PS4 – This is for the Players ou This is for the Payers?

PS4_Payers

Entre players e Payers só se retira uma letra. E face a uma postura de lucros ou de interesse pelos jogadores a diferença tambem é pequena. Infelizmente a Sony parece estar a confundir os dois termos e, graças a uma posição de confiança pela sua posição de mercado, parece querer entrar em políticas abusivas.

Nos últimos dias vi uma série de situações que rodeiam a PS4 a acontecerem que me levam a acreditar que, aquilo que ninguém deseja, poderá estar, infelizmente, a acontecer.

A Sony anunciou 30,2 milhões de consolas vendidas e, sabe-se agora oficialmente, bateu a Xbox One em território Norte Americano na Black Friday, e no mês de Novembro, obtendo valores recordes de vendas com 1.5 milhões de consolas vendidas (só nos EUA), isto apesar de a consola da Microsoft jogar em casa, ter acompanhado os descontos, anunciado a retrocompatibilidade com a 360, e a nível de jogos ter apresentado neste Natal argumentos de peso com uma oferta de qualidade e variedade que a consola da Sony não tinha verdadeiramente como combater.

Mas, perante todo este sucesso, o que fez então a Sony que causou este desagrado? Basicamente tomou, quase em sequência e no período de pouco mais de um mês, mesmo antes de se saberem estes resultados, uma série de atitudes que, na nossa perspectiva, demonstram uma postura diferente do normal e até um pouco já arrogante face ao mercado!

A PSN+

Certas coisas já vem de trás! A PSN+ na PS4 conta já com dois anos de vida, e até hoje o seu valor pelo dinheiro revelou-se muito pouco interessante face ao que a PS3 oferecia. Se na PS3 tínhamos (e ainda temos) ofertas de jogos AAA regulares, a PSN+ na PS4 limitou-se até hoje a oferecer jogos de segundo plano. A única oferta diferente e dentro do âmbito dos AAA foi Driveclub, mas essa oferta era em uma versão limitada no conteúdo.

Esperava-se por isso que em Dezembro, especialmente por a Sony não apresentar um “line up” ao nível do da concorrência para este Natal, , a PSN+ tivesse uma oferta de maior nível. Mas o que tivemos foi Gauntlet e o primeiro episódio da saga Kings Quest.

Ora Gauntlet até é agradável, se bem que longe de ser uma oferta AAA, mas já o primeiro episódio de Kings Quest… Esse dá o que pensar!

Sabendo-se que se trata de uma série vendida em episódios, ou a Sony planeia oferecer a série toda aos poucos ou então o que temos aqui é mais uma publicidade e uma forma de se promover para futura venda os restantes episódios. E isso nem sequer é uma oferta. Aliás, na forma de um mero episódio, este jogo bem poderia ser considerado uma DEMO alargada, do que uma verdadeira oferta de um jogo. E o que vejo aqui, bem ou mal, é uma jogada de Marketing promocional destinada a fazer futuras vendas.

Está na altura da PSN+ começar a valer na PS4 algo perto do que vale na PS3. Afinal já lá vão dois anos e já há muitos jogos AAA com valor comercial baixo que podem ser ofertados.

A Playstation Experience

A conferência da Sony foi aquilo que se pode chamar um barrete! Basicamente nada de verdadeiramente interessante foi mostrado ali, e a Sony nem sequer se dignou a mostrar um pouquinho mais de alguns dos jogos AAA previstos para 2016 e já anunciados. Na realidade a Sony resolveu usar a sua Keynote para publicitar jogos menores em vez de mostrar algo mais sobre os títulos de peso que para aí vem.

A conferência foi, com as devidas excepções (poucas), basicamente usada para se mostrar o VR que a Sony espera vender (e muito), mas para o qual não auguramos grande futuro, e joguinhos e mais joguinhos, pouco ou nada dignos do sistema e que poderíamos perfeitamente jogar nos telemóveis. As excepções a isso foram poucas!

E quando vemos a Sony a apresentar uma remasterização de Day of The Tentacle e de Full Throttle, jogos que podem ser jogados gratuitamente em quase todos os sistemas móveis usando o ScummVM, ficamos claramente a pensar: A Playstation Experience fugiu ao esquema habitual das apresentações Sony que sempre criaram a habitual expectativa nos utilizadores face ao que está para ser lançado, e em vez disso serviu para lhes tentou “impingir” a promoção a carradas de jogos Indies (cuja qualidade nem coloco em causa, mas que não são jogos que requeiram uma PS4 e que podiam até ser lançados para a PS3 ou Vita).

