Uma consola… não é um smartphone.

ps45

Querer justificar o lançamento de uma nova consola a meio da vida útil das atuais comparando a situação com a que se vive atualmente com os telemóveis é algo incompreensível. Eles são produtos diferentes, e quando as coisas são diferentes, não há analogias que as possam tornar iguais.

Como será já do conhecimento de todos, corre o rumor de que a Sony irá lançar uma nova consola Playstation, denominada pelos media de Playstation 4.5 ou 4K.

Este seria uma consola mais potente com a atual, e completamente compatível com a mesma, mas que poderia executar os jogos da atual com melhores performances.

Esta é uma situação que, dado o curto tempo de vida da atual Playstation, não está a cair bem junto dos possuidores da consola. No entanto há quem defenda que a situação é aceitável, alegando que a nova consola não vem alterar nada no panorama dos videojogos.

Como comparação, de forma a justificar a ideia, referem os lançamentos de novos smartphones. Estes quando saem não impedem os possuidores da versão antiga de beneficiar de todos os novos produtos que vão saindo para os mais recentes, sendo que os novos apenas permitem executar as coisas de forma melhorada. Com a nova PS 4.5 seria a mesma coisa, e como tal os possuidores da antiga Playstation em nada seriam prejudicados.

Ora, independentemente de haver ou não argumentações válidas para defesa deste tipo de lançamentos, este argumento não tem ponta por onde lhe consiga pegar, pois olhando para uma comparação entre as duas realidades, não consigo ver qualquer semelhança entre elas. Aliás, considero as situações tão dispares ao ponto de serem incomparáveis.

As novas versões são sempre melhores. E o motivo é… o upgrade

Para começar não é exatamente verdade que quando se lança um novo smartphone os anteriores proprietários continuem a usufruir de tudo como antes. Sim, é verdade que nada se altera face ao que tinham, mas os novos produtos normalmente trazem novas capacidades que não estão acessíveis aos anteriores modelos. Umas vezes por questões de capacidade do hardware, outras por mera opção de software, mas a realidade é que as diferenças existem, e onde antes os possuidores das agora antigas versões dos aparelhos possuiam algo que era o mais completo do mercado, agora deixaram de o ter.

Vejamos o iPad Air 2 por exemplo. Este tablet da Apple não é apenas mais rápido e mais potente que o seu antecessor. Na realidade ele possui capacidades de multitasking que estão vedadas a todos os modelos anteriores. Aqui a base é a capacidade do hardware, mas casos houve onde isso não acontecia. Por exemplo, o Siri apenas não corria no iPhone 4 porque a Apple não permitia que os pedidos fossem autenticados nos seus servidores vindos deste telefone. Mas a restrição era apenas software pois o hardware desse telefone era perfeitamente capaz.

O motivo porque os novos lançamentos trazem estas realidades é só um. O upgrade! O tentar conseguir que aqueles que já investiram na versão anterior invistam de novo. E isso é algo que a Sony, como qualquer empresa, não se importaria nada que acontecesse com a PS 4K! Se os 40 milhões de possuidores da Playstation 4 resolvessem fazer um upgrade deixando a PS4 antiga numa outra divisão, isso seria ouro sobre azul. Daí que nessa perspectiva, sendo a Sony apenas mais uma de muitas empresas, será lógico que o Upgrade esteja considerado como uma opção. E nesse aspecto, a nova consola ao trazer capacidades que a antiga não possui, torna-se uma candidata a tal.

A questão aqui é que desde que as alterações não mexam com a performance geral da consola, e a sua função nuclear, os jogos, nenhum possuidor da atual PS4 terá problemas em que a nova versão venha com mais capacidades multimédia. Considerarão a situação apenas uma revisão. Mas se tal acontecer… e tudo parece indicar no sentido que tal será uma realidade… a diferença passará a ser demasiada para ser ignorada. Os motivos estão indicados de seguida.

O aumento de performance tem mais significado nas consolas

Talvez a maior das diferenças entre as consolas e os smartphones esteja relacionada com a performance e a necessidade do sistema em obter mais e mais potência disponível.

A questão é que desde à muito tempo que os smartphones continuam a evoluir e a aumentar as performances sem que o utilizador ganhe verdadeiramente com isso. A diferença entre um Samsung Galaxy Note 3 e um Note 5 está apenas nas limitações a nível do software existente e fornecido de fábrica. Porque a nível de performances, apesar de ser claro que o Note 5 é mais rápido, o Note 3 é ainda hoje um telefone com performances topo de gama e capaz de executar em perfeitas condições tudo o que existe na Google Play.

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Uma análise aos últimos lançamentos permitem constatar que desde à algumas gerações para cá, as diferenças de performance entre duas gerações de smartphones não são verdadeiramente notórias, limitando-se a tornar o modelo mais recente capaz de abrir e executar aplicações umas centésimas de segundo mais rápido. Mas apesar dos ganhos, tal não é algo que o utilizador note verdadeiramente no seu dia a dia de forma clara, uma vez que as aplicações existentes correm igualmente bem quer no modelo mais recente, quer num com já 3 ou 4 anos. As diferenças reais limitam-se a ser os valores obtidos nos benchmarks, o que face à realidade do constatada, acaba por ser mais show off do que realmente uma necessidade.

Já nas consolas a coisa é bem diferente. O tipo de processamento efetuado nestes aparelhos especializados em videojogos não é o mesmo que temos nas aplicações ligeiras dos smartphones (que aliás não são máquinas especializadas de jogos). Nas consolas temos uma máquina criada e concebida com um objectivo em mente: jogos, e onde a performance é toda ela necessária. E quanto mais… melhor pois é possível, e mesmo comum, usa-la toda ao máximo.

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Uncharted4e3

Mas se nos smartphones as diferenças de performances não são penalizadoras, o mesmo não se passas com as consolas.   As novas consolas possuem problemas em acompanhar a performance dos PCs, e o que vemos nos jogos multi plataforma são jogos limitados na resolução e/ou fotogramas. Daí que naturalmente que introduzir aqui, numa nova consola, mais performance, se torna muito mais atrativo do que fazer o mesmo num smartphone onde qualquer modelo mais recente não vem alterar nada nesse panorama. Aqui uma nova consola poderia melhorar os fotogramas, a resolução, ou manter os mesmos acrescentando mais efeitos visuais. Ou até quem sabe… os três em simultâneo. E ao contrário dos telefones onde as aplicações 3D são meramente lúdicas e de uso esporádico, sendo que ninguém procura o jogo hardcore, mas apenas o jogo casual e lúdico de diversão rápida, aqui nas consolas esse é o tipo de processamento principal. Nas consolas procura-se a criação de jogos 3D com grafismos de elevada qualidade, e com a maior qualidade de som e imagem possível, pelo que consequentemente um novo hardware mais potente trará uma fragmentação de mercado não existente nos smartphones.

Aqui estamos perante o possível caso de os jogos criados para a consola mais potente, poder não correr na menos potente. E isso não é algo que aconteça nas aplicações genéricas para o mercado de smartphones, especialmente entre modelos de gerações sequenciais.

Resumidamente… não é possível comparar-se a realidade dos upgrades de um smartphone aos de uma consola de mesa… Dê lá por onde der!


