EEE - Embrace, Extend and Extinguish, ou em Português, Adoptar, Estender e Extinguir/Exterminar, é uma política confirmada em tribunal e praticada pela Microsoft, cujo nome foi atribuido pelo Departamento de Justiça Norte Americano, e que descreve a sua estratégia de lançar produtos envolvendo padrões amplamente usados, estendendo esses padrões com funções proprietárias e incompatíveis e então usar essas diferenças para por seus concorrentes em desvantagem
A Microsoft tem sido aqui muitas vezes por nós criticada pela forma como ela entra num mercado já estabelecido e o altera ao seu bel prazer, criando situações novas que lhe são favoráveis, e tentando com isso colocar depois os seus concorrentes em desvantagem.
Ora apesar de sabermos que esta é uma prática comum na Microsoft, o que não sabíamos, e daí este artigo, é que ela já tinha ido a tribunal por várias vezes por isso mesmo, tendo mesmo o Departamento de Justiça Norte Americano dado um nome muito curioso a esta prática!
Efectivamente, em julgamento esta prática foi exposta num testemunho de Ronald Alepin, que deu a conhecer e-mails internos da Microsoft que confirmavam a prática que o Departamento de Justiça Norte Americano denominou de Embrace, Extend and Extinguish (EEE), ou em Português, Adoptar, Estender e Extinguir ou como alguns preferem, Exterminar, e que basicamente consiste em entrar em mercados populares, já estabelecidos e com sucesso, copiando e adoptando o modelo do concorrente, estendendo o mesmo com alterações associadas a áreas onde a Microsoft tem vantagem, exclusividade, ou domina, tentando usar depois essa vantagem para aniquilar a competição.
E temos a certeza que esta descrição já faz soar muitas campainhas nas cabeças de muitos e por práticas bem recentes!
Um dos casos em que a Microsoft foi julgada por estas práticas prende-se com os controlos ActiveX do Internet Explorer. Todo o IE, de forma a ser tornar popular, foi criado para ser compatível com o browser mais popular da altura, o Netscape, mas o ActiveX quebrou a compatibilidade dando assim uma vantagem adicional à Microsoft, e aniquilando o Netscape.
Curiosamente isto faz lembrar o que a Microsoft pretende agora fazer com o Edge, que passará a ter como base o motor Chromium do Chrome. Mas dê-se-lhe popularidade, e a Microsoft rapidamente colocará no mesmo algo que o Chrome não faz, e tentará assim aniquilar o mesmo do mercado.
Ora após o caso com a Netscape a Microsoft voltou à baila. Desta vez foi a Opera, que junto da união Europeia, forçou a Microsoft a aderir ao standard CSS, uma vez que esta estava a entrar pelos caminhos do Embrace, Extend and Extinguish com ele.
Ainda no que toca à criação de incompatibilidades com os browsers da concorrência, e apesar de este não ter sido um caso que tenha ido a tribunal, um e-mail de Bill Gates, em 1998 referia o seguinte:
- Uma coisa que nós temos que mudar na nossa estratégia - permitir que os documentos Office rendam bem nos browsers de terceiros é uma das coisas mais destrutivas que podemos fazer à empresa. Temos de parar com todos os esforços nesse sentido e garantir que os nosso documentos Office depende de capacidades proprietárias do Internet Explorer. Qualquer outra coisa é um suicídio para a nossa plataforma. Este é o caso onde o Office tem de evitar fazer algo para destruir o Windows.
Um outro caso em que a Microsoft foi chamada ao tribunal prendeu-se com o Java e em que a Microsoft foi acusada de estar a entrar na segunda fase da sua prática ao criarem uma implementação do Java que omitia o Java Native Interface (JNI) e o J/Direct, criando assim programas Java que, em vez de serem independentes da plataforma, como todos os programas Java deveriam ser, estavam presos à sua plataforma, c como tal inúteis em sistemas Mac ou Linux, por exemplo. A ideia da Microsoft era ignorar a capacidade de cross-plataform do java tornando-a na “BEST WAY TO WRITE WINDOWS APPLICATIONS“. Apesar de desconhecermos outros fechos, neste caso sabemos que a Microsoft teve de pagar à Sun 20 milhões de dólares como compensação.
Mas a questão do Java não ficou por aqui, tendo a Sun voltado a processar a Microsoft por novas práticas relacionadas com a sua política dos 3 E’s. No entanto esta situação nunca chegou aos tribunais pois a Microsoft acordou recuar e pagar 2 mil milhões (2 biliões na notação Americana) à Sun. Reparem que para um acordo destes extra judicial, o quanto a Microsoft não se arriscaria a pagar se fosse a tribunal…
Num outro exemplo em que houve este tipo de prática EEE, a Microsoft incluiu no Windows uma extensão para o protocolo de rede Kerberos (um padrão da Internet) que negava eficazmente acesso a todos os produtos, excepto os criados pela MIcrosot, de aceder a um servidor Windows 2000, usando o Kerberos.
