Políticas da Microsoft vão matar a Xbox?

A Xbox One começou mal. As políticas desejadas para a consola caíram que nem uma bomba e a consola foi mal recebida, sendo necessário a Microsoft mudar as mesmas para o mercado abraçar a consola. Agora, numa altura onde a consola estava bem, as novas políticas da Microsoft colocam novamente sombras sobre o seu futuro!

As políticas passadas e o mau lançamento da Xbox One

O passado é conhecido, e todos sabemos que a Xbox One foi mal recebida no mercado. Tratava-se de uma consola, mas a Microsoft não a tratou como tal, Em vez disso apresentou um sistema multimédia de sala, com elevado foco na TV,e carregado de sistemas de DRM que impediam o uso de usados e obrigavam a consola a uma ligação permanente à internet.

A reacção foi má, e a imprensa caiu em cima da Microsoft. Aquilo que todos esperavam, uma mera consola de jogos, era apenas uma das funções do sistema apresentado, e a combinação de funcionalidades acabavam por penalizar a função de consola de jogos, e que era a única para a qual as pessoas que estavam presentes na apresentação ali se deslocaram para conhecer.

Devido a essas políticas, que a Sony não seguiu, apresentando uma consola que, graças a esta situação, até acabou por utilizar o lema “Isto é para os Jogadores”, a Xbox One saiu penalizada, com muitos dos seus fieis seguidores a mudarem para a concorrência.

Mas os resultados desta imposição de políticas foram claros. As vendas iniciais da consola foram decepcionantes e a Microsoft viu-se obrigada a ir alterando todas as políticas uma a uma, de forma a acabar por fazer aquilo que sempre fora esperado. Tornar a Xbox One numa consola, e acima de tudo numa consola apetecível.

Aliás Phil Spencer foi uma peça chave para que tal acontecesse, mas infelizmente não sem que as políticas iniciais tenham deixado as suas marcas indeléveis nas escolhas do hardware e que tornam a Xbox One inferior em performances à sua concorrência.

As alterações às políticas e o renascimento da Xbox One

Mas as coisas mudaram. E muito! A Microsoft, com Phil Spencer no comando mudou radicalmente o rumo da Xbox One. Melhorias constantes nas performances, no SDK, no firmware, no OS e no API da consola foram trazendo mais e mais performance ao sistema, aproximando-o mais da concorrente.

Acima de tudo Phil Spencer trouxe um diálogo mais próximo do utilizador, maior abertura e clareza, conquistando confianças e recuperando o crédito perdido.

E a Xbox One cresceu e tornou-se num sistema a possuir! Uma consola… e com bons jogos!

As expectativas da Microsoft

E a verdade é que as vendas da Xbox One estão longe de ser más. A consola vende mais do que a Xbox 360 e como tal só poderia ser considerada um sucesso. Ou será que não?

Apesar desta realidade, a Microsoft voou alto com as suas previsões de vendas. Em Maio de 2013 a Microsoft referiu publicamente que acreditava que o mercado iria absorver 25 milhões de consolas Xbox 360 em 5 anos, e que esperava que a venda conjunta de consolas de nova geração atingisse na sua vida útil os mil milhões (1 bilião no sistema numérico Americano) de consolas. Ou seja, dado que na altura apenas se tinha conhecimento da consola da Sony como concorrente, a Microsoft esperava no mínimo vender 500 milhões de consolas Xbox One. –  Fonte

Resumidamente, pelo menos face às expectativas iniciais reveladas pela Microsoft, teremos de considerar que a Xbox não só vende mal, como vende… muito mal! E a 360, essa vende pessimamente! E note-se que aqui não se trata de uma má interpretação ou algo dito por um mero funcionário. As palavras foram claras e vindas directamente da boca do na altura Vice Presidente Sénior do negócio de Entertenimento Interactivo da Microsoft, Yusuf Mehdi (Que ainda se mantêm como Vice Presidente mas agora em outra secção)). Vindo de um Vice Presidente certamente não serão números inventados na hora, mas expectativas reais da empresa que foram colocadas em cima da mesa na altura do desenvolvimento da consola.

Por incríveis que as previsões de cima possam parecer, a realidade é que a Microsoft existe para ganhar dinheiro. E não apenas uns tostões, pois estamos a falar de uma das maiores empresas do mundo, daí que seja normal pensar em grande. Infelizmente torna-se difícil fazer ver a muitas pessoas que as empresas não existem para agradar os gostos de cada cliente, mas sim para fazer dinheiro, não seguindo as políticas que cada um gostaria mas sim aquelas que na sua perspectiva podem ser mais lucrativas. E a Microsoft tendo como negócio primordial o PC e os sistemas operativos e serviços office, a Xbox One ou se revelava um negócio capaz de gerar um bom lucro ou não tinha lugar nesta empresa. Aliás durante a mudança de CEO da empresa, e dados os resultados pouco interessantes  da divisão Xbox, Steve Elop, um dos grandes candidatos ao cargo, não via na consola algo a manter e como tal possuía a pretensão de desfazer-se da mesma. – Fonte

As novas políticas de Satya Nadella e a criação de uma plataforma Xbox

O eleito para novo CEO da Microsoft acabou por ser Satya Nadella e este decidiu manter a Xbox na empresa. No entanto o seu plano era claro, a Xbox como mera consola deixaria de existir e a Xbox passaria a ser uma plataforma na qual a consola era apenas um dos componentes. O restante seriam os PCs com o Windows 10, onde a Xbox One, apesar de um lugar predominante, e dedicado exclusivamente aos jogos seria apenas mais um sistema Windows. –  Fonte

E nesse sentido começaria a uniformização da plataforma, com a introdução do DirectX 12 no PC de forma a lhe trazer as mesmas capacidades da consola e permitir uma programação uniforme e homogênea, bem como a introdução do Windows 10 como sistema operativo da Xbox One.

Começamos então desde logo a ver a migração de exclusivos Xbox One para PC. Ryse: Son of Rome, Killer Instinct, Project Spark, TitanFall, e Dead Rising, todos passaram, uns mais cedo, outros mais tarde, para PC, fazendo parte do primeiro lote de conversões.

No último trimestre de 2015 a Microsoft jogou uma cartada enorme de forma a tentar igualar ou superar a concorrência. E nesse sentido, para o final de 2015 a empresa apostou não só em descidas de preço, bundles com promoções fantásticas, mas igualmente em exclusivos em quantidade de forma a promover a sua consola e trazer a mesma para a ribalta. Gears of War: Ultimate Edition, Halo 5 (o maior franchising exclusivo das consolas), Forza Motorsport 6 e Rise of The Tomb Raider (exclusivo temporário) foram os jogos AAA lançados na Xbox One em 2015 fazendo parte daquilo que a Microsoft apelidava de o maior “lineup” de jogos de sempre da história da Xbox.

Curiosamente, para o final de 2015 a consola concorrente não apresentava qualquer título com exclusividade, e tudo parecia apontar no sentido de a Xbox poder ganhar o período (aliás a consola chegou a bater a PS4 nos EUA em Outubro).


Mas a realidade é que, mesmo com todos estes títulos, e a vitória nos EUA em Outubro, a Xbox One não conseguiu superar as vendas da PS4 no último trimestre: Não só isso, mas as vendas da PS4 atingiram nos últimos dois meses valores recorde históricos. Para o maior “lineup” da história da Xbox e face a uma consola que não apresentava um único exclusivo, a derrota terá sido, no mínimo, desanimadora e certamente deu à Microsoft mais motivos para pensar que a única forma de obter uma penetração de mercado com os valores inicialmente previstos passava mesmo por meter os PCs ao barulho e criar a uniformização da plataforma.

O certo é que a Microsoft deu já a conhecer mais títulos para essa uniformização, e os restantes exclusivos AAA que estavam anunciados para a Xbox One foram sendo igualmente anunciados para PC. Neste momento a lista, incluindo jogos AAA ou de grande sucesso, que já passaram ou que virão a passar para o PC, inclui:

Halo Wars 2, Fable Legends, Recore, Sea of Thieves, Gigantic, Killer Instinct Season 3, Gears of War: Ultimate edition, Ori and The Blind Forest, Cobalt e agora Quantum Break.

