Ryse: Son of Rome – Grande jogo ou apenas grafismo?

Um dos problemas com os trailers dos jogos é que neles apenas conseguimos ter uma noção do aspecto visual do jogo. Mas quando o jogo depois é jogado as decepções podem aparecer.

Dos jogos apresentados para a PS4 e Xbox One, houve alguns que me chamaram a atenção pelo grafismo. Falando apenas dos exclusivos posso dizer que Ryse: Son of Rome foi o jogo que mais me impressionou na Xbox One, assim como Deep Down foi o jogo que mais me impressionou na PS4.

Mas se o grafismo estava efectivamente a um nível elevado, o que pode dizer dos jogos quando jogados?

Bem, sobre Deep Down nada ainda se sabe, mas Ryse: Son of Rome tem vindo a ser jogado por várias pessoas, e quando leio uma série de análises ao que foi jogado e todas elas parecem ser concordantes, começa-se a pensar se a jogabilidade acompanha ou não o grafismo.

Nas análises o jogo foi globalmente bem recebido e parece ter um ambiente fantástico, mas no entanto uma queixa é geral, é repetitivo até à exaustão, e pior do que isso há quem diga que o jogo… se joga sozinho.



Eis aqui uma análise sucinta sobre o jogo:

rysereview

Traduzindo: “Ryse definitivamente mula o tipo de sensações que temos ao ver filmes clássicos de combate com romanos como Attila e Gladiador, mas o charme rapidamente se transforma num exercício repetitivo de espremer e repetir mecânicas de combate que são pouco profundas no conceito e com falhas na execução.



Esta é a opinião do Website Press Pause Radio.

Mas passando a websites com mais nome, eis que o IGN refere que Ryse em multijogador é: Chato e nada próxima geração. No entanto estas afirmações não são por escrito, mas estão em vídeo, motivo pelo qual terão de visitar este link ( minutos 0:30 e 1:30)

Mas a maior crítica vem do website Kotaku, onde quem jogou considerou-o o jogo mais frustrante presente na E3. E o motivo? Porque o jogo joga sozinho!

Segundo o autor do artigo este falhou um pressionar de uma tecla essencial, mas… Matou na mesma o inimigo.

Pensando ser uma bug, no combate seguinte pressionou o botão errado e… Matou na mesma o inimigo.

Pensando ser uma bug resolveu então não pressionar botão nenhum e… Matou na mesma o inimigo.

Desta forma, resolveu questionar uma das pessoas da Crytek que se encontravam por ali sobre o que se passava. E a resposta foi “Não queríamos que o jogador se sentisse frustrado”. Naturalmente uma resposta… frustrante!

Numa resposta posterior mais elaborada a Crytek acrescentou que a ideia por trás dessa decisão de design é que os jogadores ao virem para casa, após um dia árduo de trabalho, não querem lidar com a pressão e o stress de jogar de forma perfeita. Assim a falta de perfeição não os impede de jogar, mas apenas os limita na obtenção de XP ou moeda.

Mas isto é um jogo… ou um filme?

O certo é que já se prevê que a critica não vai ser suave com Ryse.



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