Google prepara o seu serviço de Streaming de jogos… o Yeti

Começa… aquilo que se temia está a aparecer! O mercado dos videojogos vai ter serviços e mais serviços de aluguer de videojogos. E todas vão fazer tudo para que o seu serviço seja preferido face ao da concorrência, nem que isso implique… exclusivos, e um mercado fragmentado.

Quando apareceram os primeiros serviços de aluguer de videojogos, nomeadamente o EA Access, rapidamente referimos que temíamos que o mercado, antes uno, pudesse vir a ser fragmentado com vários serviços do género e onde, tal como nos serviços de aluguer de filmes, estilo Netflix, que criam e mantêm exclusivos para serem acedidos, para se manter o que se tinha antes, seja necessário subscrever vários serviços.

Atualmente temos:

Game Pass

Fornecedor – Microsoft

Jogos – Diversos jogos de terceiros e exclusivos Microsoft no dia do lançamento



Sistema de funcionamento – Download total

Custo – 10 euros mês + Xbox Live Gold para acesso internet

Hardware requerido – Xbox

Geforce Now

Fornecedor – Nvidia

Jogos –  Diversos

Sistema de funcionamento – Streaming – 25 Mbits

Custo – Gratuito durante a Beta. Fala-se em 25€ por 20 horas.

Hardware requerido:

  • CPU Intel i3 3.1GHz ou melhor
  • 4GB
  • GPU com suporte DirectX 9

EA ACESS

Fornecedor – Electronic Arts

Jogos – Jogos da EA

Sistema de funcionamento – Download total

Custo – 4,99€ + Xbox Live para online por mês ou 29.99€ + Xbox Live para online por ano

Hardware requerido – Xbox

Origin Access

Fornecedor – Electronic Arts

Jogos – Jogos da EA

Sistema de funcionamento – Download total

Custo – 3,99€ por mês ou 24.99€ por ano

Hardware requerido – PC – Especificações variam conforme o jogo.

Playstation Now

Fornecedor – Sony

Jogos – Jogos PS3 e PS4 mais antigos

Sistema de funcionamento – Streaming – 5 Mbits/s

Custo – 19,99€ por mês ou 44.99€ por 3 meses

Hardware requerido – PS4 ou PC

Gamefly

Fornecedor – Gamestop

Jogos – Jogos PS3, Xbox, Wii, WiiU, Xbox One, PS4, Ps Vita, 3DS e outros, incluindo todos os exclusivos de todas as consolas no dia de lançamento

Sistema de funcionamento – Streaming – 10 Mbits/s

Custo – 22.95€ por mês com acesso nesse mês a 2 jogos, ou 15.95€ por mês com acesso nesse mês a 1 jogo.

Hardware requerido – PC, Diversos media players e Smart Tvs

Liquid Sky

Fornecedor – Liquid Sky

Jogos – Tudo disponível no Steam

Sistema de funcionamento – Streaming – 10 Mbits/s



Custo – 9.99€ por mês com 200 GB de espaço

Hardware requerido – PC com Windows 8 e 2 GB de RAM

NOTA: este sistema é um computador virtual. Os jogos comprados no Steam são descarregados e instalados no espaço disponibilizado, e daí é feito streaming para os PCs de casa. Basicamente uma forma de se ter um PC potente sem comprar o hardware.

Utomik

Fornecedor – Utomic

Jogos – Diversos. Livraria com 725 títulos.

Sistema de funcionamento – Download parcial.

Custo – Preços na fase Beta – 5.99€ por pessoa ou 9.99€ para 4 pessoas. Preços após beta – 7.99€ por pessoa ou 12.99€ para 4 pessoas

Hardware requerido – Varia com os requerimentos do jogo.

Outros

Activision-Blizard

Square Enix,

Ubisoft

Take Two

Todas as empresas de cima já revelaram que irão entrar no negócio dos jogos como serviço, em condições que se cre serem semelhantes às usadas pela Electronic Arts e Microsoft.

Google Yeti

É mais um serviço de streaming de um dos gigantes da Industria, a Google!

Não se sabe ainda qual o alcance do serviço da Google, e qual a plataforma de jogos que estará na base do streaming (PC? Android?), mas teoricamente este serviço poderá vir a funcionar com uma mera aplicação instalada num tablet, num pc, smartphone, consola, Smart Tv ou até, para quem não tem nada disto, uma mini consola vendida pela google. Os requisitos extra que se sabe existirem são um comando e um Chromecast.