O ciclo de vida

Pode parecer a muitos que as pessoas aceitaram muito bem os lançamentos anuais de smartphones topos de gama a 800 euros. E sim, há “malucos” para tudo, sendo que alguns até comprariam continuamente os novos modelos mesmo que fossem lançados a cada 6 meses. Aí claro há a questão da possibilidade monetária, mas acima de tudo do exibicionismo e show off pois tecnicamente, desde à alguns anos para cá, os ganhos não justificam verdadeiramente o upgrade em todas as gerações, quer se tenha dinheiro para tal, ou não.

Mas a realidade é que maior parte das pessoas não trocam de telefone todos os anos. E dentro dessas, mesmo os apaixonados pela tecnologia fazem-no quando a necessidade, as evoluções ou o salto tecnológico o justificam, e não apenas porque há um novo smartphone disponível. Tal seria apenas mero consumismo.

Mas mesmo que assim não fosse, há outra realidade. O facto que quem compra um smartphone saber logo na altura de compra que ele só será topo de gama por um período de um ano, e que novo modelo poderá trazer novidades que o seu não suporta. Esta é uma realidade desse mercado, e que todos conhecem e aceitam.

Já no mercado das consolas a coisa não é assim!

Basta ver que o mercado de smartphones basicamente arrancou em 2008 com o primeiro iPhone. Desde 2007 até hoje já tivemos o iPhone, o iPhone 3G, o iPhone 3GS, o iPhone 4, o iPhone 4s, o iPhone 5, o iPhone 5s, o iPhone 6 e o iPhone 6s.

De 2007 a 2016, ou seja 8 anos (mal medidos pois o primeiro iPhone foi lançado em Junho e ainda não estamos em Junho de 2016), tivemos 9 telefones. Ou seja, o periodo médio entre lançamentos nem sequer chega a um ano.

E isto é uma realidade desde que os smartphones arrancaram. Uma realidade que o mercado aceita… porque sempre foi assim!

No entanto o número de gerações de consolas que existiram até hoje é menor do que o número de iPhones lançados nessa base anual. A atual geração é a oitava!

Mas as consolas estão no mercado… faz 44 anos!

A primeira geração esteve sozinha no mercado 4 anos (72 a 76), a segunda esteve 7 anos (76 a 83), a terceira 4 anos (83 a 87) e a quarta 6 anos (87 a 93).

Apesar de a quarta geração já ter tido bastante aceitação do público, foi com a quinta geração que as consolas arrecadaram junto do público um lugar de destaque. Aliás para a maior parte das pessoas, quando se fala em consolas o seu historial retrocede apenas até aqui. A quinta geração foi a geração da Playstation, da Nintendo 64 e da Sega Saturn!

A quinta geração apareceu em 93 e esteve sozinha no mercado até 98, ou seja 5 anos!

A sexta geração foi a da PS2, Xbox, Gamecube e Dreamcast. Esteve sozinha no mercado de 98 a 2005, ou seja 7 anos, e deu o arranco final que as consolas precisavam para se implementarem nas nossas casas.

Temos depois a sétima geração, a geração passada e que dispensa introduções, que esteve sozinha no mercado de 2005 a 2013, ou seja 8 anos!

Resumidamente, a média de todos estes anos, e a realidade conhecida junto das pessoas é que uma consola possui uma esperança de vida mínima de 5,8 anos.

No entanto todos possuem consciência que a tecnologia atualmente evolui muito rápida, e que a atual geração poderia ser menor. 5 anos seria aceitável para todos, 4… talvez não para todos, mas já aconteceu. Mas 3… é um quebrar de um ciclo para transformar as consolas em algo semelhante aos smartphones, e que ninguem, quando da compra, tinha conhecimento ou esperava existir! E quem acompanha a industria desde sempre, sabendo que demora anos a que os programadores cheguem a conhecer verdadeiramente as capacidades de um hardware, sabe que isso nada tem de bom, e que tal só significa o sub-aproveitamento das consolas. Com mais do que um hardware no mercado, os programadores deixam de programar para o hardware passando a programar para uma plataforma. E isto foi algo que já explicamos quando a Microsoft apresentou a Universal Windows Platform que unifica a Xbox One e o PC. Basicamente,caimos numa situação inédita para as consolas.

Daí que mais uma vez, independentemente de o modelo de negócio poder vir a ser adoptado ou não, comparar as realidades destes dois produtos parece um pouco ridículo, deitando por terra todo este argumento comparativo. Até porque os smartphones não pagam depois 60 euros/ano para poderem jogar online!

Entretanto Phil Spencer já se pronunciou sobre a questão destes lançamentos intermédios, e apesar de as suas palavras serem um pouco contraditórias face aos já referidos possíveis upgrades da Xbox One, o facto é que ele não se mostrou muito a favor da ideia, preferindo um upgrade maior. Tal e qual a maior parte dos utilizadores quer sa sua consola, quer da concorrente.

http://www.gameinformer.com/b/news/archive/2016/04/01/i-m-not-a-big-fan-of-xbox-one-and-a-half-says-xbox-boss-phil-spencer.aspx

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Readers Comments (46)

  1. Se fizer um upgrate para a próxima, já vou perder bastante dinheiro!
    Gastei 60€ para ter uma garantia de 5 anos…

    • Com o avatar que o sistema te atribuiu vai ser dificil pareceres chateado 😉

      • kkkkk, essa foi boa. Alguém comentou a hipótese de ganhar um desconto, casa esse novo console seja real, para quem já adquiriu o PS 4, ai eu pensei e o meu caso e de muitos BRs no qual o PS 4 não é nacional, não comprado, digamos pelas vias “corretas”, grandes chances de perder esse possível “benefício”, ai eu vou querer mudar o avatar.

        • O negócio vai ser vender pra algum desentendido sobre o assunto por um bom preço, é isso que eu planejo fazer.

          • E comprar um PC, pois é isto que planejo, consoles não tão cedo.

          • Concordo em partes, ter um bom PC hj é vantajoso já que a Microsoft lança seus jogos nesta plataforma, porém é bom também ter uma segunda plataforma seja ela fã Sony ou Nintendo já que seus exclusivos estão presos a seus consoles.
            Enfim, eu não vou ficar ressentido caso a Sony melhore o Ps4 desde que o meu console não seja abandonado, e vamos ser sinceros isso é muito improvável de acontecer.

  2. Mário posso estar enganado, mas esse upgrade não seria para dar maior suporte ao VR??? Nesse caso não seria até, obrigatório para aqueles que adotarem essa tecnologia! Concordo com vc que não podemos comparar celulares com consoles, até porque nesse caso, como referido, o upgrade ia ser bastante marginal, contemplando algumas novas funcionalidades e tal, mas se o propósito maior é adoção do VR, aí se justifica!? Igualmente ocorreu com o xbox360 com adoção do hdmi!!! Que nomeou caso havia comprado sem e depois precisei vender para comprar o mais atual é nesse caso nem foi tão depressa porque na época não havia tvs com hdmi no Brasil !!!

    • Precisei escrever rápido e o texto saiu errado. “Que nomeou caso havia comprado sem”. Quis dizer que a Microsoft adotou em razão da tecnologia emergente de filmes e afins em hd!!! Naquela época lembro que eles lançaram o drive DVD HD!