A retrocompatibilidade PS2

Na realidade a retro-compatibilidade com a PS2 não é retro-compatibilidade nenhuma. É apenas uma forma de a Sony nos revender novamente os mesmos jogos. E aqui o trabalho nem é muito uma vez que eles passam por um programa automatizado que os melhora e converte para a PS4, acrescentando-lhes os trofeus. A questão é: Nenhum destes jogos é gratuito, mesmo para quem já possui a versão original! Face à retrocompatibilidade efectiva da Xbox One com os jogos 360 (limitada a autorizações dos fabricantes dos jogos), esta situação acaba por ser muito pouco interessante e mesmo digna. Para salvar a cara, Shuhei Yoshida refere que a  Sony sempre referiu que “A PS4 não possui retrocompatibilidade“. E isso aceita-se quando sabemos que a PS4 é incapaz de ler CDs. Daí que a Sony afirma que não havendo formas de se ler os CDs originais e dessa forma confirmar a titularidade dos jogos, o que existe é apenas uma forma de se trazer os jogos da PS2 para a PS4, não sendo uma verdadeira retro-compatibilidade. No entanto há que se referir que a PS4 não lê CDs por uma mera opção da Sony que resolveu não adicionar esse suporte no firmware. Qualquer drive Blu-Ray do mercado, e isso inclui todos os leitores Blu-Ray da Sony presentes no mercado, são capazes de ler CDs! Mas ignorando esse facto que já todos aceitaram como uma realidade, a resposta da Sony, apesar de custosa, até poderia ser digerida. Não fora pelos argumentos que se seguem! A questão aqui é que a Sony ao longo dos tempos lançou vários jogos recompilados da PS2 para a PS Vita e mesmo para a PS3. Alguns desses jogos foram remasterizações, outros apenas recompilados, mas o certo é que quem os admirava e adquiriu pagou por eles na PS2 e voltou a pagar por eles para a PS3 e para a Vita. Aliás estes jogos podem ser encontrados na loja da Sony como sendo clássicos PS2. Ora estes clássicos são na sua maioria “cross buy”, o que quer dizer que adquirindo-os para a PS Vita os temos para a PS3! Daí que surge a questão… porque motivo o “cross buy” desses jogos que já foram adquiridos não se estende para a nova versão PS4 tendo o jogo de ser comprado novamente neste sistema? Há aqui claramente uma falta de vontade da Sony, que parece mais preocupada em lucrar do que em ofertar. E o certo é que a concorrência oferece gratuitamente a retro-compatibilidade, vendendo apenas o jogo a quem não o tem, mas a Sony usa a sua posição dominante e desculpas algo esfarrapadas para nos revender, pela terceira vez, os mesmos jogos!

 

Final Fantasy VII

Quando da apresentação de Final Fantasy VII na Playstation Experience, a Sony mostrou uma série de videos Youtube com fans super contentes, um deles mesmo a chorar de contentamento, pelo remake de Final Fantasy VII. Ao ver essas imagens escolhidas pela Sony, fiquei sensibilizado! Achei que a Sony tinha sido tocada e que por isso estivesse a apresentar o jogo para que esses fans pudessem realmente aperceber-se que estaríamos perante um grande remake que poderiam ansiar no futuro. E este jogo, apesar que sairá para outras consolas é um exclusivo Sony por tempo limitado (talvez um ano, como Tomb Raider)

Mas o que se sabe agora que irá acontecer, e que a Sony optou por esconder na conferência, mesmo sendo parceiro privilegiado de desenvolvimento do jogo? O jogo vai ser vendido em… episódios!

Quando sabemos que a Microsoft teve uma intervenção enorme no desenvolvimento de Tomb Raider pois o mesmo foi tratado como se fosse um jogo First Party, o que vemos é que aqui ou a Sony não quer saber, ou pactua com esta situação. Basicamente a Sony que se mostrou tão sensibilizada com os fans vai permitir que o remake se transforme numa série episódica. Não porque o jogo precisasse de mais conteúdo, mas porque alguem, seja da Sony, ou com a participação da Sony, ao ver a reacção dos fans percebeu que tinha ali uma oportunidade de explorar o mundo ainda mais, não num único jogo com mais conteúdo, mas em vários jogos onde se lhes podes extorquir algum dinheiro adicional. Esta situação faz lembrar casos semelhantes, onde o sucesso que filmes comoThe Hunger Games, a Saga Twilight. ou mesmo The Hobbit tiveram (no último caso à sombra de Lord of The Rings), e onde, para extorquírem mais dinheiro aos fans se desdobrou um filme em dois enchendo-o de palha (Em The Hobbit, Peter Jackson chegou mesmo a fazer 3 filmes de um único livro de dimensões menores que cada um dos três livros da Saga Lord of The Rings)

Ora perante o que temos, o jogo deixou de ser um remake (para tal teria de ser um jogo completo), para ser um conjunto de jogos baseados na história original e personagens de FF VII.

Na melhor das hipóteses, até poderemos ter um um caso onde todo o tão esperado conceito do jogo original é mantido, pois Shuhei Yoshida refere que os episódios destinam-se a lançar o jogo mais cedo, e a Square fez referência a conteúdo adicional e novas zonas nunca antes acedidas. Mas tal implicará espera entre as partes, com quebra de ritmo e interesse. Deixará de ser a mesma coisa.

A Square Enix justifica a situação alegando que o jogo demora em média 62 horas a ser concluído. E que se alguém quiser fazer absolutamente tudo há mais de 220 horas de jogo. Nesse sentido, converter tudo para a qualidade atual demoraria anos. E daí a necessidade de episódios!

Ora para evitar tal espera a Square resolveu lançar o jogo em episódios. Nada mais justo, certo? A questão é: 220 horas? A sério?

De acordo com os utilizadores do website Gamelenghts (duração dos jogos) o tempo médio para terminar o jogo é efectivamente 62 horas, com o máximo a ser 221 horas. Certamente foi aqui que a Square foi buscar valores! Mas vejam os play times e verão vários jogadores a referirem ter acabado o jogo em perto de 30 horas. Agora vejam as estatísticas do mesmo site para GTA V. Tempo médio de 143 horas e máximo de 2000 horas. Mas vejam os play times e verão muitos jogadores a referir igualmente as 30 horas. Resumidamente o jogo, como todos, demora mais para uns do que para outros, mas vejamos por onde virmos o Final Fantasy VII original não é maior que um GTA V, que não é vendido em episódios.

