Apesar da Microsoft tentar pintar os números como impressionantes, bastam umas pequenas contas para deitar por terra essa ideia.
A Microsoft anunciou bem recentemente que o número de horas usado pelos utilizadores das suas consolas Xbox com jogos jogados por retrocompatibilidade se aproxima do Bilião. Sim, um Bilião de horas… isto, claro na unidade Norte Americana, o que quer dizer que na unidade Europeia estamos a falar de mil milhões de horas usadas a jogar jogos por retro compatibilidade.
Ora falando-se em mil milhões de horas, estamos a falar de muita coisa. É um número gigante… um número que impressiona! Certo?
Na realidade… não impressiona assim tanto. Na realidade, feitas algumas contas, o que vemos é que o número não só não impressiona, como na realidade é até decepcionante. Bastante decepcionante mesmo!
Porque dizemos isso, e em que é que nos apoiamos para tal?
Bem, apoiamos em vários dados, sendo que alguns deles são mesmo da Microsoft e fornecidos de forma oficial! Vamos vê-los!
A Xbox One foi lançada a 22 de Novembro de 2013… e arrancou muito bem, com números de vendas que foram sendo anunciados de forma oficial. Um exemplo foi o anuncio oficial de 2 milhões de consolas vendidas em 18 dias!
Infelizmente, a Microsoft, logo no primeiro ano de vida da consola percebeu que a sua consola estava a ficar para trás em vendas para a rival PS4, e nesse sentido apenas voltou opor uma única vez a referir números de vendas efectivos, e isso foi em Janeiro de 2014. Após essa data, para aproximar os números, a Microsoft passou a referir consolas despachadas em vez de consolas vendidas, ou seja, consolas colocadas nas lojas e não consolas vendidas efectivamente ao público!
Mas mesmo assim, a PS4 distanciava-se e rapidamente nem os valores de consolas despachadas acompanhavam as vendas efectivas da PS4 que passou a proporção a nível mundial de 2:1, o que levou em 12 de Novembro de 2014 a Microsoft a anunciar pela última vez o número de consolas despachadas. Desde essa data a Microsoft não voltou a referir números de consolas, fossem elas despachadas ou vendidas.
E o número referido nessa data foi de 10 milhões de consolas despachadas! É um número oficial!
Pegando em dados de vendedores, a estimativa de consolas vendidas, até porque os stocks nessa altura estavam no seu pico devido à proximidade do Natal, era para essa data, na ordem dos 7 milhões de consolas efectivamente entregues nas mãos de consumidores. E na falta de dados melhores, será esse o valor que vamos tomar como referência para uma contas que se seguirão (se quiserem podem repetir as contas usando 10 milhões, mas como perceberão, tal não altera em quase nada os resultados finais).
É que a Microsoft parando de falar em consolas despachadas ou vendidas, a primeira métrica que usou como substituição foi exactamente o número de horas jogadas na consola. E então, de forma igualmente oficial, a Microsoft referiu que no primeiro ano, os utilizadores Xbox One tinha jogado 2 Biliões de horas, o que na nossa unidade europeia perfaz, 2 mil milhões de horas jogadas.
Ora mesmo sem fazermos contas percebemos já a discrepância dos números. Em um ano, e com um número efectivo de consolas entregues aos consumidores que não passava os 7 milhões, a Xbox atingiu 2 mil milhões de horas jogadas.
Actualmente, tendo a retro compatibilidade já 3 anos, e com o número de consolas entregues nas mãos dos clientes estimado em algo perto dos 35 milhões (mais uma vez temos de usar estimativas pois não há dados correctos, e neste caso apontamos para o valor maior uma vez que certas análises, como as da EA apontam para 30 milhões de Xbox)… a Microsoft anuncia que as horas jogadas em retrocompatiblidade se aproximam dos mil milhões.
São 5 vezes mais utilizadores, 3 vezes mais tempo, e mesmo assim, apenas metade das horas!
Mas para percebermos isto melhor, nada como reduzir estes número para algo mais palpável… o número de horas jogadas por semana por consola!
