Mark Cerny esclarece algumas questões sobre a PS4 Pro.

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Mark Cerny explicou algumas situações adicionais sobre a PS4.

Como sabemos comparar Tflops é algo que só pode ser feito com arquitecturas idênticas. E o motivo é que os flops representam o número de operações de virgula flutuante que podem ser efectuados por segundo (a potência ou capacidade de cálculo), mas tal não refere a eficiência do sistema no seu uso (que se traduz na performance).

Para explicar isso, Mark Cerny falou recentemente sobre os ganhos de eficiência adicionais trazidos à PS4 Pro pelo uso da arquitectura Polaris.

Ora uma das mudanças existentes na arquitectura Polaris (GCN 4.0) diz respeito a um aumento na eficiência do GPU de 15% por cada ciclo de relógio, face às versões do GCN anteriores. E isso quer dizer logo à partida que os 4.2 Tflops da PS4 Pro sob a arquitectura Polaris (GCN 4.0) não são exactamente idênticos ao que se obteria com uma placa gráfica com a mesma velocidade e número de Pipelines baseada na arquitectura GCN mais antiga da PS4.

Ou seja, quando fazemos o cálculo dos Tflops, a conta efectuada é apenas:

Nº de pipelines*velocidade de relógio*2 comandos por ciclo.

No caso da PS4 isto seria:

1152 pipelines * 800 Mhz * 2 comandos por ciclo = 1843200 Mflops ou 1,84 Tflops

No caso da PS4 Pro seria:

2304 pipelines * 911 Mhz * 2 comandos por ciclo = 4197888 Mflops ou 4.2 Tflops

Como se vê, a eficiência do GPU aqui não é tomada em conta. E se a conta serve muito bem para comparar a PS4 e a Xbox One que usam arquitecturas idênticas na base de todo o seu hardware, isso não se aplica agora à Pro.  E isso quer dizer que, comparativamente, e na prática, a PS4 Pro acaba por ser 15% superior ao que os meros valores apresentam.

A diferente eficiência é motivo pelos quais os Tflops medem potência, mas não performance. A PS4 Pro é duas vezes mais potente, mas a nível de performance, pelo revelado por Mark Cerny, acaba por ser mais do que isso (recordem este nosso artigo).

Ou seja, apenas para que se perceba, se tomássemos em conta essa diferença de eficiência, basicamente precisaríamos de uma PS4 base com 4827571,2 Mflops, ou 4.8 Tflops para igualar a performance da Pro!

Estas situações acabam por ser relevantes quando sabemos que o código usado é o mesmo, e dão a entender que na realidade a diferença da Pro face à PS4 standard não corresponde exactamente ao que os números dão a entender.

Note-se que esta lógica aplica-se igualmente à futura Scorpio da Microsoft face à Xbox One, mas não entre a PS4 Pro e a Scorpio uma vez que ambas partilham a mesma tecnologia.

Naturalmente este ganho de eficiência só foi possível graças à passagem para a litografia Finfet uma vez que a mesma se traduz em aumentos de produção de calor.


Se acrescentarmos a esta realidade o que já conhecíamos antes sobre a PRO, e a sua capacidade de processar 2 strings 16 bits num ciclo de 32 bits, o que elevaria a sua performance teórica em meia precisão para 8.4 Tflops, mostra que a consola possui várias novidades face à PS4 que permitem que o ganho gráfico seja bastante superior às 2x que os meros Tflops parecem demonstrar.

A questão é que tudo isto parece levantar questões adicionais. Afinal a PS4 possui uma largura de banda de 176 GB/s, ao passo que a Pro apenas apresenta 218 GB/s. É um aumento de apenas cerca de 24%. E se é certo que as necessidades da PRO não são a dobrar uma vez que esta usa a geometria e texturas da PS4, a realidade é que mesmo assim 24% parece pouco.

Mark Cerny explica no entanto que não precisaram de mais graças a outras novidades da arquitectura Polaris: A compressão de cores Delta.

