A Eurogamer fez uma análise muito interessante sobre os sacrificios que foram necessários para se colocar Wolfentein II jogavel numa Switch em modo portátil. E acreditem… apesar de um aspecto visual interessante, eles são muitos.
Se dissermos que Wolfenstein II usa todos os truques possíveis e imaginários para aldrabar o processamento, mantendo um visual semelhante ao original, não estaremos a brincar.
Os sacrificios são enormes, e não são apenas na resolução ou qualidade das texturas. Hámui, mas mesmo muito mais onde se teve de cortar.
Felizmente para a Switch, o seu CPU portou-se bastante bem e aguentou com o jogo com os cortes (apesar de tudo o CPU é a parte que menor diferença tem para as consolas de mesa), mas mesmo o corte de fps para 30 deu-lhe uma margem que foi necessária para o jogo funcionar.
Já no GPU o corte nos fps não foi suficiente. Há resolução dinâmica que atinge valores pontuais muito baixos, havendo inclusive a possibilidade de se usar reconstrução de imagem, e mesmo assim há zonas onde foram realizadas ligeiras alterações muito inteligentes aos cenários para se reduzir o processamento, sem no entanto se alterar a sua estrutura. O resultado não é o melhor numa Tv de grandes dimensões, mas extraordinário no pequeno ecrã da Switch.
Seja como for, o resultado final está muito bom… apesar de o jogo sofrer em certas zonas mais pesadas, o resultado global é muito bom e em tudo semelhante ao das consolas de mesa. Vejam o video da Eurogamer que explica tudo.

O pequeno notável surpreendeu muita gente! Um belo trabalho da panic Button.
A Nintendo está de parabéns pelo Switch, a idéia em si e tal, mas, infelizmente ainda está devendo muito pra que eu possa desembolsar essa grana no aparelho, sendo que só tem um jogo que eu realmente gostaria de jogar nele atualmente dos já disponíveis, que é o Donkey Kong tropical freeze, que tem até pro Wii U… Infelizmente o Switch não é pra mim, as propagandas me formaram uma idéia errada, a prática está bem diferente.
Tomara que a Sony ou até Microsoft lancem um portátil mais pro meu perfil, e muito importante, com um bom suporte para o Brasil.
Mas depois de Vita e Switch eu tô praticamente sem esperanças de um bom portátil.
Engraçado que no smartphone a gente roda até PUBG, era pra um console portátil fazer muito mais, não me levem a mal, não estou criticando o aparelho, estou mais chateado é que ele não me atraía.
Nestas férias trouxe a Switch e estou a jogar um jogo que parei de jogar quando o comprei. O Zelda Breath of the Wild. É um bom jogo, muito cativante, mas…
Moroso, tem partes chatas, a evolução é lenta e temos de entrar em zonas onde os inimigos não podem ainda ser combatidos. Grande jogo, mas não lhe dou 10/10 como foi apanágio na altura.
A parte mais fantástica da Switch é a pausa e o retomar de jogo a qualquer altura e de forma imediata. É fantástica nesse aspecto.
Bem dizer,todos os Zeldas tem começos super lentos,vc temq insistir até eles ficarem interessantes, não é q nem um god of war q é épico desde o começo,no mais o Switch é um senhor console,o melhor Mario está nele, o Odyssey!e estou muito ansioso pra jogar o smash bros e o Mario party com meus amigos já q outra coisa boa do Switch é a versatilidade,poder jogar de dois em qualquer lugar
Mário, na época como sempre fui ver todo video possível de Zelda pra ver se me dispunha a comprar o Switch, e apesar de o jogo ser bem bonito e parecer ter um grande conteúdo, fiquei com uma impressão muito parecida com a que descreveu (talvez um pouquinho pior hehe).
Espero que se divirta bastante com ele aí, boas férias.
Carlos, se o seu perfil são jogos de mundo aberto, gráficos poderosos, realmente o Switch não vai te agradar tanto. Eu o tenho desde o começo, vejo a crescente da loja eshop, tanto em organização como em conteúdo. Hj o aparelho contém uns 800 games na loja, sendo a predominância indies, clássicos SNK, alguns games da era arcade da Nintendo, exclusivos Nintendo onde alguns ports são do wiiu com algumas vantagens, além dos triplo As das thirds. O console quer cativar, creio eu, um público de jovens e crianças e tb dos mais velhos, que beiram entre 35 aos 50 anos. A ideia da Nintendo é fazer uma biblioteca diversificada, porém de jogos minimalistas e com cara dos anos 80 e 90. O conceito do console é mágico, ele é confortável a ponto de me deixar mal acostumado, pois costumo jogar deitado, relaxado.rs Não vou mentir quanto a uma coisa que talvez não tenha percebido. O Switch está no mercado para coexistir com os outros consoles, coincidentemente é um console que vende muito bem e que continuará vendendo até msm depois dos lançamentos da próxima geração, até pq, ele é um console “auxiliar”, ou seja, segundo console de todos, por isso que vai agradar basicamente aos que já possuem um PlayStation 4 e um one. Obviamente aos fãs da Nintendo e de seus jogos. A biblioteca dos games da Nintendo no Switch é diversificada, contando com jogos como splatoon 2, Mário Odyssey, indo até propriedades intelectuais novas como Arms e Bayonetta 1 e 2, mas… Se não gosta de jogos da Nintendo, dificilmente irá gostar do aparelho. Acredite: O console terá uma boa quantidade de games triplo A das thirds, tendo a demora dos kits de programação aos desenvolvedores, porém estúdios como a panic Button que está fazendo ports de vários jogos, alega que a carga de trabalho deles é grande e novos jogos chegarão. O que dá a entender é que as thirds queriam ver duas coisas antes de portarem jogos para o console: A primeira é se o console venderia bem e a segunda é: Se de fato os jogadores iriam comprar seus jogos, pois o temor deles seria se o Switch é comprado por jogadores do Wii ou se não. A resposta é que o Switch é comprado majoritariamente por jogadores hardcores e que estão dispostos a investirem em jogos, a ponto das empresas depois da primeira empreitada, continuarem a investir no console como a EA com o FIFA, a Bethesda com Doom e Wolfenstein 2 onde até msm a Take two fala recentemente que estão felizes com a recepção de seus jogos no híbrido e que continuarão a colocar jogos nele, o de eu chutaria gta5. Abraços, Carlos!
