Cada vez mais são conhecidos novos dados sobre o Navi que parecem dar veracidade aos Benchmarks que apareceram à tempos como sendo de um GPU com essa arquitetura. E tendo existido algumas referências adicionais sobre o assunto, olhamos novamente para os benchmarks confirmando mais uns dados inicialmente pouco ou nada abordados e que nos mostram que a AMD poderá ter ali um GPU vencedor entre mãos.
Faz agora algum tempo apareceu no CompuBench, um benchmark de um suposto GPU Navi.
Apesar de o mesmo poder ser comparado com diversos GPUs, há apenas alguns com os quais podemos em conjunto encontrar testes realizados usando o mesmo API, e que permitem realmente uma comparação.
Um deles foi com a RX 580:

E outro com uma Vega 56:

O que vemos em cima são valores bastante interessantes. A Navi bate claramente a RX 580 de 6.157 Tflops, mas mais do que isso bate-se de igual para igual com uma Vega 56 com 10.57 Tflops. Nos testes realizados face a este último GPU, num total de 6 testes, a Navi apenas não leva a melhor em 2, sendo que ambos são testes intensos no uso de GPGPU, onde esta Navi testada parece ficar um pouco atrás.
Ora estes resultados seriam basicamente normais se aceitássemos que estávamos perante uma nova iteração do GCN, e um GPU que viria substituir a Navi 56. E perante apenas essas realidades, nada mais haveria a dizer, excepto que o Navi se mostra competente.
No entanto, os testes revelam dados que nos podem levar a ficar optimistas face à Navi. Note-se que estes dados são os reportados pelo programa, sendo que a AMD pode ter baralhado os mesmos com dados inseridos no firmware do GPU, o que invalidaria todas as conclusões seguintes.
Mas aceitando que tal não aconteceu, o que podemos retirar dos resultados?
Para começar os benchmarks ganham credibilidade por existirem há algum tempo, e referirem como nome de código do GPU o gfx1010. Apesar de tal ter sido sempre apontado como sendo uma referência ao Navi (geração 10, Navi 10 ou 1010), tal podia ser apenas uma coincidência e uma tentativa de adaptação da referência à realidade do Navi. No entanto recentemente confirmou-se que efectivamente a AMD está a usar esse código nos Navi 10.
Mas mais ainda, o nível de suporte indicado pelo programa bate tambem certo com as novas tecnologias que se sabem virem a existir no Navi, o que nos leva a acreditar que os benchs serão efectivamente reais.
Mas e outros dados relevantes?
Bem, um desses dados foi o abordado na altura do conhecimento deste Benchmark, e prende-se que uma análise à informação sobre este GPU permite ver que este é um GPU muito simplificado face aos com que ele se está a bater. Este Navi possui apenas 20 CUs, quando a Vega 56 possui 56.
Basicamente isso foi a situação noticiada na altura. Que os 20 CUs da Navi estariam a obter uma performance em tudo equivalente ao fornecido pelos 56 CUs de uma Vega. Tal é um feito tremendo e que implica que os 20 CUs da Navi estariam a obter um rendimento 2.8 vezes superior ao habitual do GCN da AMD usado no Vega.
Mas há mais… e é aqui que estes resultados já surpreendentes se parecem tornar fantásticos. É que este GPU Navi é reportado como estando a correr a apenas 555 Mhz. Podem confirmar isso no link para os dados do GPU.
Eis uma montagem que mostra os dados relevantes numa foto simplificada

A combinação destes dois dados acaba por ser de pasmar. A Navi testada que está a bater a VEGA 56 tem apenas cerca de 35% dos seus Compute Units, e corre a 37.6% da sua velocidade de relógio.
E isto são valores impressionantes. A AMD aparenta ter-se superado nesta alteração à arquitectura, e o Navi aparenta ser não só um GPU de baixo consumo, como de baixa frequência de relógio, e com elevadíssimas performances.