Gears 4 e Scalebound estão igualmente indicados como vindo a sair para PC, apesar que tal não surgiu de fontes oficiais mas recorde-se que a 7 de Agosto Phil Spencer foi questionado directamente sobre a possibilidade de Gears 4, Scalebound e Quantum Break virem para o PC, e este não fechou a porta a tal. – Fonte – Sabemos agora que Quantum Break se confirmou, e correm rumores que referem que se espera o anuncio dos outros dois jogos numa conferência que a Microsoft realizará a 25 de Fevereiro!

Essencialmente, de todos os exclusivos AAA lançados até hoje para a Xbox One apenas restam os jogos da série Forza Motorsports e Halo, bem como Sunset Overdrive. E dos exclusivos previstos para 2016 resta Crackdown 3 que, como referido, poderá ainda vir para PC.

Uma plataforma Xbox – Algo bom ou mau?


A existência e uma plataforma Xbox poderá trazer vantagens para a Xbox One, mas há igualmente desvantagens claras, e torna-se pouco claro qual dos lados terá mais peso.

O Bom

Com a nova ideologia a Xbox One é apenas mais um PC da plataforma Xbox. Mas é uma máquina de suporte obrigatório. Já os restantes PCs que terão acesso à plataforma poderão variar dependendo dos requisitos mínimos para cada jogo, não garantindo assim quem uma máquina específica que tenha acesso aos jogos da consola. Pelo menos nesta fase isso parece ser assim!

Sendo a Xbox um sistema extremamente acessível e com um preço que se torna impossível igualar num PC (só a licença do windows são cerca de 100 euros), a consola continuará a ser apetecível dentro do ecosistema consola-PC e é expectável que possa continuar a vender.

Mais ainda, com o aumento das vendas de jogos a Microsoft pode recolher mais lucros e investir em mais e mais jogos First Party, criando cada vez mais e melhores jogos.

O Mau

Infelizmente o número de situações que podemos elencar e que parecem ser desfavoráveis à consola (não confundir com a plataforma) são bastante mais do que os favoráveis.

A questão é que mesmo sendo mais caro montar um PC que garanta ser suportado, todos os jogos que saírem para a Xbox One correrão melhor no PC. Terão melhores gráficos, melhores fotogramas e mais opções, podendo ser jogados com teclado e rato ou com controlador. E poderão mesmo ser jogados com qualquer controlador que se deseje (seja ele de um fabricante qualquer ou da Wii, PS4, etc).

Quando os amantes da Xbox One se mostraram entusiasmados pela ideia de poder vir a existir uma nova versão da consola equipada com um GPU AMD mais potente da gama Polaris, tal demonstrou que há muitos utilizadores da consola que estão dispostos a gastar mais dinheiro para terem melhores jogos, e que como tal deverão estar agora, perante a realidade de jogos Xbox no PC, dispostos a mudar (aliás o facto de haver largos milhares de pessoas que ainda vão ao website do MisterXmedia mostra isso mesmo, uma obsessão por obter mais performance nos seus jogos). E muitos mudarão mesmo para um PC mais potente agora que sabem que os grandes jogos e Franchisings dos videojogos, anteriormente exclusivos da Xbox One, sairão para o seu PC e poderão nem requerer uma assinatura live (dificilmente os possuidores de PC irão pagar por algo que sempre tiveram gratuitamente).

Depois há que se pensar que a Microsoft está a efectuar esta medida para agradar aos utilizadores PC que pretende cativar. E estes certamente não se mostrarão agradados caso os sistemas que sejam exigidos para correr o jogo com igual qualidade sejam muito superiores ao hardware da consola. Tal demonstrará falta de optimização que não será bem aceite e a Microsoft corre o risco de antagonizar os utilizadores Xbox por lhes retirar os exclusivos, e os utilizadores PC por não optimizar para a sua plataforma. Pode vir a ser um pau com dois bicos, especialmente se com isso os possuidores PC alegarem e espalharem que a culpa dos maiores requisitos é do Windows 10. Mesmo que injustificadamente essa situação mexeria com a imagem do OS e de forma directa com o negócio nuclear da Microsoft.

Já na consola, uma coisa é clara, esta perde um dos grandes argumentos para a compra daquele hardware específico, os exclusivos! E saber-se que se tem de pagar 60 euros anuais para jogar os mesmos jogos que no PC só podem ser gratuitos (no PC ninguém vai pagar uma anuidade por algo que sempre foi gratuito). terá certamente peso também.

Face à consola concorrente a Xbox perde basicamente todos os atractivos. A PS4 pode correr todos os multi plataforma melhor, mas terá ainda jogos que apenas podem ser jogados no seu hardware, justificando completamente a compra. Mesmo os jogos criados para a plataforma Playstation verão na PS4 o sistema mais potente, ao passo que na plataforma Xbox… a consola será o sistema mais fraco.

Parece assim que para esta geração, com esta atitude, o interesse em consolas se fixa na PS4. Já para quem quer mais do que um sistema, o PC, apesar de obrigar a mais despesa, torna-se agora mais atractivo que a Xbox e poderá levar muitos a optar por ele em detrimento da consola.

Daí que parece que a Microsoft está a colocar a Xbox One numa posição de venda apenas para quem não pretende gastar muito dinheiro, quando no passado ela existia como obrigatória para quem quisesse jogar os seus jogos. São posições de mercado bem diferentes!

Esperemos no entanto que com estas políticas haja algo mais que não se está a ver, e que a Xbox como consola não deixe de ser uma concorrente à altura da PS4. Seria terrível pensar no que seria uma Sony sem concorrência e liberdade para poder fazer o que bem quisesse. Daí que estas políticas sejam preocupantes para o futuro da Xbox, mas igualmente para a PS4! É que sem uma concorrência activa e directa, há um monopólio que não interessa a ninguém!

O certo é que a Microsoft ainda não definiu exactamente o que será a sua consola e com tanta alteração de ideologia e política qualquer cliente que não esteja na marca por fanatismo terá no mínimo de se questionar que futuro se pretende realmente para a consola.

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Readers Comments (52)

  1. Não vão matar! Ter um console é mais barato do que um bom pc gamer, o público xbox, é menos voltado a games exclusivos: Amam shooters, ou seja, tudo que a plataforma xbox oferece de melhor! Em alguns Países como o Brasil, o One vale o investimento até mesmo pelos investimentos da MS no colosso Sul americano. E sinceramente. Se games exclusivos vendessem consoles, a Nintendo seria lider absoluta! As ótimas vendas do ps4 e as péssimas vendas do Wii u, mostram claramente o que estou querendo afirmar, pois o ps4 tem uma das piores safras de games exclusivos da marca playstation e é um monstro de vendas, o wiiu tem uma das melhores safras da história no quesito games exclusivos, e fatalmente ja é um segundo pior fracasso da Nintendo no quesito peças de Hardware, melhor somente do que o derradeiro Virtual boy. Sei que dirão coisas do tipo: O ps4 vende por conta da ótima reputação dos exclusivos do ps3, games exclusivos vende consoles sim!. Bem, como estou escrevendo em um site europeu, possivelmente irão contra meus argumentos, mas ao fazê-los, lembrem-se que não há mercado devoto como de vcs com relação a exclusivos, principalmente da marca PS. Dou alguns exemplos: Gran turismo, Uncharted… Porém, pelo que percebo dos Eua e dos brazucas e provavelmente dos Americanos em geral( sul, central e norte), focam-se mais em preços, serviços e menos em marcas, games exclusivos, etc… abração a todos!!!