A política da arquitectura Polaris foi fazer mais… com menos. E nesse aspecto a tecnologia usa uma tecnologia delta de compressão de cores que é 30% mais eficiente do que a usada anteriormente. E isso quer dizer que, comparativamente à PS4, esta consola necessitaria de uma largura de banda de 283 GB/s para transportar o mesmo que a Pro transporta com os seus 218 GB/s.

Isso quer dizer que as comparações com a largura de banda da R9-390X, a placa com maior largura de banda do mercado, equipada com 384 GB/s não podem ser feitas na base de 218 GB/s vs 384 GB/s, mas sim de 283 GB/s vs 384 GB/s, uma vez que a 390X não possui esta tecnologia de compressão.

Ou seja, o ganho real face à PS4 acaba por ser de 54% e não apenas os 24% que a leitura crua dos valores mostra.

São números que face ás consolas de anterior geração são realidades que existem. É a evolução da tecnologia e o melhor aproveitamento do que existe.

Esta realidade pode ser surpresa para muitos, que, habituados à comparação de flops que o uso de arquitecturas idênticas usadas pela Xbox One e PS4 nesta geração permitiu podem, por ignorância, vir argumentar que tudo isto é mero paleio, mas a eficiência de um sistema é cada vez mais o factor diferenciador entre sistemas. Recorda-me dos tempos onde a velocidade de relógio era o fator diferenciador dos mesmos, mas isso desapareceu. Actualmente não contamos o número de núcleos , não contamos a velocidade de relógio, não contamos a potência bruta. Contamos a performance, e a performance apenas, algo que se deve à eficiência do sistema e nada mais, e um bom exemplo é o processador A9X usado pela Apple no iPhone 6S que era um Dual Core a 2.3 Ghz e que batia de forma clara outros processadores como os SnapDragon 805 Quad Core a 2.7 Ghz.

E é essa ideia que Mark Cerny nos traz nesta entrevista linkada em cima. Que a PS4 Pro não usa exactamente a mesma arquitectura da PS4. São gerações diferentes da arquitectura GCN, com melhorias diversas na eficiência colocadas na versão mais recente.

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Readers Comments (30)

  1. Muito interessante. Quando vejo esse tipo de melhoria na eficiência de um sistema me deixa mais animado que quando falamos em mais potência. Há tempos vejo o desperdício de poder no PC e torço pra focarem no maior aproveitamento do mesmo, seja por software ou por técnicas de engenharia.
    Off; Mário, você me recomendaria a compra de um FX 8350? É que estou vendo ele ultimamente por preços atraentes e não quero nem pensar em compará-lo aos Intel, apenas saber se ele é uma aquisição razoável e se ele é adequado para rodar vídeos 4k (minha meta nem são games, mas multimídia e programas de edição) Se puder me dar uma opinião desde já lhe agradeço.

    • Não sei se posso ajudar:

      http://www.anandtech.com/bench/CPU/39

      Pelo que percebo, é um CPU antigo (2012), com alto consumo de energia e desempenho abaixo de um I5 de quarta geração.
      Se você trabalha com edição de vídeos, que é uma coisa bem pesada, eu acho que esse não é um bom CPU para os dias atuais.

    • A nível de CPUs AMD esse é um dos melhores atualmente disponíveis na relação qualidade preço.
      Face à gama Intel, esse CPU equivale-se a um i7 4770 HQ (não confundir com o 4770K), que ainda hoje é considerado como um excelente CPU! Por exemplo, no novissimo Gears of War 4 esse CPU da AMD aparece como recomendado pela Microsoft.

      Requisitos recomendados
      Sistema operacional: Windows 10 Anniversary Update
      Processador: AMD FX-8350 ou Core i5 4690 de 3.5 GHz
      Placa de vídeo: Radeon R9 290X/Radeon RX 480 ou GeForce GTX 970/GeForce GTX 1060 de 4 GB de memória
      Memória: 8 GB de memória RAM
      Espaço em disco: 80 GB de espaço disponível

      A única nota que te coloco é que esse CPU, tal como todos os AMD, possui uns consumos acima dos usados pela Intel.