Perante isto as especulações são muitas. Se fossemos calcular a performance desta Navi pelos valores padrões do GCN ela teria:
20 CUs*64 Shader Processors*2 instruções por ciclo*555 Mhz = 1.42 Tflops
Ou seja, supostamente esta Navi deveria ser inferior ao GPU da PS4, mas o que vemos é que ela bate a Vega 56.
Torna-se difícil explicar estes valores, o que leva a questionar se os dados do GPU estarão ou não alterados. Mas que caso não estejam a AMD está com um produto arrasador nas mãos…! Tal significaria melhorias radicais no GPU, ao ponto de a antiga metodologia de cálculo deixar de ser válida.
Pare encontramos uma explicação para o sucedido compilamos informação que está espalhada em vários locais e que refere alterações supostamente implementadas no Navi. Esta é informação que cita patentes, mas que não pudemos confirmar, mas que a ser a realidade aplicada explicaria tudo.
Voltamos a chamar a atenção que o que se segue é algo não confirmado, e que mesmo que sendo informação válida e vinda de patentes registadas, nada nos garante que seja o aplicado no Navi.
Com isto em mente, considerando que estas patentes efectivamente estariam aplicadas na Navi, esta terias as seguintes características.
- A Navi possuiria Alus adicionais que permitiriam processar 2x mais por ciclo de relógio.
- A Navi aumentaria o limite de Shader Processors por Compute Unit de 64 para 128.
- Para uma compatibilidade sem desperdício de performance, a Navi poderia os seus 128 shader processors de cada CU como conjuntos de 2×64, o que quer dizer que face à arquitectura GCN anterior o número de instruções processada por ciclo passa de 2 para 4, mantendo as wavefronts em 64 como sempre aconteceu.
Perante estes 3 pontos, a dúvida que se nos coloca imediatamente é se o primeiro e o último não acabam por ser a mesma coisa. Ou seja se a referência às Alus adicionais etaria relacionada com a duplicação dos SPs por CU, ou se ela existe em cada SP.
Se aceitarmos que tudo isto estaria a acontecer em simultâneo, tal seria efectivamente uma quebra gigante face ao GCN, o que permitiria dizer que mesmo que a Navi continue na génese a ser uma GCN, é radicalmente diferente. E tal permitiria que este GPU de 20 CUs a 555 Mhz debitasse:
20*128*2*2*555*2 = 11.3664 Tflops
Um valor que, na prática, explorando-se devidamente as capacidades adicionais, e as novas tecnologias presentes no silicone, com software devidamente escrito, acabaria por se revelar bem mais eficiente do que o mesmo número na arquitectura anterior.
Apesar da total ausência de confirmação destas realidades, o número obtido certamente explicaria como esta Navi de 20 CUs e 555 Mhz estava a bater uma Vega 56 com 56 CUs a 1474 Mhz. Dai que a questão que fica é: será que há algum fundamento nesta informação que circula nos foruns, seja ela total ou parcial.
O certo é que se isso acontecer, e caso este GPU posso altingir velocidades de relógio mais altas, a AMD terá nas mãos um GPU que fará tremer a Nvidia.
Belo artigo.
No entanto, não entendo pk passas de *2 na original para *2*2*2 considerando que ja tomaste em consideração as 128 stream processors por compute unit.
Fazendo analogia a fórmula original, tens:
N. Dr compute units * n de sp por CU * velocidade de relógio * instruções por ciclo.
Assim seria:
20*128*555*4
Não?
Atualmente, na GCN, uma ALU constitui um SP. Na terascale, 5 ALUs constituíam um SP.
A questão que e preciso entender é: será que as próximas SPs terão duas ALUs, ou será que o número de SPs com uma ALU duplica por SIMD por compute Unit, ou até ambas.
Além disso… Apresentará a ALU alterações face ao que existe - que penso já foi mudado com a Polaris ou a Vega?
Curiosamente, a Sony, de acordo com rumores testou 4 PS4 Pro em simultâneo para uma demo de GT sport a 8k 120 FPS.
