O “whataboutism” nos comentários da PCManias

Uma das coisas que mais tem chocado ao longo dos tempos é a forma como certas práticas de propaganda de regimes comunistas e controlados tem vindo a aparecer nos comentários da PCManias. E isso é algo que nos entristece muito pois vai contra o que sempre foi o espírito de discussão útil e informada que se pretende na página!

Hoje vamos fugir às notícias habituais para falar de algo diferente. Basicamente este é um artigo que andávamos para escrever há muito, e dado que ano novo, vida nova, não há melhor altura do que esta para se publicar o mesmo! Note-se que mesmo que o possam achar, até pelos exemplos dados no artigo, ele não é escrito pensando em alguém ou em algum grupo em particular, mas não. Ele é suposto ser intemporal e dirigido a todos os fanboys, independentemente de marcas. A ideia é que todos os que possuem práticas do género, reflictam sobre as suas atitudes, e naquilo que são situações que, quer reconheçam ou não, são burlas de escrita destinadas a desviar atenções dos assuntos em causa.

Passemos então ao artigo

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Com a criação da PCManias o objectivo era simples. Trazer uma discussão educada, técnica e isenta sobre as realidades da tecnologia (mais recentemente das consolas). Ignorar marcas, ignorar paixonetas, e abordar os assuntos que rodeiam o dia a dia das notícias de forma objectiva.



Mas tal não se revelou assim tão simples! Não só as pessoas ideais para esse tipo de conversa não aparecem em grande quantidade (agradece-se por isso aos que cá estão), como a comunidade, de uma forma geral, e mais particularmente a das consolas às quais temos dedicado mais atenção nos últimos anos, não consegue abordar a realidade das coisas de forma isenta e desprovida de paixões por marcas. E vendo a sua marca favorita a ser criticada, reagem!

Infelizmente a comunidade Gamer está tóxica. Está impregnada de fanboys obcecados que se recusam a analisar as coisas pelo que efectivamente elas são! Já escrevemos várias vezes sobre isso!

Mas quer se queira ou não, as coisas são o que são. Agradam mais a uns, desagradam a outros! As notícias são aquilo que existe, não são inventadas, e no fundo quem as faz são as próprias marcas  com as suas políticas, decisões e atitudes, e não o mensageiro. Para esse a ideia é comentar o sucedido, comparar com o que outros fazem, e nessa medida elogiar ou criticar, sendo que neste último caso, a ideia é esperar que se faça melhor.

E é aqui que entra o diálogo que se pretendia. Que pode ser entre meros entendidos, com os fans… ou meter pelo meio fanboys!

O fanboy distingue-se do fan exactamente porque o primeiro vive naquilo que, em artigos anteriores, chamamos de um universo de unicórnios cor de rosa. Para estas pessoas as realidades do mundo passam ao lado, sendo que, independentemente do que se passa, e da forma como a sua marca preferida está a evoluir comparativamente ás restantes, o que se pretende é ler coisas boas, esquecendo-se que os produtos que gostam existem num mercado onde há concorrência, e que é o seguir as regras desse mercado a um nível que traga mais satisfação que dita o maior sucesso ou insucesso dos produtos. Dizer-se que algo está bem só porque agrada a um pequeno número de pessoas, mas não ao mercado no seu global é hipocrisia, mas é isso que estas pessoas gostam de ouvir. Já o Fan, esse vive no planeta terra, tem consciência das realidades e do que se passa de uma forma mais generalizada, e mesmo gostando do que gosta, critica o que há que criticar, não porque quer dizer mal, mas porque não ignora as realidades e deseja que a situação melhore e que o produto que possui prospere no mercado mostrando-se um investimento digno desse nome.

Ora aqui somos fans… Mas não de marcas, mas de jogos! É um hobby! Não é uma obsessão, mas é uma paixão na qual dedicamos o nosso tempo! E nesse sentido, querendo deitar a mão aos bons jogos, não dizemos, ao contrário do que os fanboys dizem, que os jogos da marca A ou B não nos interessam! Na realidade eles interessam todos, desde que sejam bons, e sem dúvida que a maior parte dos exclusivos consolas são bons! E é por isso que aqui na PCManias somos multi marca, jogando onde quer que os jogos estejam. É por isso que temos uma visão generalista do que é o mercado, e daquilo que vende. Basta olhar para o que as marcas com maior sucesso estão a fazer e comparar! Não é assim tão difícil como muitos outros leitores activos na discussão o comprovam, basta não se ter uma visão fechada!

Mas uma consequência de um diálogo entre um fan que analisa e critica aquilo que acha mal, usando argumentos sustentados em dados reais e comprovados, e um fanboy é o aparecimento constante do “whataboutism”!

Para quem não sabe o que é o “Whataboutism”, fique a saber que não é um termo inventado por nós! É uma realidade estudada, e que  pode ser traduzido em Português pelo “E então o”.

Acima de tudo, o importante é saber-se que ele é reconhecido como uma falácia lógica, e é uma variante da falácia conhecida como tu quoque que, na falta de argumentos pálpáveis que contrariem o que é dito, tenta descredibilizar a posição de uma pessoa, entre outras coisas, dando a entender que esta está a ser hipócrita, mas que acontece sem refutar ou desacreditar de forma credível, os seus argumentos.

Dado que muitos dos nossos leitores são Brasileiros e podem desconhecer o termo, falácia pode ser descrito de forma muito simples e básica como: “um raciocínio errado com aparência de verdadeiro”, ou se quiserem, “Sofisma ou engano que se faz com razões falsas ou mal deduzidas”!

Este tipo de situação está por norma associado a regimes controlados e ditatoriais, sendo largamente usado pela propaganda Soviética. Neles a falácia é aplicada com o uso da frase “E então o…”, seguido de um evento Ocidental comparativo.

O jornal The Guardian chegou a considerar que esta prática é praticamente uma ideologia nacional Russa. E basicamente quem estudou um bocadinho da história da União Soviética reconhece estas práticas  controladoras e enganadoras, destinadas a desviar o foco da discussão real do assunto em causa, como comuns.