Basicamente, ao contrário dos restantes serviços este simplifica a vida tremendamente a quem não está apto a aderir, ao vender um hardware especializado de baixo custo, mas eventualmente oferecendo o mesmo que os outros serviços para quem possua um tablet ou PC, e um aparelho Chromecast.

Dada a experiência e capacidade de streaming a que a Google nos habituou com serviços como o Youtube, espera-se que um serviço deste género possa funcionar muito bem sem grandes exigências de largura de banda.

Neste momento não são conhecidos mais dados!

Como se percebe isto está ainda tudo no seu início, e serão várias as empresas a apostar forte neste tipo de serviços. Como é claro pelos preços e variedade da oferta, o equilíbrio entre o deve e o haver não está de forma alguma ainda encontrado, e não se sabe o que se esperar no futuro pois perante tanta visão diferente sobre o assunto claramente a relação custo/oferta não é fácil de ser definida e muita desta oferta vai falhar ou ter de se ajustar. Mas mais ainda, caso haja apostas em exclusividades, a situação torna-se ainda mais incerta quanto a preços pois essas exclusividades sairão mais caras.



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Readers Comments (44)

  1. Inevitável, gostem ou não!

    Tudo evolui e não seria diferente com os jogos.

    • Vindo de alguém que trabalha para uma empresa que se quer nos jogos como serviço, não me admiro nada, nem tenho muito em conta a opinião dele.

      É de facto o futuro, um futuro que não me agrada mas não é para já.

      • Os criadores querem os jogos como serviço. Mas o problema é que todos eles querem os jogos como serviço, e como eles não vão dar os seus jogos para os serviços dos outros, vamos ter aqui problemas.
        Mas mais ainda, como se vão pagar jogos de muitos milhões que se fazem de forma regular? O Mercado consegue pagar isso tudo com mensalidades?
        Os jogos como serviço vão ser uma realidade, mas olhando para as coisas o que vejo? Ou a qualidade dos jogos decresce e perdemos os AAA, ou o mercado estoura. Mas isto não vai dar para todos… De forma alguma!

      • Por mim, mantenho-me longe de jogos episódicos. Mesmo o The Walking Dead nunca comprei episódio a episódio.

        E desde há um ano que tomei a decisão de só adquirir jogos em edições completas. Foi o caso de Horizon e do The Witcher. Será o caso de todos os meus futuros títulos apartir de hoje.

        Há anos que não compro nada que venha da EA ou Activision (desta acho que nunca na vida comprei). Call of Duty, Battlefield, SW Battlefront não fazem parte do meu catálogo e assim continuarão. Mantenho-me longe de microtransacções.

  2. “Assina quem quer”

    Olha aí mais uma prática que a comunidade mesmo encoraja, lembram das microtransações, o famoso “compra quem quer” Agora temos algoritmos a buscar jogadores com microtransações, para além de forçar a desvantagem, te obrigar a comprar….

    Mas aí está, e digo mais daqui alguns anos quando tudo quanto é estúdio for comprado pela Google, EA e Ubisoft, adivinhem lá o que vai acontecer, ou assinas o serviço ou compras cada jogo a 120€…

    E se antes comprava um jogo por mês a 60€, agora é só assinar… 20 da EA, 15 da Ubisoft, 15 da Microsoft, 15 da Blizzard, mais 30 da Capcom, mais 20 da Take two mais 20 da Activision mais 20 do Google… E pronto no final do mês vc tem um monte de nada. Pois terá de pagar tudo de novo.

    Mais não se preocupem “assina quem quer”, até aparecer o aviso:

    “…This game is Exclusive for signature…”

    • Concordo com você.
      Pelo visto esse trambique do “jogos como serviço” está virando um tsunami de m#rd@ que pode destruir meu interesse nos jogos.

      • No ritmo que se vai vou ter de arrumar outra coisa para fazer…

        • Estava a jogar o game War Thunder na PS4 e no momento que cheguei no nível 10 me jogaram em partidas com jogadores que adquiriram pacotes com aeronaves mais rápidas e com tiros potentes e ao né ja sabe o que aconteceu.
          Não derrubo uma aeronave sequer e 2 tiros meu avião vai para o chão.
          Os tiros dos caras perecem tiros de missel.
          Resumindo é como você mesmo disse By Mission,o jogo me força a adquirir upgrades para continuar a jogar e caso eu não adere a sua politica que eu fique morrendo aos montes.
          Sei que a empresa do jogo tem que ganhar,mas acho que pelo menos para mim tem que ter um aviso sobre esta atitude,pois sendo assim nem abaixaria o jogo e suas atualizações de 15 giga as vezes.
          Sórdido e irritante.

