A AMD usou a ComputeX 2019 para apresentar os ses novos CPUs e GPUs. As novidades são muitas e acima de tudo excitantes.
Apesar de AMD ter reservado o dia 10 de Junho para detalhes mais profundos sobre as tecnologias aqui apresentadas, mais particularmente o Navi, a realidade é que o que aqui foi dito foi bastante. E acima de tudo deu para despertar atenções pois as performances estiveram na ordem do dia! A AMD celebra 50 anos, e com eles pretende estourar o mercado com produtos novos, inovadores e de alta performance.
Basicamente a AMD apresentou uma nova gama de produtos que vão definir uma era. CPUs para datacenters, CPUs para o consumidor, GPUs, etc. A capacidade de computação tem sido um dos focos da AMD, e isso aparece agora nesta gama de produtos que irão aparecer.
A AMD falou do Frontier o próximo supercomputador a ser construído, com mais de 1.5 exaflops, e para o qual a AMD foi a escolhida para a produção dos seus componentes, sendo que este será constituido por CPUs EPYC da AMD e GPUS Radeon Instinct.

Os CPUs EPYC são igualmente usados na Azure da Microsoft. Segundo a AMD, a Microsoft registou um aumento de 7500x na velocidade da sua Cloud face à solução que usava antes!

A segunda geração de processadores EPYC, os Rome, a performance e capacidade de Input/output são dobradas, e a capacidade de cálculo em virgula flutuante será 4x superior.
A AMD refere ainda que o seu Rome 2 bate o Xenon 8280 da Intel, e que custará menos.

E eis que chegamos aos GPUs, mais especificamente à NAVI.
A introdução começa com um referência ao alcança dos GPUS Radeon, que vão desde o PC, MACs, Notebooks, Google Stadia e consolas de jogos, como a Xbox e PS4. São mais de 400 milhões de GPUs no mercado com a marca Radeon.
Há na apresentação uma referência directa à Playstation 5 a, como usando um GPU NAVI e um CPU Ryzen baseado no Zen 2, que foi a primeira empresa a dar a conhecer o uso deste GPU.

Lisa Su faz uma série de elogios a Mark Cerny pela sua visão sobre o futuro das consolas nos videojogos.
É então revelado que a NAVI usa uma nova arquitectura, a RDNA, ou Radeon DNA, uma arquitectura diferente da GCN. Tal vem confirmar rumores antigos de que a Navi não seria GCN, mas sim uma nova arquitectura!

Apesar de tal não ser abordado, tal explica as alterações radicais que se referiam como rumor para a Navi. Ao ser uma nova arquitectura, ela quebra com os conceitos anteriores do GCN!
A AMD fala nele como um GPU especializado em videojogos e é o primeiro GPU a usar o PCIe 4.0.
A Navi foi concebida de raiz, tal como foi o ZEN. A AMD acreditava que tal era a unica forma de se quebrar as barreira com o passado. O RDNA é assim, de acordo com a AMD, a arquitectura que irá ser dominante na AMD na próxima década.
Esta frase mostra que o termo Next-Gen que definia o produto a seguir à NAVI era um termo genérico, e que se referia apenas ao facto de a geração seguinte não ter ainda um nome de código. A nova arquitectura da AMD está aqui, é o que a Navi apresenta, e estará connosco pelos próximos 10 anos.

Os slides mostram que a NAVI terá melhor performance por ciclo de relógio, menores consumos, PCIe 4.0, novo design nas unidades de computação, nova hierarquia de caches, e um novo pipeline gráfico “streamlined” optizado para performance.
Os CUs são optimizados para performances e ganhar performance por ciclo de relógio (o que bate certo com os rumores sobre a estrutura do Navi que já discutimos na PCManias).
Eis os números relativos a ganhos apresentados pela AMD.

Como já tinhamos dito em alguns artigos, o referir Tflops comparativos com a atual geração poderia não ser relevante se a Navi não fosse GCN! E efectivamente não é!
Face ao GCN a Navi tem um ganho de 25% de performance por ciclo de relógio, e 50% mais performance por watt, ou seja, para a mesma performance, a Navi gasta 50% menos energia. É uma arquitectura radicalmente diferente do GCN.
A linha de produtos Navi será a RX5000, que será lançada em Julho, e foi mostrada a correr uma demo de Strange Brigade, onde bateu a RX 2070 por 10%.
De referir porém que um jogo não define performances, e daí que tenhamos de ver muito mais, mas seja como for, são resultados prometedores. A AMD prometeu mais dados sobre performance para o dia 10 de Junho!
Deixo só este tweet para aguçar apetites:
I’m sitting in on a media roundtable with AMD’s CEO, and I couldn’t help but ask about ray tracing: “We view ray tracing as a very important element across the portfolio, so we’ll have it in a number of other places,” Su said. We’ll be getting more Navi details in June at E3.
— Devindra Hardawar (@Devindra) May 27, 2019
Passando aos Ryzen a AMD dedicou aqui algum tempo à sua parceria com a Microsoft, dando a conhecer que muita da evolução destes processadores se deve a esta parceria.