A extensão era cedida num EXE que era acompanhado por um NDA com o qual tinha de se concordar para se executar, e que não permitia a implementação por terceiros. O que valeu foi que usuários do Slashdot, ignorando o NDA, resolveram publicar o documento, o que permitiu a terceiros aceder ao código fonte sem terem concordado com o NDA.
A Microsoft em vez de perceber o erro reagiu com uma intimação ao Shashdot para que removesse o conteúdo. Apesar de estar a abusar de um standard que não era seu, o melhor que ocorreu à Microsoft foi ameaçar.
A resposta da Slashdot foi não se acobardar, fazendo frente à Microsoft e usando uma equipa de advogados para lhes responder com uma série de questões que pretendiam ver respondidas para perceber até que ponto a Microsoft estava devidamente legal ao fazer o que tinha feito. Até à presente data os advogados da Microsoft não responderam a essas questões, e a situação morreu ali.
Bem mais recentemente, a Shashdot e utilizadores do Reddit acusaram a Microsoft de que, com as suas novas políticas de “abraçar” o Linux e o Android, a ideia da empresa era no futuro passar aos dois passos seguintes da sua política, tentando no final acabar com ele. Entre os argumentos surgem frases de Steve Balmer, ex CEO da Microsoft, que chamou “cancro” ao Linux, e que referiu ser necessário um curso em ciências da computação para se mexer no Android, e questionando se esses conceitos mudaram realmente na empresa, até porque em 2015, já sob as ordens de Satya Nadella, a Microsoft extorquia os OEMs com royalties sobre patentes existentes no Linux e Android. Note-se que o termo extorquía não é nosso, mas sim o usado pelas notícias sobre o assunto.
Outro caso prendeu-se com as mensagens instantâneas da AOL que eram um padrão no inicio do século. A Microsoft resolveu abraçar o protocolo, estendendo o padrão com addons proprietários que acrescentavam recursos, mas que quebravam a compatibilidade. A ideia era extinguir a AOL que estava impedida de usar os protocolos patenteados da Microsoft, permitindo assim que o MSN Messenger, ofertado gratuitamente num OS que tinha uma quota de 95% do mercado, se tornasse um standard.
Casos como estes são aos pontapés… e temos exemplos bem recentes! Por exemplo, com a Nokia, a Microsoft queria abraçar o mercado dos smartphones, mas a ideia não era somente entrar no negócio. Era isso sim, estender o que havia com a introdução do seu OS que se apoiava numa suposta compatibilidade com o windows de PC que mais ninguém oferecia, usando um API universal que era seu. A ideia era crescer e entrar em força no mercado, oferecendo algo que, apesar de o Windows ser visto como de livre acesso, a concorrência não tinha e nem tinha possibilidade de oferecer, mas falhou redondamente pela falta de adopção pelo público em geral.
Claro que os nossos leitores não nos perdoariam se não tentássemos fazer um paralelismo entre isto e o que se tem passado nas consolas. E a realidade é que a Microsoft, com a Xbox, começou por abraçar o mercado das consolas, entrando no esquema standard que se revelava um sucesso. Mas eis que a Microsoft começa a expandir e a alterar o modelo, de forma a acrescentar suposto valor. Atualmente, a extensão da plataforma ao PC, um mercado que não pertence à Microsoft, mas que é tomado como seu uma vez que o sistema operativo dominante é o Windows, é uma forma de criar aqui algo que é exclusivo Microsoft, de forma a ganhar domínio no mercado e apagar a concorrência. A implementação da plataforma Xbox no Windows, é uma exclusividades num sistema operativo que deveria criar condições concorrenciais iguais para todos. Mas a forma como a Microsoft tem a Xbox enraizada no núcleo do sistema operativo, que é partilhado com a consola, não permite sequer uma alternativa equiparada à concorrência.
O grande entrave para o domínio total da Xbox é o Steam que tem impedido, pelo menos no software de terceiros, o domínio da Microsoft e da Xbox. Aliás o Steam no campo do Cross Play tem como parceiro preferencial a concorrente Sony, e daí que a Microsoft aposte agora em remover de vez o sistema de compras digitais clássico, apostando num sistema de Cloud Gaming por streaming que eliminaria a concorrência da Steam e poderia fazer tremer as consolas, como a Sony reconhece.
A questão aqui é que a Microsoft poderia ter feito tudo isto de outra forma. Apostava no PC, dava-lhe suporte, criava uma Box com hardware optimizado, mas não lhe chamava consola, e nem entrava no mercado das consolas. Mas não… a ideia aqui foi abraçar o mercado de Gaming melhor sucedido, estende-lo ao maior onde a Microsoft está com a exclusividade, criando padrões que o modelo clássico das consolas não suportam, e exterminar assim a concorrência, obtendo a fatia total do bolo.
