Song of the Deep – O primeiro jogo editado pela Gamestop

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A Gamestop uniu-se à Insomniac para editar o seu primeiro jogo – Song of the Deep

Quem não conhece a Insomniac Games certamente nunca terá jogado Ratchet & Clank ou a série Resistance. È um editor independente que criou ao longo dos anos muitos jogos exclusivos Playstation, que irá agora em Abril lançar o “remake” do 1º jogo para a Playstation 4 e que trabalha em um exclusivo para a Xbox One.

Agora a Insomniac aliou-se à Gamestop para nos trazer Song of the Deep.

Olhando para o jogo o mesmo quase se poderia enquadrar numa categoria Indie, o que é algo estranho para um estúdio de renome como este. É um jogo 2D com uma mecânica adaptada a um mundo submarino. Mas o certo é que os cuidados dedicados aos detalhes vão muito acima do normal e serão o que distinguirá este jogo de outros do gênero do mundo Indie.

Song of the Deep sairá lá para o Verão nas três plataformas mais usadas do mercado, o PC, PS4, e Xbox One.

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Readers Comments (4)

  1. Ver está notícia me veio uma observação que tenho percebido nos games indies, que muitos são em primeira pessoa, que a mim me causa uma certa inapetência. Eu noto que há games bonitos e que possuem cenários e histórias bem feitas, mas com jogabilidade simples e pobre demais posso citar alguns que joguei e gostei como OUTLAST e the vanishing of ethan carter. Mas ao meu gosto e imagino que de muitos jogadores seria muito mais atrativo se esse jogos fossem em 3ª pessoa, porém imagino que deve encarecer muito o game criar um personagem e todas suas mecânicas, físicas e interações.
    Mario, você acha que minha observação procede ou está errada a cerca dos games indies ?

    • É uma realidade que um jogo na terceira pessoa só possui cenário e uma câmara que se move a uma altura fixa. Com cenários estáticos, isso simplifica e muito as mecânicas. Uma personagem colocada na terceira pessoa é a mais detalhada de um jogo. É ela que vai ser o centro das atenções, e é para ela que se vai olhar a 100% do tempo. Isso implica colocar muito trabalho na sua animação e aspecto. Uma personagem na terceira pessoa já definida pode inclusive matar um jogo que não teria esse problema na primeira pessoa.
      Dada a qualidade actualmente colocada na criação e animações dessas personagens (que envolvem estúdios de captura), os indie optam por não as colocar de forma a descer o custo e a não prejudicar a sua obra.
      Daí que nisso tens razão!

      • Eu gosto de games em primeira pessoa para certos gêneros de ação como por exemplo o farcry , BioSHOck que para mim são jogos fantásticos e que não deixam a dever em nada. Um jogo que conheci a pouco e que me chamou muito atenção foi o Layers of Fear, mas o game é em primeira pessoa com um jogabilidade sofrida que para mim perde o encanto. Ao meu gosto jogos mais lentos ou com temáticas de horror e survival ficam melhor em terceira pessoa como o Silent hill, resident e tantos outros. Eu sei que a pradução de um game vai muito de além da posição de uma câmera e orçamentos que há todo um conceito e pensamento de como passar e expressar a ideia e historia em questão e tornar isso uma experiência palpável.

  2. Este jogo me lembra de Feeding Frenzy. Eu joguei esse jogo por um longo tempo. Este parece ter algo diferente. Eu vou definitivamente dar-lhe uma tentativa!

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