E a Sony, que pagou pela exclusividade… Está de acordo com isto! Talvez porque há mais dinheiro a ganhar com os episódios?

O que virá a seguir? Uncharted em episódios?


Entretanto, na PS Store, a Sony já vende a versão adaptada e melhorada para PC, agora na PS4, do jogo original Final Fantasy VII. Afinal, como já vimos, poder vender o mesmo jogo várias vezes está nos hábitos da Sony.

Conclusões

No nosso artigo sobre a Black Friday referíamos que a vitória da PS4 poderia ser preocupante! (A vitória foi agora oficialmente confirmada por Éric Lempel, diretor de marketing da Sony). E apontávamos dois motivos para tal: Uma possível descida de investimento da Microsoft na sua consola e/ou uma possível posição abusiva à sombra da bananeira da Sony.

Defendíamos por isso que a vitória da Xbox One para esse período era mais interessante para nós consumidores, ao garantir que se mantinha a competição acesa, o que só seria bom para o cliente.

Ao que parece um dos nossos receios poderá ter razões e eventualmente estarmos prestes a entrar pelo segundo caso…

Acréscimo de última hora

A Deco, a Associação de defesa do consumidor veio alertar que empresas como a Radio Popular e a Worten subiram o preço de muitos produtos antes da Black Friday, apenas para os poderem descer novamente nas campanhas previstas para esse dia. Uma situação que lhes trará uma multa de 45 mil euros por cada produto detectado como alterado para a promoção.

Agora, e de acordo com o Gearnuke (e vários utilizadores confirmam a situação), a Sony parece ter entrado na mesma onda. Segundo este website a Sony subiu o preço de uma série de jogos vendidos digitalmente antes de iniciar a actual promoção presente na sua loja onde promove a compra de dois jogos pelo preço de um ( Como exemplo, The Order 1886 está a 49.99 euros, quando utilizadores reportam que este estava a 10 dólares na PSN Americana). A notícia original pode ser lida no Link, e demonstra que efetivamente a empresa parece estar a entrar numa política de obtenção máxima de lucros, deixando de colocar os jogadores em primeiro lugar.

 

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Readers Comments (44)

  1. Vamos lá:

    PSN+ Consegui vários descontos em jogos, e mais de 3 mil REAIS em jogos foram dados de graça entre PS3 e PS4, então nada a reclamar.

    PSX Minha decepção foi que esperava pelo menos um teaser de GOW4, e o foco em jogos de VR foi compreensível já que o lançamento é em 2016, podiam mostrar gameplays de jogo já anunciados também, principalmente Horizon.

    PS2 A mim não interessa, já joguei tudo o que eu queria no PS2, então pra mim tanto faz, mas concordo que deveria aceitar os CDs ou pelo menos ser mais barato os jogos.

    FFVII Acho que nem deveria estar no artigo pois o jogo é da Square e não sabemos o grau de envolvimento da Sony nisso.

    Ah, e o FF7 original vinha com 3 episódios se eu me lembro bem.

    • O teu exemplo da PSN não é 100% válido… Nem todos tem uma PS3!

      O artigo analisa a PS4 separadamente!

      PS2 a ti não interessa! Mas isso é irrelevante! O que está em causa é a atitude, mais nada!

      FF VII tem uma exclusividade PS4 temporária. Tal e qual Rise of The Tomb Raider. A partir do momento que o nome da Sony está associado ao jogo, terá de dar a cara por ele. Não podemos apenas ver as coisas quando é a Microsoft que está em causa.

      FF VII vinha em 3 CDs… Algo que como perceberás, dada a longevidade do jogo, seria necessário dada a pequena capacidade dos CDs.

      Em compensação, GTA V vem em um BD…

      • pois ai que esta mario você analisou a ps+ para ps4 como se ela funcionasse da mesma forma que para ps3, enquanto na ps3 a sony tem uma obrigação de trazer bons jogos pois essa e sua principal função no ps3, no ps4 sua principal função e o online e os jogos são oferta a parte. E so ter como exemplo a xbox antes de oferecer jogos, muitos assinavam a live para nada alem de jogos online

        • Gustavo… não podes pedir menos na PS4 do que pedias na PS3!
          Tu não pediste para pagar pelo online… ou pediste?
          A rede inclusive chama-se na mesma PSN… e é partilhada! Os jogos que precisam de + na PS4 não precisam ele na PS3.
          O valor do PSN na PS4 tem de melhorar face ao que valia na PS3. A partir do momento que o serviço deixa de ser verdadeiramente opcional ele tem de oferecer mais do que tinha antes, não é mais em uns sítios e menos em outros.

          Para além do mais estamos a ser picuinhas e ridículos. Killzone por exemplo tem agora 2 anos e vale 19.99 em formato físico. Porque não o ofereceu ainda para calar exatamente estas queixas?

        • Não, não é.

          Na PS3 nunca cobraram pelo online nem pelo multijogador.

          Na PS4 passaram a cobrar, mas disseram que ficaria incluido no plus (e quem era cliente no plus estava habituado aos jogos mensais). E sem dizerem nada, começam a por a oferta cada vez mais fraca, e a tornar a subscrição somente para o online.

          Mais valia terem criado uma subscriçao diferente ou estipulado no modelo do plus isso, e não agir pela calada.

          Às tantas até ganhariam mais dinheiro.

          • Exacto… ao menos davam a escolher! O que foi feito é um corte no valor oferecido face às expectativas já criadas.

