Nova geração de consolas – Para quando?

2019? 2020? Mais cedo? Mais tarde? Quando sairá uma nova geração de consolas? Analisamos os casos e damos a nossa opinião!

Para quando uma geração de consolas? Bem, isso só mesmo os fabricantes saberão, e certamente dependerá de muita coisa, mas o certo é que os analistas apontam para 2019 ou 2020, e nesse aspecto concordamos. Não porque meramente achemos que sim, mas porque, como verão, essas datas são realmente as aparentemente mais propícias e adequadas a essa realidade.

Dado o lançamento iminente da Xbox One X que sairá no final deste ano, torna-se claro que quem poderá estar mais perto de lançar uma consola de nova geração é a Sony com a sua PS5. Daí que nesse sentido as referências a uma nova consola e o estudo que  iremos fazer face a qual o timming ideal de lançamento de uma consola de nova geração, serão baseados nos dados desta empresa.

Recentemente tivemos já dados que levam a acreditar que efectivamente este lançamento estará mais próximo do que poderiamos pensar. Por exemplo, a Avalanche, produtores de Just Causa, publicou recentemente uma proposta de emprego, e na qual referia estar a contratar para a criação de um jogo de próxima geração.

Ora com a Sony a já ter lançado a sua Pro, a Nintendo a ter lançado recentemente a Switch, e a Microsoft a lançar no final do ano a Xbox One X, estas consolas não se enquadram minimamente no conceito de uma nova geração. Até porque para um desenvolvimento de um jogo que ainda está na fase de contratação requer pelo menos 2 a 3 anos, e isso quereria dizer que esta jogo sairia quando muito em finais de 2019 ou mais tarde. Note-se porém que mesmo sendo mais tarde, este jogo não precisaria de estar disponível na data de lançamento da consola, ou seja, não precisaria forçosamente de ser um título de lançamento.



Será que aqui 2018 ainda se enquadra nas possibilidades?

Como já tivemos oportunidade de referir em outros artigos, 2018 seria uma possibilidade tão boa como qualquer outra, apesar de claramente ser uma data que limitaria a atual geração a uma duração de 5 anos.

Ora com uma Xbox One X em 2017 e perante uma geração tão bem sucedida a nível de vendas, 2018 parece deixar de ser um cenário provável. Não só uma PS5 em 2018 não seria assim tão distante da Xbox One X como desejado, como perante o sucesso de vendas que é a PS4 não se vê motivo para que a atual geração encurte ao ciclo normal de gerações da Sony.

E qual é esse ciclo? Bem, o historial aponta para 6 anos, apesar de este já ter durando 7 no caso da PS3. Vamos ver:

A Playstation foi lançada em 1994, tendo sido um sucesso de vendas. Mas foi substituída pela PS2 em em 2000, ou seja 6 anos depois!

Apesar do sucesso estrondoso de vendas que foi a PS2, a PS3 surge em 2006, ou seja, mais uma vez, 6 anos depois!

A PS3 não teve o mesmo sucesso de vendas das suas antecessoras, apesar de mesmo assim ter vendido mais de 80 milhões de unidades. Foi substituída em 2013 pela PS4, ou seja, 7 anos depois.

O que retiramos daqui é que os ciclos da Sony duram entre os 6 e os 7 anos, sendo que parece claro que a maior duração da PS3 se deveu às menores vendas, e aos elevados custos de produção inicial da consola que fizeram com que esta fosse lançada a 600 euros, e que como tal não teve um volume de vendas inicial na quantidade desejada, so pegando a sério quando o custo da consola desceu drasticamente. Basicamente, o que parece ser coerente pensar-se, é que aquele ano extra existiu para que a consola pudesse tornar-se um pouco mais rentável devido ao seu mau começo.

Mas mau começo foi algo que a PS4 não teve. Muito pelo contrário! A consola acompanha o ritmo de vendas da extremamente bem sucedida PS2, mas com maiores margens de lucro. Ou seja, há aqui razões para se acreditar que os seis anos serão cumpridos. Menos poderia ser pouco coerente dados os lucros que a consola está a aportar e que a Sony bem agradece, mas mais, também não há razões aparentes para se acreditar que haja interesse em existir. E falaremos melhor disso mais à frente!



Tendo a Sony lançado a Ps4 em 2013, e a PS4, definida como uma consola de meio de geração, em 2016, ou seja, 3 anos depois, o coerente é que estejamos mesmo perante um ciclo previsto de 6 anos, com uma PS5 a sair em 2019.

A realidade é que tanto Nintendo como Microsoft lançaram ou vão lançar em 2017, e isto coloca a Sony numa posição privilegiada. Dado que a sua mais recente consola data de 2016, 2019 seria uma data que impossibilitaria as suas concorrentes de responder imediatamente sem mossa na sua imagem de suporte aos produtos lançados. Lançando a Microsoft uma X a 500 euros em 2017, quatro anos depois da One, e definindo esta consola como de meio de geração, o expectável será uma nova consola apenas em 2021, e lançar antes disso criaria em muitos utilizadores uma ideia de distinção no que toca ao suporte dado aos seus produtos pela Sony e pela Microsoft. Afinal o passado da Microsoft já tem um caso de uma consola que viu a sua vida encurtada por questões de interesse da própria Microsoft, a Xbox Original.

Mas quer isso dizer que a Microsoft não poderia responder antes sem prejudicar a sua imagem? Claro que não, há uma margem aceitável!

Por exemplo, um lançamento em 2020, ou seja um ano antes, não prejudicaria a sua imagem em nada. Seria apenas um ano antes, e meio de geração não precisa forçosamente de implicar uma divisão exacta de 50/50. Daí que a Microsoft pode lançar perfeitamente em 2020 sem passar qualquer imagem de desrespeito ou falta de suporte aos seus produtos. Claro que tal daria apenas uma esperança de vida de 3 anos à Xbox One X, uma consola de 500 euros, mas o que se dizer disso? Não há verdadeiramente nada a referir, é apenas uma questão de dinâmica de mercado, e todos sabemos como as coisas funcionam!

Mas então, qual a data ideal para a Sony lançar?

Bem, já vimos que 2018 traria grandes situações como o encurtamento de uma geração que está a ser lucrativa e sem real necessidade, assim como não permitiria a criação de uma consola que se destacasse verdadeiramente da Xbox One X.

Mas vimos tambem que 2021 será a data mais longinqua prevista para o lançamento de uma nova Xbox. E isso quer dizer o que? Que a Sony, se quer aproveitar esta janela que lhe foi dada de mão beijada, terá 2019 e 2020 como datas ideais para responder. E daí as previsões dos analistas.

Mas neste artigo não queremos reduzir-nos a em espaço temporal, mas sim apontar uma data previsível, daí que como já terão percebido, estamos-nos a munir de dados para escolher uma destas duas datas, e o que vimos até agora é que o ciclo previsível de 6 anos aponta para 2019!

Tendo igualmente sido referido que a Microsoft poderia responder em 2020 sem prejudicar a sua imagem, esta data parece-nos ser a mais consistente para o lançamento de uma PS5, de todas as encontradas.

