A Xbox mostrou as suas garras na Gamescom… e curiosamente, a nosso ver, com uma conjugação de títulos e uma escolha de videos bem mais interessantes que os da E3. É que o que foi visto aqui foi de se ficar a salivar por mais!

Vamos colocar aqui os videos dos exclusivos Xbox e que foram mostrados na Gamescom.
Forza 6
Foi revelado um video de corrida em chuva. E apesar de sabermos que o que ali está não tem o dinamismo de Driveclub, o facto é que o resultado final é impressionante visualmente e não deixa nada a dever ao título da Sony. Acresça-se no entanto que aqui temos um verdadeiro simulador de corridas automóveis e não um jogo semi arcade.
Scale Bound
Não há muitas palavras que possam descrever este jogo. A sua qualidade parece fantástica e o jogo parece imperdível. Pessoalmente estou rendido e por ele compraria uma Xbox One se já não a tivesse. Eis um trailer estendido do que foi mostrado.
Quantum Break
Se Quantum Break não cativou já pelo que foi visto diga-mos que saber-se que Neil Druckmann, o Director de The Last of Us ficou impressionado com o que viu talvez possa fazer tirar muitas cabeças da areia. Eis uma comparação entre o que o jogo apresentou desde a última versão visualizada e a atual versão (recorde-se que o jogo foi adiado para ser melhorado).
Rise of the Tomb Raider
Bam, este é um exclusivo apenas temporário, mas o certo é que o jogo está simplesmente impressionante, apesar de ter ficado decepcionado com a escolha de trechos usados para a apresentação. Afinal o que ali está não é estilo de jogo típico de um Tomb Raider, mas sim de um Metal Gear ou um Splinter Cell. Um estilo de jogo furtivo e a matar soldados! Lara nunca foi uma assassina, e no primeiro jogo matou para sobreviver pois estava presa numa ilha da qual não podia sair sem resolver o mistério de Hamatai. E agora, como vai justificar a situação?
Certamente haverá uma explicação, mas podiam ter mostrado algo mais… Tomb Raider?
Tomb Raider e Forza 6 estarão disponíveis ainda este ano, Quantum Break em Abril de 2016 e Scale Bound só mais tarde no ano.
Quantum Break não precisa pensar, você tem a obrigação de comprar. Scalebound era uma versão Pre-Alpha então estou em duvida se vai mesmo sair em 2016 estou muito ansioso por este também.
Realmente excelentes exclusivos, também tenho a mesma opinião que vc mário, esta apresentação da gamescom foi melhor do que a E3 da microsoft.
Dentre eles os que mais gostei foram scalebound e quantumbreak, mas estou de olho em forza 6 e tomb raider, mário vc se esqueceu de crackdown e halo wars 2 que foram anunciados.
Porém o que me deixa um pouco preocupado e que quantum parece fácil demais devido as habilidades do personagem principal, talvez esses poderes dele tenham limitação mas e já é a segunda demo deles que se pode parar o tempo o momento que quiser deixando a impressão de que o jogo vai ser assim, e se assim for passarei este pois o jogo fica sem desafio algum assim.
Também tive essa impressão sobre Quantum Breaker, mesmo que eu tive sobre o Doom, parece ser fácil demais, mas são apenas traillers, é esperar e ver no que vai dar, mas que parecem fácil, parece.
Não esqueci… Crackdown já tinha tido um artigo só para si, e Halo não foi esquecimento. Pura e simplesmente os sites que ví não falaram de!e. Tenho de procurar amanhã.