Se podemos criticar isto? Sinceramente não sei! O mercado empresarial é de comer ou ser comido, e estas práticas só são ilegais quando abusivas. No caso das consolas a Microsoft parece estar a tentar entrar pelos mesmos caminhos que tentou usar com a Nokia, ao criar uma universalidade consola PC apoiada nos APIs UWP que são um exclusivo seu, e que fecham a entrada de terceiros que não os adoptem. A questão é que, sendo a sua consola uma plataforma que por concepção é fechada, a haver aqui uma prática de EEE ela está a acontecer sobre o Windows, pelo que essa queixa terá de incidir sobre situações de quebras de concorrência do Windows e não sobre as consolas em si. Daí que para a queixa acontecer, seria necessário que outra empresa quisesse fazer o mesmo que a Microsoft está a fazer com a Xbox e o PC, o que no fundo, pelo facto de existirem poucas empresas a produzir consolas, limitaria a origem das queixas à Sony e Nintendo, sendo que nenhuma delas está interessada na expansão para o PC uma vez que tal foge do modelo clássico de consolas que estas empresas mantêm, e que correm paralelamente a esse mercado. Ou seja, este parece ser um caso onde a Microsoft tem tudo para poder aplicar a sua prática sem que seja condenada por isso pois pela falta atual de interesse da concorrência dificilmente alguém irá acusar a Microsoft de abuso.
Mas que a prática está lá, e que ela é condenável, conforme o comprovam os casos e as sentenças de tribunal, isso parece inegável.

Excelente artigo Mário, sendo o único a realmente apontar o que realmente se passa com a Microsoft.
Nesse mundo não a santos mas se em futuro só houver Microsoft nos consoles mais cedo arranjo outra forma de me entreter.
Até digo mais, enquanto permanecer uma companhia japonesa aos comandos da industria de videojogos (consolas), estamos nós bem, mas a partir do momento em que uma companhia americana tomar conta disto, estamos condenados como consumidores de um meio que tanto adoramos, e é por isso que eu não só sou muito vocal com a minha opinião como voto com a minha carteira.
Sobre a MS ser uma cretina isso já vem de décadas.
Não é atoa que optei nesse momento, em que ela vem com conceitos duvidosos sobre o futuro dos jogos que decidi comprar meu segundo One de segunda mão, não posso compactuar com uma empresa que ameaça aquilo que eu gosto.
O único dinheiro que me pegaram foi no FH4, não o achei de segunda mão pra comprar, mas vai ficar por aí mesmo pois ainda por cima não tem mais nada lá que se aproveite mesmo.
MS, Intel e NVidia vou te contar viu… As pessoas deviam acordar pro que realmente são essas empresas e dar uma bela lição nelas. Mas acho que não vai acontecer, o prazer de ser feito de trouxa é maior.
Aliás, tem uma coisa que ela pode fazer de bom, talvez, que é servir de concorrência pra Sony não ficar acomodada… No passado ela (Sony) não deu mostra disso mas, sempre bom um pequeno incentivo.
Aí concordo… A questão é que se na era 360 a concorrência era dentro do mesmo mercado, agora a concorrência passa pela extensão do conceito de consola a outras áreas onde a Microsoft tem vantagem, e que pode destruir o modelo de 40 anos que tanto sucesso possui.
Espero que no mercado das consolas continuem a bater com o nariz na porta e falhem como com a Nokia, apenas espero que a Nintendo e Sony continuem pelo mesmo caminho de sempre e que o mercado acompanhe.
https://i.redd.it/0m5z4vkfmxv01.jpg
Irónico no mínimo…
Eu tbm espero, José! Adoro meu switch e meu ps4 e creio que nas duas plataformas, tenho o melhor dos mundos dos jogos!
Para calar a boca daqueles que dizem que a MS não faz triplo “Ê(i)”. Piada leve para alegrar o dia.
Embora ache normal uma empresa entrar em uma concorrência cujo objetivo é ganhar mercado e ir aos pouco “matando” os concorrentes essa ação da MS não é justa porque ela praticamente apropia de algo que não é seu, bota uma perfumaria aqui ou ali e o torna exclusivo.
Mas nada de novidade se lembrar do histórico da empresa.
A realidade do mercado ser “comer ou ser comido” é algo que os ideologistas utópicos dos videojogos esquecem. E quando pensam em Cross Play e outras situações e olham para as empresas que suportam ou deixam de suportar as coisas como as boas e as más, esquecem pura e simplesmente que isto não é exactamente uma brincadeira de jardim de infância onde todos dão as mãos e cantam em rodinha. Uma decisão dessas tem implicações grandes nas vendas, e na possível faturação e pode mesmo promover ou acabar com uma empresa.