      Sim, é verdade que há processadores i5 acima desse. Mas tambem há processadores i7 abaixo desse! Daí que a decisão terá sempre de ser ponderada na relação qualidade preço. E se o preço é adequado ajusta-se!

      A questão é que tu referes que pretendes trabalhar com multimédia e programas de edição… e aí é que a porca torce o rabo!
      Esse tipo de software não é muito optimizado para o multi-thread e tira mau partido do multi core dos AMD, baseando-se mais na performance pura dos núcleos individuais, algo onde os AMD ficam a perder.

      Daí que se para jogares até o recomendaria, para o que referes não o vou fazer. A não ser que preço seja efectivamente muito bom, ficarias melhor com um i5. Mas agora decisão é tua, pois o preço de um i5 (pelo menos de quarta geração) é certamente superior.

      Mas a decisão é tua, e apesar de haver melhores, o CPU não é nenhum inválido. Aliás acredito que será melhor do que o que tens (se estás a pensar em trocar é lógico que pense que tens um pior. Aliás, bastante pior, pois não acredito que queiras fazer um pequeno salto)! e se o que tens te desenrasca ou desenrascou, este será certamente bem melhor!

      Já agora, nenhum CPU reproduz videos 4K! A descompressão é feita pelo GPU, pelo que tens de ter algo compatível e com descompressão HEVC/h265/VP9 por hardware! Daí que nesse campo o CPU faz pouco ou nenhum!

      • Muito obrigado pela consultoria Mário e Fernando rs, o que tenho, bom, é tinha, pois meu Core i3 (Esqueci o modelo) morreu, e já vendi todo o resto para um amigo, vou começar do zero. A relação com o 8350 foi como chegar em uma galeria, ver um quadro e dizer; lindo! Vou levar e por na sala! Não é o melhor negócio mas há paixão envolvida.. fazendo uma analogia doida. Não trabalho com edição, estou ainda em estudos,porquê amo essa área, e sobre os consumos eu já estava ciente, 32 nm… e planejava a compra de um cooler robusto mesmo se fosse comprar um Kaby lake. lamento saber desse mau aproveitamento multi core dele, Vi análises pela web e achei que o poderio e preço estavam muito bons, só queria tirar a dúvida final com alguém de alta confiança. Muitos gamers alegam usa-lo em seus sistemas. Quanto ao 4k pensei que o CPU tivesse mais relevância no processo, enfim. Quanto a GPU estou praticamente decidido a comprar uma GTX 1050Ti. CPUs, aqui no Brasil até os Core i3 são muito caros, é tudo um roubo. Bom, vou ver o que faço, mas me ajudou bastante Mário, novamente obrigado.

        • Faz bastante tempo que eu não uso AMD para jogos, mas todo mundo fala que estão muito bons nos jogos atuais. As reclamações sobre eles são em outras utilizações. É por isso que a AMD está tratando a linha Zen como a virada de mesa deles.

          • Em uma pesquisa não tão minuciosa agora a pouco, encontrei o Intel Core i5 6400 Skylake, que é só um pouco mais caro mas compensa por ser bem mais atual, talvez seja uma boa, e outras pessoas aconselharam a não economizar com o CPU, tô achando ele uma boa opção, está 746,90 (a vista, ou 878,71 dividido no Kabum que é o site que confio. Esse acredito que não tenha erro.

          • Estou aguardando os Zen à muito tempo, mas agora chegou a hora de montar o PC e não tem nem anúncio dos tais, então eu desisto.