A AMD e a Microsoft colaboraram de forma clara no mercado PC, quer no domínio dos CPUs, CPUs e outras inovações e ambos pretendem trazer inovação a este mercado.
Os CPUs Ryzen serão essenciais para os ultrabooks de baixo consumo, nomeadamente na linha Surface da Microsoft.
Seguiu-se uma série de apresentações de produtos de OEMs que possuem parcerias com a AMD, mas que não abordaremos aqui neste artigo.

A terceira geração de processadores Ryzen, já confirmada na PS5 pela Sony, foi apresentada. Este CPU baseado no Zen 2 duplica a capacidade de virgula flutuante face à geração anterior, bem como duplica a capacidade das caches, e o IPC, ou número de instruções por ciclo de relógio que subiu 15%, acima das expectativas iniciais da AMD.

O Ryzen 3700x com 8 núcleos e 16 threads a 3.9 Ghz com boost a 4.5 Ghz mostra a capacidade de baixo consumo dos processadores AMD. Apenas 65 Watts.

Comparativamente à geração anterior, temos os seguintes ganhos, apesar do menor consumo:

Este CPU foi mostrado em um benchmark de Ray Tracing contra o Intel i7 9700K, mostrando-se quase 33% mais rápido (1/3).
Foi igualmente mostrado um Benchmark de PUBG num i7 9990k contra um Ryzen 3800x onde o primeiro corria a 141 fps e o segundo a 147 fps.
A AMD acaba misturando tudo e com um Benchmark onde mete o Seu Ryzen 2800x com um GPU Navi numa board X700 contra um i9 9900K com um RTX 2070 TI, a correr o futuro 3DMark. O PCI Gen 4 mostra ganhos de 60% ao correr a25 fps no sistema AMD contra 14 no outro.
O Ryzen 9 será o topo de gama dos desktops, com 12 núcelos, 24 Threads, a 3.8 Ghz com boost a 4.6 Ghz e um TDP de 105 Watts.

O 3700X custará 329 dólares, o 3800X custará 399 dólares. O Ryzen 9 custará 499 dólares. Preços que são ultra concorrenciais face aos Intel, particularmente o do Ryzen 9 que fica a metade do preço.
Aguardemos agora pelos próximos dias e mais dados, para termos um enquadramento mais global da tecnologia e podermos descascar a camada de marketing que por norma há nestas apresentações.
Ha muita coisa desapontante nesta conferencia.
Comecando pelo Zen 2: estava toda a a gente a espera de um topo de gama de 16 nucleos, pelo mesmo preco do de 12 nucleos. Os resultados do de 12 nucleos prova que a performance por nucleo parece estar a par com a da Intel, mas os precos do de 8 nucleos para as consolas… e problematico.
Navi: muitas incognitas. A AMD anuncia uma nova arquitetura. No entanto, varios drivers linux e inclusive a Anandtech anunciaram que o mesmo design the CU com 64 SPs se manteve.
E depois - a AMD lanca um novo GPU, a 7 nm, que …. e somente 10% melhor que um a 12 nm?!
Ha muito que falta ver. Chamo tb a atencao para nenhuma aposta em hardware personalizado raytracing, o que levanta a incognita sobre o que e que as consoas irao suportar.
Há muito a saber-se… E muitas dúvidas. E eu gostava de perceber se os ganhos anunciados são face à Radeon VII ou aos produtos 14 nm. Porque se são os primeiros, a Radeon VII está ao mesmo nível.
Quanto ao SP, o que eu vejo é que a arquitectura parece estar dividida. OS CUs parecem ter demasiadas semelhanças com o GCN, apesar de estarem estruturados de forma diferente. O RDNA parece-me que será mais visível na componente de grafismo do que no da computação, onde a herança GCN parece manter-se.
Quanto ao Ray Tracing, vamos aguardar pelo dia 10.
Quanto ao zen 2 eu esperava um pouco mais. O ponto alto foi que o ryzen 9 por incrível que pareça é o custo benefício da linha kkkk. Uma coisa que me deixou cabreiro foi o porque do ryzen 5 3600x ter um tdp de 95w e o ryzen 7 3700x só 65w. Mas o pior foi o ryzen 7 3800x, que para mim, só há sentido a compra se ele subir mais em over que o primo de baixo, pq 70 doletas por 100 mhz é muito pouco que justifique a compra.
Quanto a gpu, está cedo para falar bem ou mal, e tudo depende do preço. Se essa gpu navi com desempenho superior a rtx 2070 chegar por uns $100 a menos ($ 399) ok, mas de a AMD meter a faca (o que não acredito), será decepção, pelo menos da minha parte.
O que me parece é que o Navi não será a nível de performances superior ao Vega VII… O que será, isso sim, é muito mais barato! As alterações da arquitectura permitiram todos os ganhos da Vega 20, mas a baixos preços.
se for muito mais barato já superou, preço x desempenho.
a gente não sabe se a AMD primeiro focou em GPUs custo x beneficio para depois lançar um flagship.
primeiro que o lucro esta no low e mid, depois que é onde eles vão vender muitas GPUs para Sony e MS.