    • O ultimo Uncharted, a coletânea, vendeu muito bem, mas acho que apenas por que foi colocado no Bundle. Então na verdade, quem vendeu bem foi o console.
      Uma olhada para o mercado americano mostra que os unicos exclusivos do top 20 de vendas semanais são Halo 5 e Gears por War UE do Xbox One mas mesmo assim o PS4 vende mais nesse mercado. Possivelmente, muitos Halos e Gears também são parte de Bundles que não foram comprados exatamente na intenção de ter esses jogos. No mercado americano mandam os shooters, que existem no PC desde sempre e rodam melhor lá e mesmo assim esse mercado vende mais consoles que a Europa inteira, terra de fidelidade à Sony.
      Eu tenho certeza que se exclusivos fossem os jogos que vendem uma plataforma de verdade, a Microsoft como empresa não tomaria essa decisão. Se fizeram, é por que existe mercado e a possibilidade de ganhos maiores do que ter apenas o console. E pra quem é consolida, isso não muda nada.

      • Ou então o Bundle vendeu consolas…
        De resto está conversa dos exclusivos não venderem consolas está a torna-se ridícula. Mais uma vez se tenta negar a realidade aceite durante décadas para se tentar chegar a um ponto… Pff.
        E a Microsoft… Ganha verdadeiramente dinheiro é com o Windows e softwares associados e até já pensou em vender a divisão XBox. Daí que levar a XBox para o Windows é de todo o seu interesse.

        • Exclusivos vendem consoles, mas não tanto quanto se imagina. Os jogos mais vendidos do ps4 até o momento são multiplataformas como Destiny, fifa, Cod, GTA e afins, o que coloca facilmente em cheque a tese da priorização do conteúdo exclusivo na compra de um console.

          As exclusividades são importantes no sentido de compor uma line up geral atraente, mas estes por si só não carregam sozinho nenhum console nas costas ou dão bosts de desempenho apenas por eles.

          Acredito que se As vendas de exclusivos fossem esse motor alavancador de hardware nessa geração, a Microsoft não teria tomado essa decisão de levar os jogos para o PC.

          • Jairo…
            O que dizes é verdade.
            Mas repara. Tens uma PS4 a 350 euros, e uma Xbox One a 350 euros.
            Sai o Fifa para as duas!
            Qual consola compras para o jogar?
            Na realidade o FIFA não te vai fazer escolher. Vão ser outros fatores que vão decidir a escolha! Seja os amigos e a consola que tem, seja a potência da consola, seja outro fator.
            Mas não é o Fifa em si!
            Sai Halo… Qual escolhes?
            A Xbox One… é a única que o tem!
            O exclusivo, sem fatores exteriores, é que vende a consola!
            É nesse aspecto que se diz que um exclusivo vende consolas! Uma consola específica!!!!
            Porque os multi… esses vendem-nas a todas!

            A Decisão de levar os jogos para o PC é uma decisão empresarial. Não é feita a pensar na Xbox, no mercado ou nos fans. É feita a pensar no lucro e no negócio da empresa, os serviços!

            A Microsoft vende serviços e o Windows é o núcleo de tudo. Esse é o seu negócio e a Xbox é algo paralelo. Tornar a Xbox num serviço e não numa consola faz toda a lógica na atual política empresarial da empresa.
            A Sony é que tem como negócio o entretenimento (filmes, musica, jogos, etc), a Microsoft é serviços!

            As empresas são assim. Eu estou farto de o dizer. Elas existem para fazer dinheiro e não para pensar em mais nada.
            Isto vai trazer desagrados, mas tambem vai trazer satisfações. Como serviço, acredito, e já o disse no artigo e várias vezes nos comentários, que isto será bom para a Xbox e para a Microsoft. Mas para a consola em particular… não vejo nada de bom!

          • Sim MARIO, como diferencial competitivo, nesse cenário que você montou, algumas exclusividades bem expostas fazem diferença mesmo, ainda mais quando se trata de 2 consoles com line up tão parelhas. Faz sentido o que disseste.

            Existem diversas variáveis que ajudam um console a vender, exclusivos são apenas 1 delas. Estou curioso pra ver o que vai acontecer mais adiante.

            Mas vamos ver como se dará as vendas mensais de hardware, mas aparentemene a Microsoft largou mã da disputa de hardware com o ps4, e está tentando mover o mercado todo em favor dela.

          • Jairo, acima de tudo compreende que ninguém está a profetizar a morte da consola. Estamos apenas a dizer que isto não lhe trará nada de bom e que lhe rouba argumentos de compra, tornando-a menos apetecível.
            Naturalmente isto trará consequências de vendas, mas isso não sei prever pois como o artigo refere também há pontos positivos como os potenciais maiores lucros que levarão a mais suporte.
            Relativamente à guerra com a PS4 a Microsoft saiu basicamente da guerra directa das consolas. Agora está no mercado PC com um suporte com uma box dedicada a jogos.
            Teremos de ver que sucesso ou insucesso isto vai ter pois não é fácil prever.
            Agora posso-te dizer que o mercado PC já está a chiar por dois motivos:
            1-especificações demasiadamente altas face ao hardware da consola (uma queixa fundamentada dado o Windows 10 e o DirectX 12 dos dois lados)
            2-ser um produto da Windows Store. Isto inviabiliza mods, uso de softwares de análise de performance, alterações ao EXE, uso de mais do que uma gráfica, etc. Basicamente o PC fecha-se ao estilo de uma consola e os utilizadores PC não estão a gostar disso!

      • Concordo em gênero, número e grau contigo, Fernando!!!

      • Pena os outros bundles não terem seguido a tendência…

        Esquisito, não?

        Este nosso mundo rege-se por cá umas regras…

        Daqui a pouco nem as da física se lhe aplicam.

    • Meus parabéns o seu comentário é um dos mais sensatos que li nas últimas 48 horas sobre esse assunto. Realmente existe um “apego” diferente dos Portugueses com relação a marca dos consoles, isso é bem perceptível é fato que a Sony trabalhou bem lá, ao contrário da MS. Tenho parentes em Portugal e em conversa com eles, me deixaram bem claro como há uma paixão por tal marca e repulsa pela marca contrária, minha sobrinha e o marido dela ambos são jogadores e odeiam a Microsoft, apenas odeiam, sem motivos e tem paixão pela Sony, para eles é normal.

      Agora não posso negar a minha decepção com a X-Box One, sinceramente se eu soubesse disso no seu lançamento, não a teria comprado e sim um PC, mas acreditei e investi e hoje tenho que concordar com o José Galvão me sinto enganado. A MS fez muitas idas e vindas nesta geração, uma hora uma direção, outra hora outra, eles tem que trabalhar muito bem os próximos meses, mas muito bem mesmo, o One terá que trazer muitos “agrados” pela perda de seus “exclusivos” de console e passar a ser apenas mais um hardware com Windows 10.

      • Ou Ennio, sem qualquer ofensa. Paixão por consolas? Ódio por consolas?
        Por amor de Deus… Eles são o quê? Robots? Paixão é por mulheres e pela vida, ódios é algo a evitar.
        De certeza que estarás a exagerar nas palavras. Que haja preferências, aceito, mas paixão e ódio? Meu Deus! Vê lá a imagem que passas dos teus familiares.

        • Acho que vc entendeu, um certo mode de “falar”, mas dê uma olhadinha por curiosidade em um site Br chamado Gamevicio para ter uma ideia do que chamo de ódio, já li até ameaças de morte lá.

          • Claro que entendi… Mas não devemos usar essas palavras. Paixão por jogar aceita-se por uma marca é fanboyismo e doentio. E essa foi a imagem que acabou por passar.