Num exemplo muito comum, imaginemos que o website colocava um artigo que criticava uma situação qualquer. Melhor ainda, pois não queremos que a coisa seja mal interpretada, vamos usar um exemplo prático, com algo que aqui sucedeu e que criticamos, a colocação dos exclusivos Xbox no PC!

O que aconteceu foi que os fanboys da marca, não podendo contra argumentar pois a realidade era palpável, surgiram com o “Whatboutism”, logo dizendo “E então o PS Now? Também não leva os jogos da Playstation para o PC?”

Como se percebe, há aqui uma acusação de hipocrisia implícita neste tipo de atitude. Como é que alguem se atreve a referir isso, esquecendo que há do outro lado algo semelhante?

É o tal raciocínio errado com aparência de verdadeiro, pois independentemente do que é dito, e da razão pontual que os assista, este argumento não é mais do que uma forma de se fugir à discussão, e de se criar um auto conforto perante a situação através de uma acusação de hipocrisia.

Onde está a burla no raciocínio? No presente caso, o PS Now é um serviço que não está em vigor na maior parte dos países do mundo, e é um serviço com uma taxa de adesão muito pequena. Os exclusivos Xbox passarem directamente para o PC, o maior mercado do mundo a nível de dimensão da plataforma, não é comparável. A maior parte dos lares possui um PC (adequado ou não), mas quantas pessoas conhecem com o PS Now?
Mas mesmo que haja um assunto comparável, e com iguais proporções, a falácia existe sempre! Não é porque o Manuel também roubou que se desculpa o João de roubar! Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, e desde que se trate ambas da mesma forma não há aqui nenhuma falácia.

O mal/falácia surge quando se critica o Manuel, mas depois quando João faz igual, se arranjam argumentos para não se tomar igual atitude perante ele! Algo que aqui na PCManias não nos podem acusar. Não só criticamos os jogos PS4 no PSnow, como criticamos os jogos Xbox One no PC. Tanto criticamos a PS4 Pro como criticamos a Xbox One X. A coerência é algo que não nos podem acusar de não ter!

Mas aqui, nestas respostas de Fanboy, estamos perante a tal falácia lógica que, como foi dito, é comum em regimes que tentam controlar a opinião pública com propaganda, e que, no fundo, em nada invalida o que está em causa!

Argumentar “E então o” é apenas uma forma de auto conforto e de se fugir a uma discussão tentando trazer assuntos semelhantes para a baila. Mais ainda é uma forma a se tentar desarmar e desacreditar com hipocrisia os argumentos apresentados, sem no entanto os refutar. E apesar do exemplo de cima, deixo claro que isto já aconteceu aqui, quer para o lado da Microsoft, quer para o lado da Sony. É aliás dos argumentos mais usados nos comentários quando os fanboys se degladiam.

Mas o “Whataboutism” não é a única falácia que vemos aqui! A táctica mais recente que por aqui apareceu é diferente. Essa já passa pela falácia formal!

A falácia formal é um engano muito bem estruturado, e obtida de forma dedutiva. É uma dedução deturpada, claro, mas pela forma como deduz, parece mostrar coerência na criação do argumento.

Num seminário universitário da Universidade do Texas, em El Passo, foram discutidos os principais tipos de falácias utilizados para se tentar remover argumentos, e que podem ser encontrados aqui, sendo que nos chamou a atenção um deles por ser o aplicado aqui. É, curiosamente, denominada, o argumento da ignorância.

Nele é dado o seguinte exemplo: “Algumas das provas principais estão em falta, incompletas ou falsificadas! Isso prova que estou correcto!”

Basicamente, o que isto mostra é uma dedução errada. Especificamente na frase de cima, mesmo que sejam verdade os argumentos apresentados, não é por eles ou só por eles que se pode concluir que a pessoa está correcta, ou que o outro está errado. É apresentado uma série de factos, mas com uma conclusão que, apesar de soar a correcta, não o é forçosamente! Aqui o estudo mostra que se usa o argumento “se não provas ou não consegues provar, então estou certo”! Uma falácia!

Esta frase tem uma grande semelhança com uma que tem vindo a ser usada aqui nos argumentos por muitos fanboys Xbox: “Se não mostras/partilhas a gamertag, a tua opinião não vale nada!”

Basicamente é exactamente a mesma coisa. É um argumento baseado no mesmíssimo principio, o que que “não se podendo provar, então é porque é como eu digo”.

Naturalmente o revelar ou não a Gamertag é uma opção e mesmo um direito. Ninguem entra numa loja e pede o curriculum vitae ao funcionário que o atente. Quando muito julga-o por aquilo que considerou ser a sua qualidade de atendimento. Este é o tipo de conclusão que parte baseada numa presunção. É uma falácia, uma burla, onde na falta de melhores argumentos ela aparece destinada a tentar minar os argumentos apresentados e descredibilizar quem os referiu. Como referido, é denominado o argumento da ignorância, um nome que, curiosamente, achamos que se adequa aqui de forma mais do que perfeita.

Este conjunto de táticas são cada vez mais comuns na sociedade. E tendo-se consciência das mesmas há que se ser superior a elas.

Aliás o que temos visto é que quando os fanboys que vão aparecendo por este site vão sendo contrariados sucessivamente nos seus argumentos falaciosos com dados concretos, mais cedo ou mais tarde estes acabam sempre por cair no mesmo lugar comum. O insulto!



E assim vai a comunidade, tentando arrastar a credibilidade dos websites pelo caminho, e indo contra aquilo que sempre foi a intenção desta página. A discussão informada!

 

Para uma informação mais geral do “whataboutism”, leiam este artigo.



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Readers Comments (46)

  1. Um estudo sobre discussões na Internet, ora sabia que chegaria esse dia mas não esperava que fosse tão cedo..

    Aqui no Brasil o MEC já reconhece como oficial o curso de digital influencer em faculdades estaduais, ora se há algo que se ter em mente é que este tipo de situação está mais presente no dia a dia do que se pensa..

    Favoritei este artigo, não como uma forma de desarmar alguém e refutar os seus fatos, mas sim para me policiar há respeito disto.