Ora duplicando tanto as instruções, como as SPs no GPU da o mesmo…
Eu não aprofundei muito a questão porque não estou por dentro das patentes e acima de tudo não quero misturar a coisa com o que li sobre o super simd e que não sei se está aqui em vigor ou não.
Agora vamos lá ver.
A formula para calculo dos TFlops no GCN é:
CUs*SPs*intruções calculadas por ciclo*velocidade de relógio.
Aqui, segundo se refere, o Navi poderá calcular o dobro por ciclo de relógio.
E nesse sentido, para manter a validade da formula anterior multipliquei a mesma por 2. E aparece o primeiro 2.
Ora cada CU processa 2 instruções por ciclo. O segundo dois, que já aparece na formula anterior.
A tua dúvida é então o terceiro 2.
A ver se explico porque o usei.
O 2 de cima é devido às instruções calculadas por cada CU. O CU aumentar a wavefront para 128 SPs não lhe aumenta a capacidade de cálculo, permite isso sim, aumentar as wavefronts para 128 em vez de 64.
Mas como se diz que as wavefronts se mantêm a 64, tu não vais tirar partido dos 128 directamente, mas sim de 2*64.
É como processares dois comandos 32 bits numa única string de 64 bits.
O aumento de 32 bits para 64 bits não te traz ganhos de performance. Mas se processares duas de 32 num único ciclo, tens esse ganho. É o dobro e daí o outro 2.
Este é o motivo pelo qual refiro a minha dúvida sobre se o ponto 1 e 3 não são a mesma coisa dita de forma diferente.
Humm.. as wavefronts sao instruções. Se se mantiverem a 64, então, tens o dobro das instrucoes processadas por ciclo de relógio.
Acho que são o mesmo e esse dois está a mais.
As contas estão feitas partindo dos principio que as coisas são diferentes. Ou seja, que há o dobro das ALUs.
Se isso não acontecer, tal não se aplica.
Agora se for a mesma coisa, algo mais terá de haver pois o GPU continua sem performance para se bater com uma Vega 56.
Humm.. será possível que eles tenham implementado o mesmo SP que tinham na terascale? Pergunto devido ao suporte VLIW…
Mas acho que seria enorme mantendo o conceito atual de CU.
vou comentar como eu acho possível ser verdade na parte PCs:
- a AMD “pulou” uma geração, que deveria ser a Radeon VII e virou uma GPU “requentava” GCN apenas para CGPU profissional e teve versão “gamer” usando as “sobras”, que foi a escolhe correta, conseguiu apoio de todo o playstation e só assim para alcançar a NVIDIA.
- “ain, como assim todo esse salto em cima das RTX mimimi”, pois claro… A RTX também é tapa buraco, a verdadeira RTX vai ser a 7nm+ que a NVIDIA já deixou engatilhada para competir com a NAVIs… Só serviu para dar uma amaciada no uso de RT e DLSS… Quando as RTX 7nm+ chegarem as tecnologias da RTX já vão ter mais suporte.
Sobre os consoles:
Se essa conta sobre a performance for a realidade da NAVI… nossa, o que teremos ai nos novos consoles? 40CUs a 1Ghz e 42TF? Oo 10x o PS4 PRO?
bom, negocio é esperar a AMD anunciar as NAVIs, se for 12TF com 20CUs e 555mhz e for realmente “escalavel” até 1GHz e 128CUs, vamos ter um monstro…
se a NAVI vai até 128CUs e 1GHz com aumento linear de performance baseado nessa GPU ai vazada….
128CUs 1GHz = ~140TF ?
é divertido especular, mas vamos ver quando a AMD apresentar a NAVI…
Vamos com calma… Primeiro porque nada do que ali está é forçosamente verdade.
Eu sou sincero que não gosto muito de se tentar encontrar realidades para se ajustarem aos factos. É anti científico! E é isso que ali está!