Edson, muito bacana essas coisas que comentou, de fato o Switch deve ser mágico pra quem gostou, eu ainda não descartei totalmente, vamos ver o que acontecerá no futuro, espero que as desenvolvedoras invistam em peso nele.
Eu sempre quis um portátil que atende-se minhas “necessidades”, e pode até ser o próprio Switch caso ele ganhe todos os recursos que merece.
Uma coisa ótima seria se a Sony, Microsoft ou até outra empresa, resolvesse investir em algo com proposta de portabilidade também, que é a grande feature do Switch.
Abraço.
Quando você publicou seu artigo de análise do hardware do Nintendo Switch você comentou que um bom corte na geometria dos ports poderia ser necessário. Naquela ocasião Doom e Wolfenstein II não tinham sido anunciados ainda. Em ambos os ports a geometria foi muito bem preservada, nenhuma parte do jogo foi suprimida, todos os ambientes estão lá, surpreendente para um videogame que consome de 9 a 12 watts de energia. Como você analisa a geometria neste jogo? O que o Switch faz para manter toda essa musculatura em pé? Por que o Wii não teve a mesma sorte quando recebeu os ports de Call of Duty há 9 anos atrás? As engines são a resposta?
A geometria é algo que atualmente pesa pouco pois os GPUs são muito capazes nesse campo. Mas um corte não caia nada mal na performance, e certamente ele acontece nos objectos mais distantes.
Não concordo com: Resultado muito bom.
Nao segura nem 30fps, chega a cair pra 22
Settings gráficos se duvidar 99% deles abaixo do low do pc
360p “voltamos para 1994”
Mesmo preço das outras versões
Console carissimo pelo q oferece
Vejo q muitos tem medo de criticar a nintendo, mas o switch é isso ai, um smartphone de 3 anos atrás maquiado, q deveria custar 150 dolares e n o dobro.
Se fosse o xbox one apenas 5fps abaixo do desempenho do ps4 o titulo das materias seriam assim:
Preocupante, teria a Microsoft forças para suportar tamanha inferioridade técnica do xone comparada ao ps4?
Caro Carlos Silva, necessito que se fixe num único nome. Já o vi identificado como Carlos, como Carlos Silva e como CR Silva. Por favor escolha um.
Quanto ao que refere, não pode comparar as coisas assim. A Switch é uma portátil e não uma consola de mesa, possuindo, no máximo menos de 400 Gflops, e em modo portátil menos de 200.
O jogo ter passado como passou para algo
cerca de 3 vezes inferior à Xbox One, mesmo com grandes sacrificios, é uma proeza.
Saber o que a Panic Button fez para o jogo funcionar no Switch já sabemos, mas o que a Nintendo fez para o hardware do Switch poder suportá-lo?
A questão não tem qualquer razão de ser. Aqui o que há que está em causa é a proeza de se conseguir meter o jogo no hardware da da Switch e não as capacidades da Switch em si.
Quando as empresas lançam atualizações, os patches, elas corrigem problemas na taxa de quadros. O patch do Doom aumentou em 2 fps o desempenho, o que não é muito, mas foi o necessário para resolver situações caóticas em cenas com muitos inimigos e muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Em Zelda Breath of the Wild o patch corrigiu problemas de congelamento constantes quando Link enfrenta algum inimigo e também áreas pesadas em florestas. Deve-se considerar que é a primeira vez que um videogame híbrido é feito desde o Nomad dos anos 90. Acredito que o Switch 2 será bem avançado e a Nintendo não voltará mais a produzir hardware da maneira que produzia antes do Switch.
Aos que estão em dúvida sobre a aquisição do Switch,eu digo que o console vale a pena,o console já chega com dois dos melhores jogos de sua respectiva franquia: Mario Odyssey e Zelda Breath of the wild,além disso a versatilidade reina neste console já que ele já vem com dois controles e sua portabilidade vc pode levar nas viagens e jogar de duas pessoas onde e quando quiser,a magia da Nintendo transborda neste console,se vc busca jogos únicos com diversão e qualidade pode pegar o Switch sem medo 😉