Acredito que muitas demos mostradas em evento sejam jogadas no modo easy, pois é apenas pra apresentar o game ao público… Com certeza, o uso do poder de tempo terá mais limitações no jogo final…Em Alan Wake mesmo, tinha que saber dosar o uso da lanterna, caso contrário ficava em apuros…Adorei Quantum Break, Scalebound é muito promissor;Tomb Raider,Forza 6 e Halo 5 estão lindos e quase chegando…
Crackdown não sei o que esperar… Essa idéia de um jogo cujo ambiente multiplayer é 100% destrutível é bem diferente, fiquei com dúvidas como pode funcionar… E tem que ver quanto isso aí vai pedir de banda larga…
Se o personagem for tão forte quanto parece, uma boa parte do jogo será fácil. Provavelmente terá alguma limitação quanto ao uso dos poderes, e possivelmente alguns i amigos mais poderoso que o protagonista. Em Alan Wake a remedy intercala inimigos fáceis e difíceis com limitação das baterias da lanterna e foi um bom modo de balancear.
Além de gastar muito dinheiro, penso como vou dispor tempo para jogar tantos jogos incríveis, no Xbox One ja tenho mais de 50 jogos, sendo que uns 15 ainda nem sequer comecei a jogar (como Metro Redux, Max, Sniper, Resident Evil, Far Cry4 e outros que comprei em promoções) imagino ano que vem quando comprar um PS4 para jogar Uncharted e Horizon…Ainda tem aqueles momentos em que bate uma nostalgia e me dá vontade de jogos os games antigos(emulados).
O título veio calhar mesmo “começa a mostrar as garras”, a máscara do tio Phill começa cair… Isso nem é questão ao console que tenho sim o tamanho da contradição.
http://www.eurogamer.pt/articles/2015-08-05-phil-spencer-fala-sobre-a-estrategia-da-xbox-one-e-da-concorrente-ps4
“Perante a questão sobre se a Sony estava a monopolizar o mercado das third party devido às exclusividades recentes como a de Street Fighter V, ou a temporária como as dos DLC de Call of Duty: Black Ops 3, Spencer ”
respondeu o seguinte:
“Eles não estão a monopolizar acordos. Eles estão a comprá-los. Eu leio as mesmas coisas que vocês e sei que há pessoas que pensam que ter um exclusivo com uma third-party é mais barato se tiveres uma fatia de mercado maior. Mas posso garantir-vos que não tem nada a ver com isso. Quando chegas a um acordo com uma third-party, esta tem a sua própria visão do mercado global e do valor dele. E elas vão pensar nos seus materiais e do quão valiosos eles são para elas. É o que faz toda a gente quando estão a vender os seus bens.”
“Eu conduzi uma first-party antes de ser o chefe da Xbox e quando cheguei a este trabalho pensei que havia muitas pessoas que esperavam que me centrasse nas first-party. A minha visão é que existem companhias melhores que nós em termos de estúdios internos, como a Nintendo, que tem um catálogo muito forte de PIs e muitas personagens com as quais podem jogar,” disse Spencer. “Isso permite-lhes fazer um grande trabalho em criar coisas que interessam às pessoas.”
Ao ser questionado sobre o facto da Sony estar a ter vários acordos de exclusividade com as third party e a Microsoft não, ele respondeu que, “Estamos a tomar a decisão consciente de nos focarmos em jogos first-party,” insistiu ele numa mensagem que já tinha feito passar há uns dias.
“É apenas uma decisão. Pela natureza disto, sei que criares os teus próprios exclusivos internos é mais difícil do que fazer acordos com terceiros”, respondeu ele mas ao mesmo tempo reconhecendo que a Sony também tem muitos conteúdos internos de qualidade.
“Mas também posso apontar que a Sony tem algumas grandes franquias first-party. Sou um grande fã de Uncharted e penso que esteve excelente na E3. Admiro muito a Naughty Dog e admiro também a equipa da Polyphony.”
Afinal, o que houve de estranho nesse texto todo?
Vou te dar uma pista Tomb Raider
“Eles não estão a monopolizar acordos. Eles estão a comprá-los. Eu leio as mesmas coisas que vocês e sei que há pessoas que pensam que ter um exclusivo com uma third-party é mais barato se tiveres uma fatia de mercado maior. Mas posso garantir-vos que não tem nada a ver com isso. Quando chegas a um acordo com uma third-party, esta tem a sua própria visão do mercado global e do valor dele. E elas vão pensar nos seus materiais e do quão valiosos eles são para elas. É o que faz toda a gente quando estão a vender os seus bens.”