          • Batlefield 1 já estava no level 110 veio a segunda expansão e acabou com tudo… Repara as armas que precisavam de 3 tiros agora precisam de 5, é só carne pra canhão… Encostei o jogo tem 3 meses…

            A EA Chegou ao cúmulo de que, desde que vc tenha o premium consiga hitkil de escopeta a mais de 50 metros…

            Nunca mais compro um jogo da EA.

          • Os jogos estão assim. Os gratuitos são piores mas a ideologia está a passar para os pagos pelo dinheiro que isso gera.

        • Fiz uma rápida pesquisa aqui no grupo do WhatsApp de PS4, e o modelo tradicional está ganhando de forma unânime, a pergunta é direta, qual caminho acham melhor, não qual acham que será o futuro, e sim qual desejam, (dor de cabeça deixar isso claro) e até o momento, ninguém disse que cloud ou serviços é o que querem. Isso pra próxima geração…
          E parece estarem cientes de que esse negócio de oferecer jogos é um tremendo cavalo de Tróia…

          • @By Mission como falei sei que quem paga pelos upgrades tem que ter um diferencial dos jogadores que não adquirem nada,mas jogar você em uma partida que o servidor coloca você com uma charrete contra um jogador de uma Ferrari.
            É assim que me sinto,chateado demais,tinha até utilizado o Share Factory e colocado 3 partidas deste jogo no Yotube,triste de ver politicas assim,pois se os aviões fossem mais baratos eu até compraria,mas pagar o equivalente a $23 euros pois cada avião custa R$ 91…….Sacanagem.

          • O que eu quero são duas coisas.
            1- jogos normais, com qualidade e que não dependam de nada para continuarem a funcionar durante toda a vida.
            2- A posse do jogo. Pago quero ter. Até 10 euros aceito pagar para utilizar. Mais do que isso, quero posse! Quero manter para sempre.

          • O @Ewerton exatamente o que disse, se antes todos tinham as mesmas armas, agora quem tem o premium além de armas melhores precisam de mais tiros de quem não tem o premium… Veja não são só as armas que ficam melhores a dos jogadores que não tem o premium também ficam piores…

            Não há mais o fator habilidade e sim quem pagou pelo premium.

  3. A não ser que os games AAA comecem a estar em muitos serviço, onde ganha-se um pouco daqui e dali. Mas realmente tenho curiosidade em saber como a Google vai trazer esse serviço, mas por mais que eu veja coisas boas nele, acabo vendo coisas ruins tb e isso me preocupa.

    • Nem tudo o que a Google aposta é ouro.

      O android é o sistema operativo mais popular, mas no campo dos smartphones com esse sistema operativo quem reina é a Samsung, apesar dos nexus da google.

      Da mesma forma tivemos há uns anos o chromeOS, outro flop.

      Isto faz-me lembrar a realidade virtual… foi um barulho enorme quando chegou, toda a gente a falar do oculus rift e da grande inovação… e agora o quê?

      Jogos não são filmes e muito menos séries.

      • Concordo Bruno! Quando falei da Google, referia a ter curiosidade,pois sei que ela investe pesado em nuvem. Eu tb creio que ainda aparelhos com o formato tradicional ficarão por um bom tempo. Quanto ao José e Mário, coloquei a matéria, pois o senhor em questão falou que seria algo desse tipo( ps5 e novo Xbox com nuvem), e msm que ele queira seus jogos no formato de serviço, em nenhum momento ele disse que seria o melhor, e sim que as empresas viriam com algo desta natureza, por isso que postei o link da matéria. Deu a entender que ela está a saber de alguma coisa…

    • A parte pior é a incerteza. Nada nos garante que entremos nesse esquema julgando que é tudo rosas e depois o que temos é o mercado dividido e custos astronómicos maiores que os atuais caso quisessemos ter o que temos hoje.

      • A pior parte nesse aspeto é mesmo deixar tudo na mão das empresas. A pirataria no PC permitiu o Steam que hoje toda a gente vê como algo muito bom. Se não ocorrer uma alternativa na mãos dos utilizadores, temos concertação de preços, algo que já tivemos aqui com a Nintendo nos anos 90.

        Basicamente, o Steam provou que é possível, com preços competitivos, combater a pirataria e gerar receita.