Em 2014, 7 milhões de utilizadores activos jogaram 2 mil milhões de horas, o que perfaz, dividindo 2 mil milhões por 7 milhões, 285,71 horas em média a cada consola no primeiro ano ou, dividindo isto por 365 dias, 0,783 horas por dia, o que perfaz algo perto dos 46 minutos/dia ou 328 minutos por semana de 7 dias, algo que se traduz em 5,48 horas por semana!
Este é um número que apresenta algum erro pelo facto que considera a população constante nos 7 milhões ao longo do ano, algo que não é uma realidade. Mas dado que não é possível suprimir esse erro, e o vamos cometer igualmente quando fizermos as contas para a população actual da Xbox, o valor final, mesmo erróneo, serve sempre como comparativo, apesar de não ser exacto.
Mas mesmo não sendo correcto, que coerência tem este número? Bem, eis os resultados de um estudo sobre o número de horas perdidos por semana a jogar nas várias faixas etárias e em diversos países, efectuado pelo website Limelight no presente ano.

Naturalmente que não é fácil quantificar o número de horas exacto que se gasta a jogar quer em países, quer em anos. O que temos são estudos baseados em amostras pequenas e susceptíveis de possuírem grandes erros. Mas a média geral aponta para as 5.96 horas, algo que se enquadra perfeitamente dentro do valor de cima, tornando-o assim credível e aceitável.
Mas e no que toca então ao tempo perdido com a retrocompatibilidade?
Bem mil milhões de horas em 35 milhões de consolas significa que cada uma delas jogou em média 28,57 horas! Mas isto não é em um ano, mas sim em 3! O que quer dizer que por ano, cada consola jogou apenas 9,52 horas.
Há contudo que proceder-se aqui a uma correcção. A Microsoft refere que a Retro compatibilidade não alcança todos os utilizadores da Xbox One, mas apenas 50%, e isso quer dizer que este número pode aumentar, passando então para o dobro ou 19,04 horas por consola, por ano (equivalente a dividir por apenas 17,5 milhões de consolas e não 35 milhões)!
Mesmo assim, 19,04 horas por consola num ano mostra já que a atenção dada é pouca! Algo que comprovamos quando vemos que esse valor corresponde a 0,052 horas por dia, o que multiplicando por 60 minutos (os presentes numa hora), nos revela algo como 3,13 minutos por dia ou 21,9 minutos por semana!
Daí que a realidade é só uma… Mesmo considerando que este valor está errado, ao existir o mesmo erro nos dois lados percebemos que o uso da retro compatibilidade é esporádico. E mesmo que fossemos simpáticos e multiplicássemos por 2 ou por 3 ou por 4 (algo que não possui qualquer coerência, mas sejamos simpáticos), o uso da retro compatibilidade continuava a ser esporádico (87 minutos por semana no melhor dos casos)!
Ou seja, quanto à retro compatibilidade, não só apenas metade dos utilizadores a usa, como os que a usam, em média usaram-na ao longo destes 3 anos em que existe, algo como 22 minutos por semana ou 3.13 minutos por dia.
Muito… muito pouco para algo que é publicitado como sendo um dos atuais porta estandartes da Xbox.
Bom dia.
Porque a retro é decepcionante?
E jogos que vendem 5% para base é um sucesso?
Mario as vezes nao entendo porque a matematica e a diminuiçao de valores vale apenas para Microsoft.
Falar que a retro é decepcionante seria o mesmo quue dizer que 5% de jogos vendidos é decepcionante…
A retro é um serviço para agregar valor , assim como os jogos exclusivos…
5% de 73 milhões são 3.65 milhões de cópias… a 70 euros cada uma são 255 milhões de receita. Basicamente um sucesso de vendas! E God of War, por exemplo, vendeu isso em… 3 dias!
Ter uma livraria completa com largas centenas de jogos de uma consola anterior que é jogada há 3 anos, com uma média de pouco mais de 3 minutos por dia não é exactamente comparável, ou achas que é?
Ninguem está a deitar nada abaixo ou sequer a atirar algo acima. Aqui constata-se realidades, dá-se noticias. A questão é que o fazemos removendo o marketing que tem em cima. E mostramos que o fabuloso e impressionante número que nos apresentam e que impressiona, na realidade pouco ou nada tem de impressionante.
E o valor foi dado pelo Microsoft!