Há uma realidade que a Sony tem de ter presente: A concorrência vai lançar depois… e consequentemente vai lançar melhor! Daí que esta posição de lançar primeiro não tem só vantagens, tem também essa desvantagem. E nesse sentido, a lançar primeiro, há que aproveitar o maior hiato temporal possível entre lançamentos de forma a ter a vantagem de mercado durante algum tempo, e implementar a consola.

Aguardar para lançar em simultâneo pode permitir aproximar as performance, mas tem também um risco. Quem lançar menos potente… fica menos potente até novas consolas. Daí que lançar primeiro tem essa virtude. Mesmo que superado depois, tem-se a vantagem até lá, e pode-se sempre lançar algo de meio de geração pouco depois da concorrência, recuperando a liderança das performances por mais algum tempo.

Nesse sentido, e parecendo 2018 uma data pouco interessante, 2019 soa cada vez mais como a data mais plausível, e 2020 soa já a um pouco tarde de mais. E perante estes dados, a se escolher uma data, 2019 parece a data ideal.

 





Posts Relacionados

Readers Comments (40)

  1. A guerra do poder começa agora e acho que nao vai ter mais lançamentos simultâneos de consoles. e a microsoft vai esperar a sony anunciar primeiro pra depois anunciar algo mais poderoso em seguida.

    Ou a Sony vai esperar a microsoft anunciar primeiro.

    Vai ser bem interessante porque as duas sabem que se errar nessa parte ja era.

  2. Sempre interessante falar de hardware. Eu adoro essa parte, quase tanto quanto os jogos.
    2019 é o mínimo a se esperar da Sony, a tristeza disso é a guerra ser de potências e não de software, pois o Xbox One tinha um hardware um pouco mais fraco, porém nada o impedia de trazer bons jogos e cativar todo mundo.
    Mas o que mais me causa curiosidade é saber o que de novidade poderemos ter na próxima geração a nível de arquitetura do hardware, como por exemplo, se vão abandonar as APUs… A nível de “truques” de programação como tivemos o checkerboard por exemplo, (que eu não conhecia e acho bastante interessante e inteligente apesar de preferir algo nativo) e outras novidades que ainda não são de conhecimento público.
    Se a AMD terá tecnologia a um preço razoável pra que se possa ter um verdadeiro salto nos consoles e se manter nessa janela dos 400 ou 500 dólares…

    Mas por hora há muito em software que se possa aproveitar nessa geração, especialmente em alguns projetos futuros como TLoU 2, GoW, Death Stranding, Spider man, Anthem, Days Gone, State of Decay 2, RDR2… E quais mais se possa lembrar.
    O GT Sports me deu um pingo de esperança ontem com a notícia de que teria o autódromo de Interlagos, que é minha pista preferida e isso deu um impulso a mais pra compra.

    • Deixa-me só corrigir uma coisa que é um erro corrente e que acontece por não haver aqui um termo intermédio para separar as coisas. Falo do uso do termo nativo.

      Para percebermos bem isso vamos separar as coisas e não nos referirmos a nativo no processamento, mas nativo no que toca a representar informação num ecrã.
      Uma TV com uma resolução de 1920×1080 está, na parte que lhe diz respeito, a representar uma imagem nativa quando a informação que recebe possui informação separada para cada um dos pixels. Ou seja, cada pixel tem a sua informação separada e a TV não tem de re-escalar nada.
      Isso quer dizer que desde que a imagem recebida esteja a 1080p a imagem está nativa.
      Mas isto não significa que efectivamente estejas a trabalhar com algo nativo pois a diferença visual não engana. Um jogo calculado a 1080p ou outro a 900p re-escalado para 1080p são, para a TV, ambos nativos. Mas na realidade visualmente não são nada iguais.
      Então temos de ver outra coisa. O framebuffer.
      O framebuffer é a resolução efectivamente calculada pela consola. A resolução aplicada à geometria e ao universo.
      Neste caso uma consola tem um framebuffer de 1080p e a outra de 900p. O re-escalar para 1080p é algo depois aplicado ao framebuffer, mas não é a resolução do framebuffer em si!
      E até agora, isto era fácil de se perceber, pois era por aqui que se fazia a distinção.
      Mas eis que entra o Checkerboard rendering.
      Ora uma imagem 4K calculada por checkerboard rendering pode ter vários framebuffer, mas quando ele é 20160p, o resultado é 4K nativo.
      Isso quer dizer que a geometria e todo o mundo, com esse frame buffer, é calculado numa resolução de 4K.
      Se viste o nosso artigo que explica isso, percebes bem isso pelas imagens. Tu tens imagens 4K mas calculas alternadamente os pixels, tal como num padrão de xadrez!
      Ou seja, é uma imagem 4K onde alternadamente com os pixels calculados tens pixels por calcular e que ficam pretos. Isto é uma imagem 4K, mas sem a informação toda, e onde os pixels calculados são apenas metade.
      O checkerboard pega depois na imagem anterior onde fez a mesma coisa, mas trocou a posição entre os pixels pretos e os calculados, e sobrepõem as duas colocando transparência nos pixels pretos.
      O resultado é uma imagem final na resolução total, 4K. Onde em imagens sem movimento, a diferença para os 4K reais é ZERO!
      Mas em movimento há que se fazer algo mais. A imagem anterior tem um lapso temporal da posição dos pixels, e isso implica uma correcção aos mesmos usando vectores de movimento que determinam onde o pixel deveria estar e o colocam no sitio certo.
      Isto é um cálculo complexo, mas muito mais leve que o cálculo efectivo dos pixels todos na resolução total.
      O resultado final é uma imagem 4K, onde nas bordas da geometria podes notar alguns artefactos. Mas dada a elevada resolução e pequeníssima dimensão dos artefactos, isso é muito pouco notório. E se houver potência para um AA, isso até pode desaparecer.
      O que interessa perceber aqui é que no Checkerboard o resultado final é nativo. Pois o framebuffer é 4K tal e qual numa imagem normal, e se fizeres uma contagem de pixels, vês que eles estão verdadeiramente lá, ao contrário do re-escalamento.
      A questão é que face à metodologia de cálculo normal há essas pequenas diferenças dos artefactos nas bordas da imagem e como tal… Não é igual! Mas sendo 4K é nativo!
      Nesse aspecto os media devem começar a uniformizar o que dizem sob pena de dizerem asneira. E penso que a referência ao termo nativo, quando o framebuffer do CB for 4K não é correcta, e o que deve ser referido é 4K e 4K CB.
      Agora se o framebuffer for 1800p CB, isso já não é 4K nativos, pois o resto é re-escalamento.