    Não sabemos o dia de amanhã e não quero ir por aí, ora além de ficar óbvio a falta de argumentos, deturpar a realidade é algo gravíssimo pois além de se estar em erro, leva as pessoas que lerem, ao erro também.

  2. Me surpreendeu este artigo.

    E estou totalmente contigo nesse pensamento Mário.

    Quando cheguei ao site, por conta de uma análise técnica sobre hardware, sendo sugerido pelo Google, percebi que era um meio termo (equilibrado) entre o popular e o incompreensível pra um leigo, fiquei realmente satisfeito com os outros conteúdos que fui lendo e bastante com os comentários, que acrescentavam bastante informações, se tornando uma riquíssima fonte pra alguém apaixonado por tecnologia como eu.
    Além do diferencial do gestor do site manter diálogo e a “porta aberta” as mais variadas dúvidas e esclarecimentos.

    Outros sites basicamente colocam a notícia e deixam o campo de comentários livre a qualquer interpretação e ou discussão, ofensas enfim, um pandemônio.
    Mas no PCManias há disciplina.

    Com uma ou outra excessão, sempre caminhava bem.
    Daí em algum momento, chegaram os agentes do caos, sem um mínimo de vontade de debater, mas só de plantar uma treta. É quase um esporte em alguns sites que até abandonei.

    Daí como você bem diz, sobre as táticas subversivas soviéticas, ora eu vivo no Brasil, um pais que foi comandado este início de século inteiro por populistas socialistas e que sucedem um período de ajuste na década de 90 e um anterior período de excessão militar que nos salvou de ser uma Cuba ou Venezuela em maior escala, todo dia, estamos sendo atacados absolutamente com toda a cartilha de Marx e da KGB em todos os momentos.
    Sempre houveram certas minorias, mas agora até quem não era nem vítima ou agressor, foi conduzido a tomar partido e o que vemos é uma divisão total da sociedade, quando a união é a nossa única força nesse mundo (além de Deus claro)
    A quem isso interessa? Bom, sabemos a resposta.

    Ok, sendo mais direto, nos comentários vemos pessoas agindo como o Coringa de heath ledger/Christopher Nolan, que era basicamente alguém com o intuito não de lucro pessoal, ou objetivos palpáveis e racionais, mas sim de ver o “circo pegar fogo”.
    Simplesmente assim, como o Alfred no filme mesmo fala.

    De repente pessoas inteligentes e sérias, se viram na posição de enfrentamento com pessoas sem argumentos consideráveis, e a análise se transformou num ringue de preferências.

    Não importa se você gosta de Xbox, não importa se você gosta de PlayStation, isso não é importante.
    Isso é perfeitamente normal. Eu sou capaz de conviver com a preferência de qualquer um, desde que não venha deturpar e poluir o espaço de debate produtivo.

    O objetivo do site comigo foi alcançado, eu lamento ser leigo e não poder contribuir, apenas dou algumas opiniões para mostrar minha posição sobre essa ou aquela decisão da indústria, no que ela me afeta, não querendo nunca diminuir nada, embora já tenha caido na trap e falado muita besteira e até ofendido pessoas, e embora não justifique nunca foi de graça.

    Desculpe o longo texto mas, minha humilde sugestão é que mais disciplina seja exigida de quem comenta, se quiser dar uma opinião, que seja de forma adulta.
    Não com ataques adolescentes, provocações, há várias formas de se contestar algo, pode ser inteligente ou partir pra palhaçada.

    E no fim acho que fanboys afastam o público realmente coerente.

    Gratidão Mário, pelo excelente serviço que tem prestado a comunidade gamer, todo esse alvoroço é uma marca do nosso tempo infelizmente, temos muitos adultos imaturos, mal influenciados, e sempre tem uma porcentagem de hater em qualquer lugar. Desde a sala de aula do primário, alguém sempre odeia o simples fato de respirarmos.
    E meu agradecimento também aos leitores sensatos.

    Continue o bom trabalho Mário, porquê chega a ser uma questão de equilíbrio, de “salvar a safra”. Em meio a tantos canais meramente comerciais, que a informação de qualidade seja acessível, que o bom diálogo esteja vivo. E “matemos” os fanboys de inanição, não alimentando suas armadilhas.
    E talvez, com mais exigência na disciplina, que aprendam a conquistar o direito de defender seu ponto de vista de forma decente.
    Quem não tiver esse objetivo, e sim a treta, simplesmente desaparece. Como um resfriado de fim de semana.

    Desculpem se pareci arrogante de alguma forma. Expressar uma opinião sem ofender a sensibilidade de ninguém é um desafio. Porém, creio que haverão de concordar com o cerne da questão.

  3. [OFF]

    Parece que a Digital Foundry esta perdendo a credibilidade na industria e pode até ser processada por “analise mentirosa”

    https://wccftech.com/34bigthings-denies-digital-foundry-redout/

    • Uma ação em tribunal… acho bem! Matem os websites e depois façam eles próprios as análises….
      Isso é lá forma de reagir? O correcto é contactar o website dizendo que deve haver qualquer problema com o que analisaram pois o jogo não corre a essa resolução, e pedir para reverem e fazerem uma correção. Só aí, em caso de falha de dialogo é que se parte para tribunal.
      Há certamente uma justificação para o que a DF diz… há só que a procurar. Ou a DF está errada ou o jogo tem algum problema que escapou aos seus criadores. Seja qual for o caso, dialoga-se!
      Isto está é tudo maluco!
      Lendo a DF ela refere que verificou vários screenshots e que todos deram 1080p. A VGtech conseguiu um a mais e a DF save a refere isso, mas continua a dizer que nas suas capturas continua a obter só 1080p, com o HUD a 4K.
      Estará errada? Duvido. Vou mais para estar certa mas haver algum problema.
      Agora, se está a 4K é preciso andar a fazer capturas para se distinguir e mesmo assim passa por 1080p, só se pode concluir que, pelo menos neste jogo, entre 1080p e 4K a diferença nem sempre é clara

  4. Sempre que encontrava um fanboy de xbox eu mostrava teu blog e o mesmo dizia ” Ah mas esse site é sonysta,não me interessa é blá-blá-blá ” e eu retrucava ” certo,mas o site está mostrando argumentos com dados técnicos e frases de devs,vc até agora só reclamou da fonte, e seus argumentos?”e a discussão continuava assim com o fanboy só reclamando do teu site sem dar argumentos, não sei daonde tiraram que tu eh sonysta Mario, visto que vc mostra as qualidades e podres de todas as marcas.