Ninguem nega que a retro é um extra e com valor (pessoalmente eu aprecio)… mas é um extra que tem custos pois os jogos tem de ser convertidos por uma equipa e não correm de forma directa como no PC (por isso é que eles são acrescentados a conta gotas). Agora quando a adesão é esta há que se questionar se vale mesmo a pena estar a gastar recursos nessa situação. É apenas uma questão lógica!
Entendo seu ponto de vista e seus numeros..
Mas discordo dizer que 3 minutos jogados é a mesma coisa do que dizer que 95% nao se interessou para o jogo, nada contra GOW sendo que eu tenho muita vontade de jogar…
Mas os numeros tem que valer para os dois lados eu acho 3 minutos jogados Tao flop como 95% nao se importat com o jogo..
Apenas minha opiniao..
Quantas pessoas nao comoraram o Xbox One por causa da Retro e acabou comorando mais jogos fora da retro, esse artigo apenas vi sobre a diminuiçao do serviço e vendo por esse lado, um jogo vender 5% para base e dizer que exclusivos vende console se torna um argumento falho tambem..
Volto a falar adoraria jogar GOW nada contra o jogo, e sim da matematica da diminuiçao que vale somente para um lado nesse caso em especifico.
Rocha… eu não disse que 95% não se interessou.
A Microsoft diz que 50% não usa, e os números mostram que os outros 50% usam pouco.
Isso não tira valor à retrocompatibilidade, mas dá para questionar se perante tal adesão justifica mesmo.
Quanto à matemática não há diminuição nenhuma. 5% de 73 milhões são sempre 3.5 milhões e um sucesso de vendas, mesmo que pudesse vender mais (nota que GOW, que é o jogo a que te referes vendeu isso, mas em 3 dias). Mil milhões de horas em 3 anos e 35 milhões de consolas são sempre pouco mais de 3 minutos dias.
Agora se quiseres dizer que 3.5 milhões de cópias é pouco e 3 minutos por dia em 3 anos é muito, aí sim, estarias a subverter verdades.
Eu não estou a tomar partidos, estou a constatar factos.
Até entendo a irritação do Rocha, pois realmente são notícias recorrentes de coisas não tão gloriosas da Microsoft, enquanto que mostrando as escorregadas da Sony, são bem mais raras. Também já percebi isso. Mas também há de ver que o Mário não está mentindo. E a Mic está dando muito mais o que falar do meu ponto de vista. Basicamente se tornou uma grande “operação tapa buraco” a divisão do Phil…
Também acho que as vendas de God of War são pequenas perto do número de consoles, mas, também acho 70 milhões vendidos pouco pelo aparelho que é…
E tem ainda a questão de não se gostar de algum produto como eu não suporto esse GT Sport, mas sei que está sendo um sucesso na ótica de muita gente.
Tem a questão de que muita gente vai jogar GoW e vender pra quem não tem pressa pra pegar os usados, eu mesmo fiz isso várias vezes.
E também não consigo ver muita vantagem em jogar jogos que já joguei antes na nova geração porquê só uns 2 ou 3 valem a pena jogar de novo, joguei muito X360 e jogos como o segundo e terceiro Hallo foram ótimos no seu tempo, mas agora já passou, quero jogar e viver novas aventuras.
Estou torcendo como poucos pra MS melhorar suas diretrizes inclusive na próxima E3 pra justificar a compra de outro One, que está barato até, mas que só tem Forza 7 até agora a favor. Ah, mais um: estive jogando PubG com um amigão velho de guerra aqui, e realmente aquilo lá é muito divertido, não sei porquê mas é bem mais legal que CoD. Não conto tanto como motivação pra um One pois ele pode vir a sair no PS4 qualquer hora pelo que eu sei, e até baixei a versão mobile pra ver como era e estou digamos, viciado.
Carlos… “escorregadelas da Sony”. Eu não vou dizer que não as haja pois estaria a mentir, mas creio que se torna claro que quando dois produtos que foram lançados ao mesmo tempo para o mesmo mercado, um vende mais do dobro do outro, então é porque ou um está a fazer as coisas melhor, ou o outro está a fazer as coisas pior.