          • bom ai temos duas vertentes expectativa e realidade, como ja disse a sony na ps3 tinha a “obrigação” de dar jogos bons para a plus valer seu valor, mas obrigação esta entre aspas pois ela nunca falou que daria tais jogos, mas para valer seu valor crio-se tal “obrigação”, isso mudou na ps4 pois nela a uma outra função, mas a sony não parou de oferecer os jogos, so os oferecem com menor valor. A diferenca e que se não gostar dos jogos na ps3 você pode pode parrar de paga-la na ps4 você provavelmente não fara isso. Mas existe um outo ponto que foi citado, a sony incluiu o serviço da ps4 no mesmo da ps3, e como tal você não tem necessariamente o mesmo serviço mas sim dois pelo preço de um. Você tendo ou não todos os consoles da sony, você recebera os jogos de todas as plataformas. Mas se nao estas satisfeito com minha explicação, vou lhe dar um exemplo, no incio da plus no ps4 a sony so oferecia um jogo por mes de ps4, diferente do ps3 que sempre ofereceu dois, so em outubro de 2014 a sony comecou a oferecer dois jogos, entao não sei da onde estão a tirar que a plus no ps4 e ps3 são a mesma, e ainda mais que a sony tem obrigação de colocar jogos AAA.

          • O PS Plus nasceu precisamente com isso. Acesso exclusivo e ofertas mensais de títulos. É a sua génese, o seu foco e a sua razão de existir.

            E foi uma muito boa inciativa e uma iniciativa de sucesso.

            Quando a PS4 foi lançada disseram aos fãs da marca que o multijogador que foi e é grátis na PS3 passaria a ser cobrado na PS4. Mas que isso estaria incluído dentro do PS Plus.

            Quando dizem isto, o que, exatamente, devo entender?

      • Sobre FFVII ser em episódio eu não sei se a Sony tem esse ”poder” de decisão, pode ter um exclusividade temporária, mas não sabemos se é a Sony que está financiando o jogo, se for, aí sim teria que dar as caras.

        E sobre vir em 3 CDs é verdade, na minha cabeça eram 3 episódios, me enganei.

        • Ricardo… Vais a uma loja e compras um filme em Blu Ray. Ele entrega-te uma versão em 4 DVDs… Trazes?
          A Sony negociou a exclusividade de um jogo. Vai ter episódios! Achas mesmo que não está a par e a concordar com isso? Tenho dificuldades em aceitar isso como provável!

  2. Mas é nessa hora que nós consumidores temos que mostrar nosso descontentamento, porém a grande maioria hoje é fanboy, vai defender tudo e qualquer coisa que a sua querida Sony ou Microsoft fizerem, é a nossa realidade.

    • Aqui na PCManias não o farei. Ao contrário do que alguns julgam eu não defendo nem nunca defendi a Sony. Eu sou é a favor do consumidor!

      • Disso não tenho dúvidas Mario, mas sabemos que pessoas e sites como o seu são minoria, hoje em dia pessoas defendem mais Sony e Microsoft do que a própria familia.

        • Como eu já disse, o verdadeiro Gamer não liga a marcas e vai para onde estão os bons jogos. Naturalmente há sempre uma consola melhor que a outra e nesse aspecto quem só pode comprar uma irá para a que mais lhe agrada (e é isso que define a melhor).
          A PCManias sempre defendeu o consumidor e sempre foi nessa perspectiva que falei.

  3. Essa postura da sony me preocupa e muito, apesar dos jogos que ela anunciou para 2016 ainda sinto que na parte de exclusivos essa é a geração que ela mais ta sendo preguiçosa. Espero que ela mude e principalmente deixe um pouco o VR de lado e foque de novo no que o público quer. E Mário quando você escreveu sobre a black friday concordei com tudo o que falou, inclusive estamos vendo isso agora.

    Ps: Sei que um jogo demora para ser produzido e ainda mais com novos consoles, mas 2 anos e ainda não vimos nada que nos mostrasse de fato a nova geração salvo por algumas exceções.

    • Relativamente a exclusivos para a ps4, não tenho queixas sobretudo depois dos anúncios deste ano.

      O panorama está muito bom! Acho até que a demora em fazer estes jogos sair se deveu mais ao foco de recursos na PS3 (GT6 saiu em 2013!) e em conseguir jogos com qualidade.

      E este ano tivemos Bloodbourne, Until Dawn, The Order 1886, fora outros títulos com visuais que na anterior geração seriam quase impossíveis.

  4. descordo um pouco sobre alguns fatos, sobre a questao da psplus a de se entender que temos aqui duas faces diferentes, enquanto no ps3 o plus se tinha como unico objetivo “ganhar” jogos, no ps4 ela se atrela a fatores como ela ser necessária para jogar online, so de se ter essa parte a sony deixou de se obrigar a ter a plus como um “best for the money”, e nisso estava claro a mais tempo do que fez esse artigo, segundo sobre a retrocompatibilidade acho que foi mais como uma expectativa do que realidade como no artigos diz ela ja fez algo parecido no ps3/psvita/psp criando a parte dos psclassics, ode se pode comprar jogos de ps1 e ps2 para jogar nesses sistemas sem oferecer uma retrocompatibilidade e foi aclamado no ps3. Por ultimo queria falar sobre ff7 esse acho que devemos esperar para ver, nada foi declarado sobre o preço dos episódios pode ser que venham a ser 4 episódios por $15 ou seja o mesmo que um jogo novo de $60 que seria o provável valor do jogo e lembrar que essa decisão de por em episódios pode ter vindo da square e nao da sony. Fora esses fatos estou a concordar sobre (se verdade) o abuso em relacao as subidas de preco e a ps experience que foi realmente triste.

