Se a Navi teve ou não mão da Sony, só a AMD saberá. Mas que a arquitetura segue as ideologias de Cerny quanto a retro-compatibilidade por hardware, isso é inegável.

Olhando para o design da nova arquitectura RDNA algo salta à vista. Ela foi concebida para garantir que todo o software pensado para o GCN corre sem necessidade de alterações, garantindo uma compatibilidade perfeita. Este é o conceito que Cerny sempre defendeu para uma retrocompatiblidade garantida a nível de hardware.

O RDNA tem vindo a suscitar muitas conversas sobre as suas raizes GCN. Mas independentemente de tal o GCN é uma alteração radical ao que o GCN oferecia, e isso é inegável!

Basicamente, quando se pensa em evolução do hardware, há três aspectos que podemos considerar.

O aspecto 1 é o acréscimo de novas funcionalidades aceleradas pelo hardware, e essa parte não se altera. Tratam-se de acréscimos ao que já existe e como tal não altera nada face ao suporte que o hardware anteriormente tinha. Este é o tipo de evoluções mais comum e que aparece não só dentro de novas gerações, mas igualmente dentro de revisões de uma mesma geração.

O segundo e terceiro aspecto estão intimamente ligados. Basicamente passam pela forma de, como se evoluir um hardware de forma a que este possa debitar cada vez mais a cada nova geração.



Basicamente estes dois aspectos passam por tornar uma nova geração de GPUs mais rápida usando uma de duas alternativas.

  • Aspecto 2 – Torna-lo mais rápido, o que implica melhorar as velocidades de relógio.
  • Aspecto 3 – Torna-lo mais amplo, o que implica aumentar a sua capacidade de processamento paralelo.

Ora o GCN foi tendo evoluções ao longo do tempo. E as Compute Units (CU) começaram por serem em número bem inferior aos usados actualmente, bem como as velocidades de relógio eram baixas. Mas rápidamente se percebeu que o GCN era mais virado para o aspecto 3 do que para o 2, e apesar de a cada nova revisão a AMD procurar melhorar as velocidades de relógio, foi no aumento do número de CUs que o GCN se mostrou mais eficaz em permitir a evolução.

Mas a realidade é que o GCN começou a mostrar limitações!

O primeiro limite prendeu-se com os consumos e térmica inerentes à arquitectura que lhe limitavam a velocidade de relógio. A AMD foi melhorando a situação com várias iterações do GCN, mas sem nunca se conseguir libertar desses problemas. Da mesma forma se o GCN se mostrou muito capaz em evoluir basicamente de forma linear até atingir os 48 CU, daí para cima o que se verificava era que o que existia eram ganhos decrescentes.

Basicamente o GCN mostrava que acima dos 48 CUs as melhorias na velocidade de relógio trazia ganhos maiores do que a colocação de mais CU.

Basicamente, devido à limitação das velocidades de relógio a AMD viu-se obrigada a continuar com o aumento dos CU, mas o que se percebe é que se colocarmos à mesma velocidade de relógio uma Vega 56 e uma Vega 64, as diferenças de performance são inferiores ao ganho teórico que o aumento dos CU traz. Os 8 CU adicionais da Vega 64 não lhe trazem os ganhos que se esperaria. Basicamente, o GCN não permitia subir muito mais as velocidades de relógio e o aumento de CUs já não compensava. A arquitectura GCN estava esgotada.

A AMD estava aqui perante um dilema. Uma mudança radical de arquitectura iria colocar entraves ao sonho da Sony de garantir compatibilidades com a PS4 pelo próprio hardware. Mas a manutenção do GCN não lhes permitia melhorar convenientemente os seus GPU, e a evolução iria ser pequena.



Ora o RDNA é a solução para tudo isto. E daí que se acredita ter tido efectivamente, tal como os rumores indicavam, mão da Sony!

Basicamente o RDNA é uma remodelação total do GCN, ao ponto de se tornar tão diferente que se torna numa nova arquitectura. Mas mais do que isso, inteligentemente o RDNA mantêm-se totalmente compatível com o GCN, tal e qual as ambições de Mark Cerny que sempre defendeu as retro-compatibilidades a acontecerem ao nível do hardware. E isso leva-nos a dar alguma credibilidade ao rumor de que a AMD terá mesmo desenvolvido esta arquitectura com a colaboração da Sony para satisfazer as suas necessidades para a PS5.