A realidade é depois uma. A Sony não está a fazer nada de extraordinário, pelo menos face ao já feito no passado. Agora a Microsoft… essa tem sido uma sucessão de mudanças de critérios, de más políticas, e mesmo de jogadas de marketing enganadoras que tem desagradado ao grosso do mercado.
Isto não quer dizer que o que tem é mau. Eu não digo isso e nem pretendo dizer isso. Aliás nem digo que a concorrência faz melhor, digo é que eles fazem pior do que a concorrência pois não é a Sony que está acima do esperado, é a Microsoft que está abaixo. E essa diferença é uma realidade que constatas nas vendas.
Esta situação do milhão de horas é marketing. Dão um número grande e sem comparativo com a concorrência para dar a entender mais do que realmente é. Mas as contas não enganam. Quando a média semanal de uso de uma consola é de 5.96 horas, cerca de 22 minutos dedicados por semana à retro (que inclui largas centenas de títulos) e em apenas metade dos utilizadores, demonstra claramente um interesse secundário.
Eu quando entro aqui já venho com o pensamento:
“vamos ver o mario falar mau de toda plataforma não sony”
principalmente se for Microsoft.
É melhor pagar o valor integral novamente do que ter retro. Mas mão se preocupe pois quando sair o PS5 com retro para PS4 toda a mídia vai aclamar e falar que é a melhor coisa do mundo.
Eu fico parvo com a reação das pessoas. Penso que deve ser mal da sociedade. Agora constatar uma realidade é falar mal.
Eu diria apenas que cego não é só quem não vê, mas igualmente quem não quer ver. Porque se alguem disse mal de algo, eu não vejo onde e até gostava que apontassem. Tudo o que se fez foi ver aquilo que realmente significa mil milhões de horas jogadas. Ora como a retro tem 3 anos, só é usada por 50% das pessoas e tem mil milhões de horas, isso são pouco mais de 22 minutos por semana (se todos usassem seria pouco mais de 11 m).
Se eu estou a dizer mal por ter feito a conta, a Microsoft está a dizer mal por ter divulgado os dados.
Porque o que fiz aqui não foi mais do que fazer esse cálculo. Mostrei que os jogadores Xbox são activos, que jogam dentro da média, que a plataforma é tão activa como as outras (a primeira parte da qual não falam), mas que no entanto a retro compatibilidade (e não falamos de um jogo mas de largas centenas disponíveis, incluindo os do Gamepass), só jogam 22 minutos por semana.
Quem divulgou os números não fui eu (quer os mil milhões de horas na retro em 3 anos por cerca de 35 milhões de jogadores, quer os 2 mil milhões jogados pelos cerca de 7 milhões de jogadores Xbox em 1 ano). Não os inventei! Foi a Microsoft que os divulgou. Apenas dividi pelos anos respectivos e pelos utilizadores para saber a quanto isso corresponde em média a cada um.
Se isso é dizer mal… vou ali e já venho!
Para além do mais, a retro é e sempre disse que era uma mais valia. Agora nestes moldes, onde tens equipas dedicadas a colocar os jogos a funcionar, a utilização não parece justificar as mesmas e achava preferível ver essas pessoas a fazerem jogos novos para a consola.
Mas isso não é sequer uma critica, é uma opinião baseada na constatação de um facto.
Sabes o que é que isto me faz lembrar? Dos preços nos supermercados. Quando vais por exemplo comprar um bocado de presunto e tens duas embalagens. Uma custa 3 euros, a outra 5, e tu pegas na de 3 porque é mais barata.
Mas depois a pessoa do lado diz-te: Olhe, não sei se reparou, mas está a levar o mais caro! É que está a ser levada pelo marketing pois o preço é enganador. Se for a ver, esse é mais barato, mas tem menos! O preço por kilo, na realidade, é maior nesse, do que no outro.
E tu, perante isto viras-te para a pessoa que te alertou, com boas intenções (e depois fazes o que quiseres com a informação), que apesar de ires pagar menos por aquele pedaço, estás a pagar mais caro do que pelo outro e dizes:
Lá está você a dizer mal deste presunto.
Triste!
Ora queres falar mal da PlayStation não precisas muito, a PS4 PRO é uma treta sem tamanho, algo completamente desnecessário, um dos poucos erros da Sony nessa geração, faz muito pouco perante o que a PS4 AMATEUR, e menos ainda frente ao que oferece a One X… Como disse e repito é uma valente treta.