        • Um conselho Igor… não consultes a versão Portuguesa dessa Página. Eles só dizem asneiras.
          Queres um exemplo?
          Texto original:
          However, while some titles even pass muster on close-up screenshot inspections, the Witcher 3 isn’t quite so effective and it’s actually easy to spot tell-tale checkerboard artefacts. If you play the game with the default motion blur mode active, the break-up is hidden more effectively.
          Traduzido à letra:
          No entanto, apesar de alguns títulos passarem com aprovação mesmo em inspecções de ecrã feitas de perto, o Witcher 3 não é tão efectivo, e é até bastante fácil verificar os denunciadores artefactos do checkerboard. Se jogares o jogo com o modo de motion blur activo por defeito, esta deformação é escondida de forma mais efectiva.
          Eis o que diz a versão portuguesa da página:
          No entanto, apesar de alguns títulos escaparem em inspecções às imagens, The Witcher 3 não é tão eficaz e é fácil de ver os artefactos da checkerboard. Se jogares com o motion blur padrão activo, ainda se torna mais evidente

          Apesar de o texto da versão Portuguesa estar cortado e retirar muita da riqueza da frase, isso aqui nesta frase nem se torna relevante. Mas a frase final é completamente ao contrário. Onde o texto original refere que o Motion Blur activo por defeito, esconde os artefactos de forma mais eficaz, a versão portuguesa refere o contrário, que é mais evidente.
          O corte na riqueza da frase entra tambem aqui em jogo ao referir apenas o termo “motion blur padrão”, o que dá a entender que há mais do que um modo de motion blur, e não que ele está activo por defeito.

          Depois temos a questão das atualizações que não acontecem, ou acontecem fora de tempo útil. Por exemplo, a página Portuguesa diz:

          Mas existem melhorias e mudanças. O filtro de texturas foi melhorado, apesar dos assets base – incluindo a qualidade da arte – ser a mesma que no jogo na PS4 base. Curiosamente, a oclusão ambiental parece inferior em algumas cenas – algo que queremos investigar mais.

          A versão original refere:

          It’s early days with our testing so far, but some changes and improvements are in play. Texture filtering is improved, though the base assets – including art quality – look to be the same as the game running on the standard PlayStation 4. Curiously though, ambient occlusion looks as though it’s pared back in some of the scenes we tested – something we intend to investigate in further depth [UPDATE: Ambient occlusion is actually enhanced and looks like Nvidia’s HBAO)

          Há aqui uma atualização que refere que não só o Ambient Oclusion na realidade foi melhorado como ele se assemelha ao HBAO da Nvidia, um AO de elevada qualidade.

          Fica o conselho!

    • A Microsoft trouxe Sunset Overdrive, um jogo muito bom, não vendeu bem.
      Houve Quantum Break, outro jogo muito bom, não vendeu bem.
      Ryse é um bom jogo, de quem não espera nada a nível épico, não vendeu bem e calhou de ser a época de demonização da Microsoft.
      Recore é outro jogo bastante interessante, a versão Definitive corrige os bugs e acrescenta conteúdo, não vendeu bem novamente.
      Boas vendas, apenas Halo, Gears e Forza, e mesmo assim menores do que já foram um dia.
      Tem se a ideia de que jogadores dão preferência a exclusivos, e não é verdade. O PS3 começou a vender bem a partir de 2010 e por 3 motivos, o preço menor, o nome Playstation que vem desde 1994 e o Jailbreaker, a pirataria que não te bania do online igual o desbloqueio do Xbox 360.
      O Bundle com Uncharted 4 dentro da caixa acabou depois de Horizon Zero Dawn, o jogo sumiu dos tops de mais vendidos. O mode de U4 lançado a pouco tempo se bobear não está nem no Top 20 dos games mais vendidos.
      A próxima geração, assim como a atual, é de quem tiver o Call of Duty rodando mais bonito.
      Se quando a Sony anunciar o PS5, o consumidor souber que vai ter um novo Xbox mais forte no ano seguinte, haverá paridade de vendas.
      O PS4 Pro nunca se destacou como o Xbox One X se destaca hoje, em partes devido a todo mundo já saber de um console mais poderoso desde o dia de revelação desse PS4 Pro. Com um console de meio de geração, o estrago não é tão grande. Com uma nova geração de verdade, o estrago estará feito.
      Em 2013, quando o VG Leaks vazou os projetos antes de apresentarem, as pessoas já sabia desde o começo do ano que o PS4 seria mais poderoso. Ninguém ligou de verdade para coisas como Always On. O mundo é Always On, e todo mundo sabe disso. O mercado digital está prestes a empatar com o mercado de vendas físicas, pessoas compartilham contas para comprar jogos apenas uma vez e distribuir para vários consoles e quase todos os jogos exigem uma conexão de internet.

      • O mundo é always on?? Em que mundo vives? Não é no meu! Deixa lá de olhar para o próprio umbigo pois tenho a certeza que o panorama geral do teu país deve ser bem pior que o meu.

        E o mercado digital não está a empatar com o físico… Está a empatar com o físico a nível de receitas, não a nível de vendas de jogos. Aliás, em todos os formatos as receitas do físico até só são já 26% do mercado.
        Mas receitas não são forçosamente vendas. O PC é digital, os smartphones são digitais, os tablets são digitais. O DLC é digital, os add-ons são digitais. Os jogos free-2-play onde se gastam milhões como Clash royale, e outros jogos da zynga e outros são contabilizados como digitais. As mensalidades da PSN e do Live são contabilizados como digital.
        Ou seja, as armas aqui não são as mesmas. As receitas do físico é só das vendas dos jogos, tudo o resto é digital. Daí que vir-se falar que o digital está como está e que nas consolas até já é quase 50/50 é deturpar as coisas.
        É porque ele não inclui só vendas, inclui muitas e muitas mais coisas. Logo esse comparativo é uma falácia e uma imagem que interessa às empresas passarem para se livrarem dos custos com o físico e impingirem um sistema de jogos como serviço onde até nos prometem que gastaremos menos até nos apercebermos que estamos a gastar muito mais.

      • Concordo com você Fernando que serão os jogos third party junto ao hardware mais poderoso que ditarão as vendas da próxima geração.

      • Após ler o teu comentário, que continua a ignorar constantemente factos para vender a patranha que exclusivos não vendem consolas, tenho algumas perguntas…

        E o nome PS de onde veio? Do ar? Continuo a achar engraçado a tua noção de que um nome cai do ar e que o catálogo exclusivo dos jogos não tenham nada a haver com isso, isto é, com a criação da reputação de uma marca.

        A Xbox está no mercado desde 2001 o nome Xbox não devia ter peso? Sobretudo se considerarmos a tua logica que um nome se constroi do ar?A ONE não é a primeira consola de mesa da MS. É a terceira. Já deveria ter um nome também não? Algo que a ajudasse como o nome PS também ajudou a PS3 a recuperar mercado? A PS3 foi a terceira consola da Sony, a ONE a terceira consola da MS.

        Sobre o Jailbreak… sabes que se a última versão do software de sistema não estiver instalada o utilizador não pode fazer sign in na PSN? Isto é uma realidade que conheço desde 2009. E sabes que se a instalar, adeus ao Jailbreak? Lê isto:http://www.eurogamer.pt/articles/digitalfoundry-ps3-o-ultimo-hack. Se me disseres como é que alguém com um CFW consegue aceder à PSN acreditarei neste teu argumento, mas pelo que sei até 2012 não era possível fazer isso…

        Continuando neste assunto, algo que acho curioso… que seletivamente e muito convenientemente te esqueças que essa demonização (engraçado esta palavra não? faz pensar numa caça às bruxas infundada quando na realidade teve bem razão de ser e tudo por culpa da própria MS) e que ainda hoje é a razão de toda a fraca performance da Xbox, de acordo com a tua opinião, tenha sido também uma realidade na altura da PS3. Aliás, quando te conveio, recordaste e muito bem toda essa demonização que rodeou a PS3 no inicio, sempre que se comparou a 360 com a PS3, isto sem falar que era na PS3 que os multi tinham pior aspeto. Portanto, engraçado que a PS3 tenha conseguido recuperar e a ONE que vive numa situação paralela não tenha conseguido o mesmo?