Eu aposto que a Navi flagship sai quando a Nvidia lançar as GPUs dela em 7nm+
Pra mim isso meio que da uma ideia de que a galera ta chutando muito alto os teraflops tanto do ps5, quanto do novo xbox. É bom o pessoal ter pés no chão e esperar entre 9 a 11 teraflops (desconsiderando a questão do raytracing, quanto a chips dedicados ou algo do tipo) nesses novos consoles. Principalmente os iistas doentes. Estava no resetera ontem, e vi um maluco jurando de pé junto que tem como a sony lançar um ps5 com 14tf por $399. Depois da declaração da Lisa Su ontem, as placas farão mais com menos poder bruto ( fazendo alusão de que essa será a maxwell da AMD), mas atingir 12tf em diante só nas NAVI 20.
A questão é que com a Navi a ser uma nova arquitectura a questão dos Tflops perde-se! E deixas de poder comparar directamente.
Não podes comparar Flops entre arquitecturas diferentes. E se o fizerem tens de multiplicar pela percentagem de ganho que ela traz!
Imaginemos que tens um GPU Navi com 40 CU a 1849 Mhz. Ele terá 9.46 Tflops medidos. Mas como a arquitectura é diferente, para teres o mesmo rendimento precisavas de uma Xbox One X a 11.83 Tflops para fazer igual! Isto porque o número de instruções por ciclo cresceu 25%.
Sim sim. Se quiser fazer uma analogia da NAVI com a antiga polaris da atual geração de consoles é “só” multiplicar por 1.25. Voltando ao ps5, é como se o mesmo para atingir o desempenho de 14 teraflops polaris, precisaria de 11.2 teraflops navi.
A coisa aplica-se a toda a gama GCN, seja ela Polaris, Vega ou qualquer outra.
Tem gente no Resetera que acredita que a Microsoft usará VEGA, o que é uma teoria sem pé nem cabeça, uma vez que a AMD já declarou diversas vezes que a MS é uma dos maiores contribuidores que eles possuem para o desenvolvimento de novas tecnologias.
As vezes parece ser difícil perceber que o motivo pelo qual não associam NAVI ao Xbox ainda é basicamente por que o console não foi oficialmente apresentado, ao contrario do PS5 que a Sony soltou as informaçõess para ofuscar a E3 que ela não vai estar.
A Microsoft usar Vega é uma possibilidade como qualquer outra e não pode ser descartada. Tudo o que se diga a favor ou contra isso é especulação.
Seja como for, a Navi está claramente pensada para altas velocidades de relógio, e todos os rumores sobre a Xbox apontam para velocidades de relógio mais baixas, o que está a ser o motivo da ideia da Vega, especialmente quando associada ao facto de a Google ter optado pela Vega para a sua cloud, e a Microsoft pretender usar o mesmo hardware nos seus servidores.
Agora o que me parece é que o RDNA é na Navi ainda muito prematuro e só o podemos referir na componente gráfica pois o GPGPU é claramente ainda GCN. Independentemente de Navi ou Vega, talvez a Microsoft tenha apostado aqui em renovar essa parte usando tecnologia de IA sua, e dai o nome Arcturus associados aos Cores.
Na realidade o motivo pelo qual as pessoas associam a Vega a Xbox esta relacionado com duas coisas e tem justificacao (apesar de eu pessoalmente nao concordar com nenhuma das duas):
Primeiro: como o Mario disse, a Vega acredita-se ser mais virada para compute (tudo porque a Navi foi lancada este ano para a media gama com a Radeon VII a continuar o topo) e a Navi mais virada para graficos. Logo, acredita-se, tendo a MS o Azure, que a empresa procurara o custo benenficio e encomendara APUs baseados na Vega para alimentar tanto a consola como os servidores. Tendo em conta que o uso de compute shaders resultou no que resultou nas atuais consolas, nao e preocupante. O que e preocupante sao as limitacoes de 64 Compute Units que existe desde os 28 nm. Mas se houver uma alteracao que permita ultrapassar isto, entao a Vega em si nao e preocupante. Mas a MS seguramente investira em DSP Ray tracing ou outro hardware acessorio. Nao estou a ver a MS a falar do DXR e depois nao o incluir na proxima consola.
Pessoalmente discordo, porque ninguem sabe como se coloca a Navi face ao compute, mas o futuro passara pela Navi e nao pela Vega, logo este argumento cai so por isto - os servidores no proximos tempos estarao equipados com a Navi. A Vega deixara de existir.
Segundo: (este e o mais importante) Nao sei se reparaste, mas a conferencia da AMD na computex confirmou o primeiro rumor a afirmar que a Navi estaria na PS5. Esse rumor, que foi exclusivo do WccfTEch, dizia o segunite:
- a Vega foi produzida para a Apple;
- a Navi foi produzido com a colaboracao da Sony (com a empresa a contribuir e ditar algumas especificacoes);
- a Navi seria a primeira arquitetura a substituir a GCN;
- Raja Koduri saiu da AMD devido a conflitos internos relacionados com corte de orcamento e alocacao de dois tercos da equipa Radeon para o desenvolvimento da Navi.
Houve uma noticia na Pc Manias sobre isso.