Sinceramente nunca esperei que o Phil Spencer entrasse por demagogias como outros antes dele já o fizeram. Mas neste caso é claro que entrou!
Sinceramente esta frase era digna de um artigo só por si, mas não o vou fazer para que não pensem que estou a atacar a Microsoft. No entanto não posso deixar de a comentar.
Vamos sair dos jogos… e vamos pensar em coisas bem mais palpáveis para comparação.
Vamos imaginar que tens um teatro. E que ganhas dinheiro pelos Bilhetes vendidos nas exibições.
As tuas instalações, são numa grande cidade (A) com um milhão de habitantes, mas naturalmente recebes pessoas da cidade vizinha, menor (B) com 500 mil habitantes.
Agora vamos imaginar que as duas câmaras chegam à tua beira e te propõem uma exclusividade.
Meu amigo, a nossa cidade quer reservar exclusividade para as suas peças. Numa questão política, queremos que apenas os cidadãos da nossa cidade possam assistir às suas peças por um ano.
Vendias a exclusividade ao mesmo preço às duas?
Vamos ver duas situações distintas. Uma em que vendes a exclusividade e abdicas da receita e outra onde mantens a receita ou parte dela.
Caso 1: Abdicar da receita.
Naturalmente podias vender. Até podias fazer as contas e pensar: Se eu vender a exclusividade por 1 milhão de euros cubro todas as receitas que teria num ano, e ainda tenho uma margem adicional.
E vendes a esse preço. É fixo, é irrelevante se é para a cidade A ou para a cidade B.
A questão é que a economia tem sempre duas faces… Se é verdade que o custo é idêntico para ambos, a realidade é que aquilo que as câmaras pagam não é o mesmo.
A Câmara A tem um custo de 1 euro por habitante. Já a B tem um custo de 2 euros por habitante.
Resumidamente, para a câmara B vender os bilhetes ao preço habitual, tem de vender o dobro da câmara A ou tem prejuízo!
Isto é economia básica, não vale a pena andar com tretas. A Microsoft mesmo que pagasse o mesmo, perante a sua base de utilizadores que é metade tem de conseguir arrecadar o dobro do lucro por utilizador do que a Sony. A despesa é a mesma, mas a receita da Microsoft, face ao menor número de utilizadores tem de ser a dobrar para não haver um prejuízo.
O custo de pagamento é neste caso igual para a Câmara A e para a B, mas o custo operacional é duplo na câmara B. Basicamente, face ao volume de vendas a Câmara B paga o dobro pela matéria prima.
Isto pode parecer semântica, mas não é! E isto reflecte-se na contabilidade da empresa, pois se o custo operacional não for superado com receita… tens prejuízo!
Caso 2: Não abdicas da receita
Este é o caso mais comum. E um que interessa a ambas as partes.
Neste caso vendes a exclusividade, mas apenas te preocupas em compensar a receita perdida do outro lado, acrescentando o natural bónus.
Aqui quem compra paga menos. Quem vende também ganha menos, mas o negocio é menos intromissivo na sua forma habitual de trabalho.
A questão é que aqui é claro… A paga menos do que B. Dê lá por onde der!
O que Phil Faz aqui é abordar a temática apenas na perspectiva do caso 1, esquecendo que mesmo pagando o mesmo, o custo acaba por ser duplo para a sua empresa.
Mas depois há aqui outros factores. A empresa de teatro a vender a exclusividade vai faze-lo com muito mais agrado à Câmara A. A questão é que a empresa vai continuar no activo após o ano, e há a questão da fidelização dos clientes, dos fans, etc.
Se optar pelo mercado mais pequeno, são mais as pessoas desagradadas. E este facto é muito muito importante pois uma empresa não vive apenas durante um ano e precisa de manter os clientes fieis.