          • @ Ennio Rafael
            Na Gamevicio é só burros amigo, não sabem nada de nada…
            A PCMANIAS tem qualidade e fundamentos ao contrario daquilo que chamam site…

    • Já pensaste que a unificação da plataforma vai trazer para a XBox um problema que ela não tinha com os shooters, os cheaters da versão PC.
      Os exclusivos vendem consolas. Isso é um facto provado, não vale a pena nega-lo, mas torna-se necessário que o exclusivo seja do gosto dos utilizadores. Ser exclusivo não basta.
      Sinceramente espero que esteja bem enganado nas minhas previsões quanto ao futuro da XBox pois o meu lado Gamer assim o quer. Mas no meu lado racional só penso que a Microsoft resolveu re-inventar a roda. No passado já o tentou mas ela era quadrada e custava a rodar pelo que se afundou. Agora parece-me que a querem criar triangular. Dá menos um solavanco por volta, mas mesmo assim… Não é redonda.
      A Microsoft para colocar jogos no PC não precisa da XBox. Mas a Microsoft nunca apoiou o PC em jogos e agora quer faze-lo sacrificando o conceito tradicional de consola. Sinceramente, até pelo que já se tentou antes, não estou a ver que resulte.
      Mas espero estar enganado. Até pelo investimento que já fiz na sua consola.
      Aliás até desejo estar enganado… Mas por muito que pense e leia só vejo artigos na internet que concordam comigo e os que não o fazem entram em especulações de forma alguma tão palpáveis ou baseadas em experiências passadas pelo que não me oferecem qualquer tipo de garantia.
      Eu vejo por mim. Se uma consola partilhasse jogos com o PC sendo o elo mais fraco, e eu já não a possuísse eu dispensaria-a! Porque motivo não haverão mais pessoas a pensar o mesmo?

    • Concordo plenamente contigo Edson. A Europa é tipicamente Playstation e só não vê quem não quer ver. Muitas das unidades vendidas da PS4 foi mais de fama e nome e do anúncio original falhado da Xbox One do que outra coisa. Eu estou contenbte por ter uma Xbox One pois de momento não tenho PC e não tenho dinheiro para de 6 em 6 meses ter de gastar dinheiro para poder correr os jogos mais recentes. Alguns pixeis a mais? Um pouco mais de resolução ou de framerate? Faz assim tanta diferença. Pensava que os jogos o que interessava era a jogabilidade não os visuais. E quem pensa que a Xbox One é assim “tão fraca” que se engane. Vejam só as especificações que são precisas para correr a modos de gente o Quantum Break. Pois bem me pareceu. Tentem arranjar um PC de 300 euros que corra Quantum Break. Pois, bem me pareceu também.

      A PS4 é muito atrativa mas se for a pensar em exclusivos não é assim tanto. Até Street Fighter 5 vai sair para os PC e jogar online na PS4 também é pago por isso… e mais, para poder jogar online na Xbox não são precisos 60 euros por ano. Por 30 euros consigo 12 ou até as vezes 13 meses de Xbox Live.

      Juntando a isso os 4 JOGOS GRATIS que oferecem todos os meses tenho um sistema de jogos fantástico. Perdoem-me os “elitistas” de PC mas nada bate a comodidade de uma consola. Mais precisão? Resolução e etc? Sim, concordo. Mas não tenho dinheiro para andar a dar de tempos a tempos para conseguir minimamente ter essas regalias.

      • Boa tarde Ricky e bem vindo à PCManias

        Não posso deixar de concordar contigo pois isso é aquilo que venho vindo a dizer à anos na PCManias. O que elencas sao as vantagens que sempre foram aqui reconhecidas por todos às consolas face ao PC.
        E tambem concordo contigo que a Xbox One de fraca não tem nada!

        Mas não discordando de quase nada do que dizes tenho de te corrigir em dois pontos! E desculpa lá se essa parte é maior do que a parte em que concorda contigo, mas nesse aspecto já tenho a PCManias cheia de artigo em que concordo contigo!

        Vamos ver quais são:

        1- Tentem arranjar um PC de 300 euros que corra o Quantum Break

        Comecemos pelos factos:

        Para começar só há uma justificação para que hardware com a mesma arquitectura e com a mesma performance não corra um jogo com performances semelhantes, e que um hardware com a mesma arquitectura e performance superior não corra o mesmo com melhores performances: O software!

        Nele podemos detectar dois componentes primordiais, o Sistema Operativo e o API.
        Até hoje as consolas sempre tiveram versões dedicadas dos sistemas operativos. Podiam ser baseados nos existentes, mas na realidade eram sempre sistemas operativos mais avançados. Da mesma forma o API das consolas era superior ao suportar mais caracteristicas e acima de tudo ao eliminar a sobrecarga colocada no CPU pelas layers de abstração criadas pelo OS e pelo próprio API.

        É por esse motivo que se tivesses uma segunda Xbox igual, com melhor CPU, Grafica e RAM, ela seria melhor! Porque usaria a mesma arquitectura, OS e API.

        Mas actualmente a Microsoft criou as condições para que a situação entre as consolas e os PCs se aproxima-se como nunca! PCs e Xbox One correm o mesmo OS, o Windows 10, e o API é igualmente o mesmo, com caracteristicas em tudo semelhantes, o DirectX 12. Não vou dizer com isto que não continuem a haver optimizações quer do OS, quer do API, específicas para o hardware fixo da consola, pois isso não seria verdade, mas a realidade é que o grande oceano de diferença que existia actualmente desapareceu, e o que resta é, comparativamente, um mero riacho.

        Isso quer dizer que não há qualquer justificação para que um PC um pouco mais potente não possa correr o mesmo jogo (e não falamos de emulação, mas uma versão própria do jogo para o PC, e igualmente optimizada), com performances equivalentes, desde que optimizado da mesma forma.

        Ou seja, a diferença média de 40% nas performances que o PC tinha de ter a mais devido a estas diferenças, passaram a ser pouco muito, mas mesmo muito reduzidas.

        Como se explica então Quantum Break?

        Das duas uma: Ou a versão PC será superior, com iluminação mais complexa, melhores sombras, SSAO na resolução total, e outras melhorias, ou então o jogo está a correr o mesmo código da Xbox One. E dado que o jogo foi optimizado ao máximo para a consola de forma a tirar partido dela ele suporta características do hardware que são suportadas unicamente pelo API e hardware da consola

        Por exemplo, o jogo pode ter sido totalmente optimizado para trabalhar com tarefas divididas em 7 núcleos reais, o que na maior parte dos CPUs de 4 núcleos obriga a que cada núcleo tenha de ter a velocidade de processar em tempo real o mesmo que basicamente dois núcleos jaguar processam em paralelo por segundo. Ou seja, não basta ser mais rápido, terá de ter performances específicas!
        Da mesma forma há a questão das larguras de banda usadas pela consola que nem todos os sistemas conseguem atingir e que poderá por isso estar a obrigar a placas gráficas mais potentes, não pela performance adicional, mas pela largura de banda.
        Resumidamente, o que poderá estar a aparecer para PC é apenas o jogo, mas não optimizado para o hardware PC da mesma forma que para a consola (o que será de toda a lógica dado que o jogo não era para ser lançado agora para PC e a notícia de tal saiu do nada). Aliás, caso o jogo use o GPGPU na Xbox One, não o poderá fazer no PC pois o facto de o jogo ter de correr nas gráficas da Nvidia que são terríveis nesse tipo de cálculo removem essa possibilidade.

        A questão é que caso a Microsoft venha a suportar o PC como deve de ser, não poderá continuar a apresentar esta diferença de performances pois as pessoas não vão compreender que precisem de um hardware de 5 Tflops para correr um jogo que corre tão bem a 1.3. E terá de optimizar para o PC o máximo que pode!

        E caso isso seja assim (e claro há nesta parte um pouco de especulação) isto parece-me problemático. A Microsoft não pretende despoletar uma guerra AMD vs Nvidia ou AMD Vs Intel ao colocar o mesmíssimo código da consola no PC. Isso beneficiaria as performances das máquinas AMD por poderem usar o GPGPU de forma eficiente e por terem mais núcleos nos seus CPUS do que os processadores Intel. Nesse sentido, pelo menos até a Nvidia lançar outra placa a coisa deve continuar nos termos que está actualmente, com as diferenças de performance.

        Mas o certo é que com o DirectX 12, com programação dedicada dos dois lados, com um processador AMD melhor e uma placa gráfica AMD melhor não deveria existir actualmente qualquer problema em superar a Xbox One.