Ora este rumor, teve muitos pontos confirmados nesta conferencia. A Navi e efectivamente a arquitetura que substitui a GCN (vejamos e o quanto inova) e pelas palavras de Lisa Su que sentiu necessidade de agradecer o contributo de Mark Cerny e a sua visao para o futuro o gaming, e possivel concluir que efectivamene a navi e um produto que resultou do input da Sony (porque outra razao iria a CEO da AMD sentir necessidade de agradecer a Sony?)
Ora com isto a conclusao logica e que a Sony ira guardar todas as inovacoes para a PS5 e trancara a Xbox numa arquitetura menos eficiente, que sera a Vega. Porque raio ira a Sony gastar recursos a desenvolver uma arquitetura de GPUs e partilha-la com a sua concorrente mais directa? Tem toda a logica.
Mas mais uma vez eu discordo.
Tao simplesmente porque a Sony nao tem boas experiencias com o guardar das suas arquiteturas para si propria.
De que serve desenhar um hardware inovador se no fim, ninguem usa as caracteristicas que o fizeram inovador?
Isto passou-se com a PS3 e passou-se com a PS4 Pro, que suporta o RPM (ou pelo menos o int 16) e poucos sao o que o usam para checkerboard.
Portanto acho que a Sony so tem a ganhar com o partilhar da arquitetura - desta forma garante que os devs a explorarao.
Em contrapartida, recebe royalties da venda dos GPUs com os quais pode obter desconto no hardware.
Claro que, se as alteracoes na Navi nao forem muito especificas e forem faceis de ser adoptadas entao efecitvamente a Sony bem pode exigir exclusividade.
Aqui discordo de ti num ponto. Bem, não é discordar, pois no fundo concordo, agora o que discordo é parcialmente pois ao ceder a arquitectura Navi ara PC a Sony já está a garantir o uso da mesma.
Mas ao bloquear para a Xbox ela poderia ganhar uma vantagem competitiva num mercado que no fundo é o que a mantêm à tona de água. Perder esse mercado seria fatal para a empresa e ambos sabemos disso.
Seja como for, isto é paleio teórico. Nada garante que a Sony tenha exclusividade da Navi.
Quanto ao uso da Navi em servidores, isso que dizes é uma realidade… mas quando?
A questão é que se em jogos 56 CUs e 64 CUs são quase a mesma coisa pois o GCN não escala bem nos números máximos de CUs, a nível de servidores, onde a computação é o que interessa, os CUs fazem bem a diferença.
Não sei se a Navi consegue compensar isso de forma correcta, apesar do aumento de IPC em 25%. E se calhar a Microsoft tambem não sabia na altura da decisão do que usar. Aliás, na altura da decisão o Navi seria ainda muito teórico, e se calhar nada poderia ser garantido, um risco que a Microsoft se calhar não poderia correr.
Estou a teorizar… mas não são situações totalmente disparatadas.
Mario, como bem sabes, a GCN ja existia dois anos antes das atuais consolas. A placa da PS4 e baseada num GPU de 2011. E no entanto so agora estas a ver esse hardware a ser utilizado ao maximo e os resultados sao fenomenais.
O RPM na Pro, se nao me engano, existe nas polaris e na Vega. E acredito que raramente tenha sido utilizado. Mais ainda, async compute nao tem sido activado no PC porque a nVidia decidiu colocar outra implementacao nos seus GPUs drasticamente diferente daquilo que a AMD fez (ou pelo menos assim o entendi, quando se investiga async compute nVidia vs AMD).
Alias, RoTR tem ganhos enormes na performance nas placas AMD com o async compute activado, mas por algum motivo, titulos mais recentes nao tem esta opcao. Porque raio e que jogos como Battlefield, CoD entre outros nao utilizam o async compute? Hitman 2 utiliza-o com ganhos enormes na AMD com o DX12.
O PC e apenas sinonimo de desperdicio de performances. O hardware esta la, mas nao e utilizado. E depois temos os entusiastas a falarem de performances, ou que os Tflops sao diferentes, sem entenderem que o ocorre e programacao que nao tira partido do hardware.
Portanto, a nao ser que seja uma coisa obvia (e mesmo assim, porque o cerny tb afirmou que o checkerboard na PS4 seria muito simples e o resultado e que grande parte das thirds utiliza outros metodos), a unica forma e garantir que o hardware e utilizado e partilha-lo com terceiros. Se tanto a Xbox como PS partilharem a arquitetura, representam uma fatia demasiado grande do mercado para serem ignoradas.
O PC… enfim, estar la ou nao estar, nao faz diferenca nenhuma.
Tudo depende das especificacoes da Navi. Se permitir um incremento de performance automatico face ao atual, sem necessidade de porgramacao dedicade, concordo contigo. Mas nao acredito nisso. Acredito que a arquitetura suportara pelo menos o que a Vega suporta e so isso vai exigir programacao dedicada. E acredito que, se tivermos a reducao dos SE para metade das CUs, entao podera haver necessidade de ter isso em consideracao para GPGPU.
É verdade, A Nvidia tem sido um entrave. Mas com a Microsoft, Google, Sony e o mercado PC, a AMD deixa de poder ser ignorada. Actualmente a AMD pode não ter o mercado PC, mas o que tem é mais significativo no campo do gaming do que o que a Nvidia possui. E isso não pode ser negado!
