ser vendido com desconto caso não atinja a meta.
      E claro, as pessoas não criam um projeto para ficar no 0 a 0. Todo mundo trabalha pela recompensa e as vezes eles não querem ganhar apenas o equivalente ao investimento, muitos querem mais e independente se é ganância ou não, posso falar por mim, se eu passo dias e noites trabalhando em alguma coisa que exigiu grande investimento e tomou muito mais tempo do que deveria, eu nao quero o dobro de lucro, eu quero o triplo, quem sabe mais, todos querem prosperar.
      A criação de novas fontes de renda é o que possibilitará que empresas continuem produzindo jogos AAA que evoluem e não estacionam. Fazer um jogo de 50 milhões e lucrar 60 milhões, possiblita recuperar o investimento e ter lucro, mas fatalmente no próximo jogo o investimento será novamente os mesmos 50 milhões ou até menos, o que significará basicamente um jogo sem evolução alguma.
      Se não quer um mercado onde praticamente todos os jogos são de baixo orçamento e os triple AAA são apenas continuações de franquias de 10, 15 ou 20 anos, é assim que vai ser.
      Lembrando que as empresas tem atitudes diferentes mas geralmente com o mesmo fim. A Sony não aprovou o EAccess nem tem um serviço semelhante ao game pass, mas costuma vender jogos de duas gerações passadas por preços muito maiores do que realmente valem e remasterizar jogos com um ano de lançamento, que geralmente são comprados pelas mesmas pessoas.
      Eu também pensei bastante no futuro da indústria quando vi gente recomprando The Last of Us no PS4 um ano depois, God of War 3 ou Uncharted Nathan Drake Collection sem multiplayer.

      • Fernando… eu aceito isso. Há custos de produção e há que se ganhar!
        A questão no entanto não passa por aí…
        Como dizia um proverbio popular “Vai ali um burro a 1 tostão… é barato… mas eu não tenho 1 tostão”.
        Basicamente o que quero dizer é que entendo isso tudo, mas nós, a população em geral, não temos salários que permitam entrar em loucuras. Os jogos são um luxo, não uma necessidade, e são uma paixão cara!
        As subscrições são uma forma alternativa de se obter conteúdo. Pessoalmente não as critico pois saem mais baratas que comprar jogos. Mas no entanto tambem não compram jogos novos.
        Apesar de eu ter referido que 204 euros (o custo total das subscrições por ano) dá apenas para 3 jogos, o Bruno referiu, e muito bem, que nos jogos ofertados, esses mesmos 204 euros dão para muitos mais jogos. Dependendo da escolha, dá para cerca de 10 ou mais jogos (10 dos melhores, mais se optares pelos mais baratos).
        E aí terás de pensar… O ano tem 12 meses, 10 jogos dá quase 1 jogo por mês… E isso é mais do que suficiente.
        A questão aqui é que neste caso ficas com os jogos, e se não quiseres gastar mais nada, jogas os mesmos jogos. No outro caso, ficas sem nada!
        Mas estou a fugir ao tema. A questão é que uma subscrição acaba por ser uma renda… Uma coisa é tu gastares 70 euros de vez em quando, outra é comprometeres-te com 10 euros mês… Muitas familias ficam endividadas dessa forma. Basta ver a TV cabo… começou por ser apenas a TV por 30 euros, depois associaou a internet, depois o telefone, depois canais premium, e agora… não chegam 90 euros mês para a o cabo.
        Sim, beneficias… mas aqui cria-se uma tendência despesista no consumidor que antes não existia. E hoje em dia todos aceitam pagar por canais TV que antes obtinham gratuitamente por satélite.
        E quando falas a alguem em cortar a TV cabo… OMG… e depois o que eu faço? Até porque sem TV a internet é mais cara… algo que não é mera coincidência!
        As empresas entram nestes esquemas para criar hábitos… e prendem os clientes. Alteram os nossos hábitos e as pessoas aceitam porque entram nos esquemas convencidos que estão a fazer uma grande coisa.
        Acima de tudo as empresas necessitam é de descer custos de +produção. Necessitam de se convencer que para venderem um jogo não basta ele ser bom. As pessoas pagam muito por uma cópia, e se eles falam em milhões, para nós consumidores, 70 euros é muito dinheiro. Daí que quando dois jogos saem seguidos, a maior parte das pessoas não quer gastar 140 euros… nem sonhar… e opta por apenas um, prejudicando as vendas dos outros.
        Daí que o distribuir dos jogos pelo ano seja muito importante.
        Curiosamente os serviços de subscrição surgem na microsoft, que tem o hábito de lançar tudo ao mesmo tempo no final do ano, esquecendo essa realidade… Mas quanto a isso não se pode queixar. A decisão é deles e só deles!
        Acima de tudo há igualmente que se perceber que um AAA não é necessáriamente um grande jogo. Agora vais ter a Scorpio com os seus 6 Teraflops que pode fazer jogos a 4K nativos, mas com uma Wii U alimentada a metanol é que tens o Zelda com notas 10/10… Algo que na Xbox ou PS4 não há!
        Daí que acima de tudo há que se repensar bem o que se anda a fazer… E apostar na qualidade quando se mete grandes orçamentos.