        Daí que sim, é possível arranjar-se um PC a preço perto dos 300 Euros que corra o Quantum Break melhor que a consola. Desde que a Microsoft optimize o jogo para ele!
        E como referi, caso não o faça não deverá arranjar muitos amigos do lado dos PCs pois os gamers tem consciência da performance da sua máquina que irá continuar a revelar-se nos jogos multi plataforma.
        Já agora, quando falas do preço não te esqueças que na vida útil da consola terás de pagar anuidade do Gold, mas no caso do PC isso não acredito mesmo que venha a acontecer. Daí que para cada no que pretendas manter esse PC podes acrescentar 60 euros para igualar a Xbox One, pois esse é o preço oficial da anuidade do serviço!
        E com o hardware da One fixo, esse mesmo PC tambem se pode manter fixo… pois a diferença de performances será sempre a mesma!

        2 – Street Fighter

        O que está aqui em causa são apenas os exclusivos First Party. Os restantes não são, nem nunca foram possíveis de controlar o seu aparecimento no PC!
        Repara que a PS4 tem jogos exclusivos a WiiU tem jogos exclusivos.
        O PC… tem jogos exclusivos… E a Xbox One… não terá jogos exclusivos!

        Depois no Live tens jogos grátis… a malta do PC se não pagar não tem! Mas isso implica no mínimo que se mude a política de acesso à rede. Na One nem sequer consigo aceder ao Browser se não tiver o Gold. Não jogo online sem o Gold… e essa restrição nunca existirá no PC.

        A Xbox One parece assim ser apenas interessante para quem pretende algo de menor custo com grande optimização. Continua interessante, mas certamente menos interessante que antes. E é isso que se está a tentar fazer ver aqui!

  2. Acho que a Microsoft apenas se antecipou ao que a Nintendo vai fazer com seu NX…Haverá um console da Nintendo(barato, voltado pros casuais), mas seus títulos poderão ser jogados em outros hardwares… Essa criação de barreiras entre os hardwares dificulta em parte as vendas de jogos… Com os consoles se tornando serviços, os jogos podem chegar a um público muito maior, dar mais lucro,e com isso a empresa vai investir em mais títulos…

  3. Mário uma indagação:

    Já que não há chance do Xone alcançar o PS4 nessa geração em vendas,essa empreitada da MS não seria uma forma de atrair mais jogos exclusivos Xone/PC?

    • João, eu não crítico a Microsoft como empresa. Como eu sempre digo as empresas não existem para nos agradar, mas para ganhar dinheiro.
      A ideia da Microsoft é criar um conjunto de máquinas diferentes ao estilo das Steam machines que venderá como máquinas XBox, criando assim uma plataforma.
      Empresarialmente é uma grande jogada. E eu nem a criticaria se a XBox tivesse sido vendida logo de início com esse conceito. Mas não foi.
      Tendo as pessoas comprado a XBox como possuindo o conceito de uma consola tradicional naturalmente agora não estão a gostar disto. E como já foram comidas por lorpas com o Kinect, 2 vezes em 2 anos é demais.
      Isto vai criar insatisfação, disso não tenhas dúvida, e espero que a XBox não sofra com isso!

      • Mas é espantoso como a Microsoft conseguiu perder em todas as frentes ao longo destes anos…

        Ao nível das consolas, nunca conseguiu ter o sucesso que a Sony ou Nintendo tiveram.

        Ao nível do PC, têm sido constantemente ultrapassados, quer pela Google, quer pela Valve. E o Windows já teve melhor aceitação.

        Espero honestamente que apesar de tudo seja bem sucedida.

        É uma jogada que tem lógica.

        • Já tive vários consoles e a resposta pra mim é simples, os jogos da Microsoft não são tão bons quanto os da Sony, sem falar que os multis rodam melhor no PS4. Se vc quiser deixar a resposta mais complexa, aí é com vc. Pra mim é mais simples.

          • Pessoalmente, não teria comprado Sony se não tivesse essa opinião embora hajam no catálogo da Microsoft jogos que valem à pena.

            Apenas acho que na geração passada a Sony se esforçou por entregar mais e melhor, e sobretudo, em maior número enquanto a Microsoft não.

            E por isso a Sony iniciou o suporte que esta geração a ajudou a conquistar mercado.

  4. Depois de tudo que foi discutido aqui sobre o “Maior line-up da marca XBOX da história” no ano passado, fica até comico ver pessoas tentando amenisar a agora adesão da microsoft ao PC, antes (desde o ínicio da geração) os exclusivos eram o que importava, agora depois da bomba ser solta, incrivelmente isso não é algo ruim pro xbox mas sim algo bom, vai entender estas pessoas.
    Sobre tudo isso como já referi antes aqui, pra mim não tem problema algum os jogos do Xbox sairem no PC já que eu não tenho uma máquina boa pra rodar estes mesmos jogos ao menos na qualidade do console, então fico no console pois os jogos ainda estão nele, enfim. Deve ter sido bom pra quem PC/PS4 pois assim não precisa comprar um Xone, e isso tem um lado bom e outro ruim, pois em mais plataformas o lucro com o jogo é maior em contra partida o console fica cada vez menos atraentes pra futuros consumidores.

  5. Bom.Eu sou consolista na veia como se diz,pra mim não me agrada nem um pouco essa decisão da MS.penso que estão colocando em jogo uma das grandes vantagens dos consoles

    enfim….

  6. Vamos esperar dia 25, mas a Microsoft deve para seus milhões de consumidores da marca Xbox algumas explicações…

    • Na realidade isto era esperado. As frases que indicavam isto sempre estiveram lá como o artigo deixa perceber. Ninguém lhes deu atenção porque no fundo ninguém queria ou acreditava que isto acontecesse desta forma, acreditando sempre que haveria uma exclusividade nem que fosse de um ano ou meia dúzia de meses.

  7. Eu então estou parvo, nem sei o que dizer, eu como xbox (consola) gamer sinto que estou a ser completamente chulado e abandonado pela Ms. Xbox agora é uma “plataforma” onde isto chegou… Mas o que tu pretendes Ms???. Só sei que pagar o Live nunca mais…

  8. @Fernando

    Eu acho que as tuas opiniões e convicções andam um pouco ao sabor do vento, és praticamente a única pessoa aqui que acha que a XO não vai sofrer com isto, e recorres a argumentos ridiculos com contradição atrás de contradição.
    Caramba, todos nós temos uma preferência, tu tens pela Xbox, eu tenho pela PS, mas não me vês a descontextualizar factos nem sequer a fazer vista grossa a certas coisas dignas de nota e a enaltecer pormenores negligenciáveis só para marcar uma posição, e é o que tu fazes sistematicamente, só que não estás a lidar com um bando de parolos, porque tal como tu, somos pessoas que seguem esta industria diariamente, com a diferença de que não tratamos a informação de forma cinica e manipuladora, até podes ter razão em algumas coisas, mas depois tem um discurso demasiado tendencioso para ser tido como imparcial, e pior, chamas os outros de fanboys e hipocritas.

    Felizmente eu tenho boa memória, e lembro-me do que afirmavas antes do vento mudar de direcção, segundo tu próprio, a XO sempre teve os melhores exclusivos e de como estes eram importantes, agora já não são assim tão importantes nem são a principal razão de ser de uma consola senão a Microsoft não teria tomado esta decisão, o que é curioso, tendo em conta que profetizavas que o Halo 5 seria o ponto de viragem para a XO, o tal (tipo o Neo do Matrix) que venderia milhões ao ponto de fazer voar consolas das prateleiras, mas pelos vistos não o fez, parece que o Uncharted Collection saiu-se melhor, que segundo tu próprio, vendeu porque foi a consola que o vendeu, só não perceçebo porque é que o Disney Infinity 3.0 não teve a mesma sorte, isso dos bundles na XO é diferente, e por falar em XO, o kinect é que andava a travar o poder da consola, mal fosse retirado da equação, já se aproximaria da PS4, mas não, o ingrediente secreto que se seguiu foi o DX12, o santo grall da Microsoft para a XO segundo tu próprio, mas nada…
    Conclusão tua?
    São fracas, nasceram capadas à nascença, mas agora que os exclusivos da XO vão para o PC, não é qualquer PC que corre os jogos da XO, oh não senhor, agora é preciso um bom PC, não digo um topo de gama, mas um BOM PC, senão não iguala a performance da fraca XO, que apesar de ser mais fraca que a PS4, tem jogos tecnicamente superiores pois é a única com exclusivos a 1080p/60fps, mesmo que ”tudo o resto” corra a 900p/30fps, hum…

    A nova profecia é que a XO seguirá o seu caminho, não para o abismo, mas de mão dada com o PC, mas isso não é o pior, o pior mesmo, é que a Naughty Dog ”prometeu” ás pessoas 60fps para o Uncharted 4 e não conseguiu.