Mas a realidade é que temos ali um GPU a bater outro bem mais potente e o que o artigo refere é uma possível explicação de acordo com o que dizem serem patentes da AMD. E salvo se os benchs forem falsos, alguma explicação tem de existir. Um GPU assim não pode bater um mais potente.
Agora há outro lado da moeda. Mesmo sendo como está no artigo, a Navi certamente não apareceu para resolver todos os problemas do mundo. E o ela ter um funcionamento diferente só implica que terá igualmente limites diferentes.
Quais são esses limites?
O que me quer parecer é que as Navi abrem as portas para o futuro. Mas tal como o GCN tinha o limite de 64 CUs e foi lançado com um número de CUs baixo pois era económicamente inviável usa-los todos, o Navi terá certamente o mesmo problema. Imagina em 2011 a AMD a lançar um GPU com 64 CUs… arrassava tudo! E o GCN permitia! Mas não aconteceu!
Aqui acredito que será o mesmo. E para o Navi render o total ele terá de passar ao VLIW, abandonando o RISC.
A acreditarmos que os limites seriam os mesmos do GCN, um Navi poderia ir a 1.8 Ghz com 64 CUS. O que pela conta de cima seria algo como 64*128*2*2*1800*2=117 Tflops. Numa altura de GPUs de 11 e 12 Tflops seria 10 vezes mais.
Impressiona? Claro! Tanto como na altura em que os melhores GPUs tinham 1 Tflops falares-lhes num GPUcom 64 CUs a 1.8 Ghz, ou 14,7 Tflops. Ou 14 vezes mais!
Não sei quais são os limites do Navi, mas nesta fase esperem apenas que ele vai melhorar a actual geração. Fala-se num Navi com 40 CUs, que pelas contas de cima, com a mesma velocidade de relógio, teria algo como 22 Tflops. E eventualmente esse poderá ser o máximo que a AMD nesta fase pode entregar ao termos um Navi nesta fase limitado em CUs e em velocidade de relógio.
Para certezas, só quando se souber mais sobre a Navi.
Por isso como certezas do artigo tomem só o facto que a Navi testada tem, pela regra normal do GCN, menos capacidades que o GPU da PS4, pelo que ao bater a Vega 56, ela tem novidades de peso. Se são as referidas no artigo, ou outras, não sabemos.
Eu penso que se a estrategia e aumentar o numero de ALUs (ou SPs por CU) para o dobro, isso significa que nao se pode aumentar o numero de CUs. Porque o mais conveniente seria ate aumentar a quantidade de CUs.
Logo o teto maximo da Navi continua nos 64 CUs os quais, na nova formula, e numa velocidade de relogio igual a vega 64 chegam aos 34 Tflops (considerando *4 e nao *8). E imenso.
E deixa-me bastante animado, porque se esse e o topo de gama, entao 18 Tflops ficam no meio da tabela, na gama possivel para as consolas.
Não podemos afirmar isso sem saber o que impedia o limite.
A tática de aumentar os SP processando com wavefronts de 64 é boa e é um pouco derivada da ideia da precisão simples que os GPUs agora implementam. Basicamente duplicas os CU mas sem os duplicares. É virtual. E o limite dos SP é uma coisa, a dos CU é outra.
E nesse sentido concordo contigo. Isto pode ter sido uma forma de contornar o limite.
Deixa-me que te diga no entanto que acredito que as velocidades de relógio poderão ter de ser mais baixas. A dissipação térmica caso aumente, e deve aumentar, obrigada a descer as velocidades.
Esse é o motivo pelo qual a Navi terá baixos consumos energéticos.
O engraçado é que esta solução, a ser a que existe, sempre esteve ao alcance da AMD.
Porquê só aparece agora?
Terá sido necessário os engenheiros da Sony, com quem se refere ter existido colaboração no desenvolvimento do GPU, que deram a ideia?
Já por isso refiro a velocidade da Vega a 14 mm. Teoricamente, dobrando o hardware, deves poder manter a mesma velocidade dentro de um consumo semelhante.