Este problema da retro compatibilidade foi algo que a AMD não experimentou com a passagem do Terascale para o GCN, e a razão é simples. O API que na altura equipava o Windows, o DirectX 8 era um API de alto nível, motivo pelo qual, não existindo acessos directos ao hardware, a simples existência da driver tratava de garantir a compatibilidade dos jogos. Mas isso não é o que acontece nas consolas com os seus APIs de baixo nível e acesso directo ao hardware, onde a mudança da arquitectura cortaria a compatibilidade.

O mais fascinante do RDNA é a forma como a AMD muda todo o conceito anterior. A nova arquitectura apoia-se no Aspecto 2 da evolução do hardware e permite velocidades de relógio mais altas, acabando com a limitação existente no GCN, ao mesmo tempo que no que toca ao aspecto 3, reduz a amplitude do processamento ao reduzir o número de CUs.

Basicamente o que temos agora é uma arquitectura onde a evolução é novamente possível, seja a nível de maiores velocidades de relógio, seja a nível do aumento das CU. Ou seja, uma arquitectura que garante à AMD vários anos de evolução pelos três aspectos da evolução do hardware, algo que o GCN já não oferecia. Basicamente o Navi foi desenhado para ser 100% retro-compatível ao mesmo tempo que oferece a flexibilidade que o GCN já não tinha para evoluir novamente no futuro. E claro, apresenta uma série de novidades que não existiam sequer no GCN.

As diferenças são enormes, e vão requerer código próprio para se tirar partido de todas as novidades, pelo que se poderá esperar mais e melhores performances dos GPUs Navi no futuro. Mas a forma como a compatibilidade é mantida com a forma de processamento interno do GCN, garante a total compatibilidade com o software pré existente. Isso não quer dizer que alguns jogos não possam precisar de patches devido a timmings internos do hardware diferentes, mas o certo é que o código optimizado e que tirava partido com acessos directos e de baixo nível de características específicas do hardware não requer ser re-escrito, e como tal toda a livraria de jogos da Xbox e da PS4 estão garantidas de serem mantidas nas futuras consolas sem a necessidade de emulações ou máquinas virtuais.

Nota final: Apesar de tal não ser abordado no artigo, falando apenas na vertente da Sony, pelas raizes de retrocompatibilidade do RDNA com o GCN, acredita-se que o Navi seja o resultado do feedback misto da Sony e da Microsoft, com a AMD a criar algo que satisfizesse os dois. Nesse caso será de esperar difererpntes costumizações nos GPUs para ambas as marcas pois, pelo menos nesta fase, a AMD terá deixado as partes mais específicas pedidas e patenteadas por cada um, de fora dos modelos que sairão para PC



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bruno
Visitante
bruno

Tenho me posto a pensar na Navi e num rumor inicial que referia que haveria 8 SIMD com 5 CU. Na altura achamos estranho ate que foi revelado que temos por Shader Egine, 2 grupos de 5 Duble compute units ou Workgroups.

Mais ainda, dos 251 mm2, estimo que pouco mais de metade seja o GPU em si mesmo, tudo resto e IO. Ora esta parte de IO pode ser mudada com mudanca da memoria, ou seja isto nao enecessario para a area obrigatoriamente.

Pus-me a pensar, e se tivessemos o dobro da 5700XT?

Nos nao sabemos nada sobre as caracteristicas termicas da placa.

Ora, 40x128x1755x2=17.9 Tflops. Seria possivel?

Brunoab
Visitante
Brunoab

espero um salto de 10x na GPU.

ou seja, 13TF Navi que equivalem a 18TF da GPU do PS4.

Também acho que vai ser combinação de HBCC gerenciando HBMx + DDRx e o SSD.