    • José, esqueceu de me incluir! Eu fui o primeiro a comentar, e Fernando concluiu o meu raciocínio com o comentário dele. Bem, tenho um ps4 por conta dos exclusivos, e posso lhe garantir que devo ser uma exceção no fato de não ligar muito para games multi, porém estão convencidos que o one venderá menos por conta da perda dos exclusivos, esquecendo que no xbox 360 não foi diferente ou muito diferente. Penso que estão olhando muito para o presente com relação a consoles fisicos, exclusividades, sendo que a direção está claramente para um outro lado… O lado do fim dos consoles como conhecemos em prol de serviços como netflix mas de jogos ou algo de uma natureza parecida e popularização e unificação de sistemas. O tempo dirá se estarei certo ou não!!! Um grande abraço aos que comentam e enriquecem este site.

      • Edson. Naturalmente que ninguém sabe prever o futuro, e este artigo e a discussão podem vir a revelar-se alarmistas. Sinceramente, como Gamer que sou e estando equipado de um PC de topo ao qual nem dou o devido uso face ao que custou, eu devia era estar a agradecer tudo isto e a enaltecer as vantagens de trazer os jogos para o PC. Aliás, no fórum cheguei a postar uma foto da sala onde jogo e como vês lá, tenho o meu PC está ligado à TV e basta pegar no comando dele para jogar. E curiosamente ele ao ter dois discos SSD em RAID até arranca mais rápido que as consolas.
        Mas a realidade é que a indústria das consolas não nasceu ontem. Elas nasceram em 72 e nessa altura somente com exclusivos. Ao longo dos tempos os multi foram aparecendo mas sempre com exclusividades. Isso faz parte do que define uma consola e é um dos seus principais fatores de venda.
        Achas que a Microsoft pagou 10 milhões por uma exclusividade de Rise of The Tomb Raider porquê?
        A Microsoft sempre elogiou os first party da Sony e criou/reactivou estúdios porquê?
        Como o Fernando diz e muito bem, nem todos os exclusivos vendem por aí além. E muito menos os novos Franchisings exclusivos que vão aparecendo. Mas eles mesmo que dêem prejuízo continuam a aparecer. E porquê? Porque são exclusivos! Porque vendem consolas uma vez que quem os quer jogar, ou joga ali, ou não joga.
        Isto é um dos principais fatores de venda das consolas e as empresas pagam milhões por exclusivos de terceiros por isso mesmo. E com a consola vendida há números que atraem mais produtores, e estes trazem mais jogos, e mais jogos trazem mais vendas de jogos e consolas. É um ciclo que os exclusivos, de forma provada ao longo de quarenta anos, ajudam tremendamente a alimentar.
        Eu por exemplo tenho um PC, uma PS4 e uma XBox One. Os jogos com melhores gráficos e performances podem ser obtidos no PC. Então porque tenho as consolas?
        Porque a PS4 tem exclusivos que eu adoro e a XBox One até hoje também tinha os exclusivos que adoro. Mas se eu imaginasse que ia pagar obrigatoriamente por um Kinect que ia ser abandonado e que dois anos depois 95% dos exclusivos da One estariam já no PC com a promessa de 100% no futuro, achas que me valia a pena gastar dinheiro nesta consola?
        Eu não sou fanboy, não compro as coisas pela marca. Sou Gamer e compro-as pelos jogos! Daí que, tal como quem aderiu cedo à consola, se imaginasse que ao final de 2 anos a XBox One estaria limitada a nível de AAA a dois Halos (um dos quais uma remasterização de jogos que já tenho), dois Forza Motorsport (dos quais atualmente, apesar de ter tido o Forza 5, nem tenho nenhum), um Forza Horizon (que esse sim, tenho) e um Sunset Overdrive (ao qual dou crédito mas não aprecio – e ninguém aprecia todos os jogos), estando tudo o resto no PC, teria comprado a consola?
        Sinceramente, com toda a honestidade temos de reconhecer que no espaço de 2 anos há aqui um logro duplo que tem mais é que fazer as pessoas sentirem-se enganadas. Venderam um Kinect como obrigatório e como parte integrante da experiência que agora nem tem qualquer suporte em jogos e foi retirado do sistema, forçando os fans mais acérrimos que aderiram no início a gastar 100 euros adicionais em algo que se revela inútil. Depois estes compram a consola mais potente da Microsoft e a única capaz de poder jogar os franchisings exclusivos da Microsoft apenas para dois anos depois virem a saber que afinal os 500 euros que gastaram poderiam ter sido gastos num CPU e gráfica para atualização do seu PC, obtendo um sistema bem superior que jogaria os mesmos jogos, não pagaria Live (120 euros em dois anos) e tinha os jogos mais baratos cerca de 10 euros cada um (aliás estou a fazer um artigo onde montas um PC superior à One por menos que 500 euros).
        Sinceramente tem de haver muito fan revoltado com isto. Só pode haver!
        Por muito que tente ver outras perspectivas, o que eu vejo com está unificação são motivos para se comprar um PC, ficando a consola reservada para quem quer gastar pouco. Uma situação bem diferente da anterior onde era a consola, ou nada!
        Se a consola tivesse sido vendida desde o início com este conceito de eco-sistema era uma coisa, mas assim não. Ao fim de dois anos a Microsoft ainda não sabe o que quer, e muda o conceito da consola pela quarta vez (inicialmente era o DRM e o Kinect, depois sai o DRM e o Kinect e entra a Cloud, depois sai a Cloud e entra o DX 12, e agora unifica com o PC).
        Com isto, a Cloud (da qual ainda não vimos nada)… Poderá estar comprometida pós Crackdown 3! Porque se 300 mil servidores para o live já parecia pouco para 20 milhões de consolas, agora com o PC à mistura e duvidando que eles paguem um live para justificar um aumento, o número passa a minúsculo.
        São muitas as questões que coloco aqui. Não quanto à viabilidade da plataforma, mas quanto ao sucesso e futuro da consola em si. Até porque se a plataforma tiver sucesso o número de consolas (cerca de 20 milhões) face ao número de PCs com Windows 10 (200 milhões) é cerca de 1/10. E isso significa que a One é apenas uma gota num mercado potencial enorme.

        • Mário, compreendo bem o que queres dizer, porém creio que não tenha compreendido o meu ponto de vista. Primeiro: Quero salientar que faço parte daqueles que estiveram contra às politicas da MS com relação ao One, incluindo o DRM, o Kinect que virou uma espécie de papel de parede e coisas do tipo, porém, entretanto, toda via, não sei se percebestes, até pq, na europa há uma cultura gamer um pouco diferente das Américas, mas vou tentar mostrar um pouco do gosto dos brasileiros com relação a games. Aqui no Brasil, não tenho números para te provar, mas nos meus bons anos de experiência, de contato com games brazucas, dá para constatar que uma boa parte não se importa com sites especializados, são quase leigos quando o assunto é história dos games ou atualidades, porém jogam compulsivamente, amam jogar! Os fãs da MS no Brasil querem shooter, não se interessam muito por games da Sony, gostam muito da estabilidade da live, gostam muito de Halo, forza e Guears, e o mais importante… Não conseguiriam comprar um pc de topo para jogarem no máximo, por conta do preço absurdo que lhe é cobrado, por isso o one cai como uma luva neste mercado. Concordo quando dizes que a indústria vivera de exclusivos desde o longínquo ano de 1972, porém o que tb é notório é a mudança da indústria. A Nintendo perdeu folego no meio desta geração atual gamer, a Sega não existe mais para esta geração, e o pior é que nem sabem que a mesma deixara um lindo legado, o mercado mudou! Citastes os poucos games exclusivos do one, mas esquecestes que o ps4 quase nada entregou, e creio que o fato do ps4 estar vendendo bem nos EUA, soa mais como boicote dos Yankes em resposta à politica da MS no começo desta geração do que propriamente méritos do console da Sony.
          Para finalizar, o que difere um console é o preço! repito em afirmar que entendo o valor dos exclusivos, mas me desculpe, a Nintendo que tem um portfólio muito maior do que a Sony em relação a exclusivos não conseguiu decolar com o Wii U, se a Sony viesse com um console caro como foi o ps3, fatalmente seria um fracasso, por mais que vendesse bem na Europa onde é o seu maior mercado com relação a fãs, não conseguiria resistir, exemplo disso é o Ps vita, que contou com exclusivos de peso, mas com preço salgado! Fique com Deus!

