Nov 272011
 

Possuir uma única pen drive de 128 Gigas pode parecer uma vantagem para muitos face à alternativa de possuir duas de 64 gigas ou mesmo quatro de 32 GB.

Mas a verdade é que há vantagens e desvantagens para cada um dos casos, sendo um deles a segurança. Uma única drive de grandes dimensões normalmente junta absolutamente tudo no seu interior, seja, as coisas de trabalho mais importantes, ou meros softwares lúdicos. Acontece assim que tudo e mais alguma coisa entrará nessa pen drive, criando assim riscos de segurança diversos.

Para começar o desgaste da eeprom é mais intenso ao poder estar sujeito a mais ciclos de gravação. Depois a possibilidade de infectar o conteúdo e perder ou danificar dados importantes é maior. Afinal ao juntar-se software do mais diverso com outro importante podemos estar a infectar a pen com virus e a danificar dados que nos são preciosos. E claro há ainda outra situação relacionada com a perda total do conteúdo da pen drive em caso de problema e que levará ao desaparecimento de vários gigas de dados.

Por essa situação muitos preferem usar várias pen drives, separando assim o importante do básico, diminuindo a quantidade de dados perdidos em caso de problemas físicos no produto, e evitando a exposição a vírus.

Claro que quando há várias pen drives com software lúdico, ou várias com trabalhos, descobrir em qual está o que, pode ser um verdadeiro quebra cabeças.

Foi a pensar nessa situação que o Designer Hyunsoo Song criou conceito baseado num conjunto de pen drives modulares que denominou de “Amoeba modular USB flash drive”.

Com elas é possível manter-se as situações em separado, com riscos de perda e infecção de conteúdos menores, tão ao gosto de todos os amantes do uso de múltiplas pen drives, mas permitindo que, em caso de necessidade de pesquisa rápida de um conteúdo, as pens possam ser juntas numa só, facilitando assim a pesquisa sem necessidade de andar a por e tirar os dispositivos todos no computador.

Outras vantagens são, por exemplo, a colocação de fotos numa pen, de vídeo em uma outra, de software de trabalho numa terceira, e de outros softwares numa quarta. Depois, consoante o que queremos que esteja acessível, removemos ou colocamos as pens “parciais” do conjunto.

Claro que a palavra chave de tudo isto é “conceito”, mas este até é um que poderá vir a ter alguma aceitação no mercado.

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