Nesse campo, a Microsoft na era X360 não estava interessada no Cross Play, e o motivo era que a sua consola vendia bem. Agora subitamente está… e curiosamente a Xbox One é a consola de menos sucesso de sempre da Microsoft.
Curiosidades? Quem quiser que as compre!
A nova geração poderá ser uma oportunidade para que realmente estas barreiras caiam. Não havendo ninguem a ganhar e ninguem a perder, estas ideologias de todos amigos poderão ser implementadas. A ver se há interessados.
Como amante da marca Xbox, espero que a Microsoft tenha aprendido algo com essa sua desastrosa geração, e que venha bastante diferente para a próxima, vamos aguardar
Provavelmente muitos de voces não se apercebem de como me sinto revoltado com tudo o que se passou nesta geração. A Microsoft é a Microsoft, e tem muita coisa que não gosto, mas tambem tem muita coisa que gosto. A Xbox foi algo que aprendi a gostar. Acompanhei-a, vi-a crescer e vi-a a tornar-se num produto ao nível da Playstation. Sinceramente até a superava em alguns pontos, e considerei-a, para mim, a minha consola favorita na geração passada.
Nesse sentido aderi à One nesta geração. Esperava ver a continuação! Esperava ter duas consolas a degladiar-se a nível de exclusivos, e eu esperava estar ali no meio. A usufruir dos resultados dessa batalha.
Não vi nada disso! A Microsoft não soube lidar com o facto de a sua consola ser menos capaz, não soube minimizar isso maximizando os jogos, e abafando as diferenças. Entrou por caminhos de auto anulação, onde não cumpriu promessas, onde alterou direcções, onde andou à nora.
Depois entrou pelo caminho que menos me agradou. O de tornar a consola uma espécie de Pc e de a unir aos PCs. Eu que sempre fui jogador de PC e saí de lá pelos maus vícios refugiando-me nas consolas fechadas e protegidas, um conceito que sempre gostei.
Quando vi esse conceito cair e a colocar os outros numa posição de “ou fazes igual ou és o mau fa fita” foi para mim o ponto baixo da geração.
Neste momento, perante a quantidade incrível de promessas não cumpridas, as atitudes tomadas, a falta de suporte, a entrada por caminhos que não me agradam e não me parecem ser bons para o futuro dos videojogos, pela primeira vez pondero se comprarei uma Xbox de cabeça como sempre fiz.
E o mais certo é não o fazer e aguardar para ver o rumo exacto que a Microsoft vai tomar.
https://youtu.be/1_gBR5SxTeE
Está em inglês. Recomendo por ter muitos pontos em comum com a minha forma de ver as coisas.
O senhor em causa mantem um canal youtube históricamente dedicado à Xbox
Mário por acaso já seguia esse youtuber, era alguém totalmente dedicado à Xbox, mas à cerca de 8 meses decidiu comprar uma PS4, e ficou absolutamente rendido, desde jogos como God of War que o deixou boquiaberto e The Last of Us que nunca tinha jogado e que o marcou significativamente, até o UI da PS4 ele achou melhor, basicamente a sua lealdade desmedida a uma marca, impediram-no de ver o mundo lá fora, pode-se dizer mesmo que ele acordou para a vida, algo que não acontece com algumas das pessoas que comentam aqui, nota-se claramente no discurso dele uma espécie de clarividência e entusiasmo por ter descoberto algo novo e excitante, o que o levou a produzir alguns dos vídeos mais esclarecedores acerca do estado da Xbox e da PS.
Recomendo vivamente estes vídeos:
https://www.youtube.com/watch?v=6p8zIbC_Urk
https://www.youtube.com/watch?v=zWoNz6d6bUE
E a cereja no topo do bolo:
https://www.youtube.com/watch?v=vTBZCGHwLko
@Galvão aqui no Brasil virou moda os youtubers dedicados ao Xbox começarem a comprar PS4, mas diferente do youtuber citado os daqui fingem que estão gostando da plataforma. A primeira reclamação é a interface gráfica, depois começam a colocar vários problemas. Você percebe claramente que eles fazem isso para ganhar mais views.
Tenho os 2 consoles mas prefiro a interface gráfica do PS4, é simples e funcional, só 2 colunas onde a superior contém opções do sistema e a inferior os aplicativos e jogos utilizados ultimamente. Enquanto a do Xbox fico perdido.
Livio ele próprio reconhece que o canal tem tido mais views, mas dá para perceber o quão genuino ele é, nota-se sinceridade nas palavras dele.
O problema da Dashboard da Xbox é que neste geração ela já mudou tantas vezes que já lhe perdi a conta. Basicamente sempre que preciso de uma opção mais avançada e não usada regularmente, tenho de andar à procura pois a forma de lhe aceder já mudou.
Se isto é mau? Não sei dizer, o que sei dizer é que numa consola, e pessoalmente, prefiro a simplicidade, e as coisas fixas no sítio.