    • Nada da discussão sobre consolas faz sentido, a escolha dos jogos é uma questão de gosto, e gosto não têm discussão, se eu gostar de uncharted ou de detroit become human, se eu amar esse tipo de jogos, irei sempre comparar uma PS4 por muitos argumentos que os caixistas apresentem, se eu gostar muito de halo gears ou alan wake irei sempre para a xbox, pois só nessas consolas posso jogar os jogos que mais gosto, os amigos, a potência, a qualidade da Net, são tudo coisas secundárias (ou deveriam ser) pois a consola é apenas um meio, um instrumento que te permite atingir um fim que é jogares os jogas que mais gostas, a marca da consola nem deveria ser levada em consideração, pois se tu tiveres que apanhar um Taxi e tiveres que escolher entre um Mercedes que te leva para parte incerta e um Fiat 600 que te leva para o teu destino, ninguém irá escolher o Mercedes só porque é melhor … digo eu

      • Falou tudo! Direto e certo.

        • Olha aí @Igor, não precisas enfiar a cabeça na areia, exclusivos vendem consoles 🙂

          “…No final de Novembro do ano passado, a Playground Games, conhecida pela série Forza Horizon, anunciou uma expansão para albergar uma segunda equipa e recrutou talento de topo para trabalhar num RPG de acção em mundo aberto do qual ainda não sabemos nada.

          No entanto, Don Williamson, que trabalhou na Lionhead como programador de motor, poderá ter dado uma pista sobre o novo jogo da Playground Games, que poderá pertencer a uma série bem conhecida.

          Williamson disse no Twitter, posteriormente removeu mas ficou registado, que sabia que Fable 4 está a ser desenvolvido por um estúdio do Reino Unido, que representa uma “escolha interessante” por parte da Microsoft.

          O ex-funcionário da Lionhead não só deixou a internet a especular sobre o trabalho da Playground Games como também parece ter confirmado que Fable 4 está em desenvolvimento, algo que ainda não foi feito de forma oficial.

          Os rumores dizem que o novo Fable poderá estar a ser desenvolvido debaixo do nome “Codename Wisdom”, mas de momento nada foi ainda partilhado de forma oficial pela Microsoft.

          Assistir ao regresso da série Fable seria simplesmente sensacional e pelas mãos da Playground Games seria um casamento totalmente inesperado, mas que nos deixa simplesmente entusiasmados…”

          —————————————-

          “…Phil Spencer, patrão da divisão Xbox da Microsoft, afirmou no passado recente que a companhia estava a desenvolver novas propriedades intelectuais e a trabalhar em exclusivos para as suas plataformas.

          Até ao momento, os planos da Microsoft ainda não relativamente desconhecidos, mas parte deles poderá passar por uma nova propriedade intelectual vinda da The Coalition, estúdio criado para gerir a série Gears of War.

          Segundo podes ler no site da Storylab Productions, a companhia está a trabalhar numa nova propriedade intelectual em conjunto com a The Coalition, sugerindo que o estúdio responsável por Gears of War está a apostar numa experiência fora dessa série.

          A Storylab Productions ajudou no desenvolvimento de Gears of War 4 e Gears of War: Ultimate Edition na captura de movimentos, recrutamento de actores e equipa de produção.

          Por enquanto, nada se sabe sobre este novo projecto da The Coalition, mas certamente deixa-nos ainda mais entusiasmados para os próximos meses…”

  5. Certinho Mario, boa matéria. Eu sei bem o que é isso, porque moro no Brasil, um país que por mais de 2 décadas é governo por Presidentes socialistas, tendo agravado a situação mesmo na era Lula-Dilma. Parte do povo se viciou em deturpar a realidade, criando uma pra si ignorando todo o contexto lógico e racional das coisas, e ainda sujando a reputação do outro, às vezes sem quaisquer argumento minimamente coerente. E vem chegando o “carnaval”. Quer dizer, um país de dimensões continentais, um potencial riquíssimo mas com prioridades tortas, e não me surpreende estar na crise que está.

    Feita essa pequena divagação (risos) eu só sinto saudade das matérias sobre hardware e especificações técnicas que fazias em 2012-2015, quando comecei a frequentar o site. Tem mais a ver a premissa do site, que é ser voltado a matérias sobre tecnologia. Tem uma que não esqueço, que é sobre a ESRAM do Xbox One, e outra da Sucker Punch sobre as tecnologias aplicadas em Infamous SS. Eu realmente gostava de ler coisas nessa linha.

    Honestamente acho muito mais produtivo matérias nessa linha do que a atual ênfase nas discussões de quem tem mais jogos exclusivos, simplesmente por nunca conseguir formar um consenso mínimo, (já que recai em argumentos periféricos e gosto pessoal) e ainda tem que lidar com o efeito colateral de acirrar os ânimos de fanboys e pessoas ácidas na internet, além de sair bastante do assunto tecnologia.

    Então se eu tivesse que sugerir algo, que você Mario voltasse com com mais ênfase naquelas suas boas matérias sobre tecnologia dos consoles. Mas que fique claro que é apenas sugestão de cunho pessoal mesmo, você mesmo deve saber mais que qualquer um como gerir o site.

    Abraços e bom 2018.