Não tem motivo para não imaginar que dessa vez a Sony vai voltar ao nível PS1 => PS2 com subsidio alto, já declararam que o momento era de “agachar para um grande salto”

PS5 vai ser mais poderoso que o scarlett, pq vai usar HBM contra GDDR6 da MS, é o que for economizado de calor e consumo com HBM contra GDDR6 vai ser usado para deixar a GPU do PS5 mais poderosa.

isso vai ser verdade principalmente pelo desespero de fanboys da MS e seus “insiders” com acesso a ambos os consoles UHAUHUHAUHA hypando “a MS não vai deixar a Sony lançar o console mais poderoso, ela faz o xoneX” do mesmo jeito que o Penello em 2014 dizia “a MS inventou o DX, não vai deixar a Sony ter o console mais poderoso”

Rumor de quem conhece desenvolvedor que já teve acesso aos devkits, e o penello novamente fazendo controle de danos… auhuhahua

bruno
Visitante
bruno

Belo entusiasmo mas onde foste buscar isso tudo?!

13Tflops Navi equivalem a 18 Tflops GCN? 1,4 de eficiencia entre navi e GCN. Gostei dos valores.

Por acaso essas palavras fazem pensar que a empresa realmente pensa investir forte na proxima geracao e nao o contrario – claro isto nunca se equipara ao que ocorreu com a PS3 – isso e caso a nunca mais se repetir.

Sobre o ps5 ser mais poderoso, so tivemos o scoop do editor da gameinformer. E sinceramente, nao e importante.

O mais importante e que a PS5 seja poderosa o quanto baste e que traga um salto significativo de performance. Se a Xbox e mais poderosa ou nao, acho que num caso de lancamento em simultaneo isso nao sera signficativo, porque ao contrario do que os fas acreditam a MS tambem tem tectos orcamentais. Acredito e que desta vez eles nao irao perder tempo com tretas como a TV ou o resto e efectivamente a consola sera bem pensada. Nao sei se o uso de HBM permitira poupar tanto assim em consumo em temperatura e tb ninguem sabe quanto hardware cada uma delas ira investir. A PS4 ate nem foi assim tao grande, e penso que um equilibrio entre design, e tamanho ira permitir colmatar diferencas dessas.

E espero que ambas tenham HW RT. A MS ja confirmou a Sony quase ja confirmou. Isto sera um dos grandes diferenciadores da proxima geracao e se os rumores estao certos e forem baseados na tech da Imagination tech que se supoem ser mais eficiente e avancada que o que a nVidia fez, entao ate pode ser que obrigem a nVidia a suar.

Livio
Visitante
Livio

Sem saber quantos TF vai ter cada console, mas acho que na próxima geração vai ser o mesmo dessa com PS sendo melhor no GPU e Xbox melhor na CPU.

Caso seja verdade de que a Sony participou na criação da Navi ela não iria deixar que a concorrência tenha o mesmo GPU que ela. Um colega até me questionou dizendo que a Sony foi esperta em revelar logo algumas specs já que sabia que a MS iria falar o mesmo. Eu respondi que, “Se a Sony participou no projeto da Navi provavelmente ela tinha algum documento ou NDA que faria a divulgar a Navi antes da concorrência e também como participante do projeto ela sabe quais os limites que a GPU pode oferecer.”

daniel
Visitante
daniel

Depois da apresentação das NAvi 10, esquece esse negócio de 13 teraflops cara. A que custo e temperatura isso viria? Tanto o ps5 quanto o xbox se conseguirem chegar a 10TF + algum tipo de hardware dedicado a ray trancing já está ótimo. No fim vão ser consoles bem iguais em performance, até pq, no primeiro momento, não tem psvr, kinect e segundo rumores agora, nem xbox lockhart mais, coisas que poderiam desviar o foco central no processo de finalização dos projetos. Tudo depende do preço. Se vierem por preço semelhante ($500), talvez um foque um pouco mais em gpu e ray tracing, ao passo que o outro venha um pouco superior na cpu, memoria ram e armazenamento, o que no final, sirva mais para marketing pessoal do que para diferença na imersão que se terá com os jogos. A época que os consoles eram subsidiados com força acabou ( 6 e 7 geração). Na 8º nenhum dos dois quis perder dinheiro, e vejo essa nova seguindo essa linha.