Eu penso que foi um conjunto de escassez de recursos, com longo tempo de desenvolvimento. Está solução foi possível agora, que a GCN clássica atingiu o seu limite.
A Vega 20 ia a 815 Mhz num consumo de 100 watts. Se aqui tiveres problemas térmicos pelo aumento da densidade podes ter de ficar abaixo.
A virtude acaba por ser o consumo e as velocidades subirão nas futuras revisões.
Seja como for, se está alterações ao Navi se confirmarem não terei grandes problemas em aceitar como possível (inclusive a nível de custo), um APU até 14 TFLOPS.
Mas 18 não…
Agora o que isso mata de vez é a ideia dos 10, tornando algo perto dos 12 no mínimo espectável.
Essa informacao sobre o consumo e extremamente interessante. Podes postar a fonte? Estive a procura disso durante bastante tempo.
Seja como for, mesmo colocando o ryzen a 65 watts, tens pelo menos 150 watts para gastar.
Tanto a Pro como a X tem consumos na ordem dos 172 watts em jogos.
Ou seja, no global estamos a olhar para tetos na ordem dos 200 watts. A PS4 original foi ate classificada nos 250 Watts e a PS3 original tinha uma fonte de 380 watts.
Ou seja, nao sera nada do outro mundo considerar consumos ate 250 watts para toda uma nova consola, com uma fonte de 300 ou 380 watts.
Penso que isso nos dara margem ate a ordem 900-1000 mhz.
https://www.techpowerup.com/gpu-specs/radeon-pro-vega-20.c3263
Ah, ok.
Houve confusão da minha parte.
Essa placa e a Radeon pro Vega 20, mas o GPU é o Vega 12.
Quando escreveste Vega 20, pensei que era o código GPU que equipa a Radeon VII.
Essa placa tem um consumo nos 450 watts mas corre no máximo a 1800 MHz.
Dado que o consumo não varia de forma Linear com a velocidade de relógio, fico curioso quanto ao consumo em velocidades de 1200 MHz ou inferiores.
Tu tinhas dito Vegas de 14 mm. Mas percebo a dúvida por causa do 20…
Sim, a Vega 64 (ou Vega 10).
A se confirmar tudo isso seria fantástico, a Nvidia precisa ser incomodada. Com a Intel também entrando no mercado de GPUs, a AMD precisa mostrar serviço. Mas o hype pelas Vegas e o que foi entregue pela AMD não me deixa tão esperançoso.
Eu ia perguntar a você Mário na notícia anterior da Navi sobre o que pensas da Vega 20, mas tinha desistido pelo fato de a publicação já ter alguns dias, mas aproveito essa nova oportunidade. Pela matéria que publicaste há algum tempo, tinhas grande expectativa pela Vega 20, mas o que realmente se teve foi algo bem aquém do que esperava na publicação que fizeste.
O Vega era, no papel, bem interessante, mas acabou por sair algo pouco melhor que o Polaris.
Isso foi explicado pela mudança dos recursos para o Navi, o que poderá ter aido, caso o Navi saia aquilo que parece ser, uma coisa boa.
Entregar a coisa em dois passos dava tempo para reações, mas entregando de uma vez será uma surpresa e permite combater a Nvidia.
Agora falta é saber se isto tem alguma razão de ser. O que está no artigo está longe de ser uma realidade, sendo apenas um apanhado de situações que são descritas como estando presentes em patentes AMD que podem estar aplicadas ao Navi.
Eu escrevi-as porque fazendo as contas com a sua presença tal explicaria efectivamente os resultados, mas até estive para omitir essa parte por ser total presunção, nesta fase sem fundamento.
Vamos aguardar. Estou curioso sobre o que foi feito, e os benchmarks, se verdadeiros, o que parecem ser, são intrigantes.
