Caro Phil Spencer, após tantos anos de promessas, paleio já não chega. Vamos ver acções!

Phil Spencer veio mais uma vez dar uma entrevista, e cheia de frases bonitas como “Xbox tem de significar jogos de qualidade. Temos de trabalhar para chegar lá, o output das first party não foi o melhor“.
Se fosse comparar Phil a um político, vemos que estas são promessas com 6 anos, e que parecem retornar dada a proximidade de novas eleições… neste caso… novas consolas!

Antes do mais, convêm explicitar que muito sinceramente gostaria de ver a Xbox voltar a concorrer seriamente com a Playstation, debitando produtos exclusivos de qualidade. Seria bom ver a Xbox a obter a pujança da era X360 e, acima de tudo, voltar a ser uma consola que compete a nível de interesse com a Playstation. Tenha saudades das alturas da geração anterior onde ambas as consolas debitavam exclusivos que eu desejava, sendo em determinadas alturas difícil optar pelos jogos a comprar dada a boa oferta dos dois lados. Era a concorrência no seu melhor, com o cliente a ganhar.

Nesse sentido, só espero que aquilo que Phil Spencer refere acaba por ser realmente verdade, mas a realidade é que neste momento, e estando a ouvir as suas promessas desde 2013, mesmo podendo existir agora toda uma realidade diferente, o facto é que não tenho porque continuar a acreditar naquilo que a Microsoft refere.

Resumidamente, a Microsoft fala demais. É rara a semana onde não temos uma declaração qualquer de Phil Spencer. E nessas entrevistas as promessas sucedem-se, mesmo que ao longo de 6 anos, o que tenhamos visto foi apenas “ar quente”. Algo que se acabou por reflectir nas vendas passadas e actuais da consola.

Um velho provérbio diz que a diferença entre um gato e um leão, é que no gato colocamos normalmente a mão, mas não leão não! E se este deixa que lhe coloquem repetidamente a mão, ele já não é um leão, é um gato grande!



Ora o ser humano tem de ter dignidade e personalidade. E ver mentiras seguidas continuando a acreditar que “agora é que vai ser” não mostra absolutamente dignidade ou personalidade nenhuma. Deixamos se ser pessoas individuais, para ser meros carneirinhos que comem tudo o que nos tentam impingir. Meros fantoches na propaganda que é o marketing. Pessoas sem personalidade que perderam a sua dignidade ao se deixarem levar repetidamente em conversas das quais nada resulta.

Apesar de tudo, acredito que com a vinda de uma nova geração, as palavras de Phil Spencer podem vir finalmente a tornar-se verdadeiras. Mas o facto é que isto já se repete desde 2013, e nessa altura também estávamos no início de uma nova geração. Uma geração cheia de promessas, uma geração de enganos consecutivos que apenas os fans mais acérrimos se recusam a ver.

  • Foi a promessa do grande suporte a nível de exclusivos e conteúdo First Party. ela já vem desde 2013, mas estando-se já em 2019, ainda não se viu nada.
  • Foi o suporte ao Kinect que foi prometido e indicado como parte integrante da consola, mas onde o Kinect acabou removido da consola, e pior do que isso, completamente descontinuado.
  • Foi a promessa de contratos com TVs de todo o mundo para conteúdo em overlay colocado pela Xbox em programas desportivos. Isso foi considerado uma utopia desde o dia um, mas a promessa persistiu durante vários anos, sem que no entanto algo tenha alguma vez surgido.
  • Foi a promessa de séries de TV que acompanhariam a consola, e que nunca aconteceram. Foi mesmo criado um estúdio que seria responsável pela criação dessas séries, mas este acabou por fechar.
  • Foi a promessa de uma performance igual ou superior à da PS4, com a frase “Nós criamos o DirectX e não vamos permitir que a PS4 tenha 40% de performance adicional”. Mas a PS4 teve e ainda tem vantagens de resolução que chegam aos 40%.
  • Foi a garantia que o DRM não poderia ser removido, chegando-se mesmo a ser algo injurioso com um fan que propunha isso mesmo. Cerca de 2 semanas depois desse acontecimento o DRM era removido.
  • Foi a promessa do poder do processamento na Cloud. O slogan chegou mesmo a ser Cloud Powered, mas sem que alguma vez se tenha visto algo digno desse nome e perto do prometido. O que existiu foi sendo adiado e adiado, aparecendo apenas em 2019. O resultado foi… execrável! Resumidamente, a montanha acabou a parir um… rato. E um rato que ficou bem atrás do mostrado, e que nem sequer impressionava. O slogan Cloud Powered acabou por ser apenas “fumo”.
  • Foi a promessa que a Xbox seria um centro completo de entretenimento inclusive com possibilidade de gravar TV. Apesar de mantida durante anos, foi mais uma que acabou cancelada.