    • Se a Sony quer assim tanto impor o VR que o traga para o PC. Nesta geração o VR deveria lidar com o que tem. A questão é que a Sony está tão empolgada com o VR que pensa ter ali uma galinha dos ovos de ouro, e não quer dar aos outros nenhum trunfo quando ela pode dominar o mercado.
      Mas para tal devia ter pensado nisso antes. Agora é tarde.
      De qualquer maneira continuo a vaticinar. O VR vai ser uma loucura inicial, mas rapidamente morre. Aquilo vai ter implicações de saúde, vai criar problemas nos olhos e psicológicos. O VR não pode ser usado como se usa uma consola e como tal é mais uma curiosidade do que outra coisa. Neste momento há a loucura da novidade, como houve com outras coisas, mas no fim, será o estilo de jogo clássico que ficará e a Sony vai-se arrepender amargamente de ter arruinado o que tinha.
      Eu pelo menos é assim que vejo a coisa, mas esta é uma opinião pessoal.

      • Concordo plenamente,pois ao meu ver antes mesmo de lançarem o PS4 o projeto VR já estava em desenvolvimento.E então o porque a Sony lançar algo que não suportaria a tecnologia que vinha a lançar em seguida,utilizando meios informativos para asegurar total utilidade com o seu PS4.Se for isto mesmo a Sony se enterrou sozinha.

        • Esse é o ponto! E porquê vender a coisa se sabem que precisam de potencia extra?

          Quem comprar para o modelo atual sairá enganado…

          A Sony já perdeu processos em tribunal por muito menos, e agora alguém lá dentro lembrou-se de gastar milhões a desenvolver para um dispositivo cuja versão atual da consola não suporta?

          Muito incongruente. Possível, mas muito incogruente.

  3. Celular também não era câmera, nem PC, nem GPS, etc, e hoje, o que vemos? Lembro-me bem das críticas e ceticismo quando os primeiros modelos de Smartphones surgiram, alguns achavam desnecessário celular que navegasse na internet, poque pra isso já se tinha o PC, isso só pra citar um exemplo dentre tantos.

    Não entrando no mérito se a proposta é boa ou ruim, mas entendo que há um espécie de “núcleo duro” na comunidade de jogos que é avesso a mudanças, e acredita que o mercado é imutável. Se a máxima é o produto se adaptar às demandas do consumidor, então inevitavelmente essa máxima se aplica a consoles de mesa, ainda que a contragosto do público mais tradicional.

    Microsoft e Sony perceberam que há uma nova geração inteira melhor adaptada á realidade de tablets e smartphones, bem como seus modelos de negócio, e cedo ou tarde algumas coisas irão chegar aos consoles, como é o caso dos ciclos de hardware. Obviamente não será seguirá a rigor o que vemos em smartphones, mas certamente haverão mudanças significativas nos próximos anos.

    Em uma rápida pesquisa, é fácil constatar que nunca o mercado de consoles ficou 3 anos sem nenhuma novidade em hardware, sempre alguma empresa chegada com novidades no setor. A geração passada foi a exceção das exceções, onde Sony e M$ prolongaram a geração além da conta por circunstâncias muito particulares àquela geração. Não creio que isso volte a se repetir, com o mercado cada dia mais dinâmico que temos.

    Outra questão a ser levada em conta é que o mercado de consoles polarizou em Sony, Microsoft e Nintendo, onde aparentemente não há espaço para outra entrar no mercado, então durante um tempo eles ditaram o ritmo daquilo que chamamos de ‘geração de consoles’. O fato é que o mercado expandiu, e outras empresas já estão de olho no setor.

    Enfim, as mudanças irão chegar, ou melhor, já estão à porta, cabe cada um escolher de que maneira lidar com elas.

    • Discordo completamente desta tua maneira de ver as coisas, mas é a tua maneira de ver, e respeito-a.
      Mas a meu ver estás a deixar-te levar pelo paleio de marketing das empresas e não a pensar em ti ou por ti!
      Inserir um GPS ou uma câmara num smartphone são e foram mais valias de peso. Revolucionaram os smartphones, melhoraram a sua abrangência, tornaram-nos mais capazes, mais sociais e mais versáteis.
      Mas aqui ninguem está a fazer isso. Ninguem está a revolucionar as consolas. Estão apenas a dar-te mais do mesmo. Apenas mais rápido! Mas nem sequer sequer é uma nova geração é apenas mais alguma potência e a meio de um ciclo onde ninguem esperava ver tal. Basicamente os atuais compradores podem considerar-se iludidos.
      Não consigo compreender como alguem pode criticar que se discuta as diferenças entre 900p e 1080p e aceite agora isto (não sei se é o teu caso). Mas a diferença de resolução não é, nem nunca foi, uma questão visual. Foi uma questão de performance! Aqui o que querem é fazer o mesmo, mas entre 1080p e outra resolução superior. Ainda por cima fragmentando um mercado que só fez ainda 2 anos, e colocando as questões das dicussões entre PS4 e Xbox a ocorrer dentro de uma mesma marca.
      É irrelevante se os PCs são ou não são mais potentes. Se os PCs podem ou não correr o jogos a 4K e a 60 fps. Isso é desvirtuar completamente o conceito de jogo, o conceito de que o importante é a diversão, jogar o jogo para nos divertirmos, e não para o correr a mais fps ou a mais resolução.
      Eu que sou dos que chamo a atenção sobre as diferenças entre a PS4 e a Xbox One, uma vez que faço análise técnica (a PCManias é isso mesmo, não é um website de análise de jogos), sempre defendi que a Xbox One era uma grande consola e que justificava ter. E isso porque os jogos continuam lá… Mais detalhe, menos detalhe, a diversão é exactamente a mesma dos dois lados. E como Uncharted 4 e Quantum Break mostram, com uma qualidade extraordinária!
      Aliás muitas das pessoas que possuem consolas nem sequer sabem o que um PC topo de gama é capaz de fazer. Não só porque desconhecem essa realidade, mas igualmente porque isso não lhes interessa para nada. O que lhes interessa é que a sua consola lhes dê jogos que gostam. E isso é o que devia estar por detrás de todo o verdadeiro gamer, não o aceitar que o mercado nos impinja uma consola mais rápida mas que vai correr os mesmos jogos apenas com mais detalhes, apanhando completamente de surresa toda uma base de utilizadores que estando até agora satisfeita, passa a ter razões para o não estar.
      Se recordares, sempre usei uma frase aqui na PCManias para amenizar os comentários: Devemos estar aqui todos unidos por aquilo que nos une, o amor aos videojogos, e não por aquilo que nos separa, a marca da consola ou a diferença de performance. Sem fugirmos à realidade das coisas, não deixando de analisar a vertente do que vai saindo para o mercado, queé o que a PCManias faz, mas escolhendo por opção própria, pelos jogos que se gosta, e nunca, mas mesmo nunca, por outro motivo. A performance é importante, mas aé apenas um dos factores de escolha, e a Wii mostrou bem isso na geração passada!
      Uma nova consola agora é desvirtuar um mercado. Não vem trazer nada de novo, e acima de tudo, não é algo desejado, ou sequer preciso. O próprio Phil Spencer deixou isso claro e ele foi o primeiro a falar em upgrades à sua consola. Mas como ele diz, esses upgrades necessitam de ser significativos, necessitam de se auto justificar, e não apenas alimentar a bolsa de uma empresa, sem trazer nada de novo aos jogadores.
      A Sony não faz isto pelos jogadores. Fá-lo porque quer arrebatar o mercado do VR, mas com receio que a competição do PC possa apresentar resultados muito melhores, está disposta a arriscar chatear a sua base mais fiel. Enfim… azar deles! Vão vir com floreados, com garantias de suporte da atual consola, que os jogos serão os mesmos, etc. Tudo para se justificarem. Mas a realidade é que o cliente que foi mais fiel… lixa-se! E essa realidade não há paleio que possam dar para a alterar!
      De resto, o não ter novidades no hardware das consolas não é argumento. Isso foi algo que quem comprou a consola já esperava acontecer, e pelo menos durante 5 anos desde a sua data de lançamento. E as consolas venderam, e vendem em valores históricamente altos. Mesmo sabendo-se isso!
      Ninguem quer novas consolas já… querem é que se optimize ao máximo para as atuais ao ponto de todas as equipas conseguirem resultados como a Remedy e a Naughty Dog conseguiram nos seus primeiros jogos. Porque essa qualidade é mais do que suficiente para satisfazer os anseios de quem aderiu à atual geração, e a realidade é que vemos todos os dias as equipas a mostrarem-se surpreendidas com novidades que descobriram nas consolas (tenho um artigo sobre um caso desses para amanhã). Ou seja, só saberão usar o hardware na totalidade no final da sua vida, mas para isso é preciso que não venha novo hardware toldar-lhes a visão!
      O resto do raciocínio sobre upgrades nas consolas é o que sempre existiu nos PCs ao longo de décadas… a guerra ao armamento, e que todos que aderem a consolas querem fugir.