      • Tocas no ponto, Mário. Esse é o melhor exemplo e espero que as pessoas pelo menos agora percebam os riscos.

        Claro que agora é muito vantajoso. Sobretudo se olharmos sempre para os lançamentos mais recentes. Mas é um presente envenenado. Quando o sistema assim estiver (o futuro de que eles tanto falam e que tanto querem), não haverá limites a concertação de preços e o acesso aos teus títulos dependerá daquilo que a empresa decidir fazer. Deixas de pagar, perdes acesso á biblioteca. Deixas de pagar, perdes o teu progresso. Deixas de pagar, ficas sem nada.

        Agora pagas uma vez, e ficas com o que tens para sempre ou até te fartares. Não só, quando te fartares podes sempre recapitalizar o que tens, e trocar por outros que não tenhas e jogar novos títulos.

        Fernando… num primeiro à parte, a recapitalização por lançamento de remasterizações pagas, como por exemplo Halo MCC ou GoW Ultimate, incomoda-te e isto não? Quer dizer, na ótica do serviço de subscrição é muito bom para a empresa mesmo que o consumidor tenha que sofrer, mas o relançamento de títulos de duas gerações atrás sobre pagamento é mau?

        Eu sinceramente acho que são os dois maus!
        Fui o primeiro a criticar a Sony pelo que fez com os jogos PS2 na PS4 – aliás podes ler o artigo que escrevi sobre o assunto aqui na PC Manias. E também critiquei isso, no meu artigo em que analisei a incapacidade da Sony em tornar a Vita mais atrativa. O que não entendo é o porquê deste assunto aqui, mas pronto…

        Voltando ao tema, isso é a treta que eles atiram á parede a ver se cola. A visão apocalítica que querem vender para ver se levam o rebanho para o sítio que querem.

        Os estúdios e editoras são empresas. E as empresas têm acima de tudo que planear muito bem os próximos passos de forma a dar lucro. Se um jogo numa primeira vez vendeu 5 milhões, não vão planear e gastar dinheiro na sequela a considerar maiores vendas, ou seja, não terão um orçamento correspondente a umas vendas de 5 milhões! Isso é mau planeamento!

        Ah e tal, o custo de desenvolvimento está muito elevado!

        Então que não andem por ai a pedir mais potencia e mais gráficos – limitem-se a trabalhar com o hardware que conhecem bem, valorizem as ferramentas e planeiem melhor os custos. Simples. Não foi à toa que empresas como a Epic, a Crytec e a Unity surgiram – basicamente criam um motor de jogo que pode ser licenciado dividindo os custos de forma a ser mais lucrativo. Os estúdios conseguem excelentes gráficos mais facilmente, e as ferramentas já aparecem desenvolvidas!

        Se as empresas vão continuar sempre a apostar no mesmo… Irão fazer isso, até que o mercado assim o decida. O consumidor tem todo o poder. Basta um estúdio qualquer apostar em algo novo, que se tiver qualidade, o Mercado vai atrás. Olha Amnesia! Olha os Indies! Bastou estes jogos surgirem que até as grandes decidiram voltar às raízes!

        Isto faz-me lembrar a história da SEnix e o facto de 5.3 milhões de cópias de TR (2013) não terem sido suficientes – quando o franchise bateu recordes de vendas!

        Era só treta para ver se os patinhos caíam!

        RoTR vendeu pior que o primeiro e olha! Já deu lucro, já foi uma mais valia, e o terceiro já está a caminho.

        Esse teu cenário apocalíptico que pintas, de os estúdios deixarem de inovar, de se deixar de criar, só acontece se a série ainda tiver clamor do público. basta o Mercado reagir, e o Mercado acaba sempre por reagir, que eles inovam. A concorrência a isso obriga.