Bem, eu nunca experimentei, mas na altura da 360 as mudancas na dashboard foram positivas. Penso que so com a ONE e que a coisa comecou a descambar com eles a insistirem no Metro, sendo, pelo que tenho lido, confuso e lento.
SEja como for, este e um aspeto que a Sony podia melhorar. Ainda este fim-de-semana, coloquei na minha PS4 um jogo no qual nao tocava ha mais de 6 meses e nao me aparecia na lista, tendo eu que aceder a biblioteca, procura-lo e arranca-lo.
O menu da PS4 da perfeitamente para criar sobecategorias em baixo (mais barras em baixo), mas e algo que a Sony provavelmente nao ira fazer (assim como nao fez com a PS3).
Só uma nota quanto ao primeiro vídeo.
A ideia de que a PS5 se vai situar entre a X e a Anaconda é algo sem qualquer fundamento e que surgiu pela contínua repetição da ideia em fóruns, sem que alguma vez tenha existido alguma informação nesse sentido.
A Anaconda é a que supostamente será a mais potente certo?
Achas que a PS5 será a mais poderosa de todas?
Não queria cair no erro dos outros, e falar sem dados fundamentados. Da mesma forma que não posso confirmar e nem aceitar o rumor de que a PS5 será menos poderosa, também não quero que me citem em qualquer sentido. Pura e simplesmente não há dados para se saber isso!
Agora o que não acredito é que a PS5 seja 8 Tflops. 10 seria o mínimo aceitável, mas como referi nos meus cálculos, e acredito que o Cerny liga muito a isso, 12 seria o chamado “sweet spot” para 4K e uma nova geração!
Nao sei se sera o “sweet spot”… Sera o minimo necessario para ter algum salto grafico e 4K.
Mas deveria ser muito mais.
Sweet Spot é o ponto onde as necessidades e o baixo custo se encontram! Mais do que isso tem custos incomportáveis pois estaríamos a pedir performances ultra topo em um sistema barato!
Aproveitando o tema… Eu espero que, caso a Navi se revele uma arquitetura GCN que consiga ultrapassar o limite de 64 Compute Units, veremos muito em breve um enorme salto na potencia dos GPUs, por preco.
Pode ser que sim… mas infelizmente mesmo que ultrapasse, o ganho não é linear.
Como assim?
Tudo depende de como a coisa for feita. O limite de 64 CUs que conheces na realidade está ligado a outro limite. O de as placas AMD só poderem ter 4 Compute Engines, sendo que cada um deles pode ter até 16 CUs.
Aumentar o número de CUs por compute Engines trará ganhos decrescidos pois como em qualquer sistema, o aumento dos núcleos não traz ganhos reais na mesma proporção, sendo que se inicialmente as perdas são muito pequenas, elas vão aumentando com o acréscimo de núcleos.
A Fury X, por exemplo, teve 64 CUs e sofreu de problemas enormes de perdas de performance por severa incapacidade de utilização de todos os CUs, algo que foi muito melhorado com a Vega 64.
Daí que não negando que a Navi possa ultrapassar esse problema, tal é algo questionável, e a alternativa poderá ser uma de duas situações. O aumento da performance de cada CU (que parece ser o que o SuperSIMD fará), ou o aumento do número de Compute Engines, mantendo o limite de 16 CUs em cada (aparentemente, apesar de tal não ser utilizado, a Vega parece que já tem qualquer coisa neste sentido).
Espera ai.. as compute engines nao sao as ACEs? Tinha ideia que a sua unica funcao era alternar entre o modo de processamento generico e grafico de cada compute unit atraves do fornecimento de instrucoes? E que esse limite estava relaccionado com o numero de comandos que podia fornecer?
Se for esse o caso, porque e que dizes que teve perdas enormes de performance? Afinal estamos a falar de nao ter a totalidade das CUs do GPU com possibilidade de GPGPU mas sim de ter isso limitado a algumas CUs enquanto resta lida com processamento grafico simples. O GpGPu e muito bom, mas e algo extra sobre a performance base da placa.
Por outras palavras, e se estou certo no que disse em cima, o aumento e linear desconsiderando as CEs e pode ser mais do que isso, adicionando essa performance extra.
Se nao for esse o caso, ha alguma razao pela qual eles nao aumentaram as compute engines na Fury X? OU seja ha algum limite ao numero de compute engines que esteja a ser imposto por outro fator?
Seja como for, Basta considerar, que mesmo so tendo 4 CEs, ja podes ter na area da vega 64, a 7nm, 128 compute units. So tendo 104 (52 x2) a 1363 Hz ja contas com 18 Tflops de potencia.
As ACE são as Assyncronous Compute Engine, que basicamente dividem e ordenam os comandos, e permitem alterar entre modos de processamento. São termos semelhantes e realmente é confuso!
O limite das ACE não tem nada a ver com o número de CUs, mas sim com o número de comandos que consegue ordenar antes de os mandar para processamento.