    • Os artigos sobre tecnologia ocorrem quando há algo novo para se dar conhecimento (e tambem preciso de tempo pois eles requerem pesquisa e tempo, algo que não me tem abundado)… Tiveste-os sobre o SOC da Switch, e eu podia fazer um sobre aquilo que há de mais recente no mercado, a Xbox One X. Mas quando viesse dizer que o seu GPU se equivale a uma GTX 1060, as pessoas iam cair-me em cima! Porque O MONSTRO não pode ser comparado a uma placa meio de gama…
      Mas pode… e deve! Porque é com ela que se compara! E na realidade pode até ser bem pior se limitada pelo CPU!
      Agora se meter isso num artigo, vou ser atacado, enxovalhado, e sei lá que mais acabado em ado… daí que, como não estou para isso, não o vou fazer! Até tenho esse artigo escrito à alguns meses e não o publiquei.
      Se as pessoas preferem morrer ignorantes… deixa-as morrer! Isso é algo que ao longo dos tempos aconteceu, e como isto não é para me chatear, mas para me divertir, prefiro nem escrever! Deixo a Crytek dizer isso por mim…
      Peço desculpas por isso, mas esta geração anda muito sensível e as verdades não agradam a todos! Daí que prefiro comentar o que os outros dizem, do que dizer eu mesmo! E algumas coisas, nesta fase, até prefiro nem falar sobre elas.

      Mas agora que falaste… até vou rever o artigo… Perante tudo o que já foi dito por alguns devs, quem sabe ele não poderá entrar já, devidamente revisto, sem ser tão polémico!

      • Mas de fato o X tem um desempenho gráfico variante entre a 1060 e 1070 mesmo, os jogos tem mostrado isso. A CPU recebeu apenas uma boa atualização customizada, bem como HD 50% mais veloz, que dá um UP bom na taxa de quadros em jogos com dificuldades no Xone padrão como Assassins Creed Unity. Eu vi alguns testes, e colhi feedback de amigos que compraram o console, e se entusiasmaram com os resultados práticos. Revolução na forma como os jogos são jogados só no próximo ciclo, quando a tecnologia CPU estiver mais pronta para encaixar em consoles. Tenho ciência disso tudo, mas não deixo isso atrapalhar meu entretenimento, afinal, videogames são entretenimento.

        Como eu já comentei em outras oportunidades, tem caras que, não é questão de ter agenda anti-xbox ou algo do tipo, eles tem bronca de algumas coisas que aconteceram, no que diz respeito a decisões da MS, então há um pessimismo envolvendo a marca.

        Acredito que as pessoas que não tem xbox por decisão própria podem não se dar conta o quanto é chato ouvir previsões catastróficas da sua plataforma, especialmente quando elas são contrárias aos compromissos assumidos abertamente pela marca.
        Não estar na posição de liderança de vendas, por uma boa margem, cria essa vulnerabilidade de que “há um perigo sempre rondando”. O fim do console Xbox como conhecemos já foi previsto por muitas pessoas. Teve usuários mundo afora que não dava 4 anos pra MS abandonar o One e começar de novo outra geração.

        Hoje eu vejo muitos usuários felizes genuinamente com o novo console, mas muitos mais do que se imaginava, e todos encantados. Os famosos “problemas da plataforma” estão todos ali (menos os gráficos), mas como pode o pessoal ficar tão feliz com o novo Xbox One? Talvez porque por um minuto eles parem de dramatizar tanto o futuro da plataforma e curtam o que já tem hoje disponível, que é bastante coisa boa. Muitos são donos de tvs modernas que estão vendo sua TV dar o retorno sonhado em termos de espetáculo visual; e nessa hora, com a tela ali te embasbacando, não está funcionando o argumento de “ain, mas não é True 4K”; afinal, é o console que está mais próximo disso e por boa margem.

        Finalizando, esse é o detalhe: O ESPECULAR jamais deve ser maior que o JOGAR, pelo contrário, jogar sempre foi e sempre será prioridade.

        • @Jairopicanco

          Gostei muito dos seus argumentos.👏👏👏

          Sou um desses que está muito feliz com o Xbox, não troco ele por nenhum outro console e muito menos sinto vontade ou necessidade de ter outro nem mesmo como segunda opção.

        • Não tens nada de 1070… isso pode-se dever a optimizações superiores na consola, mas não ao GPU. O GPU da X nem sequer chega às performances de uma 1060.
          Compara a One com o GPU equivalente, a R7 260. A One tem-se mostrado superior. Não porque o seja, mas porque os devs optimizam para a One mais do que para o PC. Daí essa ilusão!
          Poder bruto por poder bruto, a X não chega a uma 1060.

          • Desculpe lá mas eu sou um dos que gostam mais do site como está agora, veja lá 4 anos de análises a dizer que a PS4 era superior a One fizeram que muitos saíssem aqui do site, mas agora de forma mais diversificada e apontando para mais assuntos além de atingir mais gente aumenta a chance de esclarecimentos, ora aqui na PCmanias fiz boas amizades e isso que mais me atraiu, uma leitura satisfatório e um bom jogo de idéias, claro que tem um ou dois que não se ligaram mas este é um espaço que não há em lado nenhum na Internet…

            Antes que se volte aos artigos mais técnicos, só vos lembro do caso mais pragmático o Digital Foundry:

            Ora quando era a Sony a vencer os artigos técnicos era, um site comprado da mídia tendênciosa etc etc etc

            Agora o monstro está aí, bom, voltaram a ter valor os artigos técnicos…

            Aparece um jogo que no monstro se diz 4k roda a 1080p e pior que que a PS4PRO, pronto descamba tudo denovo, artigos comprados, mídia tendênciosa etc etc etc…

            O que quero dizer é que há aqui muitas pessoas que só interessam ouvir o que lhes convém, e não o que de fato está em evidência, e esses mesmos tipos são os que agora com o console superior querem a volta dos artigos técnicos, mas olha lá que quando aqui estavam no início da geração, davam a vida a defender a console de eleição… Até mesmo se retiram do site quando não houveram artigos para defender seus pontos de vista.

            Como o @Jairopicanso disse, tu Mário que pagas pela página sabes o caminho que ela deve tomar, então que tome a direção que vc imaginou para o site e não tomes conselhos nem meus e nem de ninguém.

            Repara, em 2015 e 2016 tu falaste três vezes em fechar o blog, mas olha lá passou 2017 e não trocaste mais no assunto, mudaste para melhor então que continue assim, se for de vontade sua, não o digo, mas voltar aqueles dias que andavas mais chateado com alguns tipos que não aceitavam os artigos técnicos é um passo atrás.