Quanto ao Navi ele foi criado para compatibilidade total (e aqui acredito que o Cerny possa ter contribuído). Ele correrá tudo o que antes era executado apenas com as drivers e terá ganhos pois as optimizações são na eficiência interna no GPU pelo que eles são automáticos. Mas as suas capacidades totais, essas vão requerer programação dedicada que não existe ainda. Algo que as consolas vão ajudar a que aconteça!
A grande questão é, porque e que a GCN não conseguia escalar… E será que a Navi resolve isso?
Terão os SIMd de 32 bits, ou a redução do número de SE com 8 compute units cada algo a haver com isso?
Por ultimo, SE a Navi permitir duplicação dos CUs… Então bate a Vega em computação.
Por outro lado,se apresenta um novo SP, composto por mais ALU… Então bate tbm a Vega em computação.
Essas questões não as sei responder, mas a reformulação existiu para resolver problemas pois se eles não existissem não valia a pena mudar.
A Navi é algo que ainda vai ser optimizado, e teremos ainda mais novidades com a Navi 20 (A PS5 poderá já trazer algo dela). Como dizia a popular publicidade, já antiga, “Não negue à partida uma ciência que desconhece”. 😉
Eu acho que todos esses rumores são muito mais desejos de fans do que verdadeiros. Lembra da quantidade de rumores sobre a Sony reformular as especificações do PS4 Pro para baterem com o scorpio?
Os únicos insiders que eu conheço com histórico de acertos mencionaram Navi. O documento interno da Microsoft sobre os devkits foi vazado e a Microsoft está dizendo aos desenvolvedores que seu hardware principal é de nivel entusiasta e o local onde os jogos rodam melhor no mercado. Alguém pode discordar e dizer que a Microsoft não sabe o que a sony ta fazendo, mas eles sabem o que a AMD tem disponível e o quanto eles podem gastar. Agora pense que as coisas não são assim:
Microsoft:
Ei AMD, quetemos construir o hardware mais potente da próxima geração, como vamos fazer?
AMD
Veja Microsoft, temos a Navi que vai aumentar o IPC em 25% e reduzir o TDP em 50%, mas ja estamos num acordo com a Sony, você deve usar o Vega que é um comedor de energia e gerador de calor que vai te bloquear em 8tflops com o mesmo TDP do seu Xbox One X.
Microsoft
Ah tudo bem, é isso mesmo que vamos fazer!
Esquece, se por algum acaso a Sony bloqueou a Navi, a Microsoft pediu para a AMD fazer alguma outra coisa personalizada baseado nas mesmas melhorias da Navi. A Microsoft vai levar AMD para o Azure, para computação, renderização de gráficos e machine learning. O contrato com a Microsoft é muito melhor para a AMD.
Outra coisa, os consoles nunca equipararam a velocidade de GPU dos PCs, e nao vai ser agora. Os rumores de velocidades em torno de 1400-1500mhz batem perfeitamente com a reivindicação de aumento de 20 a 25% nas velocidades de relógio padrão, que são mais baixas no console. Isso está batendo com um aumento de 25% na velocidade do Xbox One X. É difícil aceditar que a Sony vai lançar um trambolho grande o bastante para dissipar o calor de um GPU a 1800mhz.
E por fim, a unica coisa que viabiliza uma nova geração de consoles é a Navi. A Vega torna a coisa inviável.
O problema sao as patentes… e contra isso nem a MS nem a AMD podem fazer nada! Alias, e bem possivel que a navi que a MS tenha nao seja a Navi que a Sony tem.
Nao achas estranho a vega 10 ter sido lancada com caracteristicas desactivadas? Casualidade, ou teve algo a haver com o acordo com a Apple?
Se a Sony ajudou a criar a Navi (e mais uma vez, para a Lisa Su ter decidido agradecer ao Mark Cerny, em alguma coisa a Sony contribuiu) entao ha tres possibilidades:
1- A Sony torna a navi exclusiva e impede concorrentes de terem acesso ao GPU excepto o PC.
2- A Sony manda desactivar algumas caracteristicas da Navi quando esta for liberada para terceiros, tal como a vega teve funcionalidades desactivadas (afinal nem tudo da Navi e da Sony).
3 - A Sony disponibiliza a Navi para terceiros a troco de descontos (que como ja disse e a opcao que para mim tem mais logica)
A AMD pode fazer o que quiser mas nao pode divulgar propriedade intelectual de terceiros ou disponibilizar esses IP para outros clientes sem o explicito acordo do dono da IP. Ou arrisca-se a um valente processo em cima, com milhoes de dolares em indemnizacao!
Portanto, se a AMD estivesse sobre NDA nada podia fazer. Alias, a Navi poderia ser um projecto desenvolvido em exclusivo para a Sony e a MS teria acesso ao restante catalogo. Logo quando perguntasse o que voces tem, a resposta seria: temos somente a Vega.