          • Edson… creio que está a confundir algumas coisas!
            Primeiro há uma diferença entre exclusivos e bons exclusivos.
            Os exclusivos vendem consolas mas é preciso que agradem ao público e sejam lançados de forma regular. Não basta existir um ou apenas existirem sem qualidade ou aceitação do público! A ideia deles é vender consolas, mas nem todos são bem sucedidos ao mesmo nível nisso. Não é possível comparar um Halo que vende 2 milhões no primeiro dia e 3 na primeira semana com um Forza Horizon que vende 300 mil no primeiro dia e 400 mil na primeira semana. Cada exclusivo tem um sucesso diferente e alguns deles até são flops.
            Nesse sentido referir os exclusivos da Nintendo é algo inválido pois claramente, pela realidade da consola, eles apelaram a poucas pessoas, mas não tenhas dúvidas que dentro das vendas da Nintendo, mesmo que em números mais pequenos, eles foram impulsionadores de vendas.

            Quanto à PS4 não ter apresentado exclusivos, falarás certamente do final de 2015. Mas estás a esquecer uma coisa. Uma consola não vende apenas pelos exclusivos que lança na altura, mas pelos que tem, e pelos exclusivos anunciados. Apenas como curiosidade, e sem ter confirmado a sua exactidão, segundo a IGN, a lista de exclusivos não indies existentes e anunciados para a PS4 é o dobro da da Xbox One (Lista da IGN).
            Na realidade, se contarmos os jogos que passaram para PC ou que existem no PC (e eles existem em ambas as consolas, mas agora com esta situação em muito maior número na One), a diferença acaba por ser maior.
            Quanto à Vita… quais foram os exclusivos de peso que conheceste? É que não basta ter um Uncharted no lançamento ou um Killzone 1 ano depois, é preciso continuar a alimentar uma consola com exclusivos de forma regular para ela ser interessante e nesse aspecto a Vita nunca teve esse suporte!
            Mas aí estamos a fugir à situação. O mercado das portáteis é diferente pois está virado para o casual e compete com o dos smartphones. Face às consolas de mesa são realidades muito diferentes.

    • @ José Galvão
      FANBOY ALERT !

      É engraçado o vosso desespero, eu só vejo balas de borracha da vossa parte, aleijam mas não matam, coisas que vocês vão buscar para atenuar a vossa dor xD
      Meu caro pelo andar da carroça vocês já só ficam com Forza e Halo, é melhor começarem a vender a Xbox One enquanto vos dão dinheiro por ela, qualquer dia ainda vais ter de pagar para ta tirarem de casa…
      Se vocês gostam de ser ****** (termo censurado) fiquem ai na xbox, a papar grupos e a jogar free-to-play´s, que é o que a maioria joga cada vez que eu ligava a minha X One para jogar Forza 6 e Horizon 2 só via pessoal no warframe, Ark, destiny, smite… Então os exclusivos de peso? Não são assim tão bons é ?
      Conselho de amigo: Compra uma Ps4 em 2016 que não te vais arrepender como fizeste com a One, partilho da tua dor, a diferença de mim para ti é que eu sou mais esperto!
      Não papo grupos, nem acredito em magia (Dx12-Cloud-Power-BetterLineup)

      • Caro amigo. Esta mensagem está escrita de forma ofensiva e usando termos inaceitáveis. Removi o termo mais ofensivo e publiquei a mensagem por respeito ao historial que lhe deu o direito de publicar sem moderação, mas controle-se por favor no futuro pois não é este tipo de dialogo que se pretende nesta página.

        • @ Mario
          Peço desculpa, mas neste caso quem ofendeu foi o José Galvão, opiniões são opiniões, o que ele disse tem algum fundamento?
          Se fosse comigo a mensagem dele nem aparecia…
          Alias ele ofendeu-o a si… Que você não percebe nada disto etc… Provavelmente ele é algum puto de 14 ou 15 anos a tentar atirar areia para os olhos de quem anda nisto há uma dúzia de anos…
          A fazerem dos outros parvos? Isso eu não tolero! Descontrolei-me não volta a acontecer…

          • Não tens de pedir desculpas, são coisas que acontecem, mas não vamos repetir por favor. Acima de tudo não podes usar palavrões como o que usaste.

            Agora quanto à mensagem do José Galvão.

            É certo que ele é muito directo nas suas palavras, e defende as suas ideias acerrimamente. Mas ele não usou qualquer tipo de palavra ofensiva à integridade de ninguém e as palavras piores que usou no seu comentários são adjectivos a aplicar aos argumentos usados que ele quer contrariar e não a nenhuma pessoa.

            De resto o Galvão não me ofende. Não o conheço pessoalmente mas já falei algumas vezes com ele e ele chegou mesmo a escrever para a PCManias (e poderá voltar a fazê-lo sempre que entenda). Se ele tivesse algo a me dizer dilo-ia directamente sem problemas pois sempre falamos abertamente e sem problemas. No entanto relendo o comentário não vejo qualquer insulto a mim ou a qualquer outra pessoa. No entanto, dado o seu tipo de discurso directo e sem papas na lingua (mas sem uso de insultos ou palavrões) a que todos já estamos habituados, caso a pessoa em causa se sinta lesada, poderá dizer-mo pois como disse tenho à vontade o suficiente para em conversa directa, ou mesmo aqui nos comentários, chamar a atenção ao Galvão.
            Aliás a pessoa em causa, o Fernando, é dos utilizadores que mais respeito aqui na página pois é sempre muito informado e dos que mais diálogo suscita e sempre, desde sempre, apesar de defender algumas ideiasou opiniões com as quais outras pessoas discordam, foi correcto e leal nas suas respostas, discutindo a coisa de forma aberta e sem se esconder.
            É por isso uma pessoa que respeito muito e que até gostava de conhecer por isso mesmo.

      • @Valério Fernandes

        Meu Deus, que confusão que vai para ai, das duas uma, ou trocaste os nomes, ou não percebeste nada do que eu disse, é que pelas tuas palavras, eu sou um fanboy da Xbox cheio de azia, esta é nova, a sério lê lá com atenção o que eu disse, e vê lá quem é que eu estou a ”defender”, a XO ou a PS4?
        Tenho PS4 desde o ”day one”, a XO comprei à meses e estou tão arrependido.

  9. Mário, em relação ao Vita, o problema é que não é que ele nao tenha exclusivos de peso, e sim,que o Ps tem somente 3 games de peso com relação a super vendas que são eles: Uncharted, GT e God of War, mas o Vita teve LBP, Killzone como bem citou, porém por mais que a realidade dos portáteis seja diferente, o 3ds levou a melhor com relação aos exclusivos por serem exclusivos mais poderosos do que os da Sony. Com relação aos consoles de mesa, penso que veríamos a teoria dos exclusivos funcionando ou não, no dia que a Nintendo lançasse um console com hardware e preço semelhante ao playstation, com politicas parecidas e com apoio thirdy party igual. Ai sim, creio que seria tirado a prova dos 9 se exclusivos vendem ou não consoles… Ah! Quanto aos jogos anunciados da Sony, penso que não posso contabilizá-los, pois são promessas até o momento!