Carlos Zidane
Visitante
Carlos Zidane

Ainda não dá pra ter certeza mas, seja lá quem for mais potente, PS5 ou Scarlett, não fará muita diferença na prática, pois estarão em um patamar que pra se ver diferença, precisaria de uma diferença bem maior que 1 ou 2 tflop, ISSO É O QUE ACREDITO, não estando a afirmar nada como certo.

Nesse cenário, creio que o que fará maior sucesso será o que tiver o software que agrade a maioria, e nesse caso, acredito que a Sony esteja melhor, pois suas franquias são muito fortes, não que as do Xbox sejam ruins, mas acredito que as do PlayStation agradem a maior parte do público, como o que aconteceu nessa geração no que diz respeito a jogos, suponhamos que trocassemos os jogos da Sony e MS, mesmo com o One base sendo mais fraco, creio que ele é quem estaria com os 95 milhões de vendas.
Isso me parece lógico mas algumas pessoas certamente não irão concordar.

Livio
Visitante
Livio

Sim, eles não terão muita diferença. Já nessa geração, a nivel de hardware, eu já falava sobre isso, tanto PS4 quanto Xbox são muito parecidos a nível de CPU e GPU, se não fosse a Esram creio que ambos os consoles estariam empatados em vendas (claro que para isso também há o fator software).

Daniel Cardoso
Visitante

Penso igual a você Mário, ainda noutro dia fiz uma pergunta a você sobre um pc, e a idéia surgiu depois de ver este rumo das consolas, mais principal a Microsoft…
Sei que vou gastar mais no PC no imediato, mas depois têm as suas vantagens de não se pagar online e fazer upgrade quando eu quiser, e quando o fizer não vou gastar nem 1/3 do que irei gastar no imediato. Sobre a Sony, sim vou comprar desta vez uma PlayStation, e mesmo ela se começar a brincar com políticas da treta abandonado o mundo das consolas de uma vez por todas

nETTo
Visitante
nETTo

Eu possou um PS3 Super Slim com desbloqueio HEN, nas novas versões do HEN já é possível rodar no PS3 Isos de jogos de PS1, PS2(encrypitado) e PSP. Sabendo-se que somente o PS3 Fat, os primeiros modelos tinham o hardware de PS2 e a retro era nativa devido a isso podemos concluir que atualmente o PS3 roda estes mesmo jogos de PS1, PS2 e PSP atráves de emulação. Se a Sony já fez um emulador pra estas plataformas pro PS3, quais seriam os motivos pra que estes mesmos emuladores não sejam portados ao PS5 afim de aumentar a compatibillidade geracional das plataformas PS???

E quanto ao PS3, o PS5 teria poder suficiente pra emular satisfatóriamente os jogos do mesmo?

Carlos Zidane
Visitante
Carlos Zidane

Não vejo a hora de ver as especificações oficiais desses novos consoles, pensei que na E3 a AMD responderia várias perguntas mas, parece que estamos na mesma e até pior que antes.
Gostaria muito de saber qual será realmente o salto em questão gráfica (de certo) pois em CPU já estou bastante satisfeito, mas pelo que foi visto das Navi, só customização pesada pra trazer algo realmente surpreendente.
Mas de qualquer forma, os aparelhos já serão muito fortes pela lógica.

E outra pergunta que tenho, é se a Sony continuará a fazer o uso de Checkerboard em peso ou passará a tentar resolução nativa… Nesse ponto estou bastante confuso, pois apesar de preferir a resolução nativa e informação de imagem o mais fiel possível, me parece um artifício tão inteligente, o Checkerboard pra aproveitar melhor o Hardware, que na prática tem uma diferença insignificante… E me faz praticamente mudar de idéia quanto ao uso do mesmo no PS4 Pro. Tendo eu falado mal dele todo esse tempo.
Mudar de idéia faz parte mas precisaria de mais experiência prática com isso, porém no momento estou inclinado a pensar que o não uso dessas técnicas seria desperdício.

nETTo
Visitante
nETTo

Acho que a Sony poderia usar o checkerboard pra tentar melhorar a performance dos jogos. Numa tela em 4K usando a técnica o resultado é muito bom

bruno
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bruno

O que te fez mudar de ideias?