O que eu realmente queria da AMD na próxima geração de GPUs, e isso envolverá os consoles, é que não tenhamos mais que ver uma placa AMD de 10,5tflops competindo com uma Nvidia de 5,4tflops e ganhando por 17% em alguns jogos específicos que utilizam mais recursos voltados a computação.
https://www.eurogamer.net/articles/digitalfoundry-2019-04-15-gtx-1660-ti-vs-vega-56-7001
Eu espero que a Navi seja competitiva em qualquer cenario, por que nessa geração já é dose ver a GTX 1060 de 4 tflops ganhando no comparativo do PS4 Pro e empatando com o Xbox One X de 6tflops, sendo que em alguns jogos até ganha.
Vai ser decepcionante se algum dos dois consoles novos que utilizarem AMD não forem bons o bastante para bater uma RTX 2060.
OFF topic
Confirmados os specs da PS5.
Ultima Hora:https://www.wired.com/story/exclusive-sony-next-gen-console/
Significa que uma revelação não está muito longe, Mário tens que falar disto man! 😉
Um monstro!
Muitos dos rumores vazados no resetera são verdadeiros até aqui. CPU Zen de 8 cores, GPU Navi, Ray Tracing e SSD.
Ficamos a espera da confirmação dos numeros de potência e quantidade de memória RAM.
Chuto entre 10-11 Tflops. Pode parecer perto do Stadia mas na arquitetura Navi, se conseguiram eficiencia do nivel da Nvidia, vai ser muito melhor que a Vega 56 do Google.
O que me preocupa é esse SSD proprietário da Sony, espero que não impeça que o usuário faça o upgrade do armazenamento interno.
Ahh e teve gente que estava especulando que o PS5 não teria RT, mas o novo Xbox sim.
Só falta depois soltarem que será 12TF+
O que me preocupa é o preço, espero que eles consigam tudo isso por no máximo $500,00, e imagina no lançamento aqui no Brasil, medo
Oficialmente, acho que é a primeira vez que alguem da Sony manifesta algo em relação ao ray tracing, ao contrario da Microsoft que é uma das maiores entusiastas da tecnologia e estava muito facil adivinhar que fariam algo nesse sentido.
Essa revelação sem muita pompa me pareceu um movimento apressado. Acho que foi pelo fato da Sony estar muito fora dos holofotes nesse ano deixando a e3 de lado. Provavelmente eles se anteciparam para que a Microsoft não ganhe muita visibilidade na E3 quando eles falarem do novo Xbox. Para as pessoas se lembrarem de que também tera um PS5 no ano que vem e ele também tera todas as tecnologias que a Microsoft anunciar.
Foi inteligente e calculado. A unica informação surpreendente foi o apoio ao RT mesmo e ela nao seria surpreendente se fosse falado pela Microsoft.
Sobre a questão do 8K, me pareceu conversa para leigo. A não ser que eles etejam escondendo um console de 24tflops.
Há quem tente vender o obvio, e quem ache que o obvio… é apenas isso mesmo.
A poliphony digital está a desenvolver um motor RT, e mostrou GT Sports a 8K.
Concordo na parte do movimento apressado. Eu tambem achei estranho uma revelacao destas, nesta altura. Fiquei desiludido com os 8 cores do Zen. Tendo em conta a area ocupada pelo chiplet do zen 2, poderia ser mais. E algo que muito facilmente sera ultrapassado quando temos ate a intel a entrar no campo dos CPUs desktop com mais de 8 cores. Sobretudo porque recentemente foi anunciada uma solucao que usa IA para distribuir threads pelos Varios cores de um CPU. Imagino que nos proximos anos o preco descera bastante.
Hoje, os 8 cores parecem ser muito e serao sem duvida um grande avanco face ao Zen, mas nos proximos anos, temo que ficara ao nivel de um CPU meia gama, semelhante ao core i5 de hoje.
Sobre os 8K tambem achei estranho, sobretudo porque nao ha possibilidade nenhuma de isso se tornar padrao na proxima geracao. Nem o 4k, foi a revolucao que se esperava quantos mais os 8K. O porque de falar nisto agora perde-se me completamente. Mas ha rumores que apontam para upscaling em todos os titulos semelhante ao que a Xbox ONE S faz, pode ser isto.