        Agora, com coisas como o OLX e Custo Justo a combater os preços muitos altos das empresas (70€ por um jogo já é muito!), temos preços acessíveis. Coisas como o gamepass vão dividir o mercado e deixar tudo nas mãos das empresas: é um perigo enorme. Um perigo que muita gente agora não vê mas, como estamos a ver neste artigo, é muito real.

        • @Bruno o que você falou do Stean é a mais pura verdade,comprei o jogo Spintires por R$40,00 reais(barato)para um jogo com aquela qualidade e adoraria ter este jogo em um console,acho que encaixaria bem em uma plataforma fixa,pois o jogo é muito ficiante.
          Aqui no Brasil sempre foi muito caro adiquirir jogos da Nintendo,tenho o Wiiu e paguei mais de R$200,00 reais por jogo é muito,mas pelo menos todos são excelentes e duradouros.
          E compro por ser um velho fã da Big N.

  4. Eu creio mais no modelo da Nintendo com consoles híbridos. Acredito que esse é o que temos de mais contemporâneo ao meu ver.

  5. Meu sonho msm distante seria ver a Sony lançar um console híbrido, ou seja o ps5, fazendo com que o msm fosse híbrido, mas quando ligado a tv, usando o cloud para dar um belo auxílio em coexistência com o hardware, permitindo gráficos melhores e com maior resolução na tv ou msm duas versões de ps5, uma tradicional, ligando um console poderoso à tv e uma outra sendo híbrida, com menos poderío de Hardware, mas rodando todos os games no modo portátil e tb no dock tendo uma maior resolução. A Sony daria dois produtos iguais na questão de terem os msm jogos e diferente para públicos com escolhas distintas. Será que é pedir demais?rsrs

    • Ou talvez, uma consola de mesa, e um tablet que partilhe a mesma arquitetura? E talvez colocar os títulos do tablet (indies e jogos de gerações anteriores, mas a rodar com melhor resolução) a rodarem também na de mesa, construindo até um sistema semelhante ao da Wii-U em que a pessoa pode iniciar o jogo na de mesa?

      Não acho que isto seria impossível, porque a tecnologia até já existe, em parte. O pior seria a questão do armazenamento, como o Mário mesmo disse.

      • Bruno, o diferencial do switch é jogar qualquer game em qualquer lugar e não somente games indies e antigos. Sinceramente, se a Sony fizesse isto de limitar-se a games indies e antigos, ao meu ver seria um flop, mas se colocar os games que rodem em qualquer lugar, aí sim! Quanto a tecnologia, creio que dê, usando cartuchos e cartões SD de ultra velocidade. Seria possível hj com certeza, talvez Não, mas estou falando de um ps5 assim, onde já teríamos cartões SD de ultra velocidade de 1tb, onde o aparelho pudesse rodar em resolução de 1080 p ou até menos dando aumento de resolução no rock.

    • Isso aí seria muito interessante menos a parte do hardware principal usar cloud, agora um portátil junto ao principal… Seria fantástico.

      Com essas litografias novas em 2020 capaz ser possível fazer algo assim imagino.
      O problema do armazenamento, (aí já entra no campo do sonho) pra mim o perfeito seriam cartuchos como o do Switch, porém com enorme capacidade, aí entra o problema do preço, mas imagine que coisa sensacional, um case com o portátil, e na outra aba, grandes games como GoW, TLoU P2, GTA, FIFA etc, ali tudo num estojo menor que um notebook… 😍
      …ainda bem que sonhar não cobra imposto.

      Pelo menos um sucessor do Vita com processamento ao nivel de um PS4 podia sair né…

    • Uma consola hibrida tem compromissos de performance.
      Não podes ter potência desmedida ao nível de uma nova geração e ao mesmo tempo uma portátil de baixo consumo.

      Estes artigos podem falar, mas não acredito que a Sony entre nessa! Agora o que pode existir é um addon de portátil. Onde tens a consola de mesa, mas caso queiras portátil compras um extra. Dois CPUs e GPUs separados, mas interconectados e a partilhar o software,

      Isso no entanto tem um problema. Se a nível de GPU não há real chatice pois só podes até criar algo a 720p, a nível de CPU, aquilo que deverá ser a grande aposta da nova geração, a coisa pode ser um problema.

      É que podes diminuir a resolução… mas tornar a IA estúpida já não podes!

      • Deixe eu ver se entendi. Vc quer dizer que não daria com o ps5 hj,mas e com o ps4? A Sony conseguiria fazer um ps4 híbrido hj? Com relação ao ps5, dificilmente no lançamento dele tenha como fazer, mas, analisando como os Hardwares evoluem rapidamente hj, depois de uns 2 ou 3 anos do lançamento do ps5, será que seria capaz da Sony lançar tb um ps5 híbrido?