Carlos Zidane
Visitante
Carlos Zidane

@Bruno, basicamente os comparativos, lado a lado a diferença em imagens não estáticas é praticamente imperceptível, mas como só vi tais comparações pela internet não posso dizer de certo, e também estava pensando outro dia enquanto usava o handbreak pra compactar alguns videos maiores, a perda de qualidade é praticamente invisível, tirei prints e comparei lado a lado, e também o fiz nas análises da internet (mas não dá pra saber se há alguma manipulação) por tudo, acabo percebendo que o nativo não tem tanta margem de vantagem assim e entra até em desvantagem no caso de melhoria da performance geral e talvez até mais elementos em tela, se a nivel de detalhe (informação de cor) se perde um pouco, se pode ganhar bem mais pra mim se isso significar maior estabilidade de framerate por exemplo.

Carlos Zidane
Visitante
Carlos Zidane

Cabe sempre lembrar que é o software que realmente importa, pois qual vocês preferem;
Crackdown 3 a 4K, ou God of War a 1080p?

Brunoab
Visitante
Brunoab

quem conseguir usar checkboarding e similares igual no God of War, Horizon Zero Dawn, Detroit, Shadow of Colossus, Spiderman; deve usar…. quem não conseguir como no RDR2 e Uncharted 4, vai usar nativo.

essa é minha aposta.

gostaria MESMO é da opção 4k Nativo 30fps e 4k checkboarding 60fps… nossa, seria o melhor dos mundos.. os chorões do “nativo” podiam ficar com a bosta deles 30fps.

imagine God of War 4k nativo 30fps, ou 4k checkboarding (igual do PS4 PRO) 60fps no PS5?

Carlos Zidane
Visitante
Carlos Zidane

@Brunoab, eu sempre vou preferir 60fps, mesmo que pra isso tenha que sacrificar um pouco a qualidade gráfica, no PC eu sempre baixava os gráficos a médio ou menos pra alcançar os 60fps (ultrapassar isso também não me importa, como o pessoal que coloca low 720p pra jogar a 200fps competitivo kk, prefiro um melhor equilíbrio), fluidez dá um tremendo bem estar.

O que propõe dos 30/60 nativos ou não, certamente o meu seria Checkerboard 60.
RDR2 foi meio estragado pelas quedas absurdas que tem.
Nessa geração tivemos ainda gargalo de CPU, na próxima teremos ótimos CPU’s, que embora com baixo clock acredito irá no mínimo trazer uma boa estabilidade, já que também deverá aumentar a exigência com novas mecânicas.

Davi
Visitante
Davi

Em relação ao poder dos consoles de próxima geração, quem disse tudo foi Ed Boon. O resto é falácia.

Livio
Visitante
Livio

[OFF] @Mário, chegou a assistir a final do campeonato do Gran Turismo que ocorreu neste final de semana? Acho que provavelmente não!!

Mas é o seguinte, neste evento houve uma corrida de repescagem que foi em um circuito com chuva (não foi dinâmico) e os reflexos da água no traçado estavam muito bem feitos, aliás estava tudo bem nítido. Um exemplo está no link: https://youtu.be/WIAHZPtwVKU?t=5328 (outros exemplos **substituir a fnal da URL: t=5448, t=5500, t=6249)

Em conversa com um amigo que gosta e acompanha a série Gran Turismo fui informado que, segundo uma fonte, a chuva não virá para a versão doméstica do GT Sport, o que foi confirmado pelo vídeo teaser do update de junho (1.40 patch) disponibilizado há poucas horas atrás no canal oficial Playstation no YT.

Com a confirmação de que não tem chuva na versão doméstica do GT Sport e ao analisar as imagens da corrida na chuva este meu amigo aposta que o jogo disponibilizado no evento não estava a ser executado em um PS4 Pro e sim em um PC ou outro hardware com especificações próximas ao do PS5 e com a engine do Gran Turismo 7 (sim tudo indica que parece que vai ser lançado mesmo, mas com foco no PS5) e que todos estes detalhes na imagem seria o raytracing a funcionar.

Para ele não tem como o PS4 aguentar esta combinação:
céu+16 carros + spray + reflexo do asfalto + reflexo angular nas zebras. Camadas sobre camadas de efeito

Teria como você ver uma parte do vídeo (link acima) e traçar uma opinião sobre?