Jun 162012
 

Com o lançamento em 2008 do iPhone 3G a Apple tomou de assalto o mundo dos telefones móveis, tornando-se na maior potência mundial nesse sector, ultrapassando gigantes como a Nokia. Na realidade a Apple tinha já um iPhone lançado em 2007, mas foi com o iPhone 3G que a marca ganhou popularidade mundial.

Desde essa altura a Apple tem vindo a lançar todos os anos um novo telefone, sendo que após o iPhone 3 se seguiu o iPhone 3GS em 2009, o iPhone 4 em 2010, o 4S em 2011, e em 2012 deveremos ter direito a um iPhone 5.

E a cada novo lançamento a Apple tem vindo a lançar uma nova versão do seu sistema operativo iOS, sendo que a versão 6 foi já anunciada.

Para concorrer com a Apple e o seu domínio o mercado dos telefones eis que surgiu a Google com o seu sistema operativo Android que, por possuir as mesmas capacidades do iOS da Apple, imediatamente foi adoptado. E este é um sistema operativo que tem tido igualmente bastantes actualizaões, com a versão 4.0 a ter sido lançada à pouco mais de 7 meses.

Mas ao contrário da Apple, as actualizações do Android tem vindo a revelar-se problemáticas, como perceberão de seguida.

Com o anuncio do iOS 6 ficamos a saber que este iria suportar o iPhone 3GS, um telefone já com quatro anos de vida. E com o lançamento oficial deste sistema operativo, que deverá coincidir com o lançamento do iPhone 5, a Apple terá quatro gerações de telefones no mercado, e todas elas a executar a versão mais recente do seu sistema operativo (isto apesar de as opções suportadas não serem iguais para todos os telefones).

Ora comparemos esta realidade com o Android.

Numa primeira análise superficial ficamos a ver que o sistema operativo da Google possui igualmente várias gerações de telefones no mercado, mas em vez de serem apenas 5 modelos, o número de modelos é quase incontável.

Mas a realidade é que a última versão do Android, a versão 4.0 tambem conhecida como Ice Cream Sandwich, e já lançada à mais de 7 meses apenas alcançou 7% de todos os telefones existentes no mercado.

E pior do que isso é que muito provavelmente os telefones que não suportam actualmente este sistema operativo, já não o farão no futuro.

É certo que Google pediu aos fabricantes que os aparelhos deveriam ter suporte um mínimo de 18 meses, mas não conseguindo os fabricantes introduzir no mercado telefones que se imponham, estes insistem em mandar modelos e mais modelos, esquecendo a importante situação do suporte.

Neste aspecto faz a Google muito bem em lançar os seus próprios telefones, uma vez que as empresas que usufruem do sistema operativo estão mais interessadas nas vendas do que no suporte, esquecendo-se que as duas coisas estão intimamente ligadas.

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