        E talvez me queiras também dizer como é que até agora, nunca a consola mais potente, ter sido a mais vendida? Nesta geração, foi porque a Pro foi mal publicitada, na anterior porque toda a gente que comprou uma Wii desistiu dela e comprou ou PS3 ou 360. Na PS2, pirataria outra vez. (Engraçado que a pirataria não valeu de nada à PSP? Aliás, ainda mais curioso que em 2013 tenham sido lançados jogos em formato físico para a PS2, quando esta consola só se mantinha devido à pirataria?)

        Quantum Break é um jogo que deixa muito a desejar face a Alan Wake e aos anteriores da Remedy, e que apesar da permissa interessante, falha e muito na execução. Recore, de acordo com o teu próprio critério de classificação baseado em pontuações do metacritic que usaste tanto para avaliar os jogos exclusivos PS, é um jogo bem mediano. Halo, Gears e Forza podem ser muito bons, mas não deixam de ser mais do mesmo, em algo que pelo que soube não se reiventou muito e aliás falhou em conseguir renovar-se. Sunsett era bom, mas não era para toda a gente. Digo isto com base nas análises da imprensa especializada e nos comentários de utilizadores que aqui comentam. Já te ocorreu que a questão não são os exclusivos mas o facto de não serem suficientemente eficazes a altrair a atenção do público? Depois, compara a lista com a da PS4, e aí tens outro fator: quantidade.

        Por último… Uncharted TLL (penso que é a isto que te referes quando falas em Uncharted Mode) está em terceiro nos títulos mais vendidos no reino unido, pelo que vi na eurogamer. Horizon no verão também entrou no top 10 mundial. Certamente não estás a querer dizer que esperas que um jogo de 2016 continuasse até agora no top 10 mundial quando jogos como Call of Duty, Battlefield os suprassumos não o conseguem? E antes que digas o quão pequeno é o Reino Unido uma curiosidade: A amazon inglesa envia para vários países europeus, Portugal incluído e, graças à libra costuma ser muito mais barato que comprar nas lojas nacionais, incluindo usados.

        • O nome Playstation veio de uma empresa que entrou no mercado de games comprando exclusivos e pagando estúdios para não fazerem jogos para o Sega Saturn e o Nintendo 64 e com a popularidade da pirataria que não existia nos concorrentes.
          O PS2 herdou a base do PS1 e continuou sustentado pela pirataria.
          Entre os jogos mais vendidos do PS1, a maioria são séries que vieram da nintendo. No pS2 foi ainda pior, maioritariamente os jogos mais vendidos foram multiplataforma. Na vedade, do PS1 até o meio da vida do PS3, apenas crash no PS1 e gran turismo foram algum destaque de vendas.
          Nessa onda, nesses praticamente 8 anos em que não houve concorrente pois basicamente ter um Nintendo 64 era caro e não tinha a mesma versão dos jogos e o Saturn perdeu apoio, o Playstation criou o seu nome.
          Eu conheço inúmeras pessoas que tinham um playstation por não ter outra opção no mercado, e outras que tinham por gostar mesmo. É por isso a popularidade. E o Xbox também tem sua popularidade, afinal a Microsoft tem 3 IPs que vendem pelo menos entre 3 a 4 milhões de cópias a cada nova versão, mas o grosso do público joga multiplataforma e o PlayStation é a marca mais tradicional. Se o console não for mais fraco, e não for muito caro, sempre terá um bom desempenho de mercado. Meus amigos tinham o PlayStation na infância, e os que não ligam mais para video games compram o PlayStation para seus filhos hoje. Em muitos lugares do mundo, o xbox começou no 360. Da segunda metade dos anos 90 até quase o final dos anos 2000 só se falava em Playstation aqui no Brasil.

          Agora se eu usasse o metacritic para medir os jogos do PlayStation, eu não diria que Uncharted 4 é um jogo superestimado e que The Order merecia uma nova chance após o feedback que o estúdio teve do primeiro.
          Agora no que quantum break deixa a desejar perante os outros jogos da Remedy? Se der para contar em uma mão os jogos dessa geração com melhor narrativa é muito.
          Quantum break é um jogo com suas mecânica muito particulares, que parece ter sido analisado por pessoas que esperavam jogar um gears of war. Mas mesmo assim, para mim só rebaixaram o jogo por que o checkerboarding rendering ainda não tinham sido escrito na biblia pela Sony, então o da Remedy não valeu…

          Sunset overdrive pra mim foi rebaixado por que não foi a insomniac fazendo jogo pra Playstation…

          Recore teve seus problemas e ao contrário do Drive Club que recebeu uma chuva e foi reavaliado para subir a média de notas, ninguém fez nenhum comentário sobre a definitive edition.
          Eu acho o metacritic ridículo, existem sites e publicações que se fazem algum valor e existem alguns sites onde não há qualquer credibilidade. Análises hoje em dia se resumem em um texto de uma pessoa que pode ter jogado um game com boa vontade ou com o maior aborrecimento do mundo, então essa pessoa faz uma dissertação qualquer sobre a experiência que teve e tira uma nota sabe Deus de onde sem nenhum critério.
          Eu gostava dos reviews do extinto gametrailers, dava uma nota para cada quesito do jogo e o final era a média.
          Isso é muito melhor do que falar alguma coisa do tipo:
          “uma experiência sólida, mas que se sente cansada pelo sensação de não ter evoluído e ser basicamente mais do mesmo” nota 7/10.
          Espera aí, quem sentiu isso?

          A pessoa que escreveu. Gosto é algo que cada um tem o seu. Embora seja impossível uma review sem nenhum quesito pessoal, eu não posso inventar a nota da minha cabeça.
          Vamos falsr de Uncharted 4 de novo, pra mim é supervalorizado, acho a história da série fraquinha e não vejo um bom fator replay, eu também acho quase o mesmo do tomb raider, mas ambos não tirariam menos de 8, em uma review minha:

          Rise of the tomb raider

          Gráficos 9
          Gameplay 8,5
          História 7
          Fator replay 7,5
          Diversão 8,5

          Nota – 8,1

          Uncharted 4

          Gráficos 10
          História 7
          Gameplay 9
          Replay 8
          Diversão 9

          Nota 8,6

          Não continuam bons?
          O fator replay do uncharted ganha por que aquele multiplayer é legal de vez em quando, embora seja muito inferior a modos de jogos qu já são tradicionais nesse quesito a quase uma década.

          • Novamente tenho que concordar com você Fernando.
            Acho engraçado dizerem que Halo, Gears e Forza são mais do mesmo, e o que são Uncharted, God of War e Gran Turismo!? Depois que gosto cada um tem o seu.
            E não existe essa história de melhores exclusivos, até por que se for para levar em consideração o que a “imprensa especializada” diz, especialistas esses que nem gamers são, a grande maioria não joga nada e isso é visível em suas reviews superficiais, gastam mais tempo escrevendo um texto bonito do que jogando, e também se formos levar em consideração o que sites como o Metacritic demonstram, os “melhores” exclusivos nunca foram do Playstation mas sim da Nintendo, consoles esses que vendem quase que exclusivamente pelos seus exclusivos.
            O resto é história, e como toda história sempre há pelo menos dois lados.