      • E eu discordo fortemente da sua, embora reconheça os fundamentos e até concorde com algumas coisas, isso é importante. Vi que estamos em um impasse, mas a democracia é isso, saber respeitar e conviver com opiniões divergentes.

        Eu jogo consoles desde meus 5 anos, e aí já se vão 27 anos de jogatina, eu amo jogar, isso vai além de um simples hobbie, mas vejo sony, Microsoft e Nintendo apenas como prestadoras de serviços de entretenimento (jogos, nesse caso específico). A que eu entender que oferece um melhor serviço, é essa que eu vou optar, já que a maior parte das minhas franquias preferidas são multiplataformas, com um outro conteúdo exclusivo que me salte os olhos.

        Nenhuma empresa oferece consoles por ‘amor’ aos jogadores, isso é utopia. O que existe é uma demanda de jogadores e essa demanda ser atendida da melhor forma por essas empresas, simples. Como falei mais adiante tenho uma visão de SERVIÇO.

        Não dou bola pra essa controvérsia de resolução e framerate, prefiro ver no geral. Se o jogo tiver um aspecto geral bonito e agradável de se jogar, pra mim está valendo. Um jogo, em sua essência, é para divertir, e oferecer uma experiência interessante, e o formato. Mas isso sou eu, sei que há muitos outros que dão importância pra aspectos técnicos.

        Por incrível que pareça, não acho adequado lançar um PS4 esse ano para a MINHA REALIDADE de consumidor, mas há fundamento para o que eles querem fazer. Reforço meu argumento, nunca o mercado ficou 3 anos sem lançar um novo dispositivo de jogos, pode pesquisar à vontade, e não é agora que ficaria só porque a decisão da empresa não é de gosto meu.

        Ademais, se estão especulando novos consoles e VR, no mínimo constataram que há um público ávido a receber esses novos consoles e dispositivos, caso estes venham a ser lançados. Quem fica a mapear o público é o depto de marketing, e o mercado de jogos é abrangente o suficiente para ter formatos para os mais variados gostos e bolsos.

        • Jairo, que tudo me livre dessa visão de serviço. O Gaikai, o Onlive, a Microsoft, a EA, a Ubisoft e mais recentemente a Sony, com o PS Now, todos querem essa visão de serviço.

          É péssimo para o futuro, é péssimo para nós. Ao contrário dos smartphones, que são telemóveis com extras, e que te podem durar o tempo que quiseres desde que o mais básico continue a funcionar, as consolas são máquinas que as pessoas compram para jogar. Pode ser que o público aceite novos lançamentos mas no longo prazo traduzem-se em gerações mais curtas, excesso de possibilidades de hardware, e menos valor pelo dinheiro do consumidor.

          Se saírem novos modelos de smartphones, as coisas acabam por não ser tão más porque as apps que tenho continuam a funcionar e as funções básicas também. Nas consolas não. As consolas existem para correr jogos. Quanto mais tempo durarem melhor, porque significa que obtenho o que melhor se faz atualmente na minha consola, com a dedicação necessária, e tenho um enorme catálogo à disposição.

          Nesta nova realidade, as coisas deixam de ser assim. Quem diz que isto é o futuro só pode ser jogador de PC.

          • Essa é a grande diferença entre um smartphone e uma consola. Nenhuma aplicação smartphone é concebida para puxar ao máximo por um smartphone, e isso quer dizer que a geração atual o corre, a anterior tambem, e mesmo os smartphones meio de gama tambem a correm perfeitamente bem. E aí ninguem está procupado com resoluções ou fps pois mesmo num tablet os ecrãs são pequenos para as resoluções e fps ninguem mede.
            Já numa consola a potência está lá para ser usada. Os fps contam e a resolução, dada a dimensão dos ecrãs tambem.
            Comparar as duas coisas é a meu ver, no mínimo, uma enorme falta de clareza.

    • Houve novidades sim amigo,mas não no hardware em si,mas em periféricos que prolongavam o seu uso.Agora mudar uma estrutura como se fosse algo novo e que na realiade não é.Para isso não a justificativa,sou contra e sempre serei a este tipo de atituide tomada por uma empresa.Até hoje tenho meu Z2 da Sony que pra mim é um excelente celular.Mas me incomodou deveras a Sony em menos de 6 meses lançar o Z3.

  4. O que permitiu que houvesse essa possibilidade de um novo console em tão pouco tempo foi a modéstia em escolher as especificações dessa geração.
    Não haveria um PS4.5 se o PS4 tivesse a potência que os rumores estão dizendo, 2x o PS4 igual a 3,68Tflops.
    De repente essa potência faz todo o sentido mas que curioso, já quando o PS4 foi lançado existiam placas de PC com números de performance semelhantes e melhores.
    Qual será o sentido de terem medo de vender um console por 600 dólares em 2013 que duraria de forma satisfatória até 2019 ou 2020 para colocar outro no meio do caminho que terá um ciclo de vida que difícilmente passará de 2020. Tanto PS4 quanto Xbox One, se não tivessem sido tão modestos, esses assuntos nem existiriam.
    Agora a Sony se ir por esse lado corre um grande risco, o de lançar um console que será apenas o PS4 com mais capacidade gráfica mas não verdadeiramente pronto para ser chamado de nova geração, e ver depois de uma ano a Microsoft lançar um console verdadeiramente de nova geração beneficiada pelo barateamento e maturidade da tecnologia de APUs AMD de 14nm e memórias HBM 2.
    Aí o jogo inverte, já que hoje gráficos estão vendendo consoles.