          • By-mission. O fechar é uma inevitabilidade. Mais ano menos ano vai acontecer. Agora a realidade é que faço isto porque gosto, e enquanto tiver palavras de pessoas que mostram que gostam de ler o que escrevo, tentarei continuar.
            Quanto ao artigo da X, se calhar ele até pode sair. Eu não quis ser o primeiro a dizer o que o GPU valia, mas agora já vários devs o disseram, apesar que ainda há alguns que certamente beberam um bocado demais antes de falarem. Mas quando um nome como a Crytek, criadores do Cry Engine aparece, acho que não são criadores de jogos que nunca ninguem ouviu falar que vão tomar o primeiro plano.
            Mas com estes fanboys… retiro o que disse!

      • Mário, por favor manda esse artigo, são os melhores.
        Que se lasquem os que não concordarem, que abram um blog e dêem sua versão lá.
        E as pessoas tem que entender que uma 1060 no PC não vai fazer o que um hardware que tem o software otimizado como é o One X pode fazer.
        Vi testes de 4k numa 1060 e aquilo é impraticável. Uma porcaria.
        Como console o One X é incrível apesar daquele CPU fraco, única coisa que chateia realmente é ser um console meio de geração, e o fato de no Brasil o preço ser um assalto, mas de resto é uma máquina espetacular.

      • Manda o artigo Mário,independente de questões paralelas,pois aqui sabemos que você é e sempre foi imparcial.
        Seu web site é muito,mas muito bom quando o assunto é sobre tecnologia,aprendi e estou aprendendo muito graças a sua iniciativa de partilhar seu saber.
        Obrigado.

        • Não sei se quero… não sei mesmo. Acho que prefiro não falar desse assunto. Pelo menos tão cedo não sei mesmo!
          Seja como for, o artigo nunca foi acabado, e requer ainda trabalho, até porque ele foi sendo alterado e alterado e agora o que existe está uma salgalhada.
          Mas não julguem que é uma comparação de hardware! Isso só é possível em arquitecturas identicas.

          • Taí mais uma prova do quanto fanboys são prejudiciais, fazem até mesmo as pessoas não querer nem falar sobre as coisas. E que seria muito proveitoso diga-se.
            Triste.
            Eu não tô nem aí, quem quiser achar ruim que ache.
            O Xbox está uma merd@ no meu ponto de vista e pronto. Eu não queria isso, de jeito nenhum, mas é o que é.

          • Carlos… não digas isso. Porque tal como muitas outras coisas, isso é uma falácia!
            Uma merda é um mau produto. Um produto com falhas, um produto incompetente, um maus produto. E isso a Xbox não é! E ninguem, de forma honesta, pode dizer isso!
            Abstrai-te de tudo o resto e imagina um mercado só com a Xbox! Era um mau produto?
            Era uma merda como dizes?
            Claro que não! Seria uma excelente consola da qual todos falariamos!
            O problema da Xbox é meramente comparativo! Ela existe num mercado onde há concorrência! Onde o produto melhor vende mais!
            O que se passa é que a Sony produziu um produto mais à imagem daquilo que os clientes querem. Uma consola que segue o conceito base daquilo que sempre foram as consolas, e que é o que as pessoas procuram.
            Claro que há quem queira fugir a esse conceito. Quem ache que se deve inovar e trazer situações de outras plataformas. E por isso há quem não goste tanto, gostando mais da Xbox.
            A questão é que o produto da Microsoft é bom… é muito, muito bom! O único problema é que o da Sony está a ser melhor. E as pessoas vão para o melhor!
            A culpa aqui é de políticas e de uma imagem inconstante e de pouca palavra que a Microsoft passou. Se compararmos o prometido e o cumprido por ambas as empresas a clivagem é tal que é incomparável, e isso foi e é o aue tem queimado a imagem da Xbox.
            Mas acredita quando te digo que as pessoas esquecem! Ninguem vai deixar de comprar o melhor se ele for realmente melhor, e começando uma nova geração se o melhor estiver do outro lado, tambem serei o primeiro a dize-lo.

          • Mário, essa é uma forma bastante grosseira de me expressar, e peço desculpas por isso.

            Mas não posso deixar de reafirmar minha opinião, repito, minha opinião, onde o dinheiro que eu ganho não é dado por ninguém, é tudo por minha conta, a energia, os jogos, os consoles. E como consumidor de um Xbox One, que fui, até janeiro de 2017, que digo isso, e o abandonei por ser ruim pra mim. Não obrigo ninguém a concordar comigo.
            Se você não permite essas opiniões, tudo bem, o site é mantido por você e tem todo o direito de me pedir pra guardar minhas reações.
            Se não houvesse o PS4, iria eu pro PC, que faz a mesma coisa que o One só que sem limitações de frames e qualidade, é como se o One fosse uma Steam machine, porém com mensalidades pra tudo. A crítica não é o hardware, é a falta de software interessante.
            O One não presta pra mim, mas não vou nunca criticar quem vem aqui e diz que gosta dele porquê cada um tem seu gosto.
            Até já vi pessoas aqui mesmo dando ótimos argumentos de sua preferência pelo One e apesar de não concordar de forma alguma, respeito totalmente.
            Quando falo “uma merd@” é simplesmente a minha opinião, grosseira claro, a respeito do que faço com o meu dinheiro, nada mais que isso. Não estou atacando ninguém, nem você ou qualquer outro usuário.

            Não direi mais isso por respeito ao site.

            E mais, pra acabar com isso, você tem toda a razão. Eu estou errado.

          • Eu só te respondi Carlos porque sabia que o termo era usado de forma livre e não literal, mas no entanto sabia tambem que haveria quem não entenderia isso e acusar-te-ia quer a ri, quer ao site de ser tendencioso.
            Daí a necessidade de repor os factos.

    • Estou de pleno acordo com o Jairo nessa.
      Também gosto muito de analises técnicas.
      Quanto a vendas ou preferências, realmente não são nem um pouco interessantes, com todo respeito.