    • Duas coisas…

      A PSN trouxe um determinado valor que nos habituamos ao longo dos anos.
      Na PS3 o online era gratuito e os jogos eram bons!

      Agora na PS4 o online paga-se e os jogos ofertados tem vindo a ser fracos.

      Se aceitas isto bem… eu não aceito! Pois antes não era obrigado a ter para jogar e davam-me bons jogos. Agora sou obrigado a pagar para jogar algo que antes jogava de graça e anda por cima perco valor no ofertado.

      Se alguém consegue ver onde está o lado bom nisto para o cliente, por favor explique-me como se eu fosse muito burro!

      Quanto a FF VII o que está em causa não é só o dinheiro! Aliás essa parte do dinheiro é apenas parte do referido. Há tambem a questão do cortar do ritmo do jogo, do ter de se acrescentar palha para se ter conteúdo para justificar os episódios, todo um cortar de expectativas de pessoas que contavam com um jogo único jogável de início a fim, etc.

      Mas FF VII demora em média 220 horas a fazer-se todo! Só o principal faz-se em média em 62 horas ou, se fores acima da média, em menos!

      Ter um jogo que demora 60 horas a acabar é certamente diferente de teres 4 com 15 horas cada, separados de meio ano entre cada um deles!

      Não vejas as coisas apenas pelo dinheiro, mas na perspectiva do consumidor e em todos os pontos onde isto não é exactamente melhor para ele.

      mas sim, o jogo é da Square. Apesar que normalmente nos exclusivos tens algo a dizer sobre eles pois os exclusivos de terceiros não são de graça!

      • Uma pessoa que tem um console so para jogar fifa, como tenho amigos assim, não pagaria a plus na ps3 mas pagam na ps4, pelo simples motivo que atualmente a plus e necessária para eles. Mas isso e minha opinião em relação ao fato, que as pessoas estão a criar expectativas a coisas que nunca foram citadas. O fato da one ter retrocompatibilidade atualmente e algo muito bom, mas não se pode criticar a microsoft se não a tivesse. Acho certo as pessoas cobrarem melhorias das empresas, mas acho errado colocarem tais melhorias como obrigação se as mesmas não a prometeram.

        • A retro compatibilidade não é uma obrigação. Mas é desonesto que quem já pagou o jogo na consola original e o comprou segunda vez na PS3 ou Vita tenha de o pagar uma terceira na PS4. Especialmente porque a Sony tem uma modalidade chamada cross play que permitiria a quem já adquiriu o jogo na PS3 não o ter de pagar de novo.

          • bom entao estas a dizer que era melhor eles nao lancem do que lancem e cobrem, mas ai entao os remasterizados nao teriam que estar na mesma situação?

          • Não foi isso que disse! O que disse é que o cross play deveria extender-se à PS4. Se compras o jogo na PS3 e levas a versão da Vita de graça, e se compras a versão da Vita e tens a da PS3 de graça porque raio tens de pagar de novo a da PS4? Afinal com floreados ou não, é o mesmo jogo!

          • Os remasterizados estão na mesma situação!

            A única desculpa para a sua existência foi o entregar de jogos da geração passada para quem não a teve. Mas agora que sabemos que há a possibilidade de retrocompatibilidade… Não há desculpa!

            Estão à vontade para os fazer mas por favor, não tentem impigi-los como a única alternativa!

            Os remasterizados face à retrocompatibilidade não é um favor para ninguém!

            Eu apoio a retrcompatibilidade. Foi graças a ela que a Sony chegou onde chegou na PS2, e acredito que quando o catálogo estiver mais composto será graças a ela que a Xbox ONE poderá inverter as coisas.

  5. Acho que a única vantagem do Playstation Brasil em relação ao resto do planeta é o preço da Plus, desde o lançamento a assinatura anual custa R$99,00. Nos EUA o mesmo plano custa U$49,99 (convertendo o valor brasileiro para dólar sai a U$25,54).

    Já nos outros serviços os preços brasileiros são super caros.

    Já sobre o artigo infelizmente a Sony vem mudando a sua postura e ela somente voltaria atrás caso acontecesse algo no One que chamasse a atenção dos gamers fazendo-os trocar para o console da MS. Creio que um fator poderia ser o Hololens, caso este dispositivo tivesse um preço acessível e com bom suporte de jogos seria certo a migração dos jogadores.

    • Essa comparação de valores não é correta, pois tem de comparar a realidade dos dois países. No Brasil o Salario minimo é de R$788,00, nos Estados Unidos, a conta é feita pelo número de horas trabalhadas e o valor minimo da hora é US$7,25. Uma pessoa que trabalhe 40 horas semanais como nos brasileiros fazemos em média, teria pelo valor mínimo um salário mensal de US$1160,00.
      Perto da realidade brasileira, esses 49 dólares parecem caros, mas na realidade americana é mais barato do que o valor da PSN brasileira.