    • Lá está. Eu não considero as consolas modestas. Sim, concordo que face ao PC são mais do que modestas, mas a questão é uma e só: queremos uma consola ou um PC?
      Se há tanta preocupação com as diferenças de performance, compra-se um PC. Eu por exemplo, tenho esse PC e sabia quando comprei as consolas que elas eram fracas comparativamente. Mas não quis saber. Porque uma consola nunca foi sobre potência, foi sobre facilidade de uso e diversão. E as consolas tem conseguido entregar isso, e se possuem jogos com fps baixos ou menores resoluções do que o que deviam isso não se deve a serem fracas, deve-se a quererem acompanhar o PC.
      A PS 4.5 não vem alterar nada. O PC já conta com placas de 7 e 8 TFlops, daí que uma consola capaz de mais resolução e/ou fps pode parecer excelente face à PS4 mas perde na mesma face aos PCS.
      Eu parece-me acima de tudo que mesmo os jogadores se perderam um meio desta questão das performances, esquecendo o real motivo porque estão aqui. Jogos como Quantum Break e Uncharted 4, especialmente o último que continua a ser um exclusivo consola, mostram que a performance não é tudo, e que sabendo-se usar o que se tem se consegue resultados excelentes.
      Eu tenho PS4 e XBox One desde o lançamento (a one um pouco menos pois ela não foi lançada cá ao mesmo tempo que a PS4, e acabei por a comprar vinda do estrangeiro), e estou satisfeito com ambas. São as melhores consolas que já tive, e ambas possuem jogos fantásticos. E isso deveria ser a única coisa que interessa.
      Mas não me interpretem mal. Mais performance sim. Eu tambem a quero! Apenas não acho que seja necessária apenas 2/3 anos após o lançamento das consolas atuais, e muito menos com meias (.5) consolas.

    • Não concordo fernando, pensa comigo, hj o PS4 1.0 tem o dobro da base do Xone (40×20)e a tendencia desse ano pelos conteudos exclusivos das plataformas mostra o PS4 vendendo mais que o Xone como nunca antes. Agora tem esse rumor de um PS4 2.0, caso ele seja realmente vendido por 399,00 e abaixem o preço do antigo pra uns 250,00, se isso de certo pra sony, como vc acha que a diferença das plataformas estará em 2017? Bom se der certo a diferença tende a aumentar mais ainda o gap entre plataformas, agora vamos pensar que a Mic traz a nova plataforma Xbox pra 2017, quando esta plataforma lançar é muito provável que os PS4 já estejam na casa dos 60/70 milhões, o que torna um lançamento de plataforma prematura um pouco complicado, seria mas forte porem não tiraria a necessidade das devs em lançar conteudo pra mesma assim como aconteceu quando esta geração começou (jogos multis entre x360 ps3 xone ps4), ficaria como na época do PS2 e Xbox 1, os jogos teriam uma diferença geracional porem e pelo fato de base instalada ficaria um bocado complicado pra Mic ter destaque, sem falar que até o lançamento do novo Xbox o preço já estaria a cair também, e isso tudo em 2016/2017, em meados de 2018/19 é certo que o PS5 chegaria as lojas e ainda mais forte que o novo Xbox, o que faria novamente a Mic matar um console pra acompanhar o concorrente, tudo isso que falo já aconteceu uma vez e nada impedi de acontecer novamente.

      PS: Posso estar errado, mas caso eu acerte em algumas coisas, ficaria complicado pra plataforma xbox pois se hj todo mundo reclama do PS4K, imagina o que os fans do Xbox achariam de trocar de plataforma de 4 em 4 anos como vc preve que acontecerá, seria igualmente ruim né.

      Ficaria assim:
      Xbox – 4 Anos
      X360 – 8 Anos
      Xone – 4 Anos
      Xtwo – 4 Anos

      • OS 4 anos penso que será uma inevitabilidade. Apesar de o desejável ser 5, a evolução tecnológica parece apontar no sentido que os ciclos das consolas necessitam de ficar mais curtos. E eu nisso tenho plena consciência.

        Uma PS 4.5 ao fim de 3 anos não só traria uma consola nova cedo demais, como arrastaria a PS4 por uma vida de 6 anos pois a 4.5 teria de durar igualmente 3. E sinceramente acho que seria melhor para todos que as consolas mudassem mais cedo, a cada 4 anos, do que este tipo de coisa intermédia.

        Mais ainda, o delta de performances entre a PS4 e a 4K ou 4.5 é de 2x… Relativamente pouco para considerarmos isto uma nova geração!

        Mas a questão é que daqui a 3 anos o delta para uma PS5 não será muito maior, e o que teremos é uma PS5 que na realidade é uma PS 4.5.5 ou uma PS4k.5.

        Eu gostava muito de conseguir ver neste lançamento algo de bom, mas sinceramente não consigo. Só consigo ver questões monetárias e decisões que arriscam a que o mercado das consolas desapareça e se dilua com o dos PCs onde os upgrades tambem existem, mas 500 euros a cada 3 anos focados apenas no CPU/GPU dão upgrades de peso.

        • Mário, neste momento qual é o valor de potência máximo teórico de uma placa gráfica? Anda nos 7/8 Tflops? E isto em placas topo de gama, algumas das quais necessitam de refrigeração líquida?

          Para que uma nova geração se justifique convém que pelo menos tenha 10 vezes mais potência que esta (e esta sendo 10 vezes mais potente que a anterior ainda assim foi alvo de críticas neste aspecto – e eu não entendo as pessoas que defendem um salto para hardware 4x mais potente, quando criticaram um salto para hardware 10x mais potente, mas enfim), e que esteja tudo num chip, que possa ser refrigerado a ar, e com consumo energético semelhante ao destas consolas. Para isso ainda faltam mais que quatro anos, porque ainda faltam que as placas de 18 ou mais tflops refrigeradas a ar cheguem e depois que o custo seja acessível o suficiente para consolas.

          A Lei de Moore deixou de ser aplicável na medida em que se demora mais a duplicar o número de transistores numa mesma área de silicone – traduzindo é mais demorado a se conseguir criar processadores mais potentes, somente com base na duplicação de componentes no mesmo silicone, sendo necessário procurar outras técnicas.Sobretudo porque o processo finfet, que já chega tarde, ainda tem revelado alguns problemas. Depois há a questão de que isto não poderá continuar para sempre, porque só se poderá reduzir até a um limite. A computação quantica e o desenho tridimensional de processadores poderá apresentar uma solução mais para o futuro.

          É por isso que não compreendo como me dizem que as coisas estão a andar mais rápido, quando na realidade, estão a andar mais lentamente. Aliás, temos visto isso mesmo ao olhar para os lançamentos mais recentes da Intel, que deixaram a desejar.

          No caso da AMD a história é outra, dado que basicamente o que vai fazer é corrigir a grande falha do Bulldozer, aproveitando o que as boas decisões da Intel e sobretudo o Jaguar, que sempre teve mais potencial que os tablets, embora estivesse limitado pelo consumo e os valores de temperatura máximos.

          Eu não sei o que a Sony planeia. Sei que até agora, toda esta história é um rumor, e não tem passado disso. Mas sim, o silêncio da companhia é estranho, embora possa ser perfeitamente explicável pelo facto de andar a preparar a versão slim da ps4 e não querer revelar mais detalhes sobre isso, sobretudo porque tem lançamentos de exclusivos nesta altura e bundles que podem ser prejudicados. E sendo este o terceiro ano de vida, é mais que normal que a versão slim seja lançada. Não pode por isso dizer que não está a preparar uma nova consola, nem pode dizer que sim pois prejudicaria os lançamentos nesta altura.

          Se os rumores se confirmarem, é a pior coisa que a Sony poderia fazer e não só: quebraria com todo o historial de suporte às suas consolas. Mas desde a historieta da retrocompatibilidade paga com os títulos da PS2, que não nego essa possibilidade.