O Ray tracing era algo que eu esperava e pelas palavras dele.. imagino que podera haver hardware dedicado no meio, apesar de o hardware dedicado nao ser uma necessidade para haver raytracing.
O mais surpreendente foi a revelacao que confirma a minha suspeita: o raytracing poder utiizado para muita, mas mesmo muita coisa para alem da luz. Tens audio e poderas ter muito, muito mais, a nivel deinteratividade com o cenario.
Mario, recordas-te quando me disseste que o GPU era cego face ao mundo? E se com um chip dedicado a RT deixar de o ser?
Mas isto e apenas especulacao da minha parte.
Por ultimo, esta revelacao sem duvida e para diantar-se ao que ira ocorrer na proxima semana em que o Navi sera revelado ao mundo.
Eu não alinho em utopias Bruno pois sabemos que a ideia é um produto potente e acessível, não apenas potente.
8 núcleos é o realista se tivermos em conta que estamos com a mais recente geração de CPUs.
Este CPU bem usado será uma revolução no mundo dos videojogos e isso é suficiente.
Os 8 K aparecerão naturalmente, especialmente em jogos com a qualidade gráfica da PS4. Quando a Pro suporta 4K a PS4 poderá ir aos 8. A Poliphony já o mostrou.
Agora jogos Next gente 8K… Isso esquece.
Ray tracing… Haverá optimização clara para ele. Mas daí a hardware dedicado duvido muito. É um custo elevado para algo que é apenas maquiagem e que, como vemos nas NVIDIA, prende as resoluções em baixo.
O engracado das utopias e que andam constantemente em mudanca.
Basta ver que ha um ano atras, o Raytracing em PCs era uma utopia e hoje tens a RTX. Que uma demo que precisou de 3 GPUs para rodar a 1080 e 24 fps, consegue hoje ser rodada a 1080p e mais fps.
E ontem soubemos que a PS5 ira suportar Raytracing e nao so: pelas palavras de Cerny o seu suporte nao se limitara a maquiagem, mas a permitir identificar objectos no mundo do jogo ajudando por exemplo, ao audio 3D. Alias, o facto de ele ter estabelecido a relacao direta entre raytracing.
Ora o Raytracing nas consolas tb podia ser considerado uma utopia antes de ontem. E hoje e uma realidade. O mesmo para um SSD nas consolas que hoje, sabemos, sera uma realidade.
O multinucleo esta a chegar em forca aos PCs e muito rapidamente o standard serao mais que 8 nucleos. Nao me espantaria nada a AMD ter uma surpresa de 32 cores preparada para o Desktop.
O que prevejo ocorrer nos proximos dois anos e uma resposta da Intel que ira forcar a AMD a baixar precos. Mais de 8 cores sera uma necessidade muito em breve.
O ray Tracing nunca foi uma utopia. Ele existe desde à vários anos. A RTX não mudou nada… ela basicamente permite RT complexo em tempo real, mas a 1080p e limitado nos fps. Numa era de 4K e onde já se fala dos 8K, isso é inaceitável, e mero marketing. É um trade-off enorme. Ou tens definição e performance, ou tens reflexos. E nem sequer tens isso na gama toda, apenas nos GPUs mais caros.
A PS5 suportará ray tracing, como qualquer sistema. E ele nunca foi utopia nas consolas. A PS4 tem um jogo, o Tomorrow Children, todo ele calculado com Ray Tracing. Killzone:Shadow Fall, um jogo de lançamento, tem Ray Tracing em algumas zonas.
O Navi virá com novas capacidades para suporte ao Radeon Rays, que permitirão acelerar a coisa a níveis que os antigos GPUs não fazem. Mas muito dificilmente alguem vai deixar de apostar no que realmente interessa, o processamento puro e duro para oferecer um sistema RT que funciona com restrições de performances a 1080p. Apesar de bem vindo, o RT é apenas um refinamento não obrigatório ou sequer necessário. Mas quem sabe há alguma coisa nova no mercado sem as restrições da Nvidia e a Sony apostou nele?