            “Xbox não tem nome”

            Essa é nova!?

          • “Uma empresa que entrou no mercado de games comprando exclusivos e pagando a estúdios para não fazer os jogos para Sega ou Nintendo”…

            Primeiro que tudo quero salientar algo importante: reconheces nesta frase que a PS1 original deve o seu sucesso aos exclusivos. Ou seja reconheces que o nome da marca se deve precisamente aos exclusivos que a consola teve. O que contraria o teu argumento que os exclusivos não tenham peso ou não vendem consolas. Mesmo sendo feitos por thirds, eram exclusivos. Da mesma forma que mais tarde reconheces a importância dos exclusivos para criar um peso na marca Xbox, ao falares dos 3 IPs centrais. O ponto onde queria chegar, e que tu tanto tens fartado de contrariar ao longo dos últimos 2 anos.

            Sobre o pagar e comprar para os fazer isso faz-me lembrar uma empresa faz… Rise Son of Rome, Dead Rising, Mass Effect… Lembra-te alguma empresa?

            A MS fez exatamente o mesmo no inicio de vida na Xbox original, na 360 e faz extamente o mesmo na ONE. E depois do fracasso comercial da DreamCast, teve o total apoio da Sega com jogos exclusivos só lançados na sua consola na Xbox original. Isto sem falar do suprassumo Halo e de Forza, bem como dos títulos ficarem melhor nessa consola. Ainda tens mais, a Nintendo associou-se à Capcom no tempo da GameCube, e tens títulos exclusivos para essa consola que só agora chegaram às outras plataformas, nomeadamente da série Resident Evil.

            Queres mesmo tentar convencer-nos que a Sony foi a única que entrou assim no mercado? Além disso há que perceber uma coisa… A Sega deu vários tiros nos pés com a Saturn, com acusações à empresa de hostilizar os developers third-party e o mesmo no hardware da N-64, o mesmo pecado da Sony com a PS3. A questão é: que atitudes tiveram essas empresas face ao mercado, que abertura tiveram para mudar a situação? Não acuses só a Sony porque duvido que ela sozinha tenha conseguido mobilizar grandes empresas (Konami, Sq Enix, Eidos, Capcom) e as outras duas veteranas não o tenham feito ao mesmo tempo que a MS entra em cena e termina com várias dessas exclusividades (Metal Gear e GTA foram parar à Xbox original, certo?), ao longo de 12 anos e duas gerações…

            Sobre a pirataria, por favor…. Por acaso a Xbox original não foi pirateada? E a 360 não o foi? Sim a PS2 foi pirateada, e acredito que a 1 também. Da mesma forma que se pirateou a Xbox mas tal como disse antes, foram lançados jogos em versão física nessa consola (PS2) até 2013. E neste momento tenho lojas de jogos usados com mais prateleiras de jogos PS2 que jogos da 360 perto de onde vivo. O que significa que as pessoas ainda hoje compram esses jogos. A PSP foi uma consola que sofreu imenso com a pirataria e foi a calamidade que foi. Não só a consola falhou em usurpar a coroa à Nintendo, como sofreu problemas de suporte que a PS2 não sofreu. Se querias isso como fator de vendas e de criar um nome lamento, mas os factos indicam o contrário.

            Como bem dizes a Xbox tem a sua popularidade, precisamente também devido aos exclusivos, mas devias informar-te melhor sobre séries de relevo: Spyro The Dragon tem mais de 3 milhões de cópias vendidas, Twisted Metal 2 vendeu 2.88 milhões de cópias, Syphon Filter idem, e quero salientar que são títulos first party que viram entregas ao longo de várias gerações e nas portáteis. Tudo na PS1, que só teve 21 milhões de unidades vendidas. E todos esses estúdios estão activos e continuam activos até hoje (Santa Monica, Insomniac, Sony Bend)

            Quero também chamar-te a atenção para esta secção do teu comentário:
            “O PS2 hercou a base do PS1”. Pois, mas a questão é: porquê? A Sony não estava sozinha no mercado e só tinha no seu historial uma única consola que vendeu 21 milhões de cópias. Isso por si não justifica que a sucessora tenha conseguido vender 150 milhões…

            Fernando, ninguém nega que quando a Xbox chegou ao mercado a Sony já tinha criado um nome. Nem nego que Halo e outros deram um nome à marca Xbox. Aliás a MS até se portou muito bem na Xbox original e na 360 (pelo menos no inicio) nesse quesito. Mas o ponto principal é: se a Sony se conseguiu impor devido ao apoio third inicialmente, a verdade é que tal se deveu ao facto de essas thirds fazerem exclusivos para a consola. E que desde cedo a empresa percebeu que tinha que ter exclusivos para vender consolas e isso foi notório nas aquisições e parcerias com estúdios que resultaram na criação de várias séries que tiveram entregas durante anos em várias plataformas da marca, mesmo não vendendo entre 3 a 4 milhões em todas as entregas, em todos os casos. E na constante inovação que levou à criação de novas séries e títulos únicos que se estão a tornar grandes sucessos e a ganhar peso, cada vez mais! E só para provar que vendas definitivamente não contam anhistória toda repara nisto: Shadow of The Collossus que só vendeu 1.14 milhões de cópias na PS2, teve direito a versão HD na PS3, o estúdio que o fez criou um título que esteve 9 anos em desenvolvimento e agora regressará à PS4 num remake. Ainda consideras que as vendas são tudo, ou achas que a Sony estando a sair de uma grave crise, tem a capacidade para atirar dinheiro pela janela fora num título que segundo o teu critério não tem importância nenhuma?

            É disso que falo e que tu e muitos outros aqui tanto tentam negar. Porque é isso que a Sony tem feito e continuou a fazer e a MS não está a fazer e pelo panorama atual, nem sequer se prepara para fazer.

            Percebes agora porque digo que só o hardware pode não conseguir safar a ONE X? A Xbox original passou pelo mesmo, e nem isso lhe valeu para parar a PS2. Tudo bem que hoje o mercado está muito maior que há 15 anos atrás e o suporte é muito maior, mas a PS4 está a ter um desempenho superior à PS2 e não está a desiludir no que entrega. Da mesma forma que a Sony hoje não é a mesma da PS2 e já está muito mais forte e com melhores ferramentas e apoio.

            Fernando… usavas a teu bel prazer o metacritic porque Halo tinha notas na ordem dos 90 e quando se referiam exclusivos PS com menos de 85 para ti era tudo meia-boca. Agora que os exclusivos Xbox sofrem na pele, tu tenhas reconsiderado isso, é contigo, mas não apaga o que antes disseste e declaraste de séries como Infamous, Killzone, e tudo o que não fosse Gran Turismo ou Uncharted. Foi nesse sentido que usei o metacritic para falar de Recore. Concordo contigo com o estado atual das reviews na maneira como são feitas, com o subjetivo a pesar mais que o objetivo.