        E mais uma vez, segues à letra o que a MS vem dizer (olho o que escreveste é o conjunto de tretas que o Phil Spencer andou a dizer na entrevista: têm que pagar uma renda se quiserem jogos singleplayer completos). Enquanto isso a Sony à 4 gerações que anda a financiar esse tipo de jogos,a gastar dinheiro nesse tipo de jogos e a suportar isso, mesmo nem todos dando lucro. E sabes porquê, porque investe em novos conceitos e inova. Porque sabe que foi assim que conseguiu um nome e uma imagem no mercado e agora colhe os frutos.

        Curiosamente, precisamente a mesma coisa que a própria Microsoft está a fazer, dado que, de acordo com os rumors, tanto a 343 como a Coalition estão a desenvolver novos IPs…

        Mas vem a público dizer que é necessário pagar uma renda. Logo a companhia cheia de dinheiro e à qual não falta nada.

        • A SONY lançou o PS NOW que em que pagas uma mensalidade e tens á tua disposição um catálogo de jogos da consola antigos, já está a funcionar á pelo menos 2 anos, agora a MS lança um serviço em que apesar de funcionar de maneira diferente para o consumidor é exactamente igual, pagas uma mensalidade e jogas todos os jogos disponíveis no catalogo, e está errada? a SONY está certa, é inovadora e defende o consumidor? eu tive o EA ACcess e gostei bastante, pois além do preço bastante convidativo, acabei por gostar de jogar jogos que nunca iria jogar se os fosse comprar, eu aceito que haja pessoas que gostem de comprar os jogos fisicamente, aceito que haja pessoas que gostem de comprar os jogos day one, aceito que haja pessoas que gostam até de fazer pré reserva para ganhar uns bonus, cada um gasta o dinheiro como quer, portanto se os serviços de aluguer de jogos antigos se divulgar pelas outras produtoras ONDE É QUE ESTÀ O PROBLEMA??? eu joguei no PS NOW em Inglaterra em 2016, e fiquei impressionado, muito bom e um serviço que só peca por ainda não ter títulos da PS4 disponíveis, tive o EA Access e adorei, até os jogos de futebol americano e de luta joguei…vive a tua vida como queres e deixa os outros viver a deles, eu não te digo para não comprares os teus jogos fisicamente ou em pré reserva, deixa que outros possam ter acesso a quantidades de jogos que tu nunca terás a não ser que sejas rico.

          • Vitor… o comentário não era para mim, mas dado que estou metido na conversa aproveito-o para clarificar umas coisas da minha parte:
            Começo por dizer nem a Sony está certa, nem a Microsoft está errada ou vice versa.
            Mas quanto à comparação que fazes com o PSNow, eu nunca a fiz pois na realidade isso seria comparar coisas diferentes. E nesse sentido acho a tua comparação pouco ponderada.
            E explico fazendo ver as diferenças:
            1- O PSNow é um serviço de streaming de jogos, o Game Pass é um serviço de aluguer de jogos digitais.
            2 – O PSNow está extremamente limitado na oferta sendo que apenas está disponível em alguns paises. O Game Pass estará disponível a nível global.
            3 – Em termos gerais, o PSNow, pelas suas caracteristicas, como a dependência constante da qualidade da internet, não é considerado pelo utilizador normal como minimamente interessante, mas já o Game Pass é efectivamente bastante interessante.

            Ora o meu artigo em lado nenhum critica o Game Pass, (e se leste a notícia por nós publicada quando ele foi anunciado, viste que o elogiamos – http://www.pcmanias.com/microsoft-apresenta-o-xbox-game-pass-um-sistema-de-aluguer-de-videojogos/)
            O artigo apenas questiona se, dado que ele lida com exactamente a mesma coisa que o Live Gold (jogos digitais) ele poderá ou não afectar o conteúdo das ofertas que ali possam existir.
            Esta é uma questão válida e pertinente. Não quer dizer que aconteça, mas tambem ninguem está a afirmar isso, apenas se refere que o risco existe.
            Essa questão seria igualmente válida para o PS Now não fosse pelo facto que, comparativamente, ninguem quer saber minimamente dele, ele não estar disponível na maior parte dos paises, sendo que a sua implementação é cara, o streaming é pouco interessante, e no global de pouco interesse, sendo que devido a tal, considero a sua ameaça ao conteúdo ofertado da PSN+ é pouca ou nenhuma (mas não nula).