Basicamente promessas todos fazem… e se formos a ver podemos apontar o dedo às outras marcas tambem. Não cumprir com o prometido não é certamente algo exclusivo da Microsoft! Mas convenhamos que o que se passou nesta geração foi completamente anormal! Não só pela quantidade de promessas que não deram em nada, mas por se ter mantido muitas delas ao longo de toda a geração, expectativas essas baseadas em promessas que se repetem, e que se defraudaram. A atual promessa de exclusivos já não serão certamente para a actual geração mas, a ser cumprida, apenas para a próxima.

A realidade é que a promessa que Phil acaba de fazer não é diferente da que veio a ser feita ao longo de vários anos. Desde o início da geração que Phil promete jogos, dinheiro para eles, equipas, comprometimento, cobiçando os estúdios Sony e referindo que tem de fazer igual! Mas vimos os jogos a aparecerem? Não, não vimos.

Phil vem então agora referir numa nova entrevista que “A Xbox tem de significar jogos de qualidade. Temos de trabalhar para chegar lá, o output das First Party não foi o melhor“.

Ora bolas… estamos em 2019, a Xbox One foi lançada em 2013 e vinha de uma geração onde qualquer consumidor afirmaria sem sombra de dúvidas que os jogos Xbox significavam qualidade.

Vir dizer isto agora é um admitir que a entrega para a geração Xbox One falhou, o que diga-se, nem é mais do que um facto. Mas essa nem é a questão! A questão é que estamos perante o responsável pelo falhanço, o responsável pela quantidade e qualidade da entrega ao longo de toda esta geração, e este Phil Spencer que promete resolver a coisa no futuro é o mesmo que prometeu resolver a coisa no passado! Se ele desde 2013 que promete mas não cumpre, porque motivo se há-de acreditar que a coisa vai mudar?

Muitos poderão dizer que Phil Spencer só assumiu a Xbox em 2014, mas na realidade a coisa não é bem assim, e há um motivo pelo qual Phil Spencer acompanhava Don Mattrick em tudo. A 7 de Fevereiro de 2013, ou seja, 8 meses antes do lançamento da Xbox One, era tornado público que Don Matrick iria abandonar a Microsoft, sendo substituído temporariamente por Steve Balmer. Mas já nessa altura se referia que seria Phil Spencer quem o substituiria, sendo que a Microsoft apenas necessitava de acertar a coisa a nível das chefias para a sua nomeação efectiva. Isso foi noticia e as referências a Phil Spencer como seu substituto já apareciam aqui. Daí que Phil esteve presente sempre com Matrick em tudo que rodeava a consola. Phil é oficialmente líder da divisão Xbox desde 2014, mas em 2007 já era Gestor Geral da Xbox, tornando-se Vice Presidente dos Estúdios Microsoft em 2009, e estava apontado ao cargo de líder desde Fevereiro de 2013.

Daí que surge a pergunta: Os jogos Xbox não deveriam significar qualidade desde sempre? Uma consola que está no mercado há 18 anos, e que na geração passada dividiu o mercado com a Playstation. Para isso os jogos Xbox eram forçosamente sinónimo de qualidade! Se estes não significam qualidade agora, isso só se pode dever às fracas entregas nesta geração. E quem tem a culpa?

Quando é o responsável pela marca fala da importância dos exclusivos desde 2013, mas que vem agora, 6 anos passados, dizer novamente que é preciso trabalhar para chegar a um ponto onde os jogos Xbox representem qualidade? Algo aqui está mal, e certamente não é quem, como nós, vem a alertar para as derrapagens desde sempre. Mas mais ainda, não parece que as apostas da Microsoft em serviços de subscrição e streaming sejam muito adaptados a entregas de qualidade… mas isso é um outro assunto sobre o qual só poderemos concluir no futuro.

