Problema de interacção com smartwatches poderá ser resolvido com 6 níveis de liberdade mecânica.

Os Smartphones não acertaram imediatamente com o interface ideal, e o seu uso inicial era algo desastroso. Da mesma forma os primeiros smartwatches ainda estão a tentar acertar com o interface e a forma de interacção. Mas agora há uma aparente solução que pode resolver todos os problemas no seu uso!

Smartwatch interface

Uma das grandes dificuldades de se obter uma boa interacção com um smartwatch passa pelas suas dimensões reduzidas, e o facto que a interacção só pode ocorrer com uma das mãos uma vez que a outra possui o smartwatch no seu pulso.

No entanto a ânsia dos compradores é que possam vir a conseguir fazer no seu relógio aquilo que fazem no seu smartphone, daí que a questão do interface seja um problema bem real e que está em estudo.

Gierard Laput é um estudante que está a tirar um Doutoramento na Carnegie Mellon e que acredita ter chegado a uma solução que resolve não só o problema de interagir com o pequeno ecrã, como com o relógio como um objecto 3D como um todo, permitindo rotações, torções, clicks e toda a panóplia de movimentos que se podem fazer num universo 3D.



Assim, juntado-se com outros dois estudantes de nome Robert Xiao e Chris Harrison, produziram um protótipo que mostram no video que se segue e que demonstra como o interface funciona.


Como se pode ver a liberdade mecânica em seis graus permite uma interacção muito mais simples e igualmente completa, abrindo novos potenciais para a funcionalidade de um produto do género. E tudo isto usando apenas dois dedos, ao ponto de ser possível jogar-se Doom (o clássico FPS) no smartwatch.

A dúvida que fica é agora quanto à miniaturização e resistência do produto, bem como eventuais impactos na bateria. Mas tudo isso será certamente algo que terá solução.



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