  2. Eficiência.
    Eu acho que não será possível comparar Scorpio e PS4 Pro por números de tflops também, uma vez que é muito provável que a Microsoft está indo com a futura arquitetura Vega e não a Polaris. E possivelmente por isso eles estão confiantes de que os 6Tflops bastam para 4K nativos.

  3. Como referido acima por mais esse belo artigo, os consoles são em sua essência máquinas destinadas a sua máxima eficiência tanto em consumo quanto performance, esses engenheiros tanto da Sony quanto da Microsoft estão de parabéns pois apesar do hardware ser comum (x86) suas particularidades os diferencia do hardware focado em poder bruto que temos hj nos PCs, e diante de tudo isso começo mesmo a acreditar que o Scorpio vai ser um console full 4K, pois ele vai ter no mínimo a mesma arquitetura do Pro com coisas mais modernas ainda e sendo assim o mesmo realmente começará uma nova geração, pensem que 6TF? um valor bruto, mas que se apriveitado ao máximo através de otimização poderá alcançar patamares aos quais só as placas mais modernas do mercado junto aos melhores processadores podem.

    • A questão nETTo é que a Scorpio não é bem 6 TFlops! Deixa-me explicar!
      A consola é capaz de 6 Tflops de cálculo mas a sua eficiência e capacidade é em tudo superior à da Xbox One. Ou seja, uma Xbox One com 6 Tflops não seria capaz de acompanhar a Scorpio.
      É a velha questão de que só podes comparar Tflops em arquitecturas iguais. Porque a eficiencia no uso da performance disponível varia!
      A Xbox One é X86, mas a arquitectura do CPU e GPU é bam mais avançada! Daí que face á Xbox One os ganhos são bem mais do que os meros 6 Tflops representam! Tal e qual como a Pro face à PS4!

  4. Pergunto, de que resulta tanto poder, se, somente se, a Pro foi pensando e criado com essa finalidade, abaixo: análise Digital Foundry
    Com todo o nosso conteúdo copiado para a nova consola, decidimos começar os testes ao olhar para a apresentação e performance de jogos existentes. A Xbox One S tem um aumento na GPU sobre a original, resultando num pequeno aumento na performance que, apesar de não ser essencial, é bom ter. Quando falei com Mark Cerny sobre melhor performance da PS4 base na Pro, ele descartou-o rapidamente pois isto é algo que nasce na consola final.

    A GPU da Pro desliga metade das unidades computacionais e o resto é reduzido de 911MH para 800MHz como na PS4 normal. Usámos a repetição de Project Cars nas duas para avaliar a performance em condições iguais num jogo que puxa pela CPU e GPU, e vimos resultados idênticos. O objectivo da Sony é manter a compatibilidade, mas gostaríamos de ter a opção de desbloquear uma performance Pro (ou pelo menos os relógios adicionais) nos velhos jogos PS4. Existe um precedente aqui: a PS2 introduziu um filtro de texturas adicional para correr jogos PS1 via retro-compatibilidade – era uma opção, e era avisado que podia ser usada com certos riscos.

    • A performance adicional da S é irrisória. E mais do que isso é performance ignorada na criação dos jogos pois eles são feitos para a base! Ela quando muito serve para estabilizar fps, mas mais nada!

      • Meu comentário não foi direcionado a S, que na minha opinião é um prodígio tecnológico, pelo menos, a Divisão de jogos da Microsoft, quando resolveu fazer do limão uma limonada com XBOX ONE, eles conseguiram, eles não estavam enganados quanto ao potencial de sua marca. Eu me referi a PS4 Pro mesmo…

  5. Luciano S. Carvalho 10 de Novembro de 2016 @ 15:41

    Por isso chega a ser engraçado quando querem comparar PC com console.
    Dúvido que um PC da época de lançamento do Xbox One e do PS4 rodasse um Gears 4 ou Uncharted 4 com a mesma qualidade.

  6. Luciano S. Carvalho 10 de Novembro de 2016 @ 15:50

    Essa declaração de Mark Cerny meio que derruba a declaração anterior dele de que seriam precisos 8 teraflops para rodar 4k.

