Resident Evil 4 era uma obra prima. E mais do que tu pensas!

Uma das coisas que fazem um jogo bom é o equilíbrio da dificuldade. E Resident Evil 4 não só era uma obra prima a nível gráfico e de história, mas também a nível de dificuldade, que ajustava dinamicamente de acordo com o jogador.

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O Resident Evil 4 é considerado por muitos como sendo o melhor jogo da série. Isso é algo perceptível não só na qualidade do jogo, no detalhe gráfico, na história e pormenor, mas igualmente na implementação de pequenos pormenores que foram implementados de forma a garantir a qualidade do jogo e o prender o jogador ao mesmo.

Em todos os jogos os jogadores deparam-se com situações diversas apanhando bosses ultra difíceis e outros que se passam com uma perna às costas. Este tipo e situação pode ser frustrante e o ideal seria o jogo ter o nível de dificuldade adequado à forma como o jogador está a jogar. Se está a dominar o jogo, este fica mais difícil, se está a ter dificuldade, fica mais fácil. Com essa situação, todos podem obter uma experiência de jogo gratificante, não havendo queixas de ser difícil ou fácil demais.

E Resident Evil 4 fazia isso mesmo. Ajustava a dificuldade de acordo com o nível do jogador. Matavas tudo e os inimigos ficavam mais difíceis, morrias muito e eles ficavam mais fáceis. Mesmo ao nível das armas as munições começavam a faltar para as armas mais usadas, forçando o jogador a variar e evitando-se a criação de vícios.

Mas acima de tudo, isto passava-se de forma disfarçada e discreta, e isso era o toque supremo na magia do jogo.

Eis um vídeo que explica tudo isso!


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