Por outro lado, como bem dizes, tambem e possivel a MS ter encomendado para si mesma hardware personalizado. Mas tendo em conta que a RDNA e a arquitetura de proxima geracao, nesse caso seriam alteracoes a vega existente. Ou espera ate um ano apos o lacamento da PS5, ou ate quando a Navi deixe de estar sobre NDA e lanca, com alteracoes proprias.
Mas como disse, antes, eu acredito que a Xbox tambem tenha navi nem que seja uma versao sem personalizacoes da Sony (que nao tem controlo sobre tudo o que a Navi e).
A frase inicial do teu comentário é exactamente igual à que teve um utilizador que comentou lá sobre este mesmo assunto.
A resposta foi que o Navi na Microsoft é tambem mais um desejo do que outra coisa. E que na realidade ninguém sabe o que lá está.
E sim, a Microsoft não sabe o que a Sony está a fazer… e Vice versa! A AMD morria no mercado se desse a conhecer aos clientes os segredos uns dos outros!
O resto é especulação. Mas convêm não esquecer que a Microsoft vende computação, e nesse aspecto a Gama Instict é a única que suporta precisão dupla, ou 64 bits, o que poderá ter ditado a arquitectura Vega. A Navi não suporta precisão dupla por tal não ser usado em jogos e este ser um GPU optimizado para jogos.
Eu não sei qual o GPU que será usado, mas não excluo nenhum por desejos. Porque na realidade entendo que ambos podem estar em aberto!
Este Tweet pode ser interessante:
https://twitter.com/KOMACHI_ENSAKA/status/1133638915561119744
Segundo o Komachi, a PS5 começou por ser Vega e passou para o Navi…
Se isto for verdade, pode ser mais um dos motivos pelos quais a Microsoft é Vega. Iniciou Vega e depois não mudou!
Pessoalmente, numa crença particular, acho que ambos serão Navi, mas as minhas crenças não valem nenhum!
Isso pode ser muita coisa, incluindo dev kits iniciais.
Depois… se realmente a Vega era a PS5 e depois mudou, entao a teoria de que a Sony auxiliou no desenho da navi cai por terra.
Não estou a ver porque! Tudo depende de quando a PS5 começou a ser concebida.
Segundo a Sony a PS4 começou a ser concebida logo após o lançamento da PS3, e se aqui aconteceu o mesmo, a Navi era na altura demasiadamente prematura, e acho natural que os primeiros planos tivessem sido com a Vega, duas gerações à frente.
Seja como for, coloquei isso apenas como uma referência, dado que o desenvolvimento de ambas as consolas devem ter começado na mesma altura, e como tal a Microsoft também terá inicialmente pensado na Vega.
Recordo que a Vega acabou por não ser o que estava previsto… e o motivo foi a Navi. Isto são dados conhecidos! Mas o que inicialmente estava previsto poderia ser bem mais atractivo.
Num outro aparte, no Reddit há referências a que o Navi é VLIW2 Super SIMD.
https://www.reddit.com/r/Amd/comments/bu5mum/rdnanavi_is_vliw2supersimd/
Segue o link que há lá.. é super interessante.
De resto, quanto mais leio mais me convenço que o Navi mantêm as suas raízes GCN, e que o RDNA é apenas uma evolução radical do GCN para superar muitas das limitações que a arquitectura tinha definidas.
O VLIW2 nao significa 2 ALUs por SP?
Pergunto porque o VLIW4 significava 4 ALUs por SP.
Comentário alterado.
Resposta: Sim
Instruções GCN: FAz uso de uma ALU nuclear e despeja algumas funções da ALU nuclear na Alu secundária.
RDNA instruction (VLIW2): faz uso da Alu Nuclear + A alu secundária , ou usa 2 Alus Nucleares.
No RDNA o CU executa 64 threads em simultâneo, seja em modo RDNA ou GCN.
O Navi é realmente uma alteração radical, mas mantêm as raizes GCN para compatibilidade total, com a arquitectura a evoluir depois nos proximos uarch.
Isto é mais um tiro nas comparações de Tflops…
PS: O terascale era VLIW5, e começa a ser dificil acreditar que a Microsoft não use Navi… Porque se não é tem de ter alterações radicais!
Portanto, um SP passa a ter duas ALUs. Até agora só tinha uma. Na terascale um SP era composto por 5 nas primeiras versões e 4 na Cayman.
Neste caso tudo começa a fazer sentido.
Lembraste daquela demo de GTS a rodar a 8k 120 fps?
O rumor era que a mesma estava a rodar em 4 Ps Pro em simultâneo.
Ora com as ALU a duplicar por SP, e a as alterações nas SIMd e hardware scheduler, e como se multiplicamos a fórmula tradicional por 4..
Repara:
36 x 64 x 2. ( 2 ALU por SP) x clock x 2 x 2 ( dado k por ciclo de relógio faz o dobro do que fazia antes).
Não… se bem entendi do que li, tinha 2… mas a side Alu não era muito usada e só servia como auxiliar à primeira. Agora a side Alu é usada de forma eficaz.
Daí que não é o dobro, mas há ganhos!
Seja como for, li uma análise ao GCN que refere que, com todas as situações somadas, a ocupação dos CU era em média de apenas 40%, algo que a Navi aparenta resolver.