Eu próprio desconhecia esta questão de existirem 4 Compute Engines, aliás, tal como tu, compute Engines para mim eram as ACE.
Mas o que li foi que a estrutura da AMD está feita para poder ter até 4 motores de computação (global), e que cada um desses motores pode ter até 16 CUs. Isto é algo invisivel ao utilizador, mas que acaba por ser o que limita as 64 CUs. Passar o limite implicaria ou mais CUs por motor, ou mais motores. Mais CUs por motor poderia trazer ineficiencia, mas mais motores poderia ser a solução.
Para o utilizador normal, e conversa de foruns, qualquer dos casos significaria um aumento de CUs, mas no entanto com implementações no hardware diferentes.
Isto foi o peixe que me venderam!
Quanto à perda ela é uma realidade em qualquer sistema de processamento paralelo. A lei de Amdahl ou a de Gustafson (a primeira é mais virada para casos onde o tamanho do problema a calcular é fixo e a segundo, para casos com dimensão variável. Outra diferença é que a primeira não toma em conta o número de processadores, aceitando apenas a existência de processamento paralelo, e a segunda toma, pelo que a segunda se torna um pouco menos pessimista em casos reais), são formulas que permitem calcular o potencial de aumento de cálculo de um algoritmo com o aumento do número de unidades paralelas de processamento, e elas deixa transparecer as quebras com o aumento do número de processadores.
Seja como for eu não disse que haveria grandes perdas de performance, disse apenas que o ganho não era linear. E duplicar os CUs, apesar de duplicar os Flops teóricos, não se traduz na prática no dobro da performance. Porque a eficiência do conjunto desce e o valor máximo não consegue ser atingido em igual percentagem.
A Fury X, com 64 CUs, na altura sofreu de severos problemas de aproveitamento. O seu rendimento máximo estava longe da performance teórica máxima, mas isso foi melhorado e muito com a Vega 64. Basicamente a eficiencia do conjunto foi melhorada. Mas seja como for isso não invalida que mais CUs trazem maiores perdas de eficiência. Isso é negligenciável com poucos, mas quando sobes para os 64 notas bem mais.
De resto é como dizes, tens 18 Tflops de potência. Mas esses Tflops, como todos, são apenas teóricos e não conseguem nunca ser atingidos na totalidade. Com mais CUs a coisa piora!
Basicamente, num exemplo, e teorizando um valor em Tflops igual, tens mais facilidade em atingir um pico de rendimento mais alto com 40 cus a maior velocidade de relógio do que com 64 e menor velocidade de relógio. Isso não se nota em casos como os da PS4 e XBox, onde o aumento de processamento vindos do CUs extra compensam e bem a perda. Mas não sei se de 64 para cima a coisa compensará verdadeiramente na relação ganho/custo, ou se será efectivamente preferível uma tecnologia diferente.
A ideia de mais CEs em vez demais CUs por CE poderia, teoricamente, ser uma forma de permitir este aumento diminuindo as perdas.
Mas insisto… olhando para os rumores que a Navi 12 de 40 CUs terá a mesma performance da Vega 56, das duas uma, ou a Navi terá mais velocidade de relógio (o que implica baixos consumos), ou os seus Cus são mais capazes e isso leva-me a pensar no SuperSIMD.
Nao sei. Eu acho que tudo depende do porque haver um limite no numero de compute engines (CE), se e que realmente ha um.
Sabes se ha um limite devido a CPU ou outro fator?
Pois, mas e a nocao que as pessoas mais tem nos comentarios em foruns por ai fora, conjuntamente com a perspetiva de que , por algum motivo, a MS ira lancar dois modelos e a Sony nao o ira fazer, sendo apanhada desprevenida.
A questão é que isso é um rumor auto alimentado. Surgiu em fóruns sem fundamento nenhum, mas como é falado pelos próprios foruns de forma repetida, as pessoas toma a coisa como verdade.
E um caso curioso que eu tenho notado ao longo do tempo, lentamente, na PC Manias.
EM 2013/2014 so via comentarios aqui de utilizadores Xbox (alguns a afirmarem que tinham tido consolas PS) a dizer que certos exclusivos Sony eram meia boca, se jogavam uma vez e se encostavam.
E basicamente havia a ideia que um titulo, como Infamous, se jogava uma vez e se encostava nao tendo qualquer valor face a um MMO que se “podia jogar para sempre sem nunca acabar”.
E depois houve um utilizador que se mantinha de fora dessas conversas e um dia experimentou Infamous 2. E o que achei engracado na resposta foi ele afirmar que Infamous tinha bastante valor porque tinha as missoes da comunidade que ele estava a gostar de jogar. O que achei engracado foi o tom de surpresa dele, ao descobrir isso (nao me recordo quem foi).