Mas se tem alguma coisa que realmente admiro na Microsoft e essa paixão de seus clientes… Rapaz olha para os números, foi a própria Microsoft que os fornece..
Estão a falar mal… A Microsoft que os esconda como faz com o número de consoles vendidos…
Entendo Livio e entendo muito bem sao fatos verdadeiros, Mario nao enganou ninguem mostrou dados verdadeiros..
Minha unica argumentaçao é quando falam que exclusivos vendem consoles, sendo que 95% nao querem jogar o jogo e olha que GOW talvez seja o maior lançamento do playstation 4 um jogo sensacional, porem 95% das pessoas nao querem jogar isso tambem é um fato.
Porem 20 minutos de retro jogados é um flop e 5% EH UM SUcesso…
Desculpa falar a mesma coisa novamente…
Mas mesma coisa um jogo de futebol irem 5% assistir e falarem que é um sucesso e 95% do estadio ficar vazio
Eu percebo o que dizes Rocha e efectivamente há uma perspectiva nisso. Mas é uma perspectiva deturpada.
Vai ver o historial de vendas dos jogos actuais. Tirando jogos multi plataforma e com grandes nomes que podem vender 14 ou mais milhões (Battlefields, Call of Duty, GTAs, Fifas), nenhum jogo vende isso e muito menos exclusivos.
Leste o artigo que te indiquei? Lá está bem explicado.
A maior parte dos jogos atuais, salvo os mal planeados e com custos exagerados, dão lucro com 2 milhões de cópias (140 milhões de receita). Se mantiveres os custos nos 50 milhões, tens aqui pano para mangas.
Horizon Zero Dawn custou 50 milhões. Os ultimos números que vi eram de 7.5 milhões de cópias. O jogo não só se pagou como deu um lucro fantástico. Ora um jogo exclusivo vender 7.5 milhões (neste caso 10% da base) é incomum. E é por aí que tens de ver! Não pelo alcançado em percentagem da base, mas em números de vendas, uma vez que jogos exclusivos alcançarem estas vendas não é sequer algo normal nos dias que correm.
O jogo a que te referes (e sei disso porque o referiste) é o God Of War, que tinha vendido perto de 3.1 milhões de cópias. Mas isso em 3 dias. Preve-se que o jogo no prazo de um ano passe facilmente os 10 milhões de cópias, e isso torna-o um sucesso sem paralelo nos dias atuais.
Tem quase 2 semanas que não coloco um comentário e vem aqui e colocam meu nome sem eu ter opinado nada, eita nome doce é esse o meu!
Minha opinião: Retrocompatibilidade é um atrativo que todos os consoles da geração passada já deveriam ter e que deve ser uma característica obrigatória nas próximas gerações.
Acho válido a retrocompatibilidade para aqueles que não tiveram o console anterior e/ou para aqueles que querem jogar algum jogo antigo mas que não possui mais o outro console.
Só acho errado a MS colocar a retro como algo principal do console, há mais notícias sobre a retro do que de jogos novos, para mim a mensagem atual do Xbox One(que possuo) é: “Adquira um console de nova geração para jogar os games da geração anterior”. Se eu compro um novo console espero que surjam jogos que aproveitem aquele hardware ao máximo e não jogos que são das gerações anteriores e não extraem o máximo, mesmo quando este apresentam pequenas melhorias. Já gastei ao adquirir um 360(R$600) e gastei ao adquirir um One(R$1.600) portanto quero que este investimento seja convertido para jogos novos e não gastar R$2.200 (1.600+600) para jogar mais jogos do 360. Aliás a MS já colocou em Marketing dizendo que o melhor lugar para se jogar os games do 360 é o One e nisso ela está errada pois nem todos os jogos do 360 rodam no One.
Possuo 2 consoles com retrocompatibilidade nativa, PS2 e PS3(o One não é nativo)e já utilizei essa característica em ambos, dos 2 consoles citados o PS3 é o melhor para das TVs FullHD devido deixar uma imagem “jogável” neste tipo de tv principalmente em jogos de PS1, mas mesmo assim pouco utilizo do recurso e é nesse ponto que acho o artigo válido(claro que outras pessoas podem ser totalmente diferentes e utilizarem sempre o recurso).