Agora uma coisa é certa… A Xbox fez recentemente um grande investimento em novos estúdios, que lhe aparenta dar garantias para o futuro. E essa realidade poderá parecer ser suficiente para que os mais acérrimos tentem defender a situação, apoiando Phil Spencer. Mas quem diz isso, que recue até 2013, altura do lançamento da Xbox One e faça as contas, quantos estúdios tinha a Microsoft nessa altura? A resposta? 18… sim 18!



Infelizmente, como vimos nesta geração, ter estúdios não significa muito do lado da Microsoft. Apesar de em 2013 serem 18, o que é que eles lançaram? Pouco ou nada. Infelizmente a Microsoft tem um historial de abertura, compra, fecho e desmembramento de estúdios como nenhuma outra empresa, e isso até foi alvo de um artigo aqui na PCManias. A realidade é que Phil Spencer, o Homem que adquiriu as novas equipas, em vez de colocar as equipas que tinha a produzir, melhorando-as e dando-lhes condições, optou pelo fecho de 12 delas durante a geração Xbox. Elas estavam lá, muitas delas tinham jogos em preparação, mas foram fechadas e os jogos cancelados. Mesmo jogos Second Party foram cancelados! E tudo sob o comando de Phil Spencer.

Não vamos discutir aqui a qualidade das equipas, mas elas foram criadas ou compradas por alguma coisa. Se não tinham talentos, contratavam. Mas não! A Microsoft preferiu encerrar tudo o que tinha e comprar novas. Comprou acima de tudo em quantidade, mas convenhamos que muito do comprado não possui verdadeiramente títulos de qualidade no seu curriculo. E pelo menos uma das compras, a Playground Games, até já trabalhavam em exclusivo para a Microsoft.

Já tínhamos escrito sobre isso num outro artigo publicado aqui na PCManias.

Daí que a realidade é que, com uma nova geração à porta, estas promessas para não serem mais do que paleio promocional ao estilo do usado pelos políticos em campanhas, tem de ser acompanhado de acções. Ninguem de bom senso vai aceitar uma nova geração mais uma vez apoiada em promessas! Temos de ver esses jogos, esses jogos desejáveis, esses jogos exclusivos, esses jogos que separam o produto da Microsoft da concorrência. Se realmente eles existem, vamos lá vê-los! Palavras já não chegam.

Infelizmente, e apesar de tal não ser o objectivo deste artigo, isso é algo que nos parece um pouco difícil. A Xbox tem vindo a ser transformada num serviço, com a consola a deixar de ser o foco, e a passar a ser uma opção. O streaming sendo um serviço de subscrição poderá ter alguma dificuldade em amealhar as receitas necessárias para o pagamento de grandes produções. E mais do que isso, coloca de lado o interesse numa consola com jogos optimizados para o seu hardware pois com um PC, mesmo um antigo, usando Streaming qualquer um poderá vir a jogar os exclusivos Xbox.

Mas mesmo assim, com a XBox como serviço, o interesse de exclusivos é sempre grande. Estes só tem de ter a qualidade e a quantidade. Mas isso tem de ser entregue, e não apenas prometido!

Senão vejamos (e aqui vamos ignorar as promessas de performance, de resolução, do poder da cloud, focando-nos apenas em algumas das vezes em que Phil Spencer interveio com entrevistas de maior relevo e insistindo ao longo dos anos nas promessas que dizem respeito aos exclusivos)

2013:

Promessa

Vindos de uma geração de sucesso, com imenso Hype por detrás, Phil Spencer em entrevista conjunta com Don Mattrick anuncia que a Microsoft estava a investir mil milhões (1 bilião na unidade Americana) em jogos exclusivos para a Xbox, com 15 exclusivos, 8 deles novos IPs a serem lançados no primeiro ano da consola.

Realidade

A Xbox não teve 15 exclusivos no primeiro ano, demorando mesmo vários anos a ter 15 exclusivos. Não teve 8 novos IPs exclusivos, e os mil milhões de investimento devem-se ter perdido, pois nunca se viram. A Geração Xbox One foi a geração com menor suporte de exclusivos first party da história das consolas  da Microsoft.

Fonte

2015:



Durante a E3, Phil Spencer promete novamente o foco em jogos First Party e jogos Xbox Exclusivos.

Realidade

Depois desta E3 vimos a Lift London e a Soho Productions serem fundidas em uma só empresa.
A Press Play, Lionhead Studios, Big Park, Good Science Studios, Leap Experience Pioneers, Function Studios, Team Dakota e Sota são fechadas.