        • Com a PS4… talvez… Uma PS4 portátil, a correr jogos a 720p, usando litografia de 7 nm… Diria que à primeira vista a coisa até parece que poderia ser possível!
          Quanto à PS5… é muito cedo para se dizer. Tudo depende do avanço da tecnologia. Quando a PS4 saiu, a 28 nm, era impossível pensar-se numa portátil. Com a passagem para os 14 nm, os consumos desceram radicalmente, e a 7 nm quem sabe não poderiam vir para uma portátil.
          Uma PS4 hibrida poderia ser possível… E poderia continuar o legado da PS4 quando da saída da PS5, vendendo paralelamente a ela!

        • A Switch tem uma CPU de sistema movél com alto desempenho assim como era para ser a Shield.
          Mas para se ter uma performance de 7 tflops em mobile ao qual na dock seria uns 12 ou 14 Tflops na PS5 (possível variação se uso do CPU Ryzen)A Sony não teria como manter uma refrigeração eficiênte e uma bateria que suportasse seu uso por um período muito extenso,tirando ai ao meu ver a sua característica de hibrida.
          Pois é muita potência para uma consola em modo portátil,minha opnião.

      • Pois. Repara nisto:

        https://www.google.pt/search?rlz=1C1AVFC_enPT732PT732&tbm=isch&q=amd+jaguar&backchip=online_chips:jaguar+core&chips=q:amd+jaguar,online_chips:architecture&sa=X&ved=0ahUKEwjZhLWzhqHZAhVOlxQKHdvhBr4Q4VYIJCgB&biw=1536&bih=710&dpr=1.25#imgrc=QmTmQqG6y7bPKM:

        Isto é o jaguar das atuais consolas comparado com u núcleo steam roller.

        Isto é o Zen (na realidade 4 deles):

        https://www.extremetech.com/wp-content/uploads/2015/04/ZenCPU.jpg

        Basicamente, e em termos de funcionamento interno parece-me que o Zen consegue imitar e reproduzir o mesmo tipo de processamento que o jaguar.

        O que tu dizes de um add-on portátil funcionaria na perfeição, se o sistema fosse secundário e tivesse títulos pensados para ele mesmo (títulos legado, indies e outros).

        E se esses títulos com mais resolução rodassem na consola de mesa.

        Assim nem todos os títulos rodariam no add-o portátil, mas alguns poderiam rodar.

        Por exemplo, se se fizessem remakes de títulos como Resident Evil Outbreak, Primal, ICO, Katamari, Sly Cooper, etc, de raíz para a portátil, correriam muito bem depois na de mesa.

        • Eu não sei ao certo se os Ryzen (Zen) são 100% compatíveis com o Jaguar.
          Olha aqui:
          http://cpuboss.com/cpus/AMD-Ryzen-5-Ryzen%E2%84%A2-5-1600-vs-AMD-Athlon-Athlon%E2%84%A2-5350
          Vai a Specifications e a Features. Os Zen não suportam FMA4. A AMD confirma isso.
          E testes mostram problemas com o FMA3:
          https://www.techpowerup.com/231536/amd-ryzen-machine-crashes-to-a-sequence-of-fma3-instructions
          No entanto há quem diga que FMA4, mesmo não suportado (e consequentemente o 3, pois o 4 engloba o 3), funciona:
          http://www.agner.org/optimize/blog/read.php?i=838
          Sinceramente, não sei o que concluir.

        • Bruno, o que diz me lembra bem o PS Vita. Roda games indies, exclusivos do console e alguns que tb rodava no console de mesa e… Foi um flop! Bruno, creio que a única chance de um PlayStation portátil vingar é sendo híbrido na acepção da palavra msm. Teria que rodar os msm games que rodaria no console de tv, por isso que creio em uma versão híbrida do ps4 ou msm do ps5 lançado anos depois de um ps5 tradicional,pq anos depois? Pq talvez já tenha um chip mobile capaz. Quando penso no ps4 híbrido, tento pensar em como passaria toda a biblioteca do ps4 feito na arquitetura x86 para um híbrido com arm, mas há capacidades para termos um ps4 assim hj, msm com menor poder gráfico, porém capaz de rodar todos os jogos que um ps4 tradicional roda. A Nintendo leva a vantagem na questão dos exclusivos mais apelativos, por atingirem um público mais amplo, mas se a Sony viesse com um ps4 híbrido, seria meu segundo híbrido em minha casa.A propósito o switch é o console que mais jogo, estou msm apaixonado pelo console, muito graças à sua portabilidade. Sonho em um dia poder jogar um GOW ou os 4 Uncharteds principais em um console híbrido da Sony. Gostaria muito se Mário escrevesse um artigo a respeito, pois encontram coisas muito superficiais sobre e gostaria de entender mais as possibilidades, os Chips gráficos mobilemais modernos, etc… Um grande abraço, Bruno!