O mesmo artigo refere que esse é o motivo pelo qual a AMD anda a evitar falar em teraflops, pois estamos perante um caso claro onde menos é mais, e a escala é difícil de se referir nesta fase.
De acordo com a análise a primeira GCN, pelo Anand tech, cada sim é composto por 16 ALUs. Logo cada ALU corresponde a um SP.
Cada CU tem 1 ALU vectorial
A ALU escalar é partilhada por todos os CU que processam a mesma wavefront.
OS CU tem efectivamente 16 ALUs… Mas a totalidade do GCN não!
Aparentemente, e isto falta confirmar, é isto que muda no Navi, a teres 2 ALU efectivas por CU.
Lê aqui:
https://www.anandtech.com/show/4455/amds-graphics-core-next-preview-amd-architects-for-compute/4
Cada CU na GCN está dividido em 4 SIMd. Cada SIMd possui 16 ALU vetoriais. Cada um destes é o que a AMD baptizou de stream processors. Logo cada CU possui 4×16 destes.
A ALU Scalar e só uma e serve todos os 4 SIMd e respectivos SP.
Agora, na Cayman, a última versão terascale, cada SIMd possuía na mesma 16 SPs, mas sendo VLIW4 cada SP possuía 4 ALUs.
Logo, se o rumor está certo, tens cada SIMd na CU com 32 SPs e cada SP com 2 ALU vectorial.
Estás a dizer o mesmo que eu disse, por outras palavras.
Há uma ALU principal e uma segunda secundária, programável, mais capaz e partilhada por todos os CUs que estão a processar a mesma wavefront.
🙂
A mim parece-me que não estás a entender uma coisa sobre isto. Pelo menos com base no que li e compreendi do teu comentário).
O que estou a dizer é:
GCN: cada CU possui uma ALU escalar e 64 SPs ( cada SP é uma ALU vectorial)
Navi (SE o rumor so o VLIW se confirmar) cada CU possui uma ALU escalar (ou mais?) e 64 SPs, com cada SP com duas ALUs vetoriais.
Daí o meu cálculo:
36×64(x2)xclockx2
Eu quando em cima disse que por SP só havia uma ALU e respondeste que na GCN já tinha duas com a side ALU a set pouco usada.
Mas essa side ALU, a scalar ALU, não pertence ao SP, é externa e é só uma.
Logo passas de 1 para 2 nos SPs.
A área da RX5700 já foi calculada e curiosamente é maior que a da RX 580.
A RX580 tinha também 2304 SPs, mas era a 14 nm.
Como é que fazem a mesma placa, isto é com o mesmo n° de SPs, e ocupam a mesma área num processo onde deveriam ocupar metade?
Eu percebi isso… mas o facto de a Scalar ALU ser externa pouco tem a ver. Ela é extremamente potente, programável e é acedida por todos os SP. Daí que ao estar acessível, ela tem de ser contabilizada, independentemente de estar dentro do SP ou não.
A questão é que nem todas as operações dos SP precisam dela (talvez por isso esteja fora), e como tal ela não é sempre usada (a secção que a usa prevê três tipos possíveis de operações, e somente uma usa a ALU, dai o termo pouco usada).
E realmente como tu referes, a ideia que o Navi dá é que terá essa segunda ALU, mas no SP!
Agora eu não sei é se o que dizes sobre o primeiro x2 é ou não aplicável. Porque o ter duas ALUs pode não trazer necessariamente resultados duplos. Não te esqueças que não temos informação que os dados a tratar que entram no SIMD tenham uma estrutura diferente, e o que referes implicaria que o simd pudesse fazer dois processamentos diferentes e não apenas um, sequencial, usando uma ou duas ALU conforme necessário.
E para dizer isso com toda a certeza era preciso saber-se mais sobre o Navi e as alterações dos CU.
Supostamente, se ele for realmente SuperSimd, com cada Cu a ser constituído por um BIG CU e um Small CU, ou outra alteração do género, isso poderá acontecer!
Não entendi…
A scalar ALU existe dentro do CU, e é acedida pelos SP não por todos os CU.
Realmente tem termos trocados! Deixa-me corrigir… Relê o comentário, que o vou alterar.
Aparentemente o tamanho dos CU aumento no silicone (23%). Pode significar alterações grandes.
Amanhã vou falar de uma que penso deverá existir.
Não sei se o que vou dizer a seguir é correcto. Mas aqui vai!
Factos:
No GCN as SIMD tem 16 pistas. O Distribuidor de trabalho recebe 64 threads. Logo para descarregar as 64 num SIMD, ele demora 4 ciclos.
Isto implica que os restantes SIMDs ficam parados ou a processar o que tinham durante este processo!
No GCN cada Wave demora 4 ciclos a ser processado.
Nesta situação, vamos ver para 7 waves (cada wave são os 64 threads), como elas seriam distribuídas.
Vamos aceitar que o processamento só começa após a entrega do Thread todo.
Navi. Rumor: O distribuidor é 32 bits e entrega 32 bits de cada vez. Logo entrega uma wave completa em 2 ciclos. Se ela demorar na mesma 4 ciclos a processar, temos:
A acontecer isto, basicamente o Navi entregaria a mesma coisa ao fim de 25 ciclos, ao passo que o GCN clássico demoraria 33.