        • ******* estou falando sobre a comparação de preços entre Brasil e Estados unidos, a questão Xbox vs ps4 VC tirou da sua cabecinha. Como no caso o assunto é PSN, falei da PSN, se fosse Xbox Live, valeria a mesma coisa, mas você, é um dos incomodados por natureza que acha que tudo é a guerra do meu é melhor que o seu, igual aquele sujeito Mr Gamer.
          Nota: Comentário editado pela moderação por violar as regras da página. Respostas destas só são azo a respostas e tipos de conversas que não se desejam aqui na página.
          Peço por isso contenção a todos os visados pois alerto já que não deixarei a conversa progredir nesse sentido, nem que tal implique apagar mensagens ou banir pessoas.

          • O meu amigo incomodado es. Tu.. Se não passavas ao lado… E sim o preço da live e o da ps+ sao um dos poucos casos em que pagamos menos que o correspondente americano. Por conversão direta seriam as assinaturas $180,00 e não $100,00. Vide IPhones e o próprio PS4 e Xbox One.
            PS:Quando te sentires no direito de apontar o dedo é só olhar para ti mesmo.

  6. Nos tempos de ps3, a PSN+ realmente fazia jus ao nome, um serviço de enorme valor agregado. Já no ps4, está longe de ser o caso, e até o momento a Sony não dá o menor sinal de que vai atribuir algum esforço a fim de trazer de volta o valor agregado de outrora (pelo contrário até). Acho que no momento fiz muito bem em ir pro concorrente, quem sabe no futuro o playstation me cativa novamente.

  7. Esta semana ate fiquei parvo, tendo comprado o jogo uncharted the nathan drake collection, e ficando com o direito de experimentar a beta de uncharted 4, visto que era esta semana, instalei o jogo e para meu espanto não pude jogar por pura e simplesmente não ter uma conta ps+ (visto que quando acabou o meu contrato não estava contente com o que o serviço oferecia decidi esperar para renovar por mais um ano)
    Agora a minha pergunta é, então a beta não era oferecida? Onde é que a Sony diz que é preciso uma conta ps+?
    no final a Sony incentiva a comprar um jogo oferecendo uma coisa que afinal “obriga” a comprar outra (ps+) para poder usufruir dessa coisa (beta uncharted 4) que deveria ser gratuita

    agora falando sobre o artigo

    já faz algum tempo que penso tudo isto da Sony, cada vez mais a pensar em fracturar mais e cada vez menos a pensar nos consumidores e com a grande vantagem que tem face a Microsoft ainda esta a ficar pior pois esta a ver isso como uma oportunidade para tapar o buraco financeiro e nos jogadores é que iramos pagar por isso

  8. Mario pelo que me parece, estao falando que o primeiro ep de ff7 vira com o preço de um jogo completo e os demais ep viram de forma “gratuita” para quem comprou oprimeiro

    • Isso é o pior que pode suceder. Pagar 70 euros por um episódio e a promessa de outros que se seguem… isso tem alguma lógica?
      Com o dinheiro já do lado de lá a Square quer lá saber da qualidade, dos prazos, etc.
      Eles não tiveram basicamente problema nenhum em quase condenar Tomb Raider ao insucesso ao o retirarem da plataforma que durante 20 anos o segurou e iam estar agora procupados com um jogo em episódios?
      E o consumidor menos informado? Aquele que compraria sem saber isso e que depois vendo um jogo tao pequeno o venderia?
      Enfim, um rumor que dá pano para mangas e que só viria apoiar o artigo de cima.

      • parece que eles estao comprometidos, mas eles nao tem dinheiro suficiente para fazer o projeto e o motivo e o mesmo dela ter segurado isso a muito tempo sem fazer, ff7 e o um jogo enorme, e eles não tem dinheiro suficiente para fazer um ramake com qualidade de um jogo do tamanho de ff7 com todos as missões e dublagens, e como eles não querem cortar partes do jogo original, eles cortaram em partes para conseguir cobrir o investimento.

  9. O período de boazinha e caridosa da Sony acabou. Como todas as empresas fazem, foi só uma estratégia para ganhar o mercado. Com a posição confortável, agora é a hora de lucrar já que a Sony ainda não é uma companhia saudável. Certamente não existem receios na empresa nesse momento pois seu console vende muito em qualquer periodo tendo ou não jogos exclusivos e todas as Thirds mudaram suas plataformas principais para a Sony. Além disso, o fato do PS4 ser o campeão do boca a boca mesmo antes da geração começar, já garante que qualquer consumidor que só quer comprar um vídeo game por comprar coloque o PS4 como primeira opção.
    Com uma situação tão confortável, seria quase surreal acreditar que o “demônio da lucratividade” não apareceria para influenciar a empresa.
    O que não pode acontecer é a total soberba tomar conta pois ainda está relativamente cedo para abrir o champagne da vitória e o Xbox One se torna um produto mais interessante todos os meses.

  10. Não se trata disso. “De um período de Sony boazinha e caridosa…” A minha primeira consola da Sony foi a PS2 e posso dizer que chegei ao fim bem contente! Retrocompatibilidade de raíz com os títulos da ps1, excelentes títulos e excelentes exclusivos, jogos até dizer mais não e títulos de muita qualidade.

    Como não tive PS1 posso dizer que me fartei de jogar na minha PS2, pois já tás a imaginar a coisa! O catálogo de uma e o catálogo de outra… Não faltava o que escolher. A PS3 teve muitos defeitos. Foi uma consola mal planeada. Mas não se pode dizer que tivesse medidas anti-consumidor. Afinal o objetivo foi fornecer uma máquina que fazia tudo, um media center bem completo! Mas os cutos incontornáveis e as enormes perdas fizeram a Sony voltar atrás. Apesar de tudo, com o que estamos até agora a ver que daí resultou… vemos que houve males que vieram por bem: estabelecimentos de novos IPs de respeito e séries sem as quais não vivo, desenvolvimento de técnicas de programação para o futuro, a implementação do Bluray… Não, não posso chegar ao fim e dizer que o que a Sony fez o fez de má fé. Isso foi muito diferente de uma tentativa de implementação de DRM. A retrocompatbilidade com a ps2 foi uma perda, mas justificada pelos custos.

