Quake será lançado para a nova geração de consolas e Switch

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Trata-se de uma remasterização a 4K, com novos modelos de luz, modelos de personagens melhorados e uma panóplia adicional de novidades.

Confesso que quando li esta notícia fiquei admirado. E não pela remasterização, mas pelo facto de o jogo ir ser lançado para todas as consolas do mercado, isto apesar de a Machine Games, que está a desenvolver o jogo,  ser agora uma equipa pertença da Microsoft e dos seus estúdios Xbox.

Já há muito tempo que se refere que a compra da Zenimax, na realidade não tornou as equipas deste grupo pertença total da Microsoft, e que apesar de estas irem criar exclusivos para as suas consolas, a Bethesda (que funciona aqui como publicador) retém a liberdade de poder lançar jogos que alcancem outras consolas, o que parece confirma-se aqui, uma vez que a transação está já concluída, e a Machine Games e a Bethesda são agora pertença da Microsoft.

Mas voltando ao tópico deste jogo, trata-se de uma remasterização que será lançada para todas as plataformas, Windows PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch, Xbox One, e as consolas Xbox Series.

Nesta remasterização está anunciado o suporte à resolução 4K, ecrãs largos, modelos melhorados, luz retrabalhada, efeitos de pós processamento como profundidade de campo e anti-aliasing, suporte para modificações pelos utilizadores, e um pack de expansão criado pela Machine Games que inclui igualmente os packs de expansão originais. As bandas sonoras originais de Trent Reznor dos Nine Inch Nails estarão presentes, bem como suporte a jogo local e online em modo multijogador.



As versões para PC, Nintendo Switch, Xbox One e PlayStation 4, estão já disponíveis, com o custo de 9.99 euros. As versões PS5 e Xbox séries ainda estão apenas anunciadas com a data “em breve”.

Note-se que apesar de tudo o anunciado, não estamos aqui a fugir muito do jogo original.

Como a imagem permite perceber, estamos ainda perante o jogo original, apenas com algum arredondamento das bordas das personagens para não ficarem tão quadradas. Mas o jogo retêm tudo o que sempre o definiu, e continua com um aspeto datado e antiquado.

No entanto Quake é um clássico, que vale pela sua jogabilidade. Ainda hoje é jogado e isso contribuiu para esta remasterização. É algo que pode tentar muitos a retomar a ideia de reviver velhos tempos, e nesse sentido, a notícia.



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Pedro Oliveira
Pedro Oliveira
1 mês atrás

Bom dia Mário

Comprei o jogo para a switch simplesmente pelo facto de ser portátil. O remaster está muito bom a nível de visual.

Quanto ao frame rate, existe algumas quedas principalmente em modo portátil, contudo no menu do jogo dá para brincar com as configurações de iluminação , fov, fog etc e depois de alguns ajustes ficou praticamente sem quedas de fps.

Aconselho para novos jogadores e para quem quer levar com uma dose de nostalgia

Para além disso tem multiplayer com crossplay.

E o preço é aceitável!

Em suma fantástico.

Sparrow81
Sparrow81
1 mês atrás
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Gostava muito de Quake, mas dar pra isso o nome de remaster é meio esticar a corda demais. Isso aí é um port clássico com poucas melhorias.

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
1 mês atrás

OFF

https://www.tomshardware.com/news/amd-oberon-playstation-5-soc-die-says-cheese-to-the-camera

“Há uma clara indicação do Infinity Fabric da AMD, que conecta todo o chip e o cache L2. O controlador de memória GDDR6X e a interface PHY (camada física) podem ser vistos na borda do SoC, que é onde os dados entram e saem do processador. Olhando de perto, você pode ver o cache L3 lá também. Você também pode ver as imagens restantes na pasta Fritzchens Fritz Flickr.”

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Responder a  Carlos Eduardo
1 mês atrás

https://twitter.com/N_X_G/status/1430185801950932998?s=20

“Para ser claro, este é o cache L3 compartilhado no chip, não o ‘Infinity Cache’, mas o cache local da CPU compartilhada a lá Zen3.”

Interessante, aparentemente não se trata de infinity cache, mas sim dos 8MB do cache L3 da CPU Zen2 estar sendo compartilhado por todo o SoC. E também mesmo que fosse o InfinityCache, seria uma quantidade muito pequena de memória, até pelo die size do PS5 ter cerca de ~310 mm2, contra ~360 mm2 do Xbox Series X.

https://twitter.com/N_X_G/status/1430188707848589316?s=20

“Minha suposição é uma extensão do que eles fizeram com PS4 Onion / Garlic, mas permitindo acesso compartilhado e possível despejo cruzado. Conceito interessante para reduzir custos e maximizar desempenho.”

Deto
Deto
Responder a  Carlos Eduardo
1 mês atrás

interessante.

é basicamente um infinite cache de 8MB?

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Responder a  Deto
1 mês atrás

Ainda é um cache especificamente da CPU (apesar de ter muita redundância), entretanto essa otimização permite acessar os dados do cache L3 com menor latência, até porque eles estão divididos em 2 CCX de 4MB cada.

Ou seja, mais otimizações, menos gargalos.

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