Embora vocês já estejam em um monte de teorias, acho que o que ele quer dizer apenas é que quando você fax um acordo de exclusividade com uma empresa Third, fica na mão deles e da forma como veem o mercado e o que dará lucro à eles. Provavelmente ele está criticando a Square que divulgou a data de lançamento da versão PS4 do Tomb Raider fora de hora e está nos últimos dias tentando a todo custo desvincular a imagem do jogo do Xbox One.
É muito provável que Phil não esteja nada contente com isso, até por que a Square Enix levou uma boa grana da Microsoft para ajudar no desenvolvimento. Da mesma forma, ele não mente quando afirma que a Sony comprou os acordos de exclusividade, por que é isso que ela está fazendo com Call Of Duty, Assassins Creed e Star Wars. Mas independente do que ele disse, o que ele planeja fazer é o correto, está se desvinculando dos exclusivos das Thirds e investindo mais em produções first, ou bancadas pela Microsoft onde apenas usam os estúdios Thirds, como a Remedy ou a Playground.
Exatamente… mas acima de tudo acho que a palavra chave aqui é empresa. Logo esta existe para… ganhar dinheiro e defender os seus interesses. Não os das outras empresas.
De resto vejo essa política com bons olhos.
Mas a Sony não comprou exclusividades em COD, AC e Star Wars. Nos dois últimos o acordo é de marketing, o que quer dizer que a publicidade que vais ver por aí em painéis vai referir apenas a PS4. Mas isso é tudo! Já COD a Microsoft não pode criticar pois quem criou o negócio que a Sony agora tomou foram eles mesmos. E se o fizeram tantos anos foi porque lhes foi vantajoso. Aliás em AC Unity a Microsoft fez o mesmo!
O mercado é muito complexo, e se as empresas fazem isto é porque lhes é vantajoso. A Microsoft ao mudar a política pretende poupar no que gasta fora, investindo dentro. E nesse aspecto a empresa tem imensas First Party a fazer joguinhos de solitário que podem criar bons jogos. É uma boa aposta que só peca por ser tardia pois quando o acordo de TR foi anunciado eu critiquei-o por isso mesmo alegando que achava que era melhor a MS ter apostado nas First Party.
Nessa altura fui chamado de fanboy da Sony… mas o consolo é que vejo que o Phil Spencer, ao agora pensar como eu, e havendo coerência, afinal aos olhos dessas pessoas também o deve agora ser!
Quer dizer exatamente o que o Microsoft faz,só que agora com a base de fans da PSN ser mais vantajosa a passo que já é o dobro da xbox, vem ele meter essa treta de que “A SONY OS ESTÃO A COMPRAR”, não és um dos muitos que defendem o dinheiro infinito da Microsoft, que se a mesma quisesse comprava Sony e Nintendo juntas? Por que não mas manter Black ops… Ou o dinheiro da Microsoft não vale perder o dobro de usuários da PSN e matar a franquia!
O estilo gráfico e o foto-realismo quantum Break é de topo. A tecnologia de iluminação, captura facial e de movimentos que a remedy está utilizando é uma das melhores que se tem notícia.
Espero que seja um game digno dos gráficos que ostenta.
http://giant.gfycat.com/ThirdDecimalCarpenterant.gif
Só espero que a sony faço algo do género na conferência de Paris!
Como a MS fez na gamescom…
No mínimo um novo gran turismo e os projetos da bend studios e da Sucker punch!(creio que sejam os próximos estudios a lançar os próximos jogos)
Tem que mostrar aos consumidores, que a sony n anda a dormir nos conteúdos frist party!
Deve existir um novo Gran Turismo em desenvolvimento com certeza, mas eu acho que quem deve apresentar algo é a Santa Monica. Ainda não há pistas do que estão trabalhando. A Quantic também está trabalhando em alguma coisa. E o Deep Down que nunca mais foi falado também.
Santa Monica já anunciou que está a trabalhar no novo God of War.