    Agora isto. Isto que está a acontecer não tem nada a haver com perdas nem com a Sony da qual fui cliente tantos anos. Trata-se do resultado do estabelecimento de vícios no mercado que têm levado à tentativa de implementação de técnicas enganosas e ma fé. E a Sony deixou a sua vertente corporativa tomar conta da situação. Não há desculpa!

    Tentar vender retrocomaptibilidade como se fosse o fazer de novos jogos. Abandonar plataformas (PS VITA), gastar milhões em tretas para um dispositivo que não será de massas? E depois estas respostas, a dizer que nós é que estamos errados? É o cúmulo!

    • Sim, todas as empresas fazem os agrados quando precisam ir atrás dos clientes e depois colocam as mangas de fora. A Microsoft foi o mesmo agrado no 360. A começar pelos bilhões perdidos ao consertar gratuitamente os consoles propensos a 3rl e os produtos que foram trocados. Eles queriam conquistar o mercado e após conseguirem, ao chegar nessa geração foi o que foi.
      Me lembro que no PSX/PSOne, ele se popularizou bem rápido muito devido a pirataria. Muito fácil de desbloquear, mais fácil ainda de encontrar jogos em qualquer local, e a mesma coisa com o PS2. Certamente nesses dois períodos, mesmo com mais de 250 milhões de consoles vendidos, os jogos não deram o retorno compatível com a quantidade de consoles vendidos, ainda mais pq nessa época, sem existência de serviços online, não existiam situações de banimentos e bloqueios de jogos, que só foram possíveis na geração anterior à nossa. Sendo assim, a Sony trabalhou bastante por exclusivos que venderam relativamente poucas cópias originais,ou seja, a empresa trabalhou para que as pessoas comprassem o jogo original e não o pirata.
      Para falar com sinceridade, eu não conheço pessoalmente nenhuma pessoa que teve jogos originais de PS2. Conheci apenas um de PSOne, lá nos anos 90 mas era muito raro, até por que éramos crianças dependendo da compra dos país, e em épocas onde até lojas de games vendem jogos piratas com discos prensados, o que eles comprariam era isso.
      Certamente, o PS4 é o console mais rentável da história para a Sony, pois além de vender mais rapido que o PS2, ele vende jogos originais, coisa que antes do PS3 era muito pouco.

  11. Mas eu nunca considerei a Sony assim. Pelo menos nas consolas.

    Repara a PSONE foi um sucesso tremendo. 100 milhões de consolas vendidas em todo o mundo!

    Mas a Sony não descansou à sombra da bananeira! Em 2000, lança a PS2, a bom preço (nada de exageros no desenho) e com retrocompatbilidade. E a consola foi um sucesso tremendo! Foi a primeira consola a servir, também de 2 em 1: consola e leitor de DVD! Um dos primeiros media center. Não só isso, mas a Sony dá os primeiros passos certos no desenvolvimento de novas tecnologias. surge o Buzz, o Singstar com microfones, e sobretudo o eyetoy, que já deu os primeiros passos no controlo por movimentos.

    Com a PS3, começou o descalabro. Põe retrocompatbilidade, tira retrocompatbilidade, põe other os, tira other os, gasta milhões a desenvolver um chip dificil de programar, milhões com o Bluray…
    Cria uma plataforma incrivelmente cara… e perde imensos clientes!
    Mas mesmo aí dou-lhe o benefício da dúvida. A PS3 pode ter sido mal desenhada mas o que era pretendido fazer com essas ideias, o que queriam providenciar aos utilizadores, isso foi baseado em boas ideias.
    Contudo, trocaram as prioridades. A retrocompatiblidade era vital, pois pelo menos garantia um certo grau de fidelização de clientes… – o other OS não. Nem tão pouco o CELL (Apesar de como sabemos ter trazido benefícios).

    Com a PS4 parece voltar à filosofia da PS2 (aliás farta-se de fazer paralelismo com a mesma) um sistema incrivelmente bem desenhado, bem ponderado, nada de exageros, mas sobretudo um sistema que consegue fazer tudo o que lhe é pedido. A retrocompatibilidade era uma miragem, mas eis que a Microsoft a conseguiu implementar. O que eu esperaria da companhia de qual sou cliente é que fosse atrás….

    Mas não. Ainda por cima desenvolve retrocompatbilidade pela PS2 e só permite a compra de títulos pela PSN. Definitivamente não é a mesma companhia que me deu a PS2, que pensou esse aparelho…

    • De certa forma eu compreendo a Sony quando diz que não pode dar retrocompatibilidade. A PS4 não lê CDs (no entanto não consigo deixar de referir que não o faz por mera opção pois tecnicamente nada impede um leitor BD de ler CDs).
      O que não entendo mesmo é a ausência do cross play. Quem já comprou esse título na PS 3 ou PS Vita deveria ter acesso a ele na PS4. E o argumento de ter melhorias nos fps, resolução e mesmo troféus… Não cola! São apenas melhorias necessárias para a nova geração onde essas situações são tomadas como certas. Numa era de alta definição essas melhorias são quase obrigatórias para o título manter algum interesse, e mesmo assim com texturas deslavadas e atualmente inaceitáveis.
      Repara que com um emulador no PC tens as mesmas vantagens (menos os troféus) e ele lê os originais da PS2 (sim, eu tenho alguns), e não pagas por isso. Na PS4 até poderias ter de pagar (é um sistema fechado, que corre tudo sem problemas e sem configurações)… Mas o mínimo dos mínimos era o cross play dos jogos PS2 que já existem na loja.