            Alan Wake para mim continua o melhor trabalho da Remedy até hoje. É uma obra-prima incontestável. Graficos soberbos, narrativa fantástica, gameplay espetacular e inovadora. Um jogo que dá vontade de jogar e revisitar como um bom filme e que atinge todos os pontos do seu pleno potencial.

            Já Quantum Break… Tem muitos pontos positivos mas também tem muita coisa a trabalhar contra ele que já foram discutidas aqui. Uma delas que realmente acho estranho que não toques é a inclusão da série TV, tu que tão críticos és de jogos filminho interativo. Outra, que com o conceito de viagens no tempo não tenham despendido o dinheiro usado na criação da série e na contratação de atores de renome, na criação caminhos alternativos e mais maneiras de acabar o jogo, com as nossas escolhas a influenciar o percurso no jogo (pensa no resident evil original e no caminho alternativo ao jogar como Chris ou Jill e nos finais alternativos e segredos, mas o melhor exemplo é tipo o que a Quantic Dream faz, com as nossas decisões a influenciar a história não somente no final, mas também no percurso da personagem com níveis e elementos de jogos e segredos por desvendar). O resto é já o que foi noticiado sobre os problemas de grafismo (e não, o checkerboard usado em Quantum Break não é o mesmo nem tem o mesmo impacto que o que é usado na Pro, tens artigos sobre isso neste site e mesmo a análise à versão da ONE X do jogo te deixa ver isso, porque deixa usa 1080p de resolução base). A principal crítica que foi feita à história e à execução é precisamente o facto de não atingir todo o potencial de um grande jogo que sabemos poderia resultar dali. E é uma pena. Não está ao mesmo nível de Alan Wake e isso posso afirmar com certeza. Dos restantes pontos, tudo bem, concordo que depende muito de quem faz a review.

          • Li o link e ele deixou-me a pensar.
            Antes de me referir ao que está escrito no artigo deixa-me só dizer que dizer que naturalmente a Xbox tem nome. E esse é um assunto que nem discuto pois seria como discutir se a água é molhada.
            Mas quanto ao artigo ele é curioso. Demasiadamente curioso até.
            Para começar ele refere que o estudo é da Google. E curiosamente tendo a Google a melhor ferramenta do mundo para estas coisas, o seu motor de pesquisa, eles não o usam mas fazem um questionário. É um questionário a …. 1100 adolescentes e 800 adultos. Que raio de amostra é esta?
            Ainda por cima o questionário é feito nos EUA, um país que está longe de representar a realidade mundial de vendas.
            Mas o engraçado é que, segundo eles, a Xbox é a preferida, mas o jogo preferido é Zelda. Curioso como todos gostam de um jogo que não existe na consola que possuem. Mas essa marca que o tem depois nem aparece.
            E depois há outra questão que não é a que colocas, mas sim a contrária. Onde estão os exclusivos Xbox? Eles gostam mais da Xbox do que da PS pelo que seria de esperar encontrar, mais do que jogos PS, exclusivos Xbox na lista dos preferidos. Mas não, são multi e exclusivos só Zelda da Nintendo.
            Um estudo curioso sem dúvida.

        • Você falar que a séria Halo é mais do mesmo me irritou bastante aqui Bruno.
          Me fale de U4 o que mudou dos anteriores,contra fatos não há argumentos.Desculpa amigo mas quando se tem um jogo com história que tem um começo meio e fim como Halo,seu ponto de vista é neutro,muito neutro.Você quer impor sua opnião,mas esquece que tem que colocar a verdade a tona amigo de cada caso.Inadimissível.Você tem o direito de opinar,mas jogue argumentos em certos casos.Desculpa Mário não falar sobre datas mas o comenteário do rapaz foi difícil de engolir.Não sou fã de Gears mas a série Halo é diferente das demais por contar a história de um soldado e que esta história ainda não terminou,então não é mais do mesmo.
          Xenogears existiu para provar isto.

          • Se Halo é mais do mesmo quero que todos os jogos sejam assim.

            Compraria qualquer jogo sem pensar.

          • #Igor # Ewertom

            Talvez vos surpreenda eu dizer isto assim sem mais nem menos, mas é algo que o Fernando já sabe e quem comenta aqui já há bastante tempo também:

            Eu nunca joguei Halo, Gears ou Forza. Nunca na minha vida.

            Antes que peguem nas forquilhas e nas tochas para me mandarem para a fogueira, hão-de reparar que o Fernando mesmo sabendo isso, não me acusou de falar sem saber, nem de mandar opiniões infundadas quando o podia ter feito.

            E porquê?

            Porque compreendeu o que eu escrevi, tanto que acertadamente, falou no metacritic e no estado atual das nossas reviews, em vez de falar nisso.

            Porque eu no comentário digo, explicitamente que essa não é uma opinião pessoal minha, é apenas o reproduzir de opiniões que vi neste mesmo site de outros utilizadores sobre esses jogos e das reviews que foram feitas:

            “Digo isto com base nas análises da imprensa especializada e nos comentários de utilizadores que aqui comentam.”

            Por esse motivo, sobre isso não reclamem comigo, reclamem com quem fez as reviews.

            #Igor

            Eu não digo que a Xbox não tem nome, pergunto ao Fernando se a Xbox, tal como a PS, também não tem um nome que motivem vendas.

  3. Enfim antes que me chamem de aziado, está bem claro que enquanto não houverem os números ninguém sabe o quanto se está vendendo a Xbox One X, para sermos justos nem quantas One são vendidas, pois a Microsoft se nega a esclarecer as coisas… Ainda que tudo corra as mil maravilhas para a One X o fato é que, o fator preço está aí pra ser quebrado, e a questão é quando é até aonde vai essa boa vontade da Microsoft… Como todos sempre gostam de dizer a Microsoft é rica, muito rica mesmo, mas com uma divisão que vive a tropeçar nos seus próprios resultados, estão com o orçamento apertado…
    Como disse há algum tempo a One X é quase um vai ou racha!
    Se temos um grande sucesso da One X a Sony se vê obrigada a baixar seus preços e quando isso já não for o suficiente, sim lançar a sua nova console… Hoje por mais que que vivam a dizer e mostrar o 4k como algo possível é mesmo questionável a que nível de suporte que se possa esperar (Tomb Raider e Halo e outros jogos andante 21 e 30 fps4k) mas certo é certo que está e console mais poderosa de sempre mas como nos tempos da PS3 vão ter que haver alguns cortes nos preços para a ue se tenha alguma resposta por parte da Sony…
    E do lado azul da balança tem uma galinha dos ovos de ouro chamada PS4 aquilo se vende sozinho tem lucro na mesma, nos jogos, na PSN.. E muito difícil saírem sem ao menos colocar as mãos na cabeça!! Estes dias vi que na Blackfriday esta possa encostar nos 200 Trump’s, com um ano de PSN a 60 e caso dese pensar que o serviço em si custa mais que o equipamento, e 60/70 milhões de compradores da plus,de jogos, periféricos e. Etc enão vão ser esquecidos então 2020, com alguma manhã seria o ideal para Sony (não para nós de maneira geral).
    Antes que me venham com o monstro e tal convém lembrar o qual bem está indo a Switch, não é um monstro de poder mas caiu no gosto como poucas consoles conseguiram!