  6. Alguns quando falam em fanboys parecem estar olhando no espelho ao fazerem essa citação.😕

  7. Bom, falando por mim mesmo, se eu achava legal as matérias sobre tecnologia mesmo quando supostamente desfavoreciam o One, não teria porque deixar de gostar agora, como alguém de maneira indireta tentou insinuar aqui mas ao inverso. É uma questão apenas de ser coerente. Ainda que não venha o caso, mas apenas para constar, o One é meu 1º Xbox.

    Tenho um particular fascínio sobre o assunto, de como os consoles são concebidos a nível de engenharia e como a tecnologia é aplicada nos videogames de maneira geral, bem como isso reflete nos jogos, e isso vem desde 1992, quando ganhei o Mega Drive e se falava sobre o “Blast Processing”, sendo esse meu 1º console.

    Já sobre vendas ou quem tem a quantidade maior quantidade de jogos restritos num só dispositivo, nunca me despertou muito interesse, nem quando o ps2 era o console preferido daquela era. Simplesmente acredito que num num universo de centenas de jogos publicados, se trata de uma questão de preferência e memória afetiva por certas franquias, de olhar para o conteúdo como ele realmente é e não somente por restrições de publicação impostas, e também pelos motivos que já citei antes. Street of Rage, por exemplo, eu tinha no Mega Drive e ia no fliperama jogar com amigos também. Em todo caso se tratava de um game da Sega ali. Mas é só um simples exemplo.

    Quando fiz a sugestão ao Mario, foi meramente como leitor da Pc Manias, elogiando o que já foi feito de maneira clara e específica, e acho que tenho a liberdade de sugerir cordialmente o que acho interessante como leitura, assim como ele Mario escolhe os assuntos que achar melhor também. Isso se chama feedback.

    E eu não gosto nem um pouco de usar termos “fanboys” de maneira generalista para as pessoas, como se todas as pessoas que discordam de mim assim o fossem. É possível formar uma opinião (contrária ou a favor) sobre qualquer coisa relacionada, desde que dentro dos limites do respeito, sem fanatismos, tomando pra si a liberdade para relatar uma satisfação ou insatisfação quanto à experiência de jogo. Afinal, são só experiências pessoais.

    Tenho ciência de que a internet tem fanboys bem extremistas em expressiva quantidade, mas eu pessoalmente apenas faço minha parte, aposto nas minhas ideias, vivência com jogos, convicções e educação ao lidar com o outro.

    • O meu amigo se estar a falar do meu coment diga lá em que parte insinuei algo ao teu respeito, pelo contrário quando quis citar o seu nome o o fiz, olha lá, está o seu nome seguido do que vc mesmo disse.

      O Mário é o único que paga pelo espaço, lê lá a resposta que ele me deu.

      “…Mas com estes fanboys, retiro o que disse…”

      Se como dizes, é coerente, deves ter noção que há por aqui muita gente que não o é.

      Há muitos que ao contrário do que vc disse e bem justificou, não vem para aprender algo sobre o console, e sim para pedir gametargs e afins…

      Não digo que sou contra tais artigos, sou contra a reações que estes causam em certos users que quase acabaram com a página, uma pena não ter os registros do coments antigos, vc entenderia do que estou falando…

      • Da uma lida nesses comentários desses artigos técnicos, agora imagina um uma análise técnica da One X… Tens dúvidas que além de gametargs, vão pedir o diploma de engenharia…

        https://www.pcmanias.com/microsoft-quer-alterar-basicamente-todo-o-sistema-de-funcionamento-das-consolas/

        https://www.pcmanias.com/rise-of-the-tomb-raider-uma-questao-de-texturas/

        Uma pena não ter um histórico dos coments mais antigos vc iria se surpreender.

      • Sim, mas isso não lhes tira o valor. E eu também fui dos que me tornei leitor assíduo precisamente por causa desses artigos.

        Mário, junto o meu pedido aos dos outros. A não ser que seja por impedimento pessoal, não te inibas de escrever artigos sobre hardware como o fazias no inicio desta geração, só por causa de comentários menos corretos ou o medo de iniciar discussões.

        Já aqui o disse várias vezes, o que fazias era um serviço, mais que notícia. Este é bem capaz de ser o único site em português que consegue explicar detalhadamente a realidade do hardware, enquanto muitos outros não o fazem. É verdadeiramente um serviço que fazes aos teus leitores e que eu agradeço profundamente.

        • E deves ser o único a observar que há muito brasileiros visitando a página.

          Também reforço no pedido sobre hardware, afinal foi este o tema que me fez conhecer o PCManias e foi justamente na época em que tanto o PS4 quanto o One estava a ser apresentados.

          • Sim notei. E precisamente pelas opiniões aqui expostas é que alargei o conceito a sites de lingua portuguesa. Sei que tanto portugueses como brasileiros entraram aqui precisamente pela ausencia de uma alternativa em português que explicasse tanto sobre computação e hardware das consolas como o Mário faz.

    • Jairo… é como dizes e é como sempre disse. Se só um produto fosse bom, os outros não vendiam.
      Olha o mercado automóvel. Há dois carros iguais? Não há! Numa comparação todos teriam avaliações diferentes, e claramente uns são melhores que outros.
      Mas não vendem todos? Uns mais do que outros, a realidade é que factores como o preço, a estética, o consumo, e até a experiência com a marca, são factores de escolha.
      Recomendar-se um produto, ou analisar os mesmos comparativamente dando-se preferencia a um deles não é dizer-se que o outro é mau. É apenas comparar! Os fanboys é que não entendem que dizer-se A é por isto ou aquilo melhor que B não se está a dizer que B não presta. Está-se apenas a dizer que A é melhor.
      O que eu disse aqui sobre as consolas confirmou-se tudo. O que analisei sobre atitudes e politicas teve as consequências que eu esperava. O que neguei a nivel de hardware, software e clouds, tambem se confirmou. O que esperei serem as vendas, está à vista! Nunca aqui tive má vontade contra A ou B, eu limitei-me a analisar a a dizer aquilo que me parecia ser, baseado na experiência que tenho.
      Podia errar, sou apenas humano! Mas não errei! E é isso que deixa muita malta podre! Em vez de eles aceitarem que existem pessoas que são capazes de analisar as coisas de forma desapaixonada e desinteressada, prevendo as coisas, acham-nas parciais e culpam-nas pelo estado das coisas. É a subversão para o auto conforto. Isto é um estado clinico comprovado, comum no ser humano, que existe e que se aplica aqui.