          • Pois, Edson, mas não é a mesma coisa.

            Tu, não tens o mesmo jogo para as duas consolas PS Vita e PS4… tens os mesmos títulos. E a Sony criou algo chamado crossplay que permite adquirir as duas versões em simultâneo. Mas são duas coisas diferentes.

            Depois tens também lojas distintas – repara como exemplo o título Journey. Teve 3 versões: PS3, PS Vita e PS4. O facto de se ter lojas distintas, resultante do hardware ser única entre as 3, contribuiu também para o fracasso da Vita.

            O que eu imagino é algo ao nível do que tens entre PS4 e PS4 Pro, mas desta vez entre o tablet add-on e a consola de mesa, em que o jogo é literalmente o mesmo, rodando nas duas.

            Assim o Add-on poderia ser considerado quase como um periférico ao nível do PSVR, com títulos exclusivos que rodassem nele a determinada resolução e rodassem na consola de mesa com maior resolução e performance. E só.

            Daqui há duas vantagens. tens a tua PS4 portátil (se tal foi possível) e tens a tua consola de mesa que te roda os mesmos jogos que tens na portátil (imitando a Switch) e ainda roda exclusivos que só podem rodar na de mesa.

        • Btw… lembras-te do que te dizia quanto ao artigo que estás a escrever?
          http://www.eurogamer.net/articles/digitalfoundry-2018-ps4-pro-and-xbox-one-x-processors-compared
          Cada vez mais tenho a certeza… a PS4 Pro foi pioneira na tecnologia. É uma versão ainda arcaica do processo, mas já o implementa, e a prova é que a Pro é efectivamente duas PS4 em uma.

          • Matéria interessante essa da DF. Se bem entendi, as APUs sao muito próximas, mais que eu imaginava, diferença de clock ligado ao vapor chamber, e alguns controladores de memória, um ano amais de refino e, temos algo muito próximo…

            Um dos comentários dizia algo interessante, de que a Sony poderia “atrasar” o lançamento do PS5 (e teoricamente) lançar quase simultâneamente o PS5 junto ao next Xbox, usando o Pro e seus jogos que são suficientemente bons para aproveitar as tvs 4k, dando assim, mais tempo ao melhor arranjo no PS5… De fato seria ótimo pra Sony devido ao PS4 vender bem… E o Pro lhe assumir o lugar em futuro próximo pra novos compradores e suas novas tvs 4k…

            Mário, isso seria viável/possível do seu ponto de vista, o PS4 e o Pro poderiam ter essa sobrevida para evitar desfasamento junto ao next Xbox?

          • Carlos, mas porque é que toda a gente assume que é a Sony que será a primeira a iniciar uma nova geração? A PS4 está a correr muito bem: introduzir uma nova consola no mercado, não só compromete o hardware, mas também interrompe algo que está a correr muito bem antes do tempo.

            Para mim, será a MS a primeira a iniciar uma nova geração, tendo em conta a prestação da ONE e da ONE X.

            Rumores recentes indicam que o número de Xbox ONE realmente vendidas no mercado anda pelos 35 milhões. Isto é menos até do que o VG Chartz tinha colocado e tudo porque a MS deixou de falar nestes valores há muito tempo falando de outras coisas como consolas envidas para as lojas, etc.

          • Bruno, no caso acredito ser porquê o Pro foi lançado um ano e pouco antes, se ele é meio de geração, então…
            O X1X teria a vantagem de se manter mais tempo no mercado por ser mais recente e estar mais bem preparado digamos… MAS, claro, isso não é uma ciência exata.

            Também acho que pelo sucesso do PS4 ele podia se prolongar o suficiente pra se beneficiar de melhores tecnologias no sucessor.

          • Entendo… mas não se pode ver assim. A Pro não foi um marco a dizer quando a geração chegava a meio. Foi apenas uma consola mais poderosa para os 4k, para quem queria mais resolução.

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