Outro caso mais recente foi o Rocha. Fanboy Xbox ate mais nao defendia sempre os servicos e servicos e exclusivos nao interessam e um dia decidiu experimentar a PS4. Ficou surpreso com a rapidez da interface, com o free-to-play ser, bem, gratis… ao mesmo tempo que ficou rendido a God of War.
O que mais notei ao longo do tempo e que quem mais faz barulho, normalmente nao so nao tem, como nunca experimentou e faz o deboche pelo deboche, indo buscar todos os motivos e mais alguns.
Isso para mim nao tem qualquer fundamento.
Mário, boa Noite! Se vc puder ver isto: https://youtu.be/gkcR3Sh17kw O Coticozy está colocando a credibilidade do seu canal em xeque, pois garante que tem informação de dentro sobre a arquitetura do ps5 e o novo Xbox. Vale a pena assistir!
21 minutos… passei à frente. Neste momento não posso ver.
Mas se te referes ao Zen 2, refiro que ele tem grandes probabilidades de acertar.
O Zen vai ficar ultrapassado, e o Zen+ vai ser descontinuado. A diferença de custo entre o Zen+ e o Zen 2 tambem é relativamente pequena pelo que se pensarmos no custo de manter uma linha de produção por causa do Zen ou Zen+ a coisa não parece justificar, especialmente quando sabes disto logo à partida.
Logo eu diria que Zen 2 é uma aposta quase certa.
Ele garante que tem pessoas que ele conhece lá dentro que deu a informação como certa. E ele é um cara que é conhecido por ser muito correto e não usar de mentiras para alavancar inscritos.
Mário, olhe isto, se possível: https://www.eurogamer.pt/articles/2019-02-25-analistas-preveem-chegada-da-ps5-entre-abril-de-2021-e-marco-de-2022
Edson… a PCManias é um pequeno website, gerido por uma pessoa. Questões que lhe podem comprometer a credibilidade como erros de escrita são aceitáveis.
A Eurogamer é, supostamente, um grande website, internacional e com equipas de redactores. Ter um título que refere que analistaS PREVEEM e depois a notícia é um único analista que preve, acaba por ser ridículo. É clickbait claro!
O que esse analista refere é a opinião dele… que não tem tido grande aceitação nos meios de comunicação!
A questão Edson é que o mercado não fala de outra coisa senão as consolas, e o desejo está virado para 2020. Isso vai ter implicações nas vendas pois ninguem que ande na internet e seja informado te vai recomendar que gastes 400 euros numa consola que estará obsoleta naquilo que se acredita serem meros meses de distância.
Daí que um lançamento em 2021 ou 2022 seria caótico nas vendas. E pior do que isso nos jogos pois a Sony não tem nada para apresentar uma vez que os seus jogos estão todos previstos para 2019, sendo que andar a esticar as datas seria cair no erro da Microsoft dos últimos anos, e queimar a imagem que a Sony obteve à custa de muito investimento.
Se te digo neste momento que a Microsoft tem que me provar que merece a minha confiança, uma atitude da Sony onde arrastava os jogos que ainda tem por mais 2 ou três anos seria basicamente dizer que a Sony se iria colocar na mesma posição.
Sinceramente, acho que 2020 será o ano de lançamento.
Vamos com calma.
O que o analista diz nao e descabido de todo e vai de encontro ao que eu tenho defendido, tanto que acredito que essa e a data ideal para um inicio de geracao tao forte como este. Sobretudo porque lentamente os precos dos componentes disponiveis no mercado se comecam a compor.
Em primeiro porque os 3 jogos dos quais ainda nao se sabe a data nao estao previstos para este ano ou sequer o inicio do proximo. Logo quando ele diz que imagina Gohsts of Tsushima a ser lancado este ano e os outros dois ao longo do proximo, isso e ate bastante plausivel e vai de encontro ao que eu ja imaginava.
The last of Us part 2 nao deve chegar este ano tao simplesmente porque Days Gone, que tem uma tematica similar chega agora em Abril. Por isso convem que a Sony aguarde ate depois de um ano para lancar TLoU
Death Stranding pode bem chegar ate a primvera de 2020.
Em terceiro, porque varios rumores ja confirmaram que a Sony ainda tem uns quantos jogos PS4 por anunciar.
Deem-me ratchet e Clank 2 para a PS4, ou o remake de ICO e ja fico satisfeito.
O silencio da Sony pode nao estar relaccionado com a falta de jogos, mas mais com o nao afectar o lancamento dos jogos atuais e fazer barulho no momento certo.
Segundo a notícia a MS vai começar a dedicar-se ao PC. Steam que se cuide, se for relacionar a notícia ao conteúdo deste artigo.
https://www.eurogamer.pt/articles/2019-02-27-phil-spencer-diz-que-veras-na-e3-2019-a-dedicacao-da-companhia-ao-pc
Em um dos comentários:
2013… TV, TV, TV, TV…
2019… PC, PC, PC, PC…
Tudo menos o xbox. Depois será o xcloud.