          Penso que se a Sony não percebeu o paralelismo do sucesso desta consola com o sucesso da PS2, então está condenada. Por muito que digam que a ONE cavou a própria supultura, já desde a PS3 que tem ocorrido uma grande recuperação e tudo se deveu precisamente ao selo de qualidade que a companhia soube imprimir, com os grandes exclusivos a cativarem a atenção do público, e a fidelizarem clientes.

          O que as pessoas querem é uma grande e duradoura geração e esta tem tudo para ser isso, a não ser que a Sony cometa esta grande burrada. E já disse antes o porquê de achar tudo isto muito esquisito para ser verdade.

          • Nvidia GTX Titan, 10 teraflops.

          • Treta… Nem sequer considero essa placa.
            Para tirares essa performance da placa tens de usar computação assincrona em simultâneo com o pipeline gráfico. A Titan tem, como todas as Nvidia problemas enormes com a computação assincrona. Logo os seus 10 Tflops não passam do papel.
            Para já, e até a Nvidia ter novas placas, somente as AMD podem garantir as performances anunciadas.
            Mas a titan não tem essa performance. São 7 Tflops creio. Nem a Z tem isso! Acho que tem 8.

          • A Titan X chega aos 7 Tflops e a Titan Z aos 8.

            OU estarás a a falar de outro modelo? O modelo GTX Titan acho que chegava aos 3 tFlops portanto desse não é de certeza.

            Seja como for, precisam de mais do dobro para que se justifique uma nova geração.

          • Falando só de um GPU a mais potente é a FuryX com 8.6 Tflops.
            A Fury X2 mistura 2 GPUs num único circuito e apresenta mais de 12 TFlops. Em Dual GPU um PC pode apresentar 17.2 TFlops.
            Nenhuma destas placas se adequa no entanto a ser usada numa consola.

          • Titan Z, 5760 núcleos CUDA com clock de 876MHz, igual 10 tflops.
            8,12Tflops é com o clock em 705MHz.
            De qualquer forma, 8,12tflops é igual a 4 PlayStation 4 e meio.

          • Para essa versão, o consumo energético pode chegar a uns espantosos 450 W. Em comparação as atuais consolas estão nos 150 e já há queixas relativamente ao consumo.

            O preço dessa placa está acima dos 1000€.

            Ainda falta que uma placa com mais 8 Tflops chegue, num único chip, esteja abaixo dos 250€, e tenha um consumo satisfatório.

            Achas que em 2018 isso estará disponível? Eu não. E tendo em conta a demora da chegada do FinFet acho que nem em 2020 tal estará disponível.

          • A Xconnect da AMD poderá ser a solução para upgrades futuros. Aquilo conecta a uma porta Thunderbolt e está a andar.

    • O que me parece é que desde há muito tempo se tem dificuldade em aceitar certas decisões questionáveis, nomeadamente a colocação da ESRAM e gasto do orçamento da consola num periférico inútil, que impediram uma certa consola de fornecer uma potência e desempenho capaz de deixar a concorrência a um canto.

      E que por isso se venha para aqui dizer o quanto esta geração é fraca comparativamente ao PC, apesar de já se saber que isto não tem nada de absolutamente novo e que as consolas mais bem sucedidas nunca foram as mais poderosas. Não, o único ponto foi mesmo deixar bem saliente o quanto precisávamos de uma nova geração o mais rapidamente possível precisamente para que as cartas tornassem a ser dadas, a melhor jogada nos saísse e desta vez se pudesse argumentar com a razão ao lado. Porque contra factos… não há argumentos.

      Isto depois de se andar de lupa a procurar defeitos noutros jogos, com acusações infundadas de marketing enganoso e andar com cantigas sobre supostas dificuldades no hardware em conseguir efeitos gráficos, que a consola mais fraca conseguia com facilidade, e que títulos exclusivos já se revelaram capazes de conseguir.

      Essa pessoa agora de repente toma a voz contrária e acena a bandeira contra o upgrade a meio da geração mesmo quando a concorrente tornou a consola o mínimo denominador comum no panorama de desenvolvimento, andava a dizer que não havia mal nenhum, e que a consola não iria sair prejudicada, pois as pessoas comprariam na mesma. Agora de repente compreende que isto é dividir o público alvo e que será o fim das consolas.

      E depois ainda fica espantado por dizerem que anda ao sabor da maré…

      • Sim, precisamos de uma nova geração mais cedo, como disse em 2018. E os consoles são fracos como sempre disse, e a Sony está sendo a primeira a admitir de forma indireta isso, e como eu sempre suspeitei, não vai ter GPGPU ou qualquer outro molho secreto.
        Mas se vc acompanha meus posts de verdade como você diz, verá que eu esperava a nova geração para 2018, apesar de vc acreditar num conto de fadas do GPGPU e que o PS4 iria durar até 2020.
        Se você também acompanha o que eu digo, saberá que eu não lido só com minhas opiniões pessoais mas com fatos também.
        É fato de que vai vender que nem água por que jogadores de gráficos igual 90% do publico que a Sony conquistou irao correr atrás do PS4.5. Isso não é minha opinião dizendo que é uma ótima iniciativa, isso sou eu falando a verdade sobre essa geração.
        Minha opinião eu disse, que não concordo com isso nesse momento, e se quiserem fazer, é um risco, inclusive de dar ao concorrente uma chance bem grande de lançar um produto melhor.
        O que me parece é que os senhores que atacaram pedra na Microsoft desde o começo da geração não reconhecem que o console da Sony também é fraco e essa briga de especificações me parecem dois mendigos brigando por que um ganhou um pão a mais que o outro.

        • Rumores, são rumores até prova em contrário… A notícia de hoje sobre o comando da NX é prova mais que suficiente. Eu não sou arrogante ao ponto de fazer futurologia e acho que ninguém devia ser, muito menos tu, que andaste a fazer todo o tipo de previsões para o último trimestre de 2015 e surpresa, caíram todas ao lado. Dizer que a Sony está a confirmar isso é exatamente o mesmo tipo de conversa de dizer que a Sony planeava o mesmo que a Microsoft para a PS4. Ou seja, balelas. Quando a consola for anunciada, terás razão, até lá dizer que a Sony o confirmou é mentira.

          Primeiro informa-te sobre o GPGPU, depois, com conhecimento de causa, vem dizer que é um conto de fadas. A Xbox ONE tem-no usado e quando Uncharted 4 sair também verás como o molho secreto até apimenta bem o prato. Aliás, saiu hoje um novo vídeo gameplay que mostra que os níveis, mesmo com um enorme upgrade gráfico em cima, são muito maiores que nos títulos anteriores. Alguém imaginou este hardware, que no PC se segura como se segura, a conseguir tal qualidade gráfica? Nada mal para um processador de tablet e um hardware fraco…

          oh, Fernando, eu acompanho os teus posts. Há muito tempo mesmo, dado que frequento aqui o site desde fevereiro de 2013. Sei como usas os factos e como os pintas. O problema não está nos factos que usas, mas nas conclusões que tiras deles. Em filosofia, dá-se a isso o nome de falácia.

          Por exemplo, concluíste devido às falhas no Anisotropic Filtering em Dying Light, que o Hardware da PS4 tinha nisso um problema que a ONE não tinha (apesar de serem o mesmos). Que a ESRAM permitia à ONE chegar mais facilmente aos 60 fps com base no títulos Forza (apesar de estarem muito atrás graficamente que Driveclub), quando na realidade era uma compensação pela lentidão da DDR3, e ainda assim deixava a desejar.