Basicamente logo após a promessa de expansão o que vimos foram fechos de equipas e cancelamento de jogos.

Fonte

2015:

Promessa

Alguns meses, depois, em Agosto, Phil Spencer volta à carga, e em entrevista, refere que o investimento em jogos First Party é “Nuclear para a estratégia”.

Realidade

A quantidade de jogos exclusivos lançados de 2015 para a frente decaiu face ao que tinha sido lançado em 2014. A consola atravessou mesmo períodos de larga “seca” a nível de exclusivos. A qualidade do lançado decaiu em média. Como já foi referido, o suporte First Party e mesmo de exclusivos acabou por ser o pior da história de todas as consolas da Microsoft.

Fonte

2017:

Promessa

Phil Spencer continua a afirmar e prometer que a Microsoft está empenhada em fazer crescer os estúdios e o conteúdo first party da consola.

Realidade

Nesta fase a promessa já se torna cansativa pois a geração já passou do meio e não se viu nada. É algo que se revela sem resultados práticos, e que se associa a um conjunto de outras promessas que nesta fase já se sabem que não passaram disso mesmo.
No entanto este foi no entanto o ano em que a Microsoft adquire e cria um total de 7 estúdios. Convêm é não esquecer que nesta fase Phil Spencer tinha já encerrado 12 dos estúdios que estavam activos na geração X360. A promessa que aparentemente se cumpria, não era nesta fase nada mais do que uma premente necessidade. A Microsoft, de 18, estava reduzida a 6 estúdios, e não era de forma alguma competitiva.

Fonte

2018:

Promessa

Já com uma boa quantidade de estúdios em carteira, capaz de criar jogos para alimentar a consola ou o seu serviço, Phil Spencer promete agora a execução de grandes jogos First Party, incluindo jogos Single Player.

Realidade

Basicamente a Microsoft adquiriu estúdios para compensar os que fechou. A capacidade de cumprir com entregas de exclusivos passou a ser real. Mas estes estúdios irão ainda demorar a entregar os seus jogos criados sob alçada da Xbox, só podendo ser entregues numa próxima geração de consolas. O que existe e está a ser entregue são jogos que já estavam desenvolvidos por estas empresas e que agora, ao serem adquiridas, passaram a ser da Microsoft.

A promessa pode muito bem ser cumprida, mas continua adiada, e estando-se agora em 2019, passaram-se 6 anos, e basicamente esta geração Xbox, ao estar agora a chegar ao fim, viveu apenas de promessas.

Fonte

Daí que Phil… Acabemos com as promessas. Vamos é ver esses jogos. Pois somente perante eles, poderemos efectivamente fizer que tudo está perdoado. É certo que agora há equipas, mas há tambem um gamepass e futuramente um Xcloud que precisam de novo conteúdo constante nos jogos para os manter atractivos, daí que , vamos lá ver o que as novas equipas efectivamente produzem e o que rendem ao ter de manter os jogos com conteúdo.



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Rui
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Rui

Bom dia, aqui vai o meu 3 coment no site.

Quem ler isto apesar de algumas verdades e algumas meias verdades fica a pensar que o phill é uma pessoa com capacidade mental reduzida e a Microsoft é uma vendedora da banha da cobra.

Ali pelo meio timidamente aparece pois mas promessas todos fazem e tal mas rapidamente volta a carga.

Pois promessas todos fazem e do lado da sony poderia comecar a desbobinar tranquilamente.

E esta história dos exclusivos é uma das maiores falácias das consolas, gostava so de lembrar aos esquecidos que nesta geracao no primeiro ano e meio mais ou menos quem tinha mais exclusivos era a xbox, no entanto a ps4 vendia 2 para 1.

E se os exclusivos fossem o santo graal a nintendo era a vencedora de todas as gerações facilmente.

Fico a espera de um artigo equivalente para a sony, das 375774665745754776543367755 de promessas ao longo dos anos e.. nada.

Brunoab
Visitante
Brunoab

Fato: Xbox está um lixo

Fanboy do xbox: “mas e a Sony”

Continue assim, que o xbox vai falir e a culpa é dos fãs do xbox igual vc que parecem até integrantes de uma SEITA.

faço console wars so para radicalizar vcs, pq quando mais defensivos vcs ficam com o xbox, mais alienados ficam e mais ainda vcs mesmos alienam a marca.

o xbox vai falir pq esta rodeado de integrantes de SEITA igual vc, que criam uma bolha de ilusão e delírios ao redor da marca que acaba influenciando a propria MS.