      E fanboys não são todos. São aqueles que perante as evidencias procuram fugir à discussão, procurar acusar de hipocrisia usando o whataboutism ou variantes, ignorar os factos, e acusar (entre outras coisas), acreditando que tudo está bem, só porque eles acham que está bem.

  8. Bom dia a todos! Entrando no assunto, tenho a dizer que também sou a favor dos artigos tecnicos (que são o grande diferencial deste site, aliado a análise imparcial do Mário). Mas é ele quem tem que dar a outra face e couro para receber a chibata, então entendo a postura dele. Acompanho este site desde que encontrei informações tecnicas do ps2 e posso testemunhar que não é facil encontrar alguém que destrinche um assunto sobre tecnologia sem ficar ininteligível. Seria bom que todos que aqui participam fizem um filtro prévio nas palavras evitando posturas desarmonicas, assim o Mário no se desgastaria atuando como bombeiro. É só uma sugestão nada pessoal para alguém.

    • Estive a reler o artigo da One X… Está incompleto com uma salgalhada com links, dados diversos e notas sobre raciocínios a fazer. Mas penso que com tudo o que já lá existe, o conseguiria por legível para a semana. Talvez o publique!

  9. Sim sim By Mission, agora eu li seu comentário com calma, e vi que não o direcionou a mim especificamente. Perdão.

    Não sou contra pedir a TAG, o encaro como mero registro do que joga e uma ‘mini-rede social gamer’, já conheci gente legal por meio de jogatinas on line, mas sou contra impor para as pessoas isso, como se fosse para provar algo. Fica a critério a pessoa dar ou não.

    No mais, é isso mesmo. Sei que tem os mil graus por aí que inflamam a internet, seja de Playstation, Xbox e Nintendo (sim, até da Nintendo tem hehe)

  10. Ontem saiu na eurogamer uma notícia em que a Sony afirma que não seguirá a filosofia de jogos como serviço, aí você já imagina quais foram as respostas, disseram nos comentários que a Sony já faz isso com a Plus e o PSN Now.

    Para tentarem se passar como corretos deturparam o que é jogos como serviço e serviço de jogos. Para o primeiro disseram que o usuário tem direito a todos os DLCs e no segundo não, enquanto na realidade o primeiro você compra um jogo e trm que comprar DLCs para ter acesso a certos conteúdos enquanto no segundo tanto a Plus quanto a Gold constantemente oferecem jogos do tipo Complete/Ultimate Edition

    • Complemento:
      Para jogos como serviço também oferecem loot boxes ou a compra de episódios, resumindo além do jogo você tem que gastar $$ com algum conteúdo.

      Para serviços de jogos até o Xbox Game Pass oferece games com todas as DLCs inclusas

      • Efectivamente o PS Now enquadra-se na filosofia dos jogos como serviço. Já a PSN naturalmente que não!

        Jogos como serviço é basicamente todo o serviço de aluguer de jogos (na PSN eles são ofertados e nem sequer escolhidos), bem como tudo o que tenha a ver com monetização adicional dos jogos após o lançamento.

        Basicamente as pessoas entenderam mal a Sony. A Sony vai usar os jogos como serviço. Isso é incontornável nos dias que correm! O que ela não tem é a mesma visão, ou seja, há partes daquilo que se define como jogos como serviço nos quais a Sony não planeia entrar.

        Falamos de Loot boxes, de mensalidades em jogos de suporte continuado como é o caso de muitos MMO, de DLCs não incluídos no Season Pass, na aceitação de outros serviços de jogos como serviço em cima de serviços já pagos, etc, etc.

        Há que se ver o que a Sony disse. eles nunca disseram que não suportariam os jogos como serviço, e seria idiota de alguem pensar que a Sony não irá acompanhar o desenvolvimento das tecnologias e as novas fontes de receita. O que ela disse é que tem outra visão! E ao se re-comprometer com os jogos Single player basicamente o que ela quer dizer é que para eles a satisfação do cliente conta ainda muito e que não suportará tudo o que outros suportam apenas para fazer receita adicional pontual e simples.

        • Embora você tenha explicado ainda não considero a Now na filosofia jogos como serviço, na verdade fiquei confuso e posso até considerar devido o usuário gastar dinheiro e não ser dono do jogo.

          Se levarmos em consideração o aluguel de conteúdo muitos serviços de conteúdo se transformariam em conteúdo como serviço a exemplo da Netflix.

          Por isso que atualmente considero jogos como serviço a monetização após a compra do jogo, quem não lembra a Capcom que já tinha uma DLC inserida em disco mas com acesso bloqueado?

          • O netflix é conteúdo como serviço!

            Conteúdo como serviço é todo o tipo de monetização posterior ou alternativo à venda do produto em si! Por esta simples definição, percebes que o PS Now é conteúdo como serviço!

          • Pronto pelo menos o trecho “alternativo à venda”(paga mas não é seu) esclarece e me faz mudar de opinião, era a informação que faltava.

            São definições confusas e que a própria companhia coloca como inverso:
            “A Netflix é um serviço de transmissão online que permite aos clientes assistir a uma ampla variedade de séries, filmes e documentários premiados em milhares de aparelhos conectados à internet.” resumindo a frase acima da Netflix podemos ter:

            ” um serviço de transmissão online de filmes” ou

            ” um serviço de filmes”

            Esse foi o motivo da minha antiga interpretação.

            E a própria internet deixa isso confuso, pode ser até porque nas páginas brasileiras não há uma definição de “conteúdo como serviço” pois quando pesquisei logo após a sua 1ª resposta só tive resultados de Netflix e afins como “serviço de conteúdo”.

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