Ready Player one

O filme já está nos cinemas… os jogos fizeram parte do nosso passado! Mas agora podem re-jogar os mesmos!

Ready Player One está no cinema. Tendo-o visto ontem posso afirmar que ele explora bem a nossa nostalgia, e que saímos do filme com vontade de re-lembrar os jogos que ali vemos abordados. Nesse sentido a Warner Bros foi simpática o suficiente para nos colocar alguns deles, mesmo que apenas abordados verbalmente no filme, à distância de um clique no browser.

Se querem re-jogar algum dos jogos, nada como ir ao arcade.readyplayeronemovie.com e experimentarem algums dos clássicos, neste caso o jogo Joust, Tapper, Sinistar, Robotron 2084, Defender e ainda um novo jogo, o “First to the Key” que, mantendo a ideologia dos jogos arcade dos anos 80, o aplica às aventuras do filme.

Naturalmente que estes jogos não são nada que não possam aceder com um emulador, mas a ideia desta iniciativa é que, sem os terem de instalar e procurar quais os jogos em causa, as novas gerações possam conhecer estes títulos que ocupam a mente de todos os que não nasceram com o grafismo e a qualidade dos jogos que existem nas consolas atuais.



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AlexandreR
Visitante
AlexandreR

Mário, como já viste o filme…
Quando iremos ter algo do mesmo género , na vida real? 🙂
Um VR como o Oásis e aqueles gráficos?
Spielberg fala em “talvez” no ano 2021!
Achas que é possível ter o mesmo nível de iteração e qualidade gráfica em tão pouco tempo?
Eu acho que não!
Sinceramente, na minha perspectiva , só para 2025/2026 com um lançamento de outra geração.

Daniel
Visitante
Daniel

Pura nostalgia, desde a trilha sonora a elementos icônicos da cultura POP dos anos 80. Filmaço… Em relação a tecnologia presente no filme, que permite ao personagem interagir em ambiente virtual, já é uma realidade, inclusive o Spielberg, não inventa nada que não esteja ao alcance de alguns mais afortunados, inclusive é um contraponto, pois no filme todas as pessoas tem acesso. O maior obstáculo a meu ver é justamente a liberdade que se julga possível viver em um ambiente virtual em detrimento do mundo real apresentado de forma atrasada, opaca e sem vida, onde todas as coisas de fato acontecem. Não se iludam com a linguagem metafórica, na qual uma única companhia vai ser capaz de alcançar os feitos tecnológicos gigantescos propostos, essa menção foi linguagem poética. O mais relevante para mim é constatar que existe um caminho, e esse caminho requer que a tecnologia se democratize, seja acessível para as massas, sem barreiras de nenhuma empresa ou produto. A Sony tem um grande papel nesse contexto, mesmo porque o forte dela é mesmo hardware, mais isso não exclui outras empresas igualmente forte em outras áreas como Microsoft (Cloud) entre outras empresas. Acredito que prevalecerá a empresa que abrir possibilidades de interação entre todas as plataformas, como ocorreu com os computadores, que no passado haviam 1/2 dúzia de fabricantes, mas hoje existem vários, e as pessoas interagem umas com as outras sem barreiras e nem fronteiras através da internet. Inclusive nos anos 80 isso para muitos era um sonho distante.