E sobre o inicio da geração… Xbox não entregou nada a mais que a Sony… o melhor jogo de inicio da geração do xbox era Forza 5, que era o Forza 4 em 1080p com metade dos carros e pistas do Forza 4.

Depois teve bloodborne, que sozinho entregava mais que todos os exclusivos do xbox somados até então.

e so para dar tapa na cara de vcs com “e a Sony”

Sony admite ano fraco de exclusivos para o PS4
Por
Daniel dos Reis – 29 de maio de 2015

2015 a Sony admitindo que tinha poucos exclusivos….

Isso que a Sony já tinha Bloodborne, UNICO exclusivo AAA NOVA IP 90+ da geração inteira ATÉ HOJE…

Depois teve Uncharted 4, ganhador da maioria dos GOTYs.

em 2017 sai Horizon Zero Dawn, nova IP AAA e o melhor exclusivo da geração pra mim e muita gente.

em 2018 sai Spiderman e God of War.

Cadê a Sony malvadona que promete e não entrega?

A sony em 2015 NÃO FEZ PROMESSAS, ela ENTREGOU.

Vini Dante
Visitante
Vini Dante

Cara você nem disfarça o ódio que você tem pela Microsoft, concordo com você nos mais diversos pontos, o setor XBOX tomou diversas decisões ruins e pagou o preço disso, no mundo corporativo competitivo é assim, ambos os lados tomam suas escolhas e colhem os resultados disso, a Sony teve péssimas escolhas com o PS3, em especial na escolha de sua arquitetura e pagou caro por isso, tendo desempenho inferior em jogos multiplataforma, mas conseguiu dar a volta por cima e voltou com tudo com o PS4.
O ponto é que a Microsoft tem totais condições de fazer isso na geração seguinte (e eu acredito que vai fazer), agora vc massacrou a marca, massacrou o gestor da marca, massacrou a qualidade dos estudios adquiridos e vem com um papo de que “adoraria ver a Microsoft concorrer seriamente com a Sony” a por favor seja ao menos honesto, independentemente do que a Microsoft fizer na próxima geração ou quão grandioso serão seus jogos, vc vai estar aqui criticando ela em tudo, por que o seu foco é o Playstation, é a marca pela qual você tem um carinho maior e não a problema nisso.

O grande problema é você querer parecer insento quando você não é, e você deveria deixar claro isso.

Eu sim sou insento, tive PS3 na geração passada, e hoje tenho PC, mas consigo ver valor no que a microsoft faz (suporte, rede, proximidade com a comunidade?, porém ficou nitido que o que levou o XBOX ao fracasso foi a própria imprensa escrevendo diariamente textos como esse seu.

Então se você realmente quer uma competição “justa” entre as duas plataformas deveria você começar a analisar elas de maneira justa.

Fora isso, respeito totalmente a sua opnião e concordo com muitos dos pontos que você abordou, apenas discordo da forma da abordagem.

E me desculpe se fui rude em algum momento, não tive a intenção de o ser, até por que eu adoro o site e o conteudo postado aqui.

Saudações de um irmão brasileiro.

Livio
Visitante
Livio

Um acréscimo, em 2013 o próprio Phil falou a mesma promessa na conferência da MS na E3-2013 as mesmas palavras, não foi só em entrevista.

Em junho coloquei o link da conferência aqui nos comentários e o link já remetia para o tempo em que ele citava esses 15 exclusivos.