Pois é, e eu já penso que a estratégia vencedora deles fosse foco total no Xbox (na verdade é o que eu queria), anunciando na E3 que o Xbox seria o centro de tudo e que grandes jogos pra todos os gostos estariam disponíveis em “breve”, e que o Xbox seria “a máquina gamer definitiva”.
E o mais importante: cumprir isso a risca.
Mas parece que temos um caso flagrante de “faca e queijo na mão” de uma pessoa que não tem idéia do que fazer com isso.
Tendo lido o mesmo que tu, não sei exactamente o que concluir daquilo que é dito.
Há duas interpretações para o que Phil refere. Phil refere um aumento do suporte PC, e que vai deixar as suas equipas criarem os jogos para o que quiserem, seja a consola ou o PC.
Isto são os factos da notícia.
Agora as interpretações… é que podem ser diferentes! E sinceramente não sei qual delas se aplica.
Primeiro o que significa um aumento de suporte ao PC?
Atualmente os exclusivos Xbox saem todos para PC. E isso quer dizer que todo o software que a Xbox produz já está no PC. Como aumentas algo que já está a 100%?
Sinceramente acho que se está a extrapolar demais essa frase, e aquilo que a Microsoft refere é simples. Até agora para comprares um jogo Xbox tinhas de o fazer na loja Xbox, mas futuramente isso vai deixar de acontecer e a loja Windows tambem os vai ter. Penso que é isso e só isso que significa um aumento do suporte PC.
No entanto, apesar que me parece lógico o que refiro, a dúvida fica quando Phil refere que vai deixar as equipas desenvolver onde quiserem, na Xbox ou no PC.
E aqui é que a porca torce o rabo pois não sei interpretar isso.
Para começar, eu não acredito que Phil permita que sejam criados exclusivos PC. Se os jogos Xbox vão parar ao PC, os do PC não irem para à Xbox seria matar a consola e dar primazia ao PC. Custa a crer!
A alternativa será a escolha da plataforma de desenvolvimento, mas isso tambem parece pouco credível pois optimizar o jogo na concepção para o PC e depois colocar na consola seria desaproveitar a consola. Isto é possível, especialmente porque as especificações que se falam para a nova geração se aproximam dos PCs de topo, mas sinceramente, acho que isso seria um tiro no Pé. Apesar do potencial do Mercado PC, ele é muito dividido e as grandes receitas são mais fáceis de se obterem nas consolas. Essa aposta seria um tiro no escuro que poderia bem acertar-lhes em cheio. Os PCs de secretária potentes estão em queda, sendo que as pessoas apostam cada vez mais em portáteis e tablets menos potentes. As consolas pela sua simplicidade de uso são cada vez mais usadas para jogos.
Mas Phil fala de uma futura versão do windows que vai mudar a forma de se desenvolver jogos para PC e Xbox. Ele fala de uma única versão do jogo que correrá em ambos os sistemas. Mas que raio?
Será que a Microsoft vai retroceder e acrescentar layers de abstração no PC e na Xbox, aumentando o nível do API para suportar todo o hardware em simultâneo, e perdendo as optimizações específicas das consolas? Isto seria mais uma vez uma crença na potencia da consola e na sua proximidade com a dos PCs. Mas seria dar à concorrência um trunfo que, com menor capacidade de hardware, pela manutenção do API de baixo nível poderia fazer igual. E se a Sony calha de ter hardware igual ou superior, a Xbox fica então para trás pois não optimiza da mesma forma. Recordam-se quando antes do DX 12 um jogo PS3 pedia um i5 para ter o mesmo jogo? Basicamente é disto que falo, mas numa escala inferior pois nessa altura tinhamos o DX 11 de alto nível, e o DX 12 baixo nível minimizou isso muito.
Mesmo com a Xcloud não vejo como as equipas possam ser livres de escolher a plataforma sem um API universal e layers de abstração adicionais. Afinal o jogo vai estar a correr num servidor e tem de correr bem nele. Se o desenvolvimento for na Xbox então ele tem de ser compatível com o seu software.
Ora a criação destas layers adicionais tem uma consequência adicional. É que para todos os efeitos, a Xbox passa a ser um PC numa caixa de consolas. Atualmente e algo com muita proximidade, mas continua a ser algo à parte pois há semelhanças mas incompatibilidades, e o software de um não corre no outro sem alterações. A partir do momento em que o software é uno… ela é um PC. Uma espécie de steam box. Basicamente um PC numa caixa de consolas.
E essa compatibilidade faz-me temer pela consola. Mesmo que o seu hardware seja seguro e impeça ataques e hacks, a universalidade da coisa expoem-na pois o PC não tem essa segurança.
Sinceramente estarei atento a desenvolvimentos. Preciso de perceber o real alcançe destas afirmações.