Ora se 33 ciclos era 100%, 25 seriam 75.75%, um ganho de 24,25%, ou os tais 25% de aumento de ipc que a AMD refere, que na realidade não seriam um verdadeiro aumento, mas um ganho equivalente!
Nota que se considerar os ciclos finais o 32 e o 24, (o que tem lógica pois é aí que acaba efectivamente o processamento, e o ciclo seguinte só foi referido por uma questão de representação gráfica) o valor de ganho dá exactamente 25%!
Será que poderá ser mais ou menos assim que o Navi vai funcionar?
Isso acho estranho..
No artigo em cima, em link, a GCN está pensada para , tendo instrução com 4 waves e cada wave 16 threads.
Dado que os SIMd são 4 por CU, logo as 4 são atribuídos aos 4 SIMd, por instrução.
Está foi a explicação da AMD para preferir a GCN à terascale.
Esquece… tens razão. Não pode ser assim. Creio que, pela semelhança de números, a meio do raciocinio confundi simds com shader engines (ambos em número de 4) e lanes com CU (ambos 16 por Cu e por SE, respectivamente).
Só isso faz sentido para os resultados que ali estão.
Nota posterior: tentei percerber a cagada que ali fiz, e penso que percebi. No fundo o racicionio começou bem e está certo e coerente. O que está depois mal é a presunção que só se trabalha com um simd de cada vez e a introdução do funcionamento dodistribuidor de tarefas (onde mais uma vez usei o termo bits - raios o parta), que são conceitos dos SE e não dos SIMD. Ou seja, efectivamente, a certa altura misturei as coisas e a lógica não tem sentido.
Each SIMD Vector Unit has:
a 16-lane integer and floating point vector Arithmetic Logic Unit (ALU)
64 KiB Vector General Purpose Register (VGPR) file
A 48-bit Program Counter
Instruction buffer for 10 wavefronts
A wavefront is a group of 64 threads: the size of one logical VGPR
A 64-thread wavefront issues to a 16-lane SIMD Unit over four cycles
Each SIMD-VU has 10 wavefront instruction buffer, and it takes 4 cycles to execute one wavefront.
Vendo melhor o teu texto achei piada à forma como puseste as coisas:
“Microsoft:
Ei AMD, queremos construir o hardware mais potente da próxima geração, como vamos fazer?”
Sabes qual seria a resposta da AMD num mundo real?
“Meus amigos… o que temos é isto. Se querem melhorar isto… paguem! Temos a possibilidade de personalizar os nossos produtos de acordo com o que desejarem, pelo que construam o que quiserem!
Agora não garantimos é que seja o mais potente, porque há mais quem queira fazer o mesmo, e tudo depende do que vocês implementarem, e do que eles implementarem, sendo que da nossa parte não podemos dar a conhecer a ninguém o que o outro anda a fazer pois tal seria violar as regras do negócio e perder a credibilidade do mercado no nosso negócio de personalização.”
Se a Sony ajudou a AMD com a Navi, pode perfeitamente ter bloqueado as alterações para uso da Microsoft. Bastava que a Sony pedisse apenas um ano de exclusividade para que a Microsoft optasse por outra solução.
Eu não estou a dizer que isto aconteceu. Não sei! Mas não vou dizer que a Microsoft é Navi ou que a Microsoft é Vega, porque se a Sony já confirmou o Navi, o resto é tudo paleio vindo de rumores. E nesse aspecto tens rumores a apontar para os dois lados.
Como dizia um gamer num video que ouvi, e em que falava sobre o Navi (e acho que ele não deixa de ter razão):
“Não percebo nada de arquitecturas de GPUs, e nem acho isso relevante. O que interessa se a Navi é RDNA, se É GCN, se é uma mistura dos dois, ou qualquer outro factor? O que importa é que o GPU aponta um ganho de 25% no IPC e promete ganhos grandes de performance, ao nível dos GPUs da Nvidia. E perante isso, que mais importa? Por mim a arquitectura até podia ser a mais primitiva que existe. Desde que as performances estejam lá, o resto é irrelevante”.
Isso é muito bom para uma placa de PC gamer, que a troca passado dois ou três anos
Mas para um sistema que se tem que aguentar por 7 ou mais anos ele vai precisar de ser completamente explorado para ter a performance necessária. Coisa que estamos a ver nas atuais consolas com excelentes resultados.
Eu digo-te que vendo o que se está a conseguir com 1.84 Tflops não estou a ver que haja grande dificuldade em conseguir-se fps num GPU com 10, 11, 12 ou mais Tflops. Cortar um efeito aqui ou ali deixa de ser problemático pois estamos a falar de efeitos em cima do que já se faz agora. E isso serão embelezamentos secundários.
Eu estou muito confiante com a próxima geração. Ela é um salto como já não viamos à muito tempo, e faz algo que era impensável à uns tempos atrás que é aproximar a potencia das consolas com a do que existe nos PCs na altura do lançamento. Por esses dois motivos, somado aos resultados que já se conseguem com 1.31 e 1.84 Tflops, acredito que a geração será brilhante!