Há outro ponto válido para o artigo o fato da pessoa ter que possuir os jogos(físico ou digital) para que o mesmos sejam utilizados na retro e muitos não os tem, geração passada ainda foi marcada pela pirataria e o 360 foi o console que mais sofreu com isso. Não duvido que uma parcela que migrou do 360 para o One foram usuários assíduos da pirataria.
Concordo com o leitor Vitor Calado que a retro no One pode ser utilizada para os jogos que adquiri no GWG, porém há de se pensar que já faz um tempinho que os jogos do 360 que saem no GWG não são lá estas coisas e que a atual geração atual de games, a famosa geração resolução, não vai se sentir atraída em jogar tais jogos.
Concordo em tudo com o Livio.
Quanto à Pro, tenho de concordar. Não compensa a troca.
Matéria totalmente enviesada, partindo de um falso pressuposto que a retrocompatibilidade é uma perda de tempo ou decepcionante, (inclusive escrito com essas palavras na matéria). Eu não poderia discordar mais. Fazia tempo que não frequentava aqui, e quando volto, me deparo com uma matéria bem ruim em sua essência, porque manipula os números apenas para sustentar um viés.
Existe muito mais além dos números a respeito da retrocompatibilidade, Mario. Se trata da disponibilidade de uma biblioteca de valor, seja para o cliente usar o disco que manteve pra si, seja para adquirir digitalmente um jogo inédito pra ele. Por efeito, foi um público ali que consumiu esses jogos, e de alguma forma aproveitou, de acordo com sua própria disponibilidade de tempo.
Tão insano quanto seria eu fazer uma comparação direta das centenas de horas jogadas de um Fortnite com uma Campanha AAA de 10h, e colocar o AAA de 10h de forma pejorativa (dizer que é decepcionante, por exemplo?!) apenas levando em conta horas jogadas, sem levar em consideração as diferentes nuances e naturezas das propostas. E sempre lembrando que os jogos retrocompatíveis não concorrem com os de Xbox One, mas agregam a toda a biblioteca. Se você até agora não conseguiu compreender a proposta e suas nuances… difícil, pois recai nos mesmos vícios de sempre.
Enfim, matéria bem ruim mesmo, pela premissa. O que é uma pena, um desperdício de oportunidade.
Curioso Jairo… percebeste as palavras mas não o que está escrito. Porque mentes ao dizer que o artigo diz que a retrocompatibilidade é decepcionante quando o que ele diz é que o número de horas a ele dedicado é que é decepcionante.
Não é feito qualquer comentário no artigo quanto à questão da retrocompatibilidade em si e das suas virtudes ou defeitos.
Quanto à questão da deturpação dos números que acusas, estás a entrar em difamação pois não há qualquer deturpação, apenas uma alteração de unidades dos números para comparação com outros números mais comuns.
Esqueçes ainda na tua proposta de comparação que a retrocompatibilidade não oferece um jogo, mas centenas deles pelo que não falamos do tempo dedicado a um jogo mas a toda uma livraria da 360.
Infelizmente muito comum na internet hoje as pessoas serem muito críticas e tomarem partido das coisas como se a vida dependesse disso.
No Facebook por exemplo, em se tratando de tecnologia é um desperdício de tempo ir na sessão de comentários. Todo mundo é expert e quer ofender o máximo de pessoas possível.
Ninguém está a salvo.
Se algo não é do seu agrado, é só ataque. As vezes atacam até coisas boas. Espero que tenha uma mente firme pra não se abater com tanta estúpidez Mário, se as pessoas que realmente querem tratar dos assuntos com respeito a realidade, não podemos perder as poucas fontes confiáveis que temos.
Peço desculpas pelo baixo nível que as pessoas expuseram aqui incluindo eu também, seu trabalho é valorizado, só quero que saiba disso.