Fernando
Visitante
Fernando

A Microsoft precisa fazer um melhor trabalho com os exclusivos e infelizmente isso demora. Estudios como 343i, turn 10, playground e Coalition tem seus trabalhos bem encaminhados em Forza, Halo e Gears, mas novos IPs, e novos estudios precisam de tempo, e quanto mais a tecnologia avançar, mais tempo ė necessário para fazer um jogo de alto perfil. Um dos motivos pelo qual a Guerrilla trabalhou em Horizon Zero Dawn por 5 anos por exemplo, ou por exemplo a Naughty Dog fez muito menos jogos nessa geração do que na anterior.
A Sony já tem seus estúdios internos muito bem estruturados, a Microsoft não tinha. Dependia muito de parcerias com terceiros e alguns estudios internos não foram pra frente ou cairam em decadencia, como a lionhead que torrou 75 milhões de dólares no desenvolvimento de um free to play e não conseguia terminar, e parcerias com terceiros nao deram certo, como scalebound que a propria Platinum disse que nem era jogavel no momento do cancelamento.
As apostas erradas quebraram a estrategia de exclusivos do Xbox, e o erro de planejamento do inicio da geração é o que fez com que a divisao inteira fosse reestruturada.
Porém, quando é sobre Xbox, a midia não tem paciência para dar tempo ao desenvolvimento de qualidade.
Existe também outro problema, o culto à exclusividade. Jogos vao além dos exclusivos, e no Xbox existem jogos fenomenais como The Witcher 3 e Red Dead Redemption 2, esse melhor que 99,9% de todos os exclusivos que existem nessa geração, mas isso é ignorado, por que drama da clique, aguça o fanboysmo, infla o ego etc…

Veja por exemplo a tragédia que está se formando ppr que descobriram que death strand não é exclusivo PlayStation.

Algunas pessoas não jogam video game, fazem culto à exclusividade. Enquanto isso, GTA 5 é o jogo mais vendido dessa geração, e o mais vendido do ano no Reino Unido pelo sexto ano seguido.

Fernando
Visitante
Fernando

Para não esquecer de mencionar, o Xbox também vai receber Cyberpunk 2077, o jogo mais esperado de 2019 e que provavelmente só não roubará a atenção da nova geração.

Carlos Zidane
Visitante
Carlos Zidane

Nada contra seu comentário, mas a parte que diz culto ao exclusivo e cita RDR2, The Witcher 3, Cyberpunk e GTA, tem que ver que o PlayStation e o Xbox rodam isso, então a clara escolha (diferencial) fica nos exclusivos fortes que agradam mais gente, como HZD, God of War, TLoU, Urcharted e todos que possa citar, enquanto na MS, jogos como Crackdown ou Sea of Thives que não são tão interessantes a maioria, então a midia e público só estão falando e fazendo algo bastante lógico e não há nenhum mistério no sucesso do PlayStation, e pra próxima geração já chega com essa força.
Eu não gosto dessa situação, preferia os dois cheios de exclusivos fortes nesse momento, quem não quer isso sofre de algum tipo de retardo, mas infelizmente não há o que fazer a não ser esperar.

Livio
Visitante
Livio

Não é que a mídia não tem paciência, desde 2013/2014 o Phil vem soltando frases e até hoje nada. Os fãs mais fervorosos do Xbox já estão com nova desculpa de que um jogo não é feito da noite para o dia, e eu concordo, mas já são 5/6 anos que o Phil é chefe (antes cuidava dos estúdios da MS), já é tempo dos jogos da “gestão Phil” aparecerem, pois segundo os defensores “Crackdown 3 foi o último jogo da gestão Mattrick”.

Entretanto os fãs comemoram a compra dos novos estúdios, mas já passam pano dizendo que “jogo não é pastel” daí fica a pergunta: Quando realmente os jogos irão aparecer? Cadê os jogos da gestão Phil (já tá no tempo) ou vai ter que esperar mais 3 ou 4 anos devido a compra dos últimos estúdios?

Nessa semana Phil já voltou a falar dos single players, que a MS ficou a dever nesta geração e que os estúdio focados neste tipo de jogo continuarão focados, mas não foi o mesmo que há 1 ano, quando God of War foi lançado, que os single players não tinham mais relevância e que não davam mais lucro? Deu 180° agora? Aprendeu certinho os ensinamentos da MS nessa geração!!

PS. O nome do próximo console deveria ser Xbox 180 😛

PS 2: E que tragédia foi essa de Death Stranding? Pelo que vi na Eurogamer (euroSony para alguns) foi a maioria já estar conformada que irá para o PC devido a declarações do Kojima no início do desenvolvimento do jogo. O jogo provavelmente sairá(fora PS4 e PS5) só no PC. Motor do jogo é da Sony, a ideia foi apoiada por ela e o nome do jogo também é dela: https://trademarks.justia.com/871/07/death-87107685.html

PS 3: Estranho a maior dev de software errar justamente no andamento dos seus jogos. Onde estão as metodologias de desenvolvimento? Ou ela pecou em justamente um dos pontos que se deve evitar no desenvolvimento de um código, que é alterar as especificações depois de tudo estar fechado?