          Aliás, falar de uma hipótese como se fosse um facto demonstra bem o que quero dizer – ainda nem se sabe se a PS4k é uma realidade e já dizes que é um facto que vai vender bem. Também assumes que quem comprou a consola da Sony o fez pelos gráficos , apesar de um estudo publicado neste mesmo site demonstrar que os exclusivos também tiveram bastante peso nessa decisão. Basta ver que mesmo os títulos mais fraquinhos ainda não foram fracassos comerciais( aliás, Until Dawn, jogo de nicho, teve mais sucesso que o esperado) para se perceber isso. Também gostas de te esquecer dos 80 milhões que compraram a PS3, quando os gráficos estavam na 360 nos jogos que realmente interessam segundo o que apontas, isto é: Call of Duty e afins.

          Por exemplo, este rumor sem confirmação oficial já o tratas como certeza e vais mais longe – tratas o anuncio de upgrades à ONE como uma mera reacção a esta situação. Algo natural.

          E por último o cerne da questão. É que, sempre se defendeu que nunca a consola mais poderosa ganhou, aqui pelo menos. Sempre se entendeu que o importante era o que entregavam. A única pessoa que até agora estava mais preocupada com a performance foste tu, do quão desfasadas ao PC elas irão ficar, do quão já estão! Afinal, porque dizes isso, se não por esta razão, pelos gráficos dos jogos face ao PC, preocupação que expressaste? Mais ninguém ligou a isso. Andaste de lupa em cima de Uncharted 4, a procurar downgrades. (Mas aceitas situações muito piores em títulos da ONE)

          Mas depois sugeres (porque gostas muito de sugerir) que quem comprou a PS4 só o fez pelos gráficos, que atacaram a Xbox ONE precisamente por causa disso (e não pelo resto), etc…

          Ou seja, crias a tua própria realidade e depois dás razão a ti mesmo!

          Eu com a tua opinião concordo de que é um erro e uma afronta aos clientes, estou é a achar engraçado que a tomes tendo em conta a tua opinião de não há muito tempo. Não é da tua opinião atual que falo, é da tua posição face a este assunto, e da forma como tem variado conforme a realidade se altera.

          Porque até podias referir que a nova geração começasse em 2018, mas aceitaste com naturalidade a união da ONE com o PC, que isso não afectaria a consola… E agora que a coisa é praticamente a mesma, já vens condenar?

          • A mesma não é. Mas atenção que Phil Spencer foi o primeiro a falar de upgrades. E mesmo tendo vindo agora dizer que não é fan de versões .5, isso é bem diferente de negar que a Xbox tambem possa ter algo do género.

          • A sim, jogos exclusivos conseguem bons resultados, isso era o mínimo não? E até nesse, a Digital Foundry já encontrou falhas gráficas além de ter truques como uma falsa iluminação global.
            Mas para cada Uncharted, existem quantos outros jogos com Downgrades perante o que foi anunciado?
            Também fala dos 80 milhões de vendas do PS3 como se o Xbox 360 tivesse tido 40 né?
            Embora o resultado dos comparativos mostrassem jogos melhores no 360, quantos fans ficaram esperando pelo poder oculto do CELL, prometido desde o início?
            Aliás, os sonystas foram campeões em ignorar tudo que não deu certo no PS3 para falar de The Last Of US ou Uncharted e de como tudo isso (só jogos exclusivos) foi possível apenas por causa do CELL.
            Sobre os 60fps, o que disse e sempre digo é que estúdios que estão fazendo jogos para a Microsoft se sentem mais confortáveis em oferecer jogos a 60fps do que os Sony que precisam ter aquele compromisso de mostrar aos seus fiéis seguidores que o PS4 é a máquina suprema da geração.
            É para me provar que os gráficos não estão vendendo os jogos do PS4 me diga, o que o gameplay monótono que foi divulgado hoje tem de atrativo além de visuais?

          • A propósito, tem razão sobre o PS4.5 ser um rumor, pois rumores da sony de fontes confiáveis não podem ser levados a sério né, pois igual o DRM que surgiu em rumores do PS4 ainda em 2012, a Sony covarde como é não se manifesta e fica aguardando a repercussão dos consumidores. Caso seja negativa, eles colocam o projeto em stand by e vão para a e3 desmentir tudo para reforçar seu compromisso com o cliente e saírem do o vencedores. Afinal de contas, a Sony tem um excelente departamento de relações públicas, não deixarão passar a oportunidade de segurar tudo até o último minuto.
            É me diz onde que o PS4.5 é igual os jogos do Xbox One terem versão PC?
            Isso é pior, pois é uma grande verdade ainda que um PC de jogos não é algo acessível para qualquer um, seja em termos financeiros ou mesmo pela dificuldade técnica por falta de conhecimento.
            Já um possível PS4.5 é só um novo console que seu vizinho que não sabe nem o que é memória RAM poderá comprar no lançamento em jogar na sua cara que tá rodando o jogo melhor que o seu.

          • E mais uma vez comprovas o que digo. Pegas em factos, tiras conclusões erradas e enviesadas e apresenta-las como se fossem a realidade.

            É a velha história do ovo de Colombo. Até o colocar em cima da mesa… era impossível. Mas tu continuas a dizer que apesar de um ter conseguido, continua a ser impossível. Qualquer pessoa no entanto, diria que se já foi feito… então é possível.

            Quantos jogos tiveram downgrade? Bastantes. Quantos jogos não tiveram downgrade? Bastantes também. Tu olhas para o que não funcionou, e chegas ao cúmulo de tentar demonstrar que isso prova que o hardware não vale nada. Eu olho para o que funcionou e consigo demonstrar que estas consolas são mais que capazes.

            É que o downgrade pode ser resultado de um emparelhamento devido a uma esram reduzida, títulos cross-gen numa altura inicial, ou então uma companhia a fazer publicidade a um jogo que nem no PC conseguiu atingir o nível requerido. Basicamente não prova nada. Já o que funciona bem, prova sem sombra de dúvidas que estas plataformas são mais que capazes, pois demonstram que é possível atingir-se bons resultados. Batman Arkham Knight fala por si, por exemplo.

            Mas a beleza disto é: tu contrarias toda a lógica e tentas vender-me uma patranha! Os exclusivos a conseguirem o que conseguem com o Hardware da consola não demonstra nada, é o facto de os multi mal optimizados não conseguirem que demonstra tudo!

            Uncharted 2, Killzone 2, Uncharted 3, TLoU, tu não dizes que estes jogos não conseguiram. Dizes que como são exclusivos o mínimo que devem fazer é conseguir atingir um nível superior, mas que isso não prova nada sobre o Cell! Quando na verdade conseguiram o que conseguiram precisamente devido a isso, o que prova as virtudes do processador.

            Mas na tua opinião, os tolos, os iludidos, foram aqueles, que apesar de verem aqueles jogos a entregarem o que entregaram, e o Cell a demonstrar o seu poder, continuaram a acreditar numa mentira (apesar de os jogos demonstrarem que a mentira afinal… era verdade, sobretudo nos jogos no final da geração, mesmo os multi, ou não os terias tido na consola).