A retrocompatibilidade para mim não serve para repetir os jogos que já joguei, para mim isso não faz sentido, mas serve para jogar de forma gratuíta os jogos oferecidos na LIVE que são 2 por mês, há meses que não jogo nenhum há meses em que jogo 1 e há meses em que jogo os dois…eu pago o LIVE para puder jogar online esses jogos para mim são um bonus, as médias valem o que valem, joguei mais de 20 jogos que nunca tinha jogado e alguns até gostei bastante, se isso dá uma média de 5 minutos por dia, então como tenho 58 anos, devo ter uma média de diversão a assistir a filmes no cinema de 2,4 segundos por dia…isso não invalida que que não me tenha divertido bastante…
Mas alguem coloca isso em causa?
Alguem tece comentários sobre a retro compatibilidade, a sua existência, ou o seu valor?
E sim, as médias valem o que valem. Agora eu questiono de outra forma.
Imagina que o artigo, em vez de falar da retrocompatibilidade da Xbox falasse do uso dos modos de compatibilidade dos jogos MS DOS ou Windows 95 com o Windows 10.
A tua reacção perante os mesmos factos seria igual? Achas que os outros que reagiram aqui, reagiriam da mesma forma atacando o artigo, deturpando frases, alegando deturpação de números, reagindo atacando e de forma agressiva?
É que se a resposta é não, então algo está mal com as pessoas que deram estas respostas.
É:são fatos que as vezes muitos não entendem e é difícil de entender,a minha opnião é que a retro compatibilidade trás benefícios maiores para quem não teve a oportunidade de jogar o Xbox de 2001 e o 360 que foi o meu caso em ambos os consoles.
Mas sou da opnião do Vitor,na Gold não pego nenhum jogo de graça que me é ofertado,por não gostar de mídia digital(aquilo ali para mim não é meu)posso parecer antiquado para alguns,mas penso no futuro e vejo isso como algo não agradável a mim,mas sei que será inevitável.
Você colocou Mário pontos muito interessantes na sua matéria e se paga por ser imparcial,criticas virão sempre amigo e nem sempre vem boas.Mas sabe o que penso como gamer,a Mic infelizmente nesta gen se perdeu,apostou em algo e ocorreu outro e agora correr atrás do prejuízo é difícil,mas nexta gen conheci Halo e Forza Horizon que para mim arrebenta a concorrência em qualquer sentido(nestes estilos de jogos)
Mas ai vem a Sony com seu Untyl Daw,U4,TLUS parte 2,Spiderman(apesar deste ser bem linear pela arquitetura técnica escolhida)mas mesmo assim ao meu ver será um grande jogo,God of War(jogo excelente)
Como grande fã da Xbox,acho que novas Ips são necessárias para um equilibrio maior de franquias já existentes. É o que penso,sinto saudades dos comentes do user Fernando.as vezes falava um pouco de bobagem,mas falava muitas vezes como um amante de jogos.
Ficar discutindo na Web sobre qual plataforma é mais que quem,sem ler corretamente o que o escritor digitou é muito fácil de se encontrar,o difícil é fazer o que ele faz
Você Mário é um pessoa que acerta 98% das matérias aqui dirigidas e agradeço por ter a oportunidade de ler.
Sou amante de jogos e plataforma acaba sendo sucumbida por outra,jogos bons se vão e vem outros no lugar.
Abraços.
Mario, tenho um xbox one x, voce acha que vale a pena comprar um ps4 pro pra jogar os exclusivos? Vale a pena comprae um console novo só pra jogar alguns jogos?
É uma escolha Lucas. A Xbox nâo tem muitos exclusivos, mas tem jogos e bons jogos. Eu pessoalmente compro as consolas pelos exclusivos e basicamente pelos exclusivos. Para os multi bastaria uma.
O que acho é que a PS4 tem grandes jogos exclusivos e nesse aspecto vale a pena.
O que te recomendo é que, a comprares, os jogues pela ordem cronológica pois dada a qualidade dos jogos mais recentes, alguns mais antigos podem depois parecer com menos qualidade.
Mas a decisão é tua! E não te esqueças que podes sempre depois vender a consola que menos te agradar, recuperando alguma coisa.
Mas a comprar, salvo uma diferença de preço reduzida, não recomendo a Pro. Como sabes não acho que as consolas de meio de geração justifiquem. A Pro porque não é nada de espetacular, a X porque é cara, e ambas porque o tempo de vida esperado para elas é pouco.