    • Tocas no ponto, e quem quiser acusar-te de azia, bem pode ir tratar da sua, porque não dizes nada senão a verdade.

      A grande questão é: que impacto terá a ONE X? E que futuro terá a Xbox se falhar? E que futuro terá esta geração se não falhar?

      Já o disse antes: as conferências da Microsoft deste ano foram uma completa palhaçada dada a ausencia de exclusivos que vendam o monstro e a Sony está suficientemente desprocupada que combate a ONE X com um… DLC.

      Isto faz-me ter segurança pelo menos no facto de que a Sony tão cedo não sentirá necessidade de iniciar uma nova geração.

      A situação da ONE está muito mal. Tendo em conta a MS a esconder números e o desfasamento entre a porporção consolas/software por plataforma, é uma dedução lógica.

      E a falta de títulos exclusivos para vender esta consola até em conferências realmente aponta para isso que referes: ou vai ou racha.

      A grande questão é: não faltam munições à Sony. Entre exclusivos que vendam a consola e reduções de preço, a PS4 pode muito bem combater a ONE X se tudo o que ela oferece é o que a ONE oferece melhorado, e nada mais.

      Se realmente fizer mossa, que impacto terá? Porque a mossa terá que ser grande o suficiente até que a Sony considere a PS4 perdida, e tendo em conta o peso de uma redução de preço para os 199$, no modelo base, e a realidade atual do mercado… a MS pode precisar de muito trabalho para isso. Trabalho que parece não estar disposta a fazer, pelo menos até 2018. E depois daí veremos.

      POr este motivo acho que em 2020/2021 é que chegará uma nova geração. Nem falo do hardware, porque se for por aqui, terei que aumentar o meu prazo. Não acho que 12 Tflops consigam vender uma nova geração, nem com DSPs, Mário.

      • Como disse até podem me chamar aziado, mas realmente estou torcendo para que a X venda bem, assim a Sony se meche…. Quando há competição nos consumidores ganhamos..

        https://youtu.be/8Iiqel3EAJ8

        • A competição é que faz mexer o mercado. Sem ela as empresas implementam o que querem e a alternativa do consumidor é que impede isso.

        • Pois… também pensava isso. Agora não sei.

          É que realmente depende do tipo de competição e da maneira como a Sony se mexe para combater a ONE X…

          Se a Microsoft tivesse ganho mercado devido à retrocompatibilidade e exclusivos… tudo bem. Por isso é que esperei que a ONE S conseguisse inverter a mesa.

          Se a Microsoft ganhar mercado devido à ONE X sem os exclusivos… aí é que não está nada bem.

          Porque a mensagem que passa à Sony é que é necessário uma consola mais poderosa. E eu prefiro ter a Sony a mexer-se em criar mais exclusivos e lançar mais jogos do que a lançar novas consolas de 3 em 3 anos. Horizon Zero Dawn é um bom exemplo do quanto compensa, ao mercado, à imprensa e aos jogadores investir em estúdios internos, em exclusivos e dar-lhe rédia solta no que podem fazer. Se for só o CoD da vida e poder, daqui a pouco estamos todos em shooters e a ter geraçóes curtíssimas. E isso não, obrigado. Pelo menos por mim.

          Sobretudo se a MS para vencer decidir cortar de vez com a ONE e explorar todo o Hardware da ONE X, como quase o faz agora.

          Eu não vejo nada de bom no sucesso da ONE X, por si só.

      • Respondendo ai teu último parágrafo.
        Os Tflops são algo bem curioso. Porque um pequeno DSP a 90 Mhz com 10 Gflops de performance descodifica um filme 4K a 60 fps, mas um i7 a 4 Ghz com 512 Gflops não faz isso.
        É por isso que só podes comparar Gflops em arquiteturas identicas. Um DSP, caso viesse a ser acrescentado (e isto é um se muito grande pois nada nos garante que isso venha a acontecer) os 12 Tflops deixariam de ser 12 Tflops, e a comparação entre as performances dos sistemas deixariam de fazer sentido.
        Como viste nas especificações daquele Tensilica ele aumentava em 4x a performance em 4K.
        Seja como for não quero alongar-me muito nisto. Não estou bem a par do que é possível fazer-se com isto e não quero entrar pelos caminhos do Misterxmedia pois a tecnologia até pode nem fazer nada nos GPUs x86.

        • Como um professor meu disse uma vez: hardware é software em estado sólido.

          Isso significa que obviamente um chip especializado numa tarefa é capaz de se desenvencilhar melhor que um não especializado. Porque tens hardware específico para a tarefa, a executar um algoritmo simples e não hardware genérico a executar um algorítmo complicado dado que tens que tornar a operação que o hardware especializado faz sem código, em linhas de código e operações extra.

          O ponto é: um DSP (Digital Signal Processor) é um processador especializado em sinais digitais e por isso não me admira que consiga desenvencilhar-se muito bem em processar um sinal de vídeo, mesmo a 4k, dado que provavelmente foi desenhado para isso.

          Mas um jogo não é um sinal de vídeo/audio. É muito, muito mais que requer muita mais computação e muito mais elementos de processamento.

          Dado que a AMD não sai do GCN, a nVidia não oferece grande diferença com o CuDA e tanto quanto sei, não existe forma de fazer de forma diferente o que estas duas fazem com os seus GPUs, acho que teremos mesmo que nos basear nos Flops.

          • A ideia de colocar DSPs, e aqui insisto que estamos a usar o termo de forma livre, pois não seriam exactamente DSPs, seria o auxiliar tarefas no sentido de aumentar rendimentos. Eu não percebo onde não compreendes isso quando tiveste um excelente exemplo com a PS3 onde os VPUs pegavam no trabalho gráfico e permitiam coisas que de outra forma não seriam possíveis. Isto aqui seria o mesmo mas com processadores não genéricos mas especializados.

  4. Penso que o switch caiu no gosto das pessoas por conta da vida contemporânea, ou seja, a falta de tempo que hoje as pessoas estão a ter em suas casas, buscam lazer fora. Penso que não seria impossível a Sony lançar o ps5 tradicional e tb uma versão do ps5 híbrido, com menos poderío de processamento, mas com a vantagem de jogar em qualquer lugar, matando dois coelhos com uma cajadada só, pois a Nintendo teria problemas com o switch tendo um concorrente assim de peso no mercado. Com relação ao sucessor do Xbox one, pode sim aparecer em 2019, até pq, a MS nunca escondeu que o Xbox one X é console de meio de geração, na verdade, a MS fica com essa conversa de fim de gerações, dando a sensação de lançamentos de consoles em um pequeno espaço de tempo. O que me chama a atenção, e preocupa ao meu ver, é como o one vende pouco software em comparação com o ps4 no quesito games multi, e quando olho a lista da vgchartz, só dá switch e ps4 liderando os softwares. Gostaria muito de ver a MS forte novamente com seu Xbox, até pq, por mais que a Nintendo esteja muito bem no mercado, é nítido que ela está no mercado distinto msm com um console, mas o público dela não é o msm da Sony e MS e sinceramente gostaria muito de ver o Xbox vendendo muito bem para dar uma alavancada nisso.