            Mas melhor ainda. É que baseias todo o teu raciocínio na tua ideia de que aqueles jogos só valem pelos gráficos, que era a única coisa que interessava aos tolinhos e que por isso ignoraram o melhor aspeto dos multi na 360. Ou seja, defendes que deviam ter olhado para a 360 porque oferecia melhor aspeto nos multi e ignorado os exclusivos. No entanto criticas agora os outros tolinhos (aqueles que na geração passada não foram tolinhos e adotaram a 360), precisamente por fazerem aquilo que fizeram na geração passada e olharem para os gráficos dos multi! Isto quando ainda à pouco se queixaram da importância excessiva que dão aos 1080p e tu apoiaste.

            E ainda pior, criticas os estúdios da Sony por apostarem no aspecto gráfico, quando deviam apostar nos 60 fps. Ao mesmo tempo que criticas estas consolas por serem fracas e andarem a usar truques para compor o… aspeto gráfico, e não irem mais longe.

            Pá tens de te decidir: ou o aspeto gráfico é importante, ou o aspeto gráfico não é importante.

            Sobre o video de hoje, o teu comentário prova várias coisas. A primeira é que fora FPS tudo o resto te é desconhecido. A segunda é que nunca jogaste Uncharted na vida, por isso as tuas opiniões valem o que valem. A terceira é que não entendes o que é um jogo de exploração e muito menos sabes o que significa estratégia.

            Sabes o que significa rumor, certo? Rumor é rumor, até prova em contrário. Eu não vou julgar alguém apenas porque corre o rumor de que potencialmente, num Universo Paralelo, poderia fazer isso.

            A Microsoft tentou implementá-lo. A Sony não. Isto foi o que aconteceu. Vir agora com teorias da conspiração e rumores que dizem que talvez, se calhar, o fizesse é tentar distorcer a realidade. Não julgas a Microsoft pelo que fez. Criticas a Sony pelo que se calhar , segundo o que dizem, poderia ter feito, mas não fez e nem sabemos se tentou fazer. A Sony no fundo é a grande culpada. Isso é doença.

            Por último, sobre o paralelismo desta situação com o que a Microsoft fez é simples: porque é que a Sony lançar um PS4.5 agora é mau? Afinal se continuar a suportar a PS4 e lançar os jogos na mesma para a consola seria bom, não? Não! Porque não sabemos se a PS4 terá a mesma dedicação que teria se continuasse a ser a única consola. O mesmo no caso da ONE. A partir de agora tudo o que eu visualizar poderá ser demonstrado em PC (como o caso de QB), e nem sei se aquela qualidade é a qualidade que posso ter na consola… Se é WUP, está a ser devidamente optmiizada ou sendo baseado somente em DX12, não está a ser devidamente optimizada?

            No fundo vai dar ao mesmo – menor suporte, menor qualidade pelo dinheiro, geração mais curta.

          • É isso ai @Fernando, assim vc mostra pra todos a sua forma de pensa como um verdadeiro torcedor de plataforma ou empresa.
            Eu gostei, pois quando vc tenta passar uma imparcialidade todos já sabemos que no fundo não é bem assim, apoio vc assumir que é caixista.
            Assim as pessoas que não concordão com vc poderão entender o porque da sua opinião.

        • Como assim não vai ter GPGPU?
          Uncharted 4 usa o GPGPU em pleno, e a PS4 não vai morrer aqui. Mesmo com uma PS4K!
          Foste buscar essa onde? Ao tal de Xbox 1000 graus que de vez em quando ouço falar aqui, de certeza.

          Ah sim… E mesmo sem GPGPU, mesmo que a PS4 não tivesse mais qualquer optimização, a consola ainda assim bate a da concorrência a nível de performances.

          • Bate, igual um mendigo está em vantagem sobre o outro quando tem um centavo de esmola a mais.
            Então é isso, o GPGPU serviu pros consoles não parecerem mais defasados do que são. Grande maravilha.

          • Não… o GPGPU não serviu para isso! O GPGPU serviu para que as consolas debitassem mais do que os PCs sempre o fizeram com igual potência.
            E Fernando… se o desfazamento te atormenta tanto, posso recomendar um PC? Especialmente agora que tens lá os jogos da One!
            É que um GAMER procura jogos de qualidade, e nesse aspecto as consolas estão a entregar elevadíssima qualidade, mas tu pareces mais preocupado com a disparidade para o PC (que sempre existiu desde o primeiro dia) do que realmente com o que importa.

          • Eis para o que é que o GPGPU e outras optimizações consola servem:
            http://wccftech.com/quantum-break-pc-disappointment-microsoft/

          • Valerio Fernandes 5 de Abril de 2016 @ 4:05

            @Fernando

            “Gameplay Monótono? “Downgrades”
            Meu caro vai lá para o Xbox M1lGrau lá é que é o teu lugar, não percebes nada de nada, nem jogos, nem de hardware, nada nadinha…
            O teu problema é teres uma consola que foi e é um grande fail, prometeu ser excelente mas com o passar do tempo a microsoft fez afundar o barco com as suas politicas da treta, e agora os revoltados como tu não dão o braço a torcer, não querem admitir o falhanço nem tem a humildade de mandar a microsoft ir dar uma volta, vocês não gostam de jogos, tech, hardware vocês gostam é de marcas e a Microsoft é o vosso Deus…
            Eu tive a One, mas comecei a ver as coisas a dar barraca, cortei o mal pela raiz. Mudei de ramo, no meu caso sempre tive PC, optei por upgrade ao PC e tenho Ps4 para exclusivos, e vou buscar uma NX quando ela sair. Agora vocês fanboys queixam-se dos gráficos, performance, serviço online da ps4 etc…, mas não olham para os defeitos da vossa consola (Xbox One) a isso chamo hipocrisia, querem graficos performance comprem pc, mas é preciso carteira cheia, la tem para todos os gostos 1080,2K,4K.
            Ah e sem esquecer agora tem os futuros jogos da Xbox One… :p

          • Mário, não percebi…

            Em que é que isso demonstra a finalidade do GPGPU?

            É um artigo que revela que mesmo no PC, Quantum Break acabou por não ser grande coisa, em termos de performance. Isto relativamente ao que obtemos em outros títulos, atenção! Tudo graças ao WUP.

            E isso porque tiveram que fazer o jogo para a ONE de algum modo, e agora portaram-no para o PC, sem muitas opções para mais…

          • O artigo mostra como as consolas, desde que devidamente optimizadas conseguem mais do que muitos PCs bem superiores.
            Nesse sentido, e dado que o uso do GPGPU é um dos componentes essenciais para uma optimização das consolas, e como ele estava em conversa, este artigo de forma genérica acaba por abordar a sua temática. Mesmo que o jogo em causa não o use, o que duvido, o que está em causa é que as optimizações da consola usando tudo o que ela tem são essenciais para as suas boas performances, e acima de tudo… Funcionam muito bem.
            Resumidamente, a tão apregoada potência de nada vale face a uma consola optimizada.

  5. O mais impressionante é ver uma briga entre alguns aqui sem logica os mesmo que defende esta estrategia de mercado desta empreaas, por favor se vamos falar em fontes entao toda noticia aqui devria vir no roda pé o nome do site que buscam tais informacoes. Por favo como Mario falou falem sobre o tema e nao tomem partido de briga de “fanboys como aqui parace esta no assunto. Nem preciso citar os nomes que visam em atacar. Lamentavel.

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