            O Game pass é um excelente serviço com vantagens e desvantagens. Masda minha parte, como quem ler o artigo percebe, isso nem sequer é o que está em causa, ou sequer é o abordado.
            Não já aqui qualquer crítica.

            E era essa a questão que, sem prejuizo do dito nos comentários de cima, pretendo deixar bem clara.

          • Vais-me, por favor, indicar o momento onde digo que o PS Now é uma vantagem ao consumidor. Aliás, onde digo sequer que o Now é melhor que o GamePass, ou até mesmo, que a Sony inovou muito ao criar o Now e a MS errou muito ao criar o GamePass. Pelo menos lê o que está escrito antes de andar a atirar acusações.

            Mas aproveitando o ponto, também te deixo isto para pensares: tens visto notícias sobre o PS Now recentemente?

            É que o serviço tem vindo, a pouco e pouco a morrer. Aliás desde o inicio que o público se tem queixado que o serviço não é atrativo, que o seu suporte tem sido limitado e o preço pouco apelativo. Não só, mas a Sony tem estado silenciosa e calada desde o nascimento do mesmo. A grande estrela de todo o seu discurso é a PS4. O Now nunca teve grande foco nas grandes feiras.

            Uma atitude muito diferente da Microsoft. Consegues perceber porquê? Eu dou mais uma ajuda: ao contrário do GamePass que serve a Xbox e é tão relevante quanto o Gold, ou a própria store, o PS Now foi relegado, pela própria Sony, para segundo plano.

            Ele existe e está lá, mas é secundário e mesmo a sua disponibilidade está circunscrita a certas plataformas e mercados (e deixou de estar presente nas smart tvs de outras marcas).

            Neste aspeto e agora sim, acho a atitude da Sony muito melhor, face à da Microsoft. Porque investe na sua consola, investe no mercado que criou e não se põe a impingir aos clientes serviços nem vem com conversas de que é necessário pagar rendas para ter jogos.

            Ela podia muito bem obrigar toda a gente ao Now, alegando que não consegue mais financiar a consola com exclusivos, não podia? Mas não o fez.

            Ainda bem que gostaste do EA access. Sabes do que eu gosto? Demos. São grátis, permitem-me fazer exatamente a mesma coisa, isto é, experimentar jogos que nunca joguei e que provavelmente nunca consideraria, e depois comprá-los. E digo-te já que foram vários os casos em que uma demo me levou a comprar um título. E o melhor é que não tive que pagar nenhuma renda. Comprei o título quando precisei de comprá-lo, não tive que dar nada mensalmente ou submeter-me a mais de 100 euros anuais para o fazer.

            Onde é que está o problema dos serviços de aluger de jogos, quando as outras produtoras deicidrem fazer o mesmo? Pensa assim, num mundo em que não podes comprar jogos a não ser que subscrevas esses serviços, multiplica o preço do EA Access por 5 e adiciona a Gold e o GamePass. Tens aí o problema. (algo que também já foi escrito em cima, e por duas pessoas diferentes: mais uma vez lê, e se não entenderes, pede explicações).

            “vive a tua vida como queres e deixa os outros viver a deles, eu não te digo para não comprares os jogos fisicamente ou em pré-reserva, deixa que os outros possam ter acesso a quantidades de jogos que tu nunca teras a não ser que sejas rico”

            Vítor… lê o que está escrito em cima. Eu vou dar-me ao trabalho de sublinhar uma parte importante no meu primeiro comentário:

            “Por mim, prefiro o físico.”

            Percebes? Por mim, isto é, no meu caso em particular, prefiro o físico.

            Só me limitei a justificar a minha escolha e a alertar as pessoas para os riscos da adopção destes serviços (o que é a resposta à tua pergunta de “ONDE ESTÁ O PROBLEMA?”).Eu não obriguei ninguém a nada, mas tendo em conta a tua resposta devo ter dito umas verdades muito incómodas.

            Agora, isto é um espaço de discussão. Se queres andar a vir aqui dizer ás pessoas para não falar, nem para exprimir a sua opinião, estás no local errado.

            Último ponto: é preciso ser-se muito mais rico para andar a suportar esses serviços “vantajosos” que comprar o físico. O que eu não entendo é a lógica da batata de comparar o preço de um serviço que oferece jogos com alguns anos, com o custo de comprar de jogos recentes no mercado a 70€ ou bónus de pré reserva(mais uma vez, algo que já foi discutido em cima antes do teu comentário).

Os comentarios estao fechados.