    • Não tem de haver prova dos 9 sobre os exclusivos. Isso é um facto! Aliás nem a Microsoft pretende acabar com eles, apenas os quer alargar ao PC. Continuarão exclusivos mas não da consola e sim da plataforma. E só poderão ser adquiridos na windows store.
      A única questão em causa aqui é se a consola ganha ou perde com isso!
      De resto super vendas são apenas uma perspectiva dos exclusivos. São optimos jogos que agradam a muita gente, mas ter um jogo desses ou vários que agradam a diferentes segmentos diferentes acaba por ser a mesma coisa a nível promocional e até ficas menos dependente de saturação do titulo.
      Por isso é que a variedade e quantidade contam.
      Finalmente sobre as promessas de exclusivos, ao menos na consola PS4 elas ainda existem ao passo que na consola Xbox já sabemos que não serão exclusivos.
      Eu já compro os meus jogos maioritáriamente para PC. Nas consolas compro os exclusivos consola. Para a PS4 os exclusivos e os Multi por serem normalmente melhores, para a Xbox era só os exclusivos (é ao contrário da geração anterior). Agora sem eles não sei como vai ser.
      Espero que a Microsoft recue um pouco, algo que já fez tantas vezes, e sinceramente acho que neste momento já me parece ver em algumas declarações sobre o assunto a Microsoft a dar um pouco para os dois lados sem saber bem para onde pender pois há uma fragmentação grande de opiniões sobre o assunto.

    • Edson, o que define um game de peso?

      Serão as vendas? Se assim for, Halo perdeu força.

      Talvez seja melhor a Microsoft abandonar a série… Mas estou a exagerar… Afinal Forza porta-se muito pior. Talvez seja melhor a Microsoft abandonar de vez a franquia Forza.

      Certo ou errado?

      Para mim o que defende um game de peso é o impacto que ele causa. E isso não se medem apenas pelas vendas nas primeiras semanas ou pelas pessoas irem a correr às lojas, no primeiro dia. Porque muitas vezes isso nem reflete a qualidade de um jogo, como nos temos vindo a perceber.

      Isso mede-se no que quando se fala por exemplo em Playstation, vem logo à cabeça.

      E só deste ponto de vista, não falta o que escolher.

      Jak and Dexter, Crash Bandicoot, Medievil, Uncharted, Killzone, Infamous, Resistance, etc…

      Basta olhar para trás e perceber que a Sony neste departamento sempre soube entregar.

      Excepto na PS Vita. Presenteou-a com um Uncharted, com um Killzone, mas franquias mais antigas nas quais já não pega à muito e que caíriam que nem uma luva nem vê-las.

      Mas inegávelmente a Nintendo será imbatível neste departamnte, sobretudo devido ao fenómeno pokemon, que sozinho quase lhe alimenta a portátil.

      A Vita não sofreu pelos exclsuivos, sofreu pela ausência deles e pelo abandono por parte da Sony.

      Não consegues ver isso?

      • Bruno, bom dia! O que define um game de peso? Para mim é a qualidade, para a empresa são as vendas o apelo que tens! Nunca disse que exclusivos não são importantes, disse que não é o fator fulcral para vender consoles! Vc citou belos games, porém por mais que sejam relevantes aos apaixonados da marca Playstation, nunca foram determinantes como os que eu citei para o Mário Armão. Crash, por exemplo, lembra-me Shemmue, pois foi ser valorizado anos depois de ter sido lançado. Eu vejo e entendo o que dissestes, sei que a Sony é lider no quesito games adultos de qualidade, mas… Ah! Um adendo, O Vita teve uma lineup de exclusivos melhor do que a ps4 no primeiro ano de vida do console, cito os jogos do vita pra ti, ai vc reflita: Resistance, LBP, Modnation Racers, Wipeout,Uncharted, Killzone, Tearaway, etc… Me desculpe, mas a Sony errou em muitos pontos quanto ao Vita, mas não no suporte do primeiro ano no seu portátil!!! Abraços, Bruno! Te respeito muito

        • A definição de um jogo de peso não passa por gostarmos dele ou não.
          Essa definição altera-se consoante o interveniente. Por exemplo (e não tomes como realidade absoluta): Para ti um jogo de peso é um jogo que tu gostas e que sabes que mais pessoas gostam pela aceitação da crítica e adesão (por exemplo, um FIFA) Mas para mim, caso eu nem goste dele, só o considerarei de peso se ele for um best seller (será o caso igualmente do FIFA como de peso, e por exemplo Sunset Overdrive como não sendo verdadeiramente de peso pois apenas vendeu o normal e nem aprecio o estilo)
          Agora para quem o produz, um jogo de peso é aquele que supera rapidamente os objectivos a que se propôs. Que dá lucro e é bem aceite na crítica e comunidade (e aqui Sunset Overdrive voltaria a ser de peso).
          Depois há claro, aqueles que são mais consensuais e os que são menos, ou seja há peso relativo e não uma medida fixa.
          Quanto à Vita.
          O primeiro ano prometia é certo, mas só isso não segura a consola.
          Imagina um restaurante onde precisas de ir comer diáriamente. Se ele abrir e no primeiro dia servir lagosta e caviar a preços baixos, tu vais adorar. Mas no segundo pelo mesmo preço já te serve tostas com manteiga. Tu vais ficar decepcionado, e quando muito vais ainda lá na esperança de poderem voltar a servir lagosta e caviar. Mas com a continuidade e a continuares a comer tostas, desistes.
          Daí que o que a Vita teve no arranque é irrelevante pois o nível de suporte não continuou.

        • Bem Edson, eu suspeito que franquias que já gozam com mais de 3 entregas (LBP, KIllzone, Infamous) são franquias de peso. Pelo menos tiveram vendas que apesar de não serem astronómicas como o Kinect Adventures, justificaram sequelas. Acho que se um jogo for um fracasso rotundo ninguém se vai por a fazer sequelas a torto e a direito…

          Ninguém está a dizer que são o fator fulcral porque não existe um fator fulcral. Aliás, o único é jogar jogos! Depois disso é uma combinação de fatores onde pesa o preço, o catálogo, o design, etc.

          Mas é inegável que ninguém que compra uma máquina para correr jogos o vai fazer sem olhar para o catálogo, onde o elemento diferenciador são precisamente os exclusivos! Se compras uma máquina para jogar jogos, os exclusivos são um dos principais elementos diferenciadores, o resto é acessório.

          É curioso que digas isso porque a maioria desses jogos foram saíram no lançamento, precisamente quando a Vita teve as vendas mais fortes. Depois foi sempre a cair (ausência). Tearaway, apesar de um título de enorme qualidade, era uma novidade. E há imensas novidades no catálogo da Vita, que apesar de excelentes, não passam disso mesmo novidades, e por isso, não fizeram muito pela Consola.

          Killzone Mercenary também foi lançado numa altura em que a Vita viu um aumento de vendas com a saída da PS4.

          O problema, e já o disse no artigo, foi não só as políticas abusivas da Sony face à memória (na qual insiste e ninguém alinha), e o facto de a Vita não ter recebido mais.

          Mas basta ver que com reduções de preço a plataforma tem aumentos de vendas. Mas são temporárias.

  10. Uma outra duvida, o pessoal do pc vai comprar os exclusivos da microsoft na windows store, e jogar com o pessoal xbox one, mas o pessoal provavelmente não vai comprar os multis no windows store, vão continuar na steam, a com a provável queda nas vendas do xbox one, eu vejo o xbox sendo o mais prejudicado nessa historia, pois nao terá exclusivos, e terá bem menas pessoas no multiplayer dos jogos multi.

  11. Nao tive muita paciencia para ler tudos estes comentarios, pois a maior parte que comentam por sua vez nao sao prorietarios da consola, e nao critico o pessoal por fazerem analises e previsoes sem algo declarado ou numeros expecificos, acredito que apos o evento do dia 25 e a E3 deste vamos saber se sera o fim ou nao da geracao para o console da MS.

  12. Embora não confie muito na fonte inicial (site chinês) dizem que mais um exclusivo irá para o PC, são Forza 6 e Forza Horizon 3.

    http://games.tecmundo.com.br/noticias/forza-motorsport-6-forza-horizon-3-caminho-pc_822176.htm

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