  7. Hoje em Fortaleza(Ceará-Brasil) tem loja com pronta entrega do PS4 Pro custando R$2500,00. Eles recebem o PS4 fat como desconto, só não sei qual o valor que eles colocam para o PS4 fat, chuto nos R$800,00, tem amigo meu que chuta ser um desconto de R$1000,00.

    Mesmo assim, com desconto, não sinto vantagem em dar em torno de R$1500 ou R$1700 no Pro ao repassar meu guerreiro PS4 fat.

    O único console que dei mais de R$1700,00 foi no Panasonic Q(Gamecube Q), modelo raro atualmente.

    • Luciano S. Carvalho 10 de Novembro de 2016 @ 20:14

      Lívio, acho muito difícil que paguem tanto assim, devem pagar no máximo R$600,00 reais. Infelizmente aqui no Brasil ninguém dá ponto sem nó.

  8. [OFF] Jogar os games de geração passada nos novos consoles é uma coisa boa, mas essa é a resposta da MS justo no dia do lançamento do PS4 Pro?

    https://www.youtube.com/watch?v=yTuQZTg5dtM

    • Acho que isso não é uma resposta da Microsoft ao PS4 Pro. Acho que é só uma propaganda qualquer. Eles acabaram de adicionar o Mass Effect 2 e o 3 na retrocompatibilidade, e isso é uma grande coisa. O Xbox One será é o único console onde você pode jogar todos os Mass Effect.
      Tirando isso, o que eles fariam? Todo mundo sabe que nesse fim de ano tem mais hardware do que jogos atrativos para o Playstation.

    • Luciano S. Carvalho 10 de Novembro de 2016 @ 20:19

      Achei ótimo, melhor ainda quando também houver retrocompatibilidade com o primeiro XBOX.
      Imagina se a Sony fizesse o mesmo.
      Será que alguém não gostaria!?

      • Foi o que eu disse, jogar os jogos das gerações anteriores na atual é uma coisa boa, a exemplo do que ocorreu nas retrocompatibilidades nas gerações anteriores. Usei muito esse recurso no PS2 e no PS3 fat(modelo com retro PS2).

        Porém um comercial do One no dia de lançamento de um console concorrente que trata especificamente da retrocompatibilidade(só ver o nome do vídeo: “Xbox One – The best place to play Xbox 360 games”), funcionalidade já antiga no console, ao meu ver não foi uma boa ideia.

        “Hoje foi o lançamento de um console mid-gen concorrente 3x mais potente que o nosso, porém o que te mostro agora como principal motivo para nos escolher é a retrocompatibilidade com jogos da geração anterior”. Foi isso que consegui entender do vídeo.

        • Até nos comentários tem gente contestando o título, “Como o One é o melhor lugar para jogar os games do x360 se nem todos os games são compatíveis?”

  9. OFF TOPIC: Estava esperando um boicote maior, mas que tem muita gente comprando tem..

    http://www.laracroftbr.com/noticias/blog-lcbr/rottr-vende-na-primeira-semana-quase-o-dobro-no-ps4

  10. Mário , o mantis burn racing ( jogo que roda a 4k no ps4 pro ) tem perfomance pior no pro que no ps4 , o the last of us remastered em 4k tem perfomance pior no pro do que no ps4 normal , mesma coisa com skyrim

    • Já li que sim. Mas são apenas a primeira geração. Aguarda por eventuais patches antes de falar.
      Seja como for a diferença de performance que Vi na Eurogamer é de 2 a 3 fps. E como tens 4K nativos, reconstruidos ou downscaled, não estamos a falar exactamente de correr a mesma coisa devido ao aumento da qualidade de imagem.
      Agora essa situação não me preocupa muito. Preocupava-me mais era se para além dos 4K a Pro ainda corresse melhor. Porque isso seria mais um prejuizo para cima da PS4 standard.

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