      • O Mario ai que corres na direção contrária. Ora sou consumidor só mando na minha própria carteira então estou fadado a ser isto. Dono da minha carteira Ex estou ansioso por jogar batllefront. Estou mesmo ja desde o anúncio e do filme estou as alturas para o jogar. Mas a $270,00 sem chance… Quando estiver a $150,00 o compro. Com os jogos da ps2 e a mesma situação. Quando algures estiverem lá a $5,00 os compro. Se não paciência.

      • Não, não há desculpas.

        O mínimo era retrocompatibilidade. Quem estão a querer enganar? A PS4 não tem limitações físicas para ler CDs e muito menos DVDs (alguns foram lançados neste formato). É claro que é tudo opção interna e que podiam disponibilizar, mas não querem!

        E não querem porque querem tornar a vender os mesmos jogos, outra vez, ao preço a que estamos a ver! (E há formas mais inteligentes de se fazer isso mas já lá vamos).

        Em contrapartida a Microsoft foi a extremos para garantir a retrocompatibilidade com a geração passada. Fez do impossível, possível e tudo de graça. E não só, com melhorias, muito ligeiras de performance incluídas…

        Mas será que a Sony não entende que ao fazer isto, a consola da Microsoft vai aumentar e muito o catálogo? Não percebeu o trunfo que a retrocompatibilidade foi para a PS2?

        O que a Microsoft fez pode parecer uma medida dispendiosa no curto prazo, mas a longo prazo vai compensar e muito. Primeiro, porque os indecisos que ainda estão com as suas Xbox 360 têm mais razões para avançar para a ONE (logo, mais clientes) Segundo, porque quem ainda não comprou tem cada vez mais razões para passar para a ONE, se a microsoft se der ao trabalho de publicitar devidamente a retrocompatibilidade (a lentidão do processo, parece-me que foi uma das razões para o falhanço nesta época – pelo menos não notei muito publicidade nesse sentido).

        Terceiro, agora a Microsoft pode adicionar à sua loja na ONE todo o catálogo da 360 (à medida que o for convertendo). E em breve planeia ir resgatar os títulos da Xbox original. Se lhe der na telha, pode mesmo incluir as versões Windows dos jogos da geração da ps1 e ps2, incluindo títulos exclusivos de outras plataformas (TR AoD, por exemplo) mas que foram lançados para PC!

        E qual a vantagem disto? O suporte ao formato físico (aliada às promoções de troca de hardware velho por um desconto na aquisição do novo) permitirá fidelizar clientes. (E ainda há uma enorme base para conquistar!)
        Mais clientes, significam mais clientes para a loja online sobretudo porque o que gastaram em jogos da geração passada na loja online não se perdeu (essa é uma das promessas da microsoft)! Mais clientes a pagar o multijogador, mais base instalada, mais ganhos!

        Por outro lado, agradam e muito aos retalhistas, que são os que vendem consolas, porque ainda há jogos 360 e ps2 à venda isto sem falar dos usados. O apoio dos retalhistas é importante!

        A Sony queixa-se que não consegue competir com o mobile(no caso da VITA), precisamente porque as lojas do Android e iOS, contam com uma maior base instalada e um grande número de apps grátis! Se criasse o emulador (que parece que criou), e em vez de restrições estúpidas como esta (que só irritam os clientes e os afastam), investissem em seguir o exemplo da Microsoft, não tarda nada teria a loja recheada de imensos títulos para dar e vender! E podia pô-los a preços tão competitivos que rivalizariam o Steam e o seu catálogo. E a possibilidade de ir buscar os mesmos títulos em formato físico seria um excelente chamariz, para mais clientes, os quais ao verem essas promoções, gastariam a comprar jogos mesmo em excesso!

        Mas não! É a mesma estupidez que se passa com a VITA, em que abandonam a loja online, deixam-na incompleta (estou a referir-me a imensos títulos excelentes da psp que nem ai nem ui!), e depois vêm fazer-se de vítimas! E pior lançam os títulos, mas a preço que nem se admitem, e que ninguém compra…
        Por último, há que considerar o seguinte! A arquitetura atual deverá manter-se de futuro. Isso significa que a potencial PS5, Xbox Two, terão retrcompatibilidade de raíz. Ou seja, esta política não se poderá manter por muito mais tempo! Esta é, portanto uma altura crítica para tomar este tipo de atitude, poderá significar deitar o que se conseguiu pela janela fora. Além disso, os CDs gastam-se, estragam-se e vão rareando. Sem ninguém a produzir, a única forma é a sua disponibilização online.

        Por isso, a longo prazo compensa e muito.

  12. Acho que a Sony se preparou bem para essa geração fez um bom console tem bons estúdios e jogos exclusivos e também contou com o azar dos concorrentes que não tiveram suas políticas bem aceitas. E hoje ela tira proveito desse cenário criado, parecendo estar bem confortável. Acredito eu por isso a Sony não diminui o preço do console, diferente da concorrência e também não tem ofertado games na PS+.

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