Quanto ao processamento dos PCs, ele não define o mercado gaming à muitos anos. Atualmente tens processadores com 16 núcleos e onde cada núcleo é várias vezes superior a um núcleo Jaguar… e onde estão os jogos que mostram isso?
Para além do mais, com o streaming no futuro, a loucura do hardware mais potente vai abrandar…
Eu nao me refiro, e muito menos a nVidia, a aplicacao loclizada e esporadica de Raytracing para certos efeitos. E muito menos o Mark Cerny. Isso ja existe desde a era PS3, pelo menos nas consolas, como bem dizes e pelos exemplos que das. Ate te digo mais, penso que ha seccoes em Uncharted 4, na cena flashback, no capitulo do assalto a casa da arqueologa, em que a luz da lanterna usa raios.
Refiro-me ao uso de raytracing na construcao da cena em tempo real. E isso que a RTX faz, ou pelo menos, e esse o objectivo da nVidia. Baseado no conceito introduzido pela Imagination Tech com os GPUs wizard, que assentavam no gerar da cena por rasterization e raytracing em simultaneo.
E isto, todos os sistemas o podem fazer, mas as benchmarks sao claras - sem a aceleracao por hardware, o peso na performance no hardware que nao possui unidades dedicadas, e enorme.
Se bem te recordas,tu mesmo duvidaste que o suporte raytracing em hardware dedicado alguma vez chegasse as placas PC. Chegaste mesmo afirmar que nao estavas a ver a adocao de raytracing para graficos em tempo real a nao ser para modelacao. Era a tua opiniao, era uma opiniao fundamentada, e era a opiniao de muita gente.
E depois a nVidia aparece com as RTX.
E neste sentido que eu refiro que o Raytracing era uma utopia, e depois deixou de o ser. O mesmo para o SSDs.
Sobre a quebra de performance, foi a primeira iteraccao num tecnologia completamente nova. Mas depois de varios meses, ha opinioes que a performance dos RT cores, a nivel individual deixa a desejar face ao hardware dedicado que a Imagination Tech implementou nos Wizard.
Ou seja, ha margem para melhorar a nivel de hardware.
Agora, nao faz sentido teres o arquiteto chefe da PS5, por-se a falar de hardware referir o raytracing e assumir que isso sera apenas algo secundario para maquiagem.
Sobretudo quando o mesmo senhor vai mais longe nessa entrevista e refere que o raytracing ira permitir, entre outras coisas, melhor localizacao dos objectos e processamento de audio (o ele refere mesmo os raios para o audio), para alem das vantagens da iluminacao.
Tendo em conta o que se sabe de The last of Us e os sistema de raios para iteraccao com os objectos (cortesia do cell - que muita gente tambem referiu ser bastante apto para raytracing no Beyond 3D), nao se deve assumir que o raytracing so conta como maquiagem quando, repito, pode contribuir para melhorar e muito a iteraccao do jogador com o mundo.
Pelas palavras do Cerny, nao e apenas um gimmick que e giro e por isso o puseram la - e uma caracteristica que querem usar para redefenir o a experiencia do jogador.
E precisamente pela ameaca do streaming que acho que a aposta em mais de 8 nucleos e vital. Como ja referi, a guerra esta acesa entre Intel e AMd e nos proximos anos antevejo uma descida bem grande no preco por numero de nucleos com os 8 nucleos a substiuirem possivelmente os 4 nucleos ou equivalente ao core i3 (na Intel).
Isso signfica que, apos mais de duas geracoes a lidar com 6 cores exclusivamente para jogos, seria necessario investir em mais cores para fazer estes sistemas aguentarem-se mais.
A aposta no multicore no PC comecou e sobre o aproveitamento, basta certas empresas como a Google pagarem para isso.