    • Não vejo assim não.
      A Nintendo é muito forte no ramo portabilidade,já tivemos vários casos de o mais forte não sucumbir o mais fraco várias vezes(a história atesta)A Sony mesmo que tentou por 2 vezes com hardware de ponta e o resultado esta ai.
      Não é potência que dita este mercado e sim qualidade e diversidade,mas respeito sua opnião.
      Agora acho que tanto a Sony e Microsoft lançarão seus consoles em 2020 e a Nintendo um upgrade do Switch em 2019 com um Tegra 2 minimizado para obter pareamento com a atual plataforma.Abraços.

  5. Além da dúvida em qual momento lançar ainda tem o quesito hardware.

    Meses atrás vi uma publicação de que a Sony estava tendendo a abandonar o APU e voltar para CPU e GPU separados.

    [OFF] – Só um comentário a respeito de modificação de hardwares e alguns youtubers brasileiros:

    Quem é ou foi dono de algum console PS e conhece como funciona o sistema de revisão de hardware sabe que a Sony ao fazer uma revisão para deixar o produto mais econômico, mais frio e até mais fino modifica 2 números do código do modelo, por exemplo:
    * PS1 teve SCPH1001 e SCPH5501
    * PS2 SCPH 30001 e 39001
    * PS3 foi um pouco diferente com a alteração de letra: CECHA, CECHE

    Com o PS4 as alterações voltaram a utilizar números e está aí onde alguns YT, creio que mal intencionados, estão criando confusão. Nesta semana foi noticiado que a Sony fará uma revisão de hardware no Pro lançando o modelo CUH-7100(o primeiro modelo do Pro é um CUH-7000), aí estes YT alardeiam dizendo que a Sony irá lançar um novo Pro, mais potente que o do ano passado. O pior é que eles se basearam no que foi dito em uma página do DualShockers, mas o que realmente o texto de lá cita é o já que sabemos(O que falei mais acima), fator economia e não um console mais potente.

    O chato é ver um cara noticiar isso e os seus espectadores caírem na conversa sem nem ao menos pesquisarem.

    • Não percebi nada do que querias dizer com a parte em off… Podes explicar melhor?

      Vou responder só á primeira linha:

      Um APU tem várias vantagens face ao CPU+GPU, nomeadamente a partilha de caches e de memória unificada.
      Mas qual a diferença? São duas!
      Primeiro um CPU+GPU discreto apresentam memórias diferentes, normalmente até com velocidades diferentes. Por isso uma huma não é usada aí!
      Mas na realidade até pode ser usada. Basta que a memória usada pelo CPU e pelo GPU seja a mesma, algo que não acontece nos PCs, mas pode ser usada numa consola.
      Com canais de comunicação alterados e modificados que entre outras coisas ligassem ambas as caches, e com uma memória GDDR ou superior a ser usada pelo GPU e GPU a huma pode entrar em funcionamento num sistema discreto.
      Isto exige é tecnologia proprietária que teria de ser criada, mas como sabemos tanto Sony como Microsoft tem tecnologia sua aplicada aos seus APUs, e a AMD faz exactamente estes sistemas à medida das necessidades dos seus clientes. Logo não é algo impossível de acontecer.
      No entanto a notícia era um rumor… baseado no facto que tal poderia trazer performances mais elevadas do que o uso de um APU, e a um custo pouco superior pois CPU+GPU discretos são algo fabricado em massa.

      • Nos 2 primeiros parágrafos foi só para reforçar que além de tempo(lança em 2019? Em 2020?) ainda tem o quesito hardware, qual memória utilizar? Fica no APU? Volta para CPU e GPU separadas?

        Os parágrafos do OFF foi só para relatar o que alguns “canais de games no YT” estão divulgando uma notícia errada alimentando ainda mais os conceitos errados que muitos fanboys tem por aí, uma simples revisão de hardware(assim como acontece no Xbox, no PS) está sendo repassada como um upgrade para disponibilizar um produto mais potente que o anterior.

  6. Off topic:::

    Trilha sonora de Halo é escolhida a melhor de todos os tempos.

    https://mobile.twitter.com/Twitch/status/916080341990875136

    Halo não é só um game, Halo é um universo, uma saga que está no mesmo nível de Star Wars.

    HALO é simplesmente épico!!!

    Não vejo a hora de poder colocar as mãos em Halo 6.

    • Sem querer tirar o mérito a esta notícia, quando vi o link imaginei outra coisa, género alguma votação feita por alguma entidade creditada ligada à música.
      Mas na realidade isto foi uma votação parcial porque o vencedor não foi verdadeiramente escolhido pelos utilizadores, uma vez que a lista inicial era limitada e préviamente escolhida por alguém:
      Eis as hipoteses de votação:
      Legend of Zelda Series
      Halo Series
      World of Warcraft Series
      Kingdom Hearts Series
      Sonic Series
      Final Fantasy Series
      DOOM [2016]
      Undertale

      A votação foi em duas fases, com 46852 votos na primeira ronda de eliminação e 76134 na segunda.
      Uma votação realizada no Twitch sob a base de um inquérito a gamers e não a músicos, e que estava limitada a 8, jogos previamente escolhidos não só se revela de credibilidade questionável, como de forma alguma revela universal, e muito menos se pode considerar algo que possa ser definida como “de todos os tempos”.

      Mas isso não lhe tira o valor de um a vitória, nem que seja da melhora banda sonora no universo daqueles 8 jogos e escolhida por pelo menos 76 mil pessoas.

      Para mim a melhor banda sonora de todos os tempos é dos dois jogos Turrican. Não se comparam à qualidade de halo, mas sendo de todos os tempos temos de avaliar o que foi feito de acordo com a época. E as músicas de Turrican não só eram excelentes na época como hoje ainda se ouvem bem.

      Eis a banda sonora de Turrican II
      https://youtu.be/K0FaAs4M3d0

      Agora tenho igualmente de dizer qualquer coisa na comparação com Star Wars…
      Efectivamente o universo halo está muito desenvolvido e é muito rico. Talvez como comparação só haja mesmo star wars e star trek, mas creio que as comparações terão de ficar por aí. O universo de pessoas que Star Wars ou Star Trek alcançam é incomparavelmente superior.

  7. Uma coisa que eu gostaria de ver na próxima geração é a opção de escolher entre 4k ou 1080p 60fps caso o 4k seja a 30. Porquê a coisa mais irritante nos consoles pra mim é a baixa taxa de fps, as vezes parece que estamos jogando a 20 fps.
    E se possível uma qualidade maior a aproveitar a potência extra.
    Quando a gente está no PC e joga a 60fps ou + e depois volta pro console… Chega a dar preguiça as vezes.
    Quando estava animado a comprar um One X era pensando especialmente nisso, e eventualmente no 4k com todos os 8.294.400 pixels na tela (sem truques), mas parece que isso só irá acontecer em alguns casos e não na maioria das vezes…
    Porquê se isso não importa, então melhor ficar no PS4 Pro (mais barato e com GoW) e os upscale que são 4k de alguma forma artificial qualquer e só uma águia biônica pra perceber diferença…
    Lol

  8. Nesse casso, possivelmente The Last of Us 2 vai ser lançado no fim da geração para fechar com chave de ouro =) igual